Mãe Vanessa D'Yemanjá Bocí Afalomí

Mãe Vanessa D'Yemanjá Bocí Afalomí Mãe Vanessa D'Yemanjá Bocí Afalomí transformando vidas através do axé.
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Eu, dentro da minha razão e munida de provas (obviamente), NÃO me calo mais é nunca.
10/01/2026

Eu, dentro da minha razão e munida de provas (obviamente), NÃO me calo mais é nunca.

Relatos de filhos e filhas de santo dentro do terreiro com medo até de respirar.Gente que lê o clima não pela espiritual...
10/01/2026

Relatos de filhos e filhas de santo dentro do terreiro com medo até de respirar.
Gente que lê o clima não pela espiritualidade que habita no terreiro, mas pelo peso dos olhares, dos cochichos, das caras fechadas ou das risadinhas debochadas quando se vira as costas.

E f**a a pergunta: em que momento a gente passou a normalizar a opressão como se fosse ensinamento espiritual?

Quando foi que julgar, diminuir, debochar e controlar virou sinônimo de cuidado?

Axé não habita onde a alma vive acuada.
Terreiro não é favor, é caminho.
Onde há medo, não é espiritualidade — é controle.
Não falta axé. Falta respeito.
Energia nenhuma se sustenta onde a pessoa precisa andar pisando em ovos para não desagradar pai, mãe ou até irmãos de santo. Especialmente quando alguns se colocam como donos absolutos da razão — quando, em muitas situações, não são. Terreiro deveria ser chão firme. Lugar de acolhimento, aprendizado e respeito — não um espaço onde a fé vira medo e a convivência vira disputa de poder.

O desajuste começa quando fazem você acreditar que estar ali é um favor concedido, e não um caminhar legítimo de mãos dadas com a espiritualidade. Quando te convencem de que calar é maturidade e aguentar opressão é obrigação. Quem passa tempo demais pisando em ovos esquece como é bom — e necessário — firmar os pés no terreiro. E quando isso acontece, não é o axé que falta — é o respeito que foi quebrado.

Que liderança espiritual nunca seja sinônimo de medo.

Texto e imagem por Mãe Vanessa D’Yemanjá
Se for compartilhar, dê os créditos.

Quando aprendemos a lição, algo muda dentro de nós. Não é o mundo que se transforma, somos nós.  - Eduardo Osvaldo -
10/01/2026

Quando aprendemos a lição, algo muda dentro de nós. Não é o mundo que se transforma, somos nós.

- Eduardo Osvaldo -

A verdade é uma só, não, vocês não são orixás em terra. E exatamente por isso precisam parar de agir como se fossem inqu...
10/01/2026

A verdade é uma só, não, vocês não são orixás em terra. E exatamente por isso precisam parar de agir como se fossem inquestionáveis quando convém e humanos apenas quando lhes falta responsabilidade ou quando são negligentes.

O discurso é sempre o mesmo:
“Pai e Mãe de Santo também são gente, sentem cansaço, dor, solidão.”

Sim, são gente. E gente erra, falha, negligencia e precisa arcar com as consequências dos próprios erros — coisa que muitos se recusam a fazer.
Curioso como a humanidade de vocês só aparece depois do estrago feito.

Antes disso, quando negligenciam, quando se omitem, quando adoecem filhos com silêncio, autoritarismo ou descaso, o argumento é outro:

— “Não somos obrigados.”
— “Não somos perfeitos.”
— “Não somos orixás.”

Mas basta o filho reagir, se afastar, romper, sobreviver…

E pronto: vocês vestem a pele do sagrado, do intocável, do traído, do injustiçado.
Passam a falar como se fossem o próprio orixá ferido no orgulho, cobrando lealdade, submissão e gratidão eterna.

Lealdade não nasce de cargo religioso.
Lealdade não se exige.
Lealdade é consequência de cuidado, presença, ética e responsabilidade.

E quem foi negligente não tem o direito moral de cobrar nada, muito menos fidelidade.
Usar a morte de alguém para distribuir lição de moral é, no mínimo, perverso.

Transformar o luto em ferramenta para silenciar críticas e encobrir falhas estruturais é covardia espiritual.

Porque quando um filho morre por dentro dentro do terreiro — de abandono, abuso emocional ou invalidação — ninguém escreve texto, ninguém pede reflexão, ninguém pergunta:
quem matou esse filho em vida?
Vocês dizem que engolem o choro para levantar filhos.

Mas muitos filhos engolem traumas para não “desrespeitar o sagrado”.

Vocês falam de solidão quando o terreiro fecha.
Mas ignoram o desamparo de quem foi descartado enquanto o terreiro estava aberto.
E não, citar que “até Mãe Yansã erra” não absolve ninguém.

Orixás erram dentro do mito, não por negligência, vaidade ou abuso de poder.

Comparar falhas humanas mal elaboradas com arquétipos sagrados não é humildade — é distorção conveniente.

Toda ação gera uma reação.
E a falta de ação também é uma ação.
Negligência é escolha.
Omissão é escolha.

Autoritarismo disfarçado de axé é escolha.
Eu também precisei finalizar alguém em mim.
Não porque quis. Mas porque foi necessário para sobreviver. E aprendi que fim também é cura quando o ambiente adoece.

Então não, não somos obrigados a permanecer onde não há cuidado. Não somos obrigados a amar quem nos feriu só porque ocupa um cargo espiritual. E não somos ingratos por escolher a própria paz.

O sagrado não se sustenta com chantagem emocional. Não se constrói com medo, silêncio e culpa. E definitivamente não floresce onde líderes se recusam a assumir seus próprios erros.

Humanidade não é álibi.
É responsabilidade.
E enquanto isso não for entendido, muitos continuarão confundindo axé com poder —
e perdendo filhos não para a morte,
mas para o despertar.

Obviamente pode-se errar, oque não pode é não assumir seus erros e se colocar no lugar de vítima quando a colheita chega.

Texto escrito por Mãe Vanessa D'Yemanjá
Se for compartilhar dê os créditos.

22/12/2025

Se aquilo que você cultiva por dentro te traz paz, força e sentido, honre esse caminho. Nem tudo o que é verdadeiro precisa ser explicado, validado ou aplaudido. Há jornadas que são silenciosas, mas profundamente transformadoras.O que toca a sua alma não depende da compreensão alheia. Quando a fé está alinhada com quem você é, ela não grita, não disputa, não se justif**a. Ela sustenta, orienta e acalma. Siga. Não para provar nada ao mundo, mas para cuidar de si, se curar por dentro e viver com mais equilíbrio. Sua caminhada espiritual não é um espetáculo externo; é um encontro íntimo com aquilo que te mantém de pé.

Texto Mãe Vanessa D'Yemanjá
Se for compartilhar dê os créditos.

Esse ano mostrou que espiritualidade não é carinho pra ego mimado. Não é colo pra quem não quer mudar.A vida não passa p...
20/12/2025

Esse ano mostrou que espiritualidade não é carinho pra ego mimado. Não é colo pra quem não quer mudar.

A vida não passa pano.

E vamos combinar: a maioria não quer mudar, quer milagre. Quer continuar fazendo tudo errado, mas sem consequência.

Pouca gente teve coragem de olhar pra si e dizer:
“o problema sou eu”.

Essa minoria mudou de vida.
O resto mudou de desculpa.

Esse ano foi cirúrgico: aprende ou cai.
E muita gente caiu.

Vi muita gente discursando sobre verdade, ética, espiritualidade, amor… e vivendo exatamente o contrário disso tudo.

E sabe o que mais incomodou?
Não foi errar — errar todo mundo erra.
O problema foi normalizar o erro, lucrar com ele
e ainda posar de vítima quando a conta chegou.

Pra mim, esse ano deixou algo muito claro:
quem vive de enganar, uma hora se perde na própria mentira.

Mas também vi algo bom.
Uma galera acordando.
Gente cansada de ser feita de otária.
Gente entendendo que não existe caminho aberto
pra quem insiste em andar torto.

Aprendam, a verdade pode doer, mas liberta.

Texto escrito por Mãe Vanessa D'Yemanjá
Se for compartilhar dê os créditos.

゚viralシ

Há um tempo certo para tudo acontecer, mas o grande segredo é entender que o tempo não é o nosso, é o do Sagrado. A espi...
16/10/2025

Há um tempo certo para tudo acontecer, mas o grande segredo é entender que o tempo não é o nosso, é o do Sagrado. A espiritualidade age com precisão divina — nunca cedo, nunca tarde, sempre na hora exata em que cada peça precisa se encaixar. A maioria das pessoas sofre por antecedência. Sofre por querer controlar o que pertence ao divino, por achar que tudo tem que ser no tempo delas. Mas o Sagrado ensina:

"A FÉ NÃO É SOBRE QUANDO VAI ACONTECER, E SIM SOBRE ACREDITAR MESMO QUANDO PARECE QUE NÃO VAI."

Ontem, uma consulente e eu vivemos uma linda vitória — exatamente como eu havia dito que seria. Ela pediu, confiou, e apesar da ansiedade e dos questionamentos, a fé nunca faltou. Teve choro, teve espera, teve momentos de incerteza… mas a vitória chegou, no tempo do Sagrado, e chegou do jeitinho que ela sonhou.

Essa é a segunda vitória só neste mês, e ainda que a outra eu nem tenha comentado por aqui — porque, como costumo dizer, cachorro morto não se chuta —, o reconhecimento e a gratidão permanecem. Hoje, eu só posso agradecer mais uma vez a todas as entidades que caminham comigo, que me sustentam e me confirmam que o tempo do Sagrado nunca falha — ele apenas ensina a esperar com fé, porque quem tem fé, vence sem precisar apressar a vitória.

Gratidão minha mãe Yemanjá e todo seu Orumalé em especial meu pai Xangô e minha mãe Oxum, Maria Mulambo do Buraco e Exú do Lodô - eu nunca duvidei que era só uma questão de tempo.

Kaô Kabecilê meu rei!
Omiodô minha rica mãe!
Ye Yeoo manhêêê!
Amodibal minha Maria e meu Lodô!

E a melhor parte ainda está por vir! 🎉

Texto/foto: Mãe Vanessa D'Yemanjá Bocí Afalomí
Aqui não se br**ca com a vida alheia!
Contato 51 991824096.


Ser filha de Yemanjá é carregar a inconstância dos sentimentos. Lutamos diariamente com nossas próprias emoções, que ora...
02/10/2025

Ser filha de Yemanjá é carregar a inconstância dos sentimentos. Lutamos diariamente com nossas próprias emoções, que ora nos colocam em paz, ora nos trazem inquietação. O mel, nesse caso, entra como apaziguador dessas emoções que, em certos momentos, nos impulsionam a acreditar que podemos atravessar qualquer ressaca das águas, e em outros, nos afundam na dúvida. Essa mistura do sal com o mel, quando não equilibrada, provoca um verdadeiro tsunami interno. Filhos da realeza marítima lidam constantemente com o autoconhecimento, que, para esse arquétipo — do mel —, é sem dúvida desafiador. É uma maré diária de aprendizado sobre como lidar com as próprias marés internas. Não é fácil lidar com o turbilhão de emoções que carregamos do lado de dentro, mas mãe Yemanjá não costuma escolher filhos fracos.

Não é sobre quem vive na calmaria, é sobre aqueles que conseguem nadar nas águas turbulentas e sair ainda mais fortes delas.

Bom dia para os que "se dizem" espiritualizados!

Texto e foto Mãe Vanessa D'Yemanjá
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Que pai Bará te coloque sempre um passo à frente de quem torce contra. Essa semana não é sobre sorte — é sobre movimento...
21/07/2025

Que pai Bará te coloque sempre um passo à frente de quem torce contra. Essa semana não é sobre sorte — é sobre movimento, decisão e confiança. Com Bará a frente, tudo gira, tudo flui, tudo acontece. Peça firmeza, peça direção. Mas ande porque pai Bará não abençoa quem não se move.

Que o seu início de semana seja cheio de coragem, atitude e fé no que você é capaz de fazer com as chaves que o Orixá te entrega.

Que pai Bará vá na frente, derrubando as trancas e te abençoe com bons negócios, boas notícias e boas alianças.

Axé!

Alupô Bará!
Bom dia.


Texto e foto: Mãe Vanessa D’Yemanjá
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