Igreja Evangélica Congregacional em Jardim Peró

Igreja Evangélica Congregacional em Jardim Peró Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Apocalipse 3:20

ÍNDIA: PERSEGUIDOS, MAS NÃO ABANDONADOS“Somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos.” 2 Corínti...
02/05/2018

ÍNDIA: PERSEGUIDOS, MAS NÃO ABANDONADOS

“Somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos.” 2 Coríntios 4.9



Índia é o 11° colocado na Lista Mundial da Perseguição 2018. Nos últimos anos, a intensidade da perseguição e discriminação contra cristãos aumentou bastante. No país, cerca de 80% da população segue as tradições do hinduísmo, e um movimento que deseja o retorno de toda população ao hinduísmo está sendo disseminado, ele é chamado de “hinduização”.

Como resultado, o extremismo religioso cresceu muito. Nas zonas rurais e longe dos pontos turísticos, os cristãos locais enfrentam violência, isolamento social e ataques frequentes. Além disso, eles são considerados cidadãos de última classe, pois já não se encaixam no sistema de castas adotado no país - que define a posição social pelo nascimento e está diretamente ligada à religião hindu. Isso significa que homens, mulheres e crianças cristãs são menosprezados e caluniados.

De acordo com a Constituição da Índia, o país é laico e garante a liberdade de crença. Na prática, as coisas são bem diferentes. Como os vinte e nove estados indianos têm autonomia para decidir sobre questões de religião, cinco deles já adotaram a lei anticonversão, que visa oprimir aqueles que deixam o hinduísmo para seguir outra fé.

Mesmo em meio a dificuldades, existe uma igreja que persevera em seguir a Jesus. Os cristãos indianos assumem uma posição contra a opressão e continuam firmes em Cristo. Porém, eles precisam do apoio e do amor da família da fé. Por isso, no dia 27 de maio de 2018 reserve o dia para o Domingo da Igreja Perseguida!

Todos os cristãos foram chamados para fazer diferença neste mundo, portanto se você ama e segue a Cristo você é chamado ...
21/12/2016

Todos os cristãos foram chamados para fazer diferença neste mundo, portanto se você ama e segue a Cristo você é chamado por ele. Deus também convoca alguns para tarefas e ministérios bem específicos - e é preciso compreensão bíblica e discernimento nesta caminhada.

A Importância do Envio (cap. 5)
Vocacionados| Ronaldo Lidório

Tenha uma boa leitura!

NÃO VÁ! SEJA ENVIADO.

Percebo que cresce o número de missionários que desejam caminhar de forma independente, sem serem enviados por uma igreja local e sem prestar contas a alguma liderança. Há também igrejas que não creem no envio missionário ou não desejam participar deste processo.

Parece-me que a Bíblia dá clara importância ao processo do envio missionário, coordenado por Deus e envolvendo tanto a igreja quanto os vocacionados. Em Atos 13, nos versos 1 a 4, lemos que a igreja em Antioquia estava orando e jejuando quando ouviu a voz do Espírito Santo e impôs as mãos sobre Paulo e Barnabé para que chegassem aos gentios, segundo a vontade de Deus. Vejamos como o processo aconteceu.

O verso 1 fala sobre aqueles que eram reconhecidamente líderes na igreja em Antioquia. O verso 2 destaca que Paulo e Barnabé "serviam ao Senhor", demonstrando que possuíam vida com Deus e testemunho entre os irmãos. Logo depois declara que o próprio Espírito Santo falou com a igreja para que os separasse "para a obra a que os tenho chamado", que era a evangelização dos gentios. Não sabemos como a igreja ouviu a voz do Espírito, mas a Palavra esclarece a sua postura de busca, oração e submissão ao ouvi-la. O verso 3 afirma que a igreja (possivelmente os líderes) impôs as mãos sobre Paulo e Barnabé e os despediu. Despedir, do grego 'apoluo', significa "não reter", ou seja, soltar as amarras ou abrir a porta para que alguém saia. O verso 4 narra que eles, enviados pelo Espírito Santo, logo seguiram para Chipre cumprindo a missão.

A declaração de que foram "enviados pelo Espírito Santo" não exclui a igreja ou os missionários deste processo, ao contrário, os inclui. Enviar, do grego 'ekpempo', significa "fazer sair". A figura nos versos 3 e 4 é da igreja abrindo a porta e do Espirito Santo fazendo Paulo e Barnabé sairem. Assim, a narrativa do texto demonstra que todo o processo de enviar e ser enviado se deu na igreja de Deus (v 1), foi elaborado pela iniciativa de Deus (v 2), conduzida na relação com Deus (v 3) e finalizada por Deus (v 4). O papel da igreja ao enviar e do missionário a ser enviado, portanto, é fazer a vontade de Deus.

A imposição de mãos possuía um significado específico entre romanos e gregos no primeiro século. Compreendê-lo também nos ajuda a perceber a responsabilidade de enviar e o privilégio de ser enviado.

Sinal de autoridade. Esse “impor de mãos” em Atos 13 remonta ao grego clássico quando um pai impunha suas mãos sobre o filho que lhe sucederia na liderança da família, uma transferência de autoridade. Para Paulo e Barnabé indicava que eles possuíam a autoridade eclesiástica para fazer o que a igreja faria, mesmo onde ela não estivesse presente como congregação. É, portanto, ao mesmo tempo uma carga de autoridade e responsabilidade. Eles poderiam pregar a Palavra, orar pelos enfermos e confrontar os incrédulos com o evangelho, mas ao mesmo tempo precisariam também compartilhar da mesma fidelidade e dedicação que existia naquela comunidade dos santos em Antioquia. Prestariam contas à igreja.

Sinal de reconhecimento. A imposição de mãos também era usada em momentos oficiais, como na cidade de Alexandria, quando vinte oficiais foram escolhidos para guardar a entrada da cidade que sofria com frequentes ataques de nômades. Sobre eles foram impostas as mãos em sinal de reconhecimento de que eram dotados das qualidades para aquela função. Para Paulo e Barnabé, significava que a liderança da igreja reconhecia não apenas o chamado (que era claro), mas também a maturidade e dons para cumprirem a missão.

Sinal de cumplicidade. Encontramos também no contexto imperial o “impor de mãos” no sentido de cumplicidade, quando generais eram enviados a terras distantes para coordenar uma província. As autoridades enviadoras impunham as mãos demonstrando que os enviados não seriam esquecidos. Permaneciam como parte do corpo mesmo não estando entre eles. Para Paulo e Barnabé, era o equivalente a dizer que, por mais distante que fossem, permaneceriam ligados à igreja de Antioquia. E que essa igreja continuaria responsável por eles, amando-os, orando por suas vidas e sustentando-os em suas necessidades.

Havia, portanto, um forte vínculo de relacionamento entre a igreja enviadora e os missionários enviados. Este vínculo, porém, não se fundamentava prioritariamente no compromisso humano ou em um projeto de trabalho, mas na profunda convicção de que enviadores e enviados estavam fazendo a vontade de Deus, o qual inicia, autoriza e coordena toda a ação. Ao fim do dia, sejamos a igreja que envia ou os missionários que vão, é isto que nos fundamenta: a profunda convicção de que estamos fazendo a vontade do Pai.

Impor as mãos como sinal de autoridade e reconhecimento não é tão desafiador para a igreja como em sinal de cumplicidade, pois ser cúmplice implica em algo contínuo que demanda dedicação, amor e prolongado cuidado.

Ter as mãos impostas como sinal de reconhecimento e cumplicidade não é tão desafiador para o missionário como em sinal de autoridade, pois aponta para a necessidade do missionário respeitar, submeter-se e prestar contas à igreja.

É certo que todo salvo em Cristo é chamado por Deus (1 Pedro 2:9). Chamado para a oração, adoração, comunhão, testemunho, Palavra e proclamação do evangelho. E em meio a todos os salvos Ele também chama alguns para ministérios específicos (Efésios 4:11), a fim que a igreja seja edificada e que o evangelho seja propagado.

Ao vocacionado ao ministério, eu aconselho: não vá, seja enviado. Envolva-se com sua igreja local a fim de que o seu chamado e dons sejam reconhecidos, a voz do Espírito seja ouvida e você seja enviado pela igreja e como parte da igreja.

Aos pastores e líderes, dois conselhos: (1) Não retenham aqueles que Deus tem chamado. Envie-os em nome de Jesus para que o evangelho de Jesus seja proclamado e o Seu nome glorificado. (2) Não enviem para longe aqueles que não são uma bênção perto. Quem não possui um bom testemunho perto não o terá longe. Observem o testemunho de vida, a convicção do chamado e o preparo para o ministério antes de envia-los.

Entendo que alguns vocacionados ao ministério sofrem pela falta de consciência missionária da própria igreja local ou de sua liderança perante o seu chamado. Muitos aguardam um encorajamento e apoio que nunca chegam, o que lhes traz frustração e desencorajamento. Neste cenário o primeiro passo é orar. Ore por sua igreja e por seus líderes, para que sejam conduzidos por Deus a entender a forma e o tempo certo para o seu envio. Deus ouve as orações. Em segundo lugar invista. Invista na vida de seus pastores e líderes para o estudo da Palavra sobre a missão. Tenho visto muitos pastores com uma visão missionária despertada após terem lido um bom livro ou ouvido uma exposição bíblica sobre a missão. Em terceiro lugar testemunhe. Não aguarde ser enviado para servir a Cristo, envolva-se com sua igreja local e desafios missionários ao seu redor. Sobretudo, não desanime. Aquele que o chamou há também de envia-lo, para que o evangelho seja pregado e o nome de Deus seja glorificado entre todas as nações.

16/12/2016

vamos nos unir a essa causa, vamos orar para que haja a intervenção de Deus nessa situação.Esse Povo necessita da nossa ...
16/12/2016

vamos nos unir a essa causa, vamos orar para que haja a intervenção de Deus nessa situação.
Esse Povo necessita da nossa intercessão!!!!

CONVOCAÇÃO PARA ORAÇÃO |

Nós da M3 estamos nos unindo em oração pelos nossos irmãos da cidade de Aleppo - Síria.

- Oramos pelos habitantes da cidade, que estão relatando as atrocidades que estão vivendo;

- Oramos pelas mulheres que estão sendo ameaçadas de sequestro e estupro;

- Oramos pelas crianças atemorizadas com a violência que estão presenciando e vivendo;

- Oramos para os combatentes desta guerra, para que eles sejam tomados pela paz e esperança do Deus verdadeiro, que os ama muito;

- Oramos pelo presidente da Síria Bashar Al Assad, para que Deus mude seu coração e o incline para a bondade;

- Oramos para que haja paz na Síria.

Junte-se a nós neste propósito.

Por Cristo, aos muçulmanos.






12/12/2016
Não é tolo aquele que abre mão do que não pode reter para ganhar o que não pode perder.Jim Elliot, mártir missionário en...
11/10/2016

Não é tolo aquele que abre mão do que não pode reter para ganhar o que não pode perder.

Jim Elliot, mártir missionário entre os índios Aucas no Equador.

Philip James "Jim" Elliot (8 de Outubro de 1927 – 8 de Janeiro de 1956) era um cristão protestante, um dos 5 missionários mortos enquanto participavam da Operat...

No contexto religioso, nós, brasileiros somos totalmente livres para cultuar a Deus da maneira como desejamos. Podemos e...
07/09/2016

No contexto religioso, nós, brasileiros somos totalmente livres para cultuar a Deus da maneira como desejamos. Podemos escolher a linha teológica da igreja onde vamos frequentar, a versão da Bíblia e até mesmo a cor da capa. Podemos orar em ambientes pentecostais ou não, e há quem escolha até mesmo o tipo de música que mais se agrada para louvar ao Senhor. Enquanto isso, em países onde o cristianismo é considerado uma ofensa ao governo e até mesmo um crime, Bíblias são contrabandeadas, o islamismo é o que se aprende nas escolas e se alguém for pego evangelizando, pode ser agredido, preso e até morto.

As realidades são diferentes e a noção que se tem de liberdade também. Imagine-se dentro de uma das piores prisões do Irã, doente e sem receber tratamento médico, cumprindo uma sentença de 4 anos, simplesmente por decidir seguir a Cristo. Maryam Naghash Zargaran vive essa realidade. Você conseguiria viver dois anos, dentro de um contêiner de metal, numa prisão militar na Eritreia e ainda assim louvar a Deus? Helen Berhane viveu essa realidade.

Na Coreia do Norte, Han Choong Yeol, um líder cristão que ajudava refugiados foi encontrado morto, com vários ferimentos. Na Indonésia, o irmão Rudi foi preso após ter sido acusado de blasfemar contra o islã. No Iraque, Ghazan que era um importante empresário e tinha uma transportadora, atualmente trabalha como padeiro e vive deslocado com sua família, depois que o Estado Islâmico tomou sua cidade. Esses são apenas alguns exemplos de vida, não são apenas nomes. Essas são as histórias dos nossos irmãos, que fazem parte da história do cristianismo.

Qual a sua história? O que você faz com a sua liberdade de expressão e de religião? Você faz com que sua história se cruze com a história dos cristãos perseguidos? Saiba que a nossa liberdade pode fortalecer a fé deles. Da mesma forma, as prisões que eles enfrentam, bem como as torturas e humilhações, podem dar sentido à nossa fé e nos motivar a orar por eles e a viver como uma só igreja, um só corpo, como a Bíblia nos instrui a viver. Nesse dia, em que o Brasil todo comemora a independência e a liberdade, lembre-se daqueles que vivem em países fechados e que não possuem liberdade nem mesmo para praticar sua fé. Pense neles, ore por eles.

Texto Missão Portas Abertas

Hoje é dia de Santa Ceia, e você é nosso convidado para estar conosco em comunhão ás 19:30h na Rua Pernambuco - JD. Peró...
04/09/2016

Hoje é dia de Santa Ceia, e você é nosso convidado para estar conosco em comunhão ás 19:30h na Rua Pernambuco - JD. Peró - Cabo Frio - Nº 34. Te esperamos, até mais.

01/09/2016

E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim.
Mt 24.14

15/08/2016

"Você pode entrar em qualquer lugar se for para servir."

(Irmão André, fundador da Missão Portas Abertas)

Endereço

Rua Pernambuco/Jardim Pero/Nº 23
Cabo Frio, RJ
28915-020

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