17/05/2026
POMBAGIRA DO ROSA NEGRA
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Esta Entidade rara é demasiadamente poderosa e muito confundida com a Pombagira Rosa Caveira devido suas fortes ligações à morte e aos Cemitérios. É a grande Dama das Trevas, aquela que passeia entre os túmulos em noites escuras, sendo muito lembrada pelos seus devotos pela celeridade em resposta dos trabalhos à ela executados. Ao contrário como muitos acreditam, não pertence ao Reino das Almas, mas sim ao Reino das Trevas com conexão sim, às Almas e à Lira.
Estes espíritos são protetoras dos adeptos que não tardam em aplicar sua terrível justiça pessoal nos oponentes, conhecedoras dos mistérios da morte, trabalham em prol do contínuo processo de crescimento, amadurecimento e purificação dos verdadeiros adeptos. Carregam a sensualidade, a beleza, a sedução, o mistério, o desejo proibido, a garra e determinação, são espíritos de feiticeiras poderosas que se fazem esconder debaixo das facetas de jovens e lindas mulheres vestidas de negro.
Possuem habilidades voltadas para abertura de caminhos no campo financeiro e sexual-amoroso, trazendo prosperidade, retirando obstáculos e fazendo seguranças nestes dois setores da vida. Também são evocadas para manutenção ou criação de vínculo sexual e afetivo de relacionamentos proibidos, contudo, costumam “virar o jogo”, ou seja, o amante passa a ser o verdadeiro senhor da relação, sendo assim a relação outrora proibida se torna a conhecida e concretizada. Também é evocada em ataques espirituais, principalmente nas relações afetivas, onde costumam criar todos os tipos de contendas e cisões, podendo gerar brigas as quais irão deixar marcas pela história, afinal, uma rosa sempre tem seus espinhos.
Uma das oferendas mais ofertadas a esta Legião é a Rosa Negra que dá o nome a mesma. Contudo, uma flor difícil de encontrar, tal como os filhos dessa Falange de Exus. Aos que desejarem agradá-las, forre um alguidar com flores de hibiscos e mel, coloque uma farofa amarela, com cima cubra com 03 chuletas seladas e uma rosa.
Tata Nganga Kilumbu
Domínio de Exu Marabô e Maria Padilha