03/03/2026
03 de março de 1311 - exatos 715 anos da Bula Sabatina.
Estando orando o Papa João XXII, a Virgem lhe apareceu, vestida com o hábito carmelita, e prometeu-lhe tirar do purgatório no sábado depois da morte aquele que morrer usando o Escapulário.
A Santíssima Virgem disse ao Papa: "Eu, Mãe de misericórdia, livrarei do purgatório e levarei ao céu, no sábado depois da morte, aos que estiverem vestindo meu Escapulário".
Tal é o privilégio Sabatino, outorgado pela Rainha do Purgatório, a favor de seus confrades carmelitas ao Papa João XXII e promulgado por este na Bula Sabatina (3 de Março de 1322) aprovada depois por mais de vinte Sumos Pontífices.
Por ele, o Sábado seguinte à morte dos confrades carmelitas, ou como a interpreta a Igreja, o quanto antes, mas especialmente no sábado, segundo declaração de Paulo V, a Virgem do Carmo, com carinho maternal, os livra do cárcere expiatório e os introduz no Paraíso.
O Papa Paulo V expediu em 20 de janeiro de 1613 o seguinte Decreto: "Permita-se aos Padres Carmelitas pregar que o povo cristão pode piedosamente crer que a Bem-aventurada Virgem Maria com suas contínuas intercessões, piedosos sufrágios e méritos e especial proteção, ajudará depois da morte, principalmente no sábado, dia a ela dedicado, às almas de seus confrades que usarem o hábito carmelita".
Condições para ganhar estes privilégios
Para ganhar a segunda Promessa, o privilégio Sabatino, exige-se, além de ter recebido o Escapulário do Carmo, guardar castidade, segundo o próprio estado, rezar sete pai-nossos, 7 ave-marias e 7 glórias.
Guardar abstinência (se puderem) nas quartas-feiras e aos sábados; esta obrigação pode ser comutada por outras orações através do sacerdote.