Terço dos homens Nossa Senhora Aparecida

Terço dos homens Nossa Senhora Aparecida Grupo dedicado a oração do Santo

O Testemunho no Tempo em que VivemosIrmãos, vivemos tempos difíceis. Um tempo de correria, de ansiedade, de famílias fer...
22/01/2026

O Testemunho no Tempo em que Vivemos
Irmãos, vivemos tempos difíceis. Um tempo de correria, de ansiedade, de famílias feridas, de valores sendo esquecidos. Muitos falam de Deus nas redes sociais, mas poucos mostram Deus com a própria vida. Por isso, hoje mais do que nunca, o mundo precisa do nosso testemunho.
O testemunho que nasce aqui no Terço dos Homens não pode ficar só dentro da igreja. Ele precisa chegar à nossa casa, ao nosso trabalho, às nossas atitudes, à forma como tratamos nossa esposa, nossos filhos, nossos pais e nossos irmãos.
Ser homem de Deus hoje é ser firme na fé em meio às tentações, ser honesto em meio à corrupção, ser paciente em meio às provações e ser luz em meio à escuridão.
Que Nossa Senhora Aparecida nos ajude a não sermos cristãos apenas de palavras, mas de atitudes. Que ela nos ensine a permanecer de pé quando tudo parece querer nos derrubar.
Saiamos daqui fortalecidos, conscientes da nossa missão e decididos a ser testemunhas vivas de Cristo neste tempo. Porque o mundo muda quando homens de oração mudam primeiro. Amém.

"Chamados para Rezar, Enviados para Servir”Nesta imagem vemos mais do que homens reunidos em uma igreja. Vemos corações ...
17/01/2026

"Chamados para Rezar, Enviados para Servir”
Nesta imagem vemos mais do que homens reunidos em uma igreja. Vemos corações que decidiram permanecer firmes no chamado de Deus. Cada banco ocupado representa uma história, uma luta, uma família confiada ao Senhor. Aqui não há competição, há comunhão. Não há comparação, há irmãos caminhando juntos.
O Terço dos Homens nos recorda que cada um tem seu tempo, seu ritmo e sua missão. Uns conduzem a oração, outros sustentam no silêncio, mas todos participam da mesma graça. O olhar não está voltado para o lado, mas para o altar, para a Palavra, para Cristo.
Que este momento registrado seja também um testemunho: homens que escolheram rezar, homens que decidiram perseverar, homens que não desistiram da fé. Que Maria caminhe conosco e nos ensine a seguir Jesus com humildade, fidelidade e amor.
Seguimos juntos. Rezando. Servindo. Cumprindo nosso chamado.
Venha participar conosco desse momento
Toda terça-feira
As 19:30
Capela Nossa Senhora Aparecida

Homens em marcha, fé que se carrega nos ombrosNão caminhamos sozinhos.Cada passo dado nesta estrada é oração silenciosa,...
17/01/2026

Homens em marcha, fé que se carrega nos ombros
Não caminhamos sozinhos.
Cada passo dado nesta estrada é oração silenciosa,
cada ombro que sustenta é sinal de comunhão.
Levamos mais que madeira e peso:
levamos a fé do nosso povo, a esperança das famílias
e a certeza de que Deus caminha conosco.
Aqui vão homens simples, pais, avós, trabalhadores,
unidos pela mesma devoção.
O terço nas mãos fortalece o coração,
e a imagem sagrada à frente nos recorda
que não seguimos qualquer caminho,
mas Aquele que é o Caminho.
Entre adultos e crianças, a fé passa de geração em geração.
O menino que caminha hoje aprenderá amanhã
que ser homem de Deus é servir, perseverar e confiar.
A estrada pode ser longa, o sol pode cansar,
mas quem reza não desiste.
Esta procissão não termina no destino final.
Ela continua na vida, no trabalho, na família e na comunidade.
Porque o homem que caminha com Deus
aprende a carregar também o irmão.
Que cada passo seja uma Ave-Maria,
que cada silêncio seja entrega,
e que nossa caminhada seja testemunho vivo
de que a fé se reza… com os pés no chão e o coração no céu.

“Quando Maria Espera o Tempo de Deus”Aquela imagem, hoje colocada com tanto carinho, carrega uma história simples e prof...
11/01/2026

“Quando Maria Espera o Tempo de Deus”

Aquela imagem, hoje colocada com tanto carinho, carrega uma história simples e profundamente marcada pela ação silenciosa de Deus.
Antes mesmo de sabermos da existência do Terço dos Homens, pedi à minha mãe que comprasse uma imagem de Nossa Senhora Aparecida para ficar pendurada na parede de um rancho à beira do Rio Pardo, na cidade de São José do Rio Pardo. Não foi por promessa, nem por devoção consciente, tampouco por pedido de proteção. O motivo parecia pequeno: a cunhada do meu pai sempre dizia que naquele rancho nunca podia faltar uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, pois desde sempre ali havia uma.
Para nós, que frequentávamos o rancho, aquilo não tinha grande importância. Era apenas um costume antigo, quase esquecido. Mesmo assim, o pedido ficou guardado. Em 2012, pedi novamente à minha mãe que, ao ir a Aparecida, trouxesse uma imagem nova para substituir a antiga, já muito desgastada pelo tempo, marcada pela umidade e até cheia de ninhos de sabiá.
A imagem chegou. Mas os tempos de Deus são diferentes dos nossos. De 2 de janeiro de 2013 até julho de 2014, ela ficou esquecida, enrolada em jornais, guardada no maleiro do guarda-roupas. Silenciosa, oculta, como tantas graças que Deus prepara enquanto ainda não estamos prontos para compreendê-las.
Até que, a convite do padre Adi, nasceu o Terço dos Homens Nossa Senhora Aparecida. A partir desse momento, aquela imagem saiu do esquecimento para ocupar o lugar que Deus já lhe havia reservado.
Quantas quartas-feiras, no início dessa caminhada, rezamos aos seus pés. Quantos terços foram oferecidos em silêncio, quantas lágrimas derramadas, quantos pedidos confiados e quantos agradecimentos feitos. Hoje, reunimo-nos às terças-feiras, e já não é possível contar quantos homens passaram diante dela, colocando suas lutas, suas famílias, seus trabalhos e suas esperanças sob o olhar materno de Maria.
Essa imagem já visitou muitas casas. Nas segundas-feiras, acompanhou o Terço nas famílias, entrando nos lares, abençoando mesas, alcançando corações e fortalecendo vínculos. E a missão continua viva: após o terço da terça-feira, um de nós a leva para casa, permanece com ela durante toda a semana, e a devolve no terço da terça seguinte. Assim, Maria caminha conosco, de casa em casa, de família em família.
Hoje compreendemos que nada foi por acaso. O que começou como um simples pedido, quase sem importância, era, na verdade, um sinal. Nossa Senhora já estava presente antes mesmo de sermos capazes de reconhecê-la. Esperou, como Mãe paciente, o tempo certo para nos conduzir ao caminho da oração, da fé e da fraternidade.
Essa imagem não é apenas um objeto. É testemunha de uma história, de uma conversão contínua e de uma fé que segue em movimento. É sinal de que Nossa Senhora Aparecida continua caminhando com seus filhos, ontem, hoje e sempre.

Diante do Corpo entregueSenhor Jesus,nesta sexta-feira de penitência e oração,a Igreja silencia para contemplar o mistér...
09/01/2026

Diante do Corpo entregue
Senhor Jesus,
nesta sexta-feira de penitência e oração,
a Igreja silencia para contemplar o mistério do Vosso Amor ferido.
Vosso Corpo, entregue na Cruz, permanece hoje oculto na Eucaristia,
o mesmo Corpo que sofreu, sangrou e foi elevado por amor a nós.
Diante do Sacrário, aprendemos que a Cruz não terminou no Calvário:
ela se prolonga no silêncio do altar,
na humildade do pão consagrado,
onde Vos ofereceis diariamente por aqueles que Vos amam
e também por aqueles que Vos esqueceram.
Choramos, Senhor, não apenas as Vossas dores,
mas o esquecimento dos homens,
a indiferença diante do Vosso Coração transpassado.
Que nossa presença eucarística repare o abandono,
que nossa adoração console o Vosso sofrimento,
e que nossa vida se torne resposta fiel ao Vosso Amor crucificado.
Fazei de nós homens do altar e da Cruz,
homens que não fogem do sacrifício,
mas que aprendem, na Eucaristia,
a amar até o fim.
Amém.

Terço dos Homens: Fé que se Faz CaminhoCaminhar na noite é também um gesto de fé. Quando os homens se colocam em marcha ...
06/01/2026

Terço dos Homens: Fé que se Faz Caminho

Caminhar na noite é também um gesto de fé. Quando os homens se colocam em marcha rezando, mostram que a luz não vem apenas dos postes da rua, mas nasce no coração que confia em Deus. Cada passo dado em oração é um “sim” renovado à presença de Cristo na vida cotidiana.
O lema “Tudo com Jesus, nada sem Maria” não é apenas uma frase, mas uma escolha de vida. Com Jesus aprendemos a entrega total; com Maria aprendemos o caminho da humildade, da perseverança e da fidelidade silenciosa. Ela nos conduz ao Filho e nos ensina a rezar mesmo quando o cansaço aparece.
O Terço dos Homens transforma a rua em santuário e a caminhada em missão. A fé deixa de ser escondida e se torna testemunho público: homens que rezam, que se unem, que assumem a responsabilidade de santificar suas famílias e a comunidade.
Que esta procissão nos recorde que o cristão não caminha sozinho. Com Cristo à frente e Maria como Mãe, seguimos firmes, certos de que a oração sustenta os passos e fortalece a esperança, mesmo nas noites mais escuras. 🙏

Diante desta imagem, nasce um testemunho silencioso e forte.Homens simples, reunidos nos bancos da igreja, com o terço e...
05/01/2026

Diante desta imagem, nasce um testemunho silencioso e forte.

Homens simples, reunidos nos bancos da igreja, com o terço entre as mãos e o coração voltado para Deus. Não há discursos, nem holofotes: há fé. Cada cabeça inclinada carrega uma história, uma luta, uma intenção. Aqui, a força não está no barulho, mas na perseverança da oração.
O Terço dos Homens revela que a fé também se constrói na constância: voltar sempre, ajoelhar-se interiormente, aprender a confiar. Esses homens mostram que rezar não é fugir da vida, mas sustentá-la. Quem passa por este templo talvez veja apenas um grupo reunido; Deus, porém, vê pais, avôs, trabalhadores e filhos que colocam suas famílias e o mundo nas mãos de Maria.
Neste silêncio orante, a igreja se torna escola de coragem. O terço ensina a esperar, a resistir e a permanecer fiel. Assim, cada Ave-Maria rezada aqui ecoa além destas paredes, transformando a vida cotidiana em prolongamento do altar.

"Caminhando com Maria: Fé que Une e Sustenta"Entre passos lentos e mãos firmes, a fé caminha.Não é o peso da imagem que ...
04/01/2026

"Caminhando com Maria: Fé que Une e Sustenta"Entre passos lentos e mãos firmes, a fé caminha.

Não é o peso da imagem que sustenta este homem,
é a confiança silenciosa de quem sabe em Quem colocou o coração.
Nossa Senhora Aparecida segue à frente, pequena aos olhos,
mas imensa na esperança que conduz.
No caminho de terra, ela abre trilhas no interior da alma,
reunindo gerações, histórias e promessas feitas em silêncio.
O rosto marcado pelo tempo não revela cansaço,
mas perseverança.
Cada passo é oração,
cada olhar é entrega,
cada gesto é um “eis-me aqui” repetido sem palavras.
Atrás, o povo caminha unido,
porque quem anda com Maria nunca caminha sozinho.
Ela não apressa, não abandona, não impõe:
apenas acompanha e aponta o Filho.
Assim é a fé simples e verdadeira:
não precisa de palco,
não grita,
mas segue… fiel até o fim do caminho

Epifania além do PresépioA Epifania, celebrada hoje 4 de janeiro, nos lembra a visita dos Magos ao Menino Jesus. Tradici...
04/01/2026

Epifania além do Presépio
A Epifania, celebrada hoje 4 de janeiro, nos lembra a visita dos Magos ao Menino Jesus. Tradicionalmente, contemplamos essa cena no presépio, mas a Epifania vai muito além da representação estática. Ela nos convida a enxergar Cristo manifestando-se em nossa vida diária, em cada gesto de bondade, em cada encontro que transforma, em cada coração aberto à fé.
Assim como os Magos seguiram a estrela, somos chamados a discernir os sinais de Deus e a deixar que Ele nos guie. A Epifania nos desafia a sair do conforto do nosso “presépio interno” e reconhecer Jesus nos pobres, nos necessitados, nos que sofrem e nos que amamos.
A devoção popular, como as Companhias de Reis, é um reflexo dessa Epifania viva. Nas ruas, cantando e celebrando, os fiéis lembram que Cristo quer ser encontrado não apenas na igreja, mas também na vida cotidiana, na comunidade e nas tradições que nos aproximam Dele.

“Passos de Esperança, Ombros de Maria”Às vezes, a fé não se aprende no silêncio do quarto, mas no passo firme da rua. Ne...
04/01/2026

“Passos de Esperança, Ombros de Maria”

Às vezes, a fé não se aprende no silêncio do quarto, mas no passo firme da rua. Nesta imagem, vemos homens simples, de pés no chão e coração elevado, que transformam a cidade em caminho sagrado. Carregam nos ombros mais do que uma imagem: levam a própria vida ofertada, o cansaço do trabalho, as lutas da família, as intenções guardadas em silêncio.
Cada passo é uma oração. Cada suor é entrega. Cada olhar erguido para Nossa Senhora é um pedido de intercessão e, ao mesmo tempo, uma renovação da confiança. A fé deixa o templo e caminha entre casas, fios, esquinas e histórias, proclamando que Deus não está distante, mas presente no cotidiano do povo.
O Terço dos Homens é isso: homens que não têm vergonha de crer, de rezar em público, de sustentar nos ombros o sinal da esperança. Onde muitos veem apenas uma procissão, o céu vê um altar em movimento. E ali, no meio da rua, Maria caminha com seus filhos, ensinando que quem reza junto jamais caminha sozinho.

“Homens do Terço: Fé que se Reza e se Vive”O homem que faz claramente profissão de sua fé não tem medo de proclamar o No...
04/01/2026

“Homens do Terço: Fé que se Reza e se Vive”
O homem que faz claramente profissão de sua fé não tem medo de proclamar o Nome de Jesus Cristo. Ao contrário, quanto mais confessa sua fé, mais se fortalece na graça. A fé assumida em público não é vaidade: é compromisso, é identidade, é direção de vida.
Nós, homens do terço, somos chamados a testemunhar que cremos. Não apenas dentro da igreja, mas também fora dela. Nossa fé não pode ficar escondida no silêncio da omissão. O mundo precisa ver homens que rezam, que se ajoelham, que confiam em Deus e não se envergonham do Evangelho.
Quando participamos da Santa Missa e comungamos o Corpo de Cristo, entendemos que o altar não termina no presbitério. Ele se prolonga na vida diária: em casa, no trabalho, nas ruas, nas decisões que tomamos e nas palavras que escolhemos. Cada atitude justa, cada gesto de perdão, cada serviço silencioso se torna uma extensão do altar fora da igreja.
O Terço dos Homens nos forma para isso: homens de oração, mas também de coerência; homens que rezam com os lábios e testemunham com a vida. O “Ide em paz” da missa se transforma, para nós, em missão. Saímos fortalecidos para levar Cristo onde Ele ainda não é reconhecido.
Que todos conheçam a nossa fé — não por imposição, mas pelo exemplo. Que o Nome de Jesus, proclamado em nossa oração, seja visível em nossa conduta. Porque o homem que vive unido ao altar caminha com firmeza, coragem e fidelidade todos os dias.

Do Altar à Vida: a Eucaristia que se Prolonga no Amor”Tocar o Corpo de Cristo no altar é entrar numa escola silenciosa o...
03/01/2026

Do Altar à Vida: a Eucaristia que se Prolonga no Amor”
Tocar o Corpo de Cristo no altar é entrar numa escola silenciosa onde Deus educa o coração para o amor concreto. A Eucaristia não é um gesto isolado nem um momento fechado em si mesmo; ela forma um modo de viver. Quem comunga aprende que Cristo não se oferece para ser apenas contemplado, mas para ser prolongado na vida.
A Sagrada Escritura nos recorda que não existe separação entre culto e compromisso:
“O pão que nós partimos não é comunhão com o Corpo de Cristo?” (1Cor 10,16).
Essa comunhão não se esgota no rito, mas se manifesta na maneira como nos tornamos corpo uns para os outros.
Por isso, a missa não acaba no altar. O Cristo recebido envia o cristão em missão:
“Ide, portanto, e fazei discípulos” (Mt 28,19).
O “ide” da liturgia é um envio concreto para tocar a vida do irmão com o mesmo respeito com que se toca o Corpo do Senhor.
São Paulo adverte que não se pode honrar Cristo sacramentalmente e desprezá-Lo no próximo:
“Quem não ama o seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê” (1Jo 4,20).
A Eucaristia desmascara qualquer espiritualidade que se feche no templo e ignore a dor humana.
Assim, cada comunhão é um compromisso silencioso: tornar-se pão partido, presença atenta, misericórdia encarnada. O altar ensina que toda pessoa é sagrada, e a vida cotidiana é o lugar onde se prova a autenticidade da fé:
“Fazei isto em memória de mim” (Lc 22,19) — não apenas repetindo o gesto, mas prolongando o amor.
Quem compreende a Eucaristia sabe: o Corpo de Cristo recebido no altar continua a ser tocado, cuidado e amado no irmão, todos os dias.
-Paulo Inácio

Endereço

28 De Setembro
Cajuru Do Sul, SP
14240000

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