Templo Escola de Umbanda Sagrada de Minas Gerais

Templo Escola de Umbanda Sagrada de Minas Gerais A Umbanda prega o amor, e é com esse sentimento tão glorioso que trabalhamos. Não fazemos milagres, mas ensinamos a fé que é a fonte dele.

O Templo de Umbanda Sagrada Pai João de Aruanda e caboclo Pena Branca, é um templo fundado em meados de 2011, e tem como objetivo auxiliar de maneira acolhedora os que vem em busca de conforto espiritual, e principalmente elucidar e desmistificar a Umbanda. O templo, que é casa de preto velho e de caboclo, também é uma escola, onde ocorre cursos e rodas de debates sobre temas e tabus religiosos.

🌿🏹 GIRA DE CABOCLOS 🏹🌿Com grande alegria, convidamos toda a comunidade de Cambuí e região para uma noite de fé, força es...
20/05/2026

🌿🏹 GIRA DE CABOCLOS 🏹🌿
Com grande alegria, convidamos toda a comunidade de Cambuí e região para uma noite de fé, força espiritual e caridade na corrente sagrada da Umbanda.
No próximo sábado, dia 23 de maio, estaremos reunidos em mais uma Gira de Caboclos, linha de luz que trabalha com coragem, direcionamento, cura espiritual e fortalecimento dos caminhos.
Será uma noite de acolhimento, aprendizado e assistência espiritual gratuita, onde a força das matas e dos Orixás se fará presente através da sabedoria e firmeza dos Caboclos.
Venha com fé, respeito e o coração aberto para receber as bênçãos da espiritualidade.
📍 Cambuí – MG
🕰️ A partir das 18h30
🤍 Atendimento espiritual gratuito
“Nas matas sagradas ecoa o brado do Caboclo, trazendo força para vencer, sabedoria para seguir e luz para caminhar.”
Saravá os Caboclos! 🌿✨

17/05/2026

Nossa conta no Instagram foi denunciada e está suspensa. Por hora, toda informação sobre os trabalhos será divulgada aqui e no grupo do whatsapp

Treze de Maio – Memória, Resistência e AxéA força da ancestralidade nos chama… e você é nosso convidado especial para vi...
04/05/2026

Treze de Maio – Memória, Resistência e Axé

A força da ancestralidade nos chama… e você é nosso convidado especial para viver esse momento de fé, união e consciência espiritual.

*No dia 16 de maio (sábado), a partir das 16h, em Cambuí/MG,* acontecerá um grande encontro de cultura, espiritualidade e respeito à nossa história. Um evento aberto ao público, preparado com muito carinho para toda a cidade e região.

Teremos:
• Gira Coletiva de Umbanda
• Trabalho na força de Preto Velho
• Capoeira, música e manifestações culturais
• Um espaço de acolhimento, aprendizado e conexão
• Uso obrigatório de roupa branca

Mais do que um evento, será um momento de reencontro com nossas raízes, valorizando a fé, a cultura e a força do povo que construiu essa história.

Venha com o coração aberto, traga sua família e amigos, e faça parte dessa corrente de luz, respeito e axé.

- Ginásio Municipal – Bairro Santa Edwirges
- Cambuí – MG

🤍 Respeitar a história é honrar quem veio antes.

Axé! 🙏🏾

Vivemos em uma sociedade onde muitos valores essenciais têm sido distorcidos de forma silenciosa, quase imperceptível. A...
23/04/2026

Vivemos em uma sociedade onde muitos valores essenciais têm sido distorcidos de forma silenciosa, quase imperceptível. Aquilo que deveria ser tratado com respeito, cuidado e responsabilidade, muitas vezes é transformado em motivo de piada, banalização ou até incentivo a comportamentos prejudiciais.
Ao longo da vida, fui compreendendo que pequenas coisas, aparentemente inofensivas, carregam um peso muito maior do que imaginamos. Piadas sobre casamento, comentários negativos sobre mulheres, “brincadeiras” que diminuem o valor dos relacionamentos ou até músicas que romantizam a traição e colocam a mulher em uma posição inferior — tudo isso não é apenas entretenimento. São mensagens que, repetidas constantemente, vão sendo absorvidas pelo nosso cérebro como verdades.
O nosso inconsciente não filtra essas informações com o mesmo senso crítico que o consciente. Ele registra, armazena e, aos poucos, influencia nossas atitudes, nossas escolhas e a forma como enxergamos o outro. Quando normalizamos o desrespeito, a desvalorização e a instabilidade, acabamos, sem perceber, alimentando comportamentos que enfraquecem os vínculos e fragilizam aquilo que deveria ser protegido: a família, o amor e a parceria.
Um relacionamento saudável exige zelo. E esse cuidado começa, muitas vezes, nas pequenas atitudes do dia a dia. Um casal que expõe excessivamente sua intimidade, seus conflitos ou fragilidades para outras pessoas, corre o risco de ver essas situações crescerem além do necessário. Quem escuta, mesmo com boa intenção, tende a se conectar com a dor apresentada e, na tentativa de ajudar, pode acabar intensificando algo que talvez fosse simples de resolver dentro da própria relação.
Da mesma forma, alimentar conversas negativas sobre casamento, reforçar piadas que desvalorizam a vida a dois ou normalizar discursos de desgaste emocional, contribui para criar um ambiente onde o relacionamento perde sua leveza e sua força.
E dentro desse contexto, cabe também uma reflexão importante: sentimos falta, muitas vezes, de ouvir mais sobre esses temas dentro dos espaços religiosos. Na Umbanda, aprendemos sobre fundamentos, práticas, orixás, guias espirituais e toda a riqueza da religião — o que é essencial. Mas ainda são poucos os momentos em que se fala, com a mesma profundidade, sobre os valores que sustentam a vida fora do terreiro.
Fala-se pouco sobre como construir e manter relacionamentos saudáveis, sobre como fortalecer famílias, sobre como ser um companheiro melhor, uma companheira mais consciente, mais parceira. E isso é parte fundamental da nossa evolução espiritual. Não existe crescimento verdadeiro desconectado da forma como tratamos quem caminha ao nosso lado.
Talvez esteja aí um chamado: o de ampliar esse olhar, de trazer para dentro da espiritualidade também essas conversas que tocam a vida real, os desafios do dia a dia, os vínculos que sustentam nossa caminhada.
Porque não basta conhecer a religião — é preciso viver os valores que ela ensina.
Em contrapartida, aquilo que escolhemos alimentar faz toda a diferença. Valorizar palavras de carinho, incentivar atitudes de parceria, cultivar o respeito, o romance, a amizade e a admiração mútua fortalece os laços e cria uma base sólida para enfrentar qualquer desafio.
Relacionamentos não são sustentados apenas por sentimentos, mas também pelas escolhas diárias — inclusive pelas palavras que ouvimos, falamos e permitimos que façam parte da nossa realidade.
Talvez o caminho mais consciente seja esse: filtrar o que consumimos, proteger o que construímos e escolher, de forma intencional, nutrir tudo aquilo que fortalece, e não aquilo que destrói.

Na força dos Boiadeiros, aprendemos que tudo na vida precisa de direção.São espíritos trabalhadores que atuam conduzindo...
23/04/2026

Na força dos Boiadeiros, aprendemos que tudo na vida precisa de direção.

São espíritos trabalhadores que atuam conduzindo caminhos, retirando excessos, desfazendo cargas negativas e trazendo equilíbrio para aqueles que buscam com fé e verdade.

Com sua firmeza e sabedoria, os Boiadeiros nos ensinam sobre responsabilidade, coragem e alinhamento com nosso propósito espiritual.

É tempo de organizar a vida, abrir caminhos e fortalecer a caminhada.

*Gira de Atendimento Espiritual – Linha dos Boiadeiros*
Data: 25 de abril de 2026
Horário: A partir das 18:30h
Local: Av. Pref. José Francisco do Nascimento, 605, Santa Edwigens – Cambuí/MG
Ref.: Andar de cima da Madeireira Brauna

- Atendimento gratuito e fraterno
- Passe, orientação e fortalecimento espiritual

Venha com fé, humildade e o coração aberto para receber seu axé.

“Boiadeiro não perde boi… e guia não perde filho.”

Saravá os Boiadeiros!

LUTO O luto invisível de quem cuida de almasExiste um tipo de dor que quase ninguém vê.Ela não tem velório, não tem desp...
13/04/2026

LUTO
O luto invisível de quem cuida de almas
Existe um tipo de dor que quase ninguém vê.
Ela não tem velório, não tem despedida, não tem corpo — mas existe. É real. E, ainda assim, é constantemente invalidada por ser invisível.
É o luto de quem permanece.
Ser sacerdotisa, dirigente, guia espiritual, é carregar nos braços histórias que chegam quebradas. Pessoas chegam pela dor — pela perda, pelo desespero, pelo medo, pela falta. Chegam vazias, mas cheias de esperança. E depositam em nossas mãos algo sagrado: a fé de que suas vidas podem melhorar.
E nós acolhemos.
Acolhemos com o coração, com o tempo, com a escuta, com a entrega. Não apenas como sacerdotes, mas como seres humanos. Criamos vínculos. Laços. Afeto. Amor.
Um amor que, muitas vezes, ultrapassa qualquer definição racional.
Caminhamos junto. Orientamos. Seguramos quando é preciso. Celebramos cada pequena conquista como se fosse nossa. Porque, de alguma forma, também é.
E então… elas melhoram.
Se reerguem. Reconquistam suas vidas. Encontram estabilidade. Voltam a sorrir com mais leveza. E esse deveria ser o momento mais bonito de todos.
Mas é também onde começa um dos processos mais silenciosos e dolorosos da vida de um sacerdote: o afastamento.
E é importante dizer… esse afastamento não começou agora.
Ele sempre existiu.
O que eu vivi recentemente apenas intensificou algo que já fazia parte dessa caminhada. Porque, independentemente das minhas mudanças, do meu processo ou das minhas escolhas, existe um movimento natural de ida — de pessoas que chegam, se curam… e seguem.
E, ainda assim, isso não deixa de doer.
Porque quando a dor passa, muitas pessoas já não permanecem.
Mas o que mais dói… não é apenas o fato de irem.
É a forma como escolhem ir.
Porque ir também é uma escolha.
Ficar também é uma escolha.
E manter vínculos… também é uma escolha.
Seria possível escolher não me ver mais como sacerdotisa…
Mas ainda assim escolher o vínculo com quem eu sou como ser humano.
Seria possível separar.
Mas nem todos sabem.
E, para ser justa… nem sempre eu mesma soube.
Por muito tempo, a Karina sacerdotisa e a Karina humana se confundiram.
Eu me entreguei por inteiro.
Eu me misturei nos vínculos.
Eu ultrapassei limites — meus e dos outros.
E, em muitos momentos, eu também não soube separar o papel da essência.
Reconhecer isso não diminui a dor.
Mas traz consciência.
E talvez explique por que alguns vínculos se tornaram tão profundos… e, ao mesmo tempo, tão difíceis de sustentar.
Porque quando não há separação, tudo se intensifica:
o cuidado, o amor… e também a perda.
Então o afastamento não acontece só da função…
Ele acontece do afeto.
Do vínculo.
Da história.
Daquilo que foi construído com verdade.
Pessoas que um dia me chamaram de amiga, de confidente, de família…
simplesmente deixam de escolher esse lugar.
E isso fere em um lugar muito profundo.
Porque, para mim, o vínculo não estava condicionado à função.
Eu continuo escolhendo amar.
Mesmo quando o outro escolhe se afastar.
Mesmo quando o outro escolhe não permanecer.
Mesmo quando o outro já não me escolhe mais da mesma forma.
E essa talvez seja uma das partes mais doloridas de todas:
Sentir que o amor continua vivo de um lado…
mas já não encontra reciprocidade do outro.
É um luto que não se encerra.
Porque ele não é rompido de forma clara — ele vai se desfazendo nas escolhas não feitas, nos vínculos não mantidos, na ausência de quem, um dia, escolheu estar.
E então vem o silêncio.
A falta de reconhecimento. A sensação de que tudo o que foi vivido se apagou. Como se os detalhes, os cuidados, os momentos partilhados tivessem perdido o valor — ou sequer existido.
É um tipo de perda estranha.
Porque a pessoa não morreu. Ela continua ali, vivendo, seguindo, sorrindo… mas sem você.
E isso dói de uma forma difícil de explicar.
Dói estar no mesmo espaço e já não ocupar o mesmo lugar na vida do outro.
Dói perceber que aquilo que antes era essencial agora é visto como excesso, como peso, como algo dispensável.
Dói sentir que, para o outro, a vida ficou melhor sem a sua presença.
E talvez uma das dores mais profundas seja perceber que muitas pessoas não amavam quem você era — mas sim o que você representava enquanto elas precisavam.
Mas, em meio a tudo isso… também existe luz.
Existem aqueles que escolheram ficar.
Que escolheram permanecer mesmo depois da dor ter passado.
Que escolheram o vínculo, mesmo quando já não havia necessidade.
Que escolheram enxergar além da função… e reconhecer o ser humano.
A esses, eu carrego uma gratidão eterna.
Porque ficar, quando já não é preciso… é escolha.
E escolher ficar… é amor.
Foi no meio desse caminho que eu também precisei fazer uma escolha.
Eu precisei deixar, por um momento, a sacerdotisa de lado para salvar a mulher. A esposa. A mãe.
Porque, em nome de cuidar de tantos, eu estava perdendo o que era mais essencial: a minha própria família.
E quando eu mudei… muitos se foram.
Alguns não entenderam.
Outros não quiseram entender.
E alguns simplesmente revelaram que nunca estiveram ali por mim — mas pela versão de mim que era conveniente para eles.
Isso também é um luto.
Um luto pela ilusão.
Pelos vínculos que eu acreditava serem recíprocos.
Pelas relações que, no fundo, eram sustentadas por necessidades e não por escolha verdadeira.
Hoje eu entendo que ser sacerdotisa não me isenta de ser humana.
Eu também sinto.
Eu também me frustro.
Eu também me decepciono.
Eu também preciso de cuidado.
E talvez uma das maiores lições seja essa: aprender a amar sem se abandonar.
A acolher sem se perder.
A cuidar sem se destruir.
Porque ninguém pode sustentar o outro quando está em ruínas por dentro.
E sim, ainda dói.
Dói ver pessoas que eu amo trilhando caminhos que, muitas vezes, levam de volta ao desequilíbrio.
Dói saber que eu poderia ajudar — mas não posso interferir.
Dói lidar com a indiferença de quem já foi presença.
Mas hoje, junto com a dor, existe também consciência.
Nem todos que passam pela nossa vida foram feitos para permanecer.
E nem todos que amamos… escolherão ficar.
Mas isso não invalida o amor que foi verdadeiro.
Nem o cuidado que foi entregue.
Nem as escolhas que, um dia, foram feitas com o coração.
Porque eu levo comigo.
Levo comigo os aniversários celebrados com alegria.
Os chás de bebê cheios de esperança.
Os momentos nas maternidades, testemunhando a chegada de novas vidas.
Os casamentos, as viagens, os reencontros.
Levo comigo os abraços apertados — mesmo com toda a minha dificuldade em abraçar.
A ajuda que também recebi, em tantas formas silenciosas e generosas.
Os batizados, as primeiras incorporações, os domingos de churrasco, as noites de ritual no lar.
Levo comigo os encontros cheios de amor.
As confidências, os desabafos.
As lágrimas — de dor e de alegria — que compartilhamos.
Nada disso se perdeu.
Tudo isso vive em mim.
Guardo cada momento com amor.
E, apesar de tudo… eu ainda escolho.
Escolho amar.
Escolho honrar o que foi vivido.
E escolho manter viva a esperança de, um dia, voltar a compartilhar momentos mágicos com aqueles que eu continuo amando —
e que, se dependesse apenas de mim, eu escolheria… quantas vezes fossem necessárias.

A espiritualidade é um elo sagrado…um caminho de amor, respeito e compromisso com a própria evolução.Quando nos conectam...
27/03/2026

A espiritualidade é um elo sagrado…
um caminho de amor, respeito e compromisso com a própria evolução.

Quando nos conectamos com verdade, fortalecemos esse elo e permitimos que a luz nos conduza com mais clareza, consciência e direção.

Não se trata apenas de buscar ajuda…
mas de assumir a responsabilidade pela própria caminhada:
progredir, perseverar, persistir, reparar e escolher atitudes melhores a cada dia.

Neste sábado, dia 28 de março, a partir das 18h30 o portão estará aberto e a partir das 19h, estaremos em trabalho espiritual, com atendimento gratuito e assistencial, acolhendo a todos que chegarem com fé e respeito.

Que seja um momento de fortalecimento, aprendizado e alinhamento com o seu propósito.

A espiritualidade ampara…
mas também ensina e direciona.

Saravá! 🙏

Perseverança Propósito Caridade Saravá

É amanhã.Mais uma oportunidade de buscar orientação, equilíbrio e entendimento espiritual.Na força dos Marinheiros, apre...
20/03/2026

É amanhã.

Mais uma oportunidade de buscar orientação, equilíbrio e entendimento espiritual.

Na força dos Marinheiros, aprendemos a confiar na travessia da vida.
Na sabedoria dos Baianos, aprendemos a manter firmeza diante dos desafios.

Se você sente o chamado, venha.
Mas venha com respeito, paciência e o coração aberto.

📍 Av. Pref. José Francisco do Nascimento, 605- Bairro santa Edwigens (avenida do mercado ABC, em cima da madeireira Braúna, próximo à empresa Rhodes).
🕰️ O portão abre às 18:30, início as 19:00

A espiritualidade acolhe… mas também ensina.

Saravá! 🙏

Fé Saravá

Reabertura dos Trabalhos EspirituaisNeste sábado retomamos oficialmente nossos trabalhos espirituais do ano.Seguimos fir...
04/03/2026

Reabertura dos Trabalhos Espirituais

Neste sábado retomamos oficialmente nossos trabalhos espirituais do ano.

Seguimos firmes na prática da Umbanda Sagrada, fundamentados no estudo, na responsabilidade mediúnica e nos ensinamentos deixados pelo mestre Rubens Saraceni.

Nossa casa se mantém como espaço de acolhimento, orientação e caridade espiritual.

Sábado, 07 de março de 2026
Linha sustentadora: Baianos
Atendimento espiritual com a Linha de Exu

Que este novo ciclo seja de luz, consciência e fortalecimento espiritual.

Axé

11/11/2025

Sagrado Pai Ogum

Ogum é o Orixá da força, da coragem e da luta. É o guardião dos caminhos e o primeiro a abrir as porteiras espirituais para que o trabalho aconteça dentro do terreiro. Na Umbanda, Ogum representa o movimento, a ação e a vitória sobre as dificuldades.

Senhor do ferro e do fogo, Ogum é aquele que desbrava o mato, que corta as amarras e que abre passagem para que a vida siga seu fluxo natural. Sua energia é a da determinação, da disciplina e da fé inabalável.

Ogum ensina que vencer não é apenas lutar contra inimigos externos, mas também contra as batalhas internas — o medo, a dúvida e a falta de fé. Ele é o protetor dos trabalhadores, dos guerreiros, dos que enfrentam desafios diários e seguem firmes, de cabeça erguida, mesmo diante das tempestades.

Nas giras de Umbanda, Ogum chega com sua energia vibrante, firme e protetora. Sua presença é sentida como um escudo que ampara, corta demandas, limpa caminhos e fortalece o coração de quem o busca com fé.

Que sua espada de luz nos defenda, e que sua coragem nunca falte em nossos passos. Salve meu pai Ogum, Ogunhê meu pai 💙⚔️

Endereço

Avenida Prefeito Jose Franscisco Do Nascimento, N°605 (2°andar)
Cambuí, MG
37600000

Horário de Funcionamento

18:30 - 22:00

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