Lançando Redes Arquidiocese de Ribeirão Preto

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Hoje rendemos graças a Deus pelo dom da vida e da vocação do nosso seminarista Fabio.Que o Senhor continue fortalecendo ...
26/05/2026

Hoje rendemos graças a Deus pelo dom da vida e da vocação do nosso seminarista Fabio.
Que o Senhor continue fortalecendo sua caminhada e concedendo-lhe sabedoria e perseverança.
Parabéns! 🎉

23/05/2026

Lectio Divina - Pentecostes
Pe Pitico

Homilia Solenidade de PentecostesIrmãos e irmãs! Estamos celebrando a Solenidade de Pentecostes, reunidos como estavam M...
23/05/2026

Homilia Solenidade de Pentecostes

Irmãos e irmãs!



Estamos celebrando a Solenidade de Pentecostes, reunidos como estavam Maria e os Apóstolos. Encerramos o Tempo Pascal, os cinquenta dias após a Páscoa, quando celebramos o Espírito Santo, como primeiro fruto da Ressurreição derramado sobre os apóstolos, marcando o início da Igreja e da sua missão a todas as nações.

A festa de Pentecostes era uma festa judaica que recebia o nome de festa da colheita ou das Semanas, signif**ando o cultivo da terra e a colheita, entendida como dom de Deus após a libertação do Egito, marcado por muita alegria e ação de graças.

São Lucas na primeira leitura dos Atos dos Apóstolos expressa de forma bem marcante: “quando chegou o dia de Pentecostes” (2,1), o dia esperado e expressivo. Uma narrativa simbólica do acontecimento de Pentecostes, interpretado como dom de Deus ao povo da nova aliança, à nova comunidade de Jesus. O Espírito Santo manifesta-se como fogo, a sua chama desceu sobre os discípulos reunidos, acendeu-se neles e infundiu-lhes o novo ardor de Deus. Essa leitura nos sugere um movimento de saída para o anúncio da Boa Nov a todos os povos na diversidade de línguas.

O salmo 103 é um hino de louvor ao Deus da vida que constroi criativamente, a presença do sopro do Espírito divino faz nova todas as coisas, nos recorda como é essencial o Espírito de Deus, sem Ele tudo perece! Nos convida a olhar qual o lugar do Espírito de Deus: em nossa vida? Em nossas escolhas? E no nosso discernimento cotidiano?

A segunda leitura da Primeira Carta aos Coríntios trata da unidade e diversidade provocada pelo Espírito Santo. Um só é o Espírito Santo que distribui todos os dons, concedidos para a utilidade de todos, para a edif**ação da Igreja. Ele é a harmonia da Igreja! A cada um é dada a manifestação do Espírito Santo em vista do bem comum. Formamos um só corpo na diversidade de membros! Nessa leitura um movimento dentro da comunidade, movidos pelo mesmo Espírito para gerar unidade e comunhão na diversidade.

No Evangelho, ouvimos novamente, cinquenta dias depois o texto da Ressusrreição, pois, para nós cristãos o Pentecostes é o ponto máximo da Páscoa, é a celebração do dom do Espírito Santo, origem e fundamento de um novo povo, de uma nova comunidade: a Igreja.

O Ressuscitado oferece a paz, a alegria, o Espírito Santo, o perdão... recordando a ação de Deus Criador que dá a vida ao ser humano. A vida segundo o Espírito é antes de tudo uma vida completamente humana. É um caminho de crescimento! Como a vida humana é desenvolvimento. Esse desenvolvimento tem pelo menos três etapas: a escuta, a fé e o conhecimento.

A escuta é o movimento fundamental do coração – sair de si para abrir-se à voz do Senhor. A voz do Espírito ressoa nas pessoas que encontra e nas situações que atravessas. E da escuta nasce a fé.

A fé é uma adesão pessoal ao Senhor pela qual, pondo em prática a vontade de Deus. A fé produz depois conhecimento.

Conhecimento é compreender a realidade, os outros e a si mesmo à luz da fé.

O Espírito Santo é a força que cria e renova o intimo das pessoas. Na Igreja guiada pelo Espírito Santo se faz a experiência da dádiva de Jesus Ressuscitado na comunidade reunida. É o Espírito que promove e anima o anúncio do Evangelho a todos os povos na sua diversidade cultural. Assim, reunidos para celebrar a liturgia de Pentecostes pedimos a Deus que continue hoje realizando as maravilhas do início da pregação do Evangelho. Pois, deixando-se conduzir e guiar pelo Espírito ninguém é esteril ou inútil na Igreja, atua para o bem de todos!

Jesus transmite o Espírito Santo aos discípulos para continuarem a sua missão, essa é a missão da Igreja e a missão de cada batizado hoje!

Dois textos que podem ajudar nossa meditação hoje:



1. “Sem o Espírito Santo, Deus f**a longe; Cristo permanece no passado; O Evangelho é letra morta; A Igreja é uma simples organização; A autoridade é um poder; A missão é propaganda; O culto, uma velharia; E o agir moral, um agir de escravos. Mas, no Espírito, o cosmos é enobrecido pela geração do Reino; Cristo ressuscitado torna-se presente; O Evangelho faz-se poder e vida; A Igreja realiza a comunhão trinitária; A autoridade transforma-se em serviço; A missão é Pentecostes; A liturgia é memorial e antecipação; O agir humano é divinizado.” (Atenágoras)

2. “Se queres saber se recebeste o Espírito Santo, pergunta ao teu coração, não aconteça que tenhas o sacramento e te falte a virtude do sacramento. Pergunta ao teu coração se nele há um lugar para o amor fraterno e f**a tranquilo. Não pode haver amor sem o Espírito de Deus, visto que Paulo exclama: ‘o amor de Deus foi derramado em nossos corações com o Espírito Santo que nos foi dado’ (Rm 5,5)”. (Santo Agostinho)

Enviai, Senhor, o vosso Espírito e renovai a face da terra!



Pe. Antonio Elcio de Souza (Pitico)

16/05/2026

Lectio Divina - Ascensão do Senhor
Pe Pitico

JESUS FOI O CÉU NA TERRA. SEJA-O, VOCÊ TAMBÉM.Homilia da Ascensão do Senhor Jesus. Palavra de Deus: Atos dos Apóstolos 1...
16/05/2026

JESUS FOI O CÉU NA TERRA. SEJA-O, VOCÊ TAMBÉM.

Homilia da Ascensão do Senhor Jesus. Palavra de Deus: Atos dos Apóstolos 1,1-11; Efésios 1,17-23; Mateus 28,16-20.

“Ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus, está sentado à direita do Pai, todo-poderoso, de onde há de vir e julgar os vivos e os mortos”. Essas palavras fazem parte da nossa profissão de fé, e precisam ser lembradas especialmente hoje, em que celebramos a ascensão (subida) de Jesus ao céu.

Segundo o autor da carta aos Hebreus, Jesus entrou no céu “a fim de comparecer, agora, diante da face de Deus a nosso favor” (Hb 9,24). Desse modo, nós podemos apresentar a Jesus todas as nossas aflições e tribulações neste mundo, na certeza de que ele ora ao Pai por nós, para que permaneçamos firmes em nossa fé. Estando à direita do Pai e recebendo d’Ele todo poder e autoridade, Jesus prometeu enviar o Espírito Santo sobre os seus discípulos: “Recebereis o poder do Espírito Santo que descerá sobre vós, para serdes minhas testemunhas” (At 1,8). Através do Espírito Santo, o próprio Jesus estará junto a cada um de nós, conforme prometeu: “Eu estarei convosco todos os dias, até ao fim do mundo” (Mt 28,20).

“Eu estarei convosco todos os dias, até ao fim do mundo” (Mt 28,20). Nenhum discípulo de Jesus está abandonado na face da terra, entregue aos sofrimentos e tribulações deste mundo. Ele está conosco, nos defendendo, nos amparando e nos sustentando com a graça do Espírito Santo. Estando no céu, junto do Pai, Jesus nos garante que um dia estaremos também no céu: “Quando eu for e vos tiver preparado um lugar, voltarei e levarei vocês comigo, a fim de que, onde eu estiver, estejais também vós” (Jo 14,3).

Voltemos à narrativa da ascensão, segundo Lucas: “Jesus foi levado ao céu, à vista deles. Uma nuvem o encobriu, de forma que seus olhos não mais podiam vê-lo. Os apóstolos continuavam olhando para o céu, enquanto Jesus subia” (At 1,9-10). Há uma “nuvem” que nos impede de ver Jesus no céu. Essa “nuvem” retrata a distância, não só espacial, entre o céu e a terra. O único que viu Jesus no céu foi o diácono Santo Estêvão, momentos antes de ser apedrejado até à morte: “Eu vejo os céus abertos, e o Filho do Homem, de pé, à direita de Deus” (At 7,56).

A nossa geração só crê naquilo que vê. Somos escravos das telas. Se no momento da ascensão os discípulos estavam olhando para o céu, nós dificilmente levantamos os olhos para o alto. A própria postura de quem olha para o celular já diz tudo: nosso pescoço e nossa cabeça vivem curvados para baixo. De tanto sermos envolvidos pelas coisas da terra, esquecemos o céu. As palavras do apóstolo Paulo – “Somos cidadãos do céu: de lá aguardamos ansiosamente como Salvador o Senhor Jesus Cristo” (Fl 3,20) – não fazem sentido nenhum em nosso dia a dia. Feitos para o céu, para voar como águias, nós nos comportamos como galinhas que vivem ciscando a terra, em busca de sobrevivência.

Pisando o mesmo chão que nós pisamos, Jesus nunca deixou de apontar o céu. Segundo ele, o céu pertence aos pobres em espírito, aos aflitos, aos que têm fome e sede de justiça, aos que promovem a paz (cf. Mt 5,3-8); ele pertence aos que não ignoram o sofrimento do próximo, aos que dão pão a quem tem fome, aos que cuidam dos doentes e aos que visitam os presos (cf. Mt 25,34-35); ele pertence aos que não ajuntam riqueza para si mesmos, mas usam o dinheiro para diminuir as desigualdades sociais à sua volta (cf. Lc 11,33-34), pois são as pessoas que nós ajudamos que nos receberão nas moradas eternas (cf. Lc 16,9).

Enquanto esteve neste mundo, Jesus foi, para muitas pessoas, o céu na terra. Nós também somos chamados a sê-lo. O céu precisa “ser trazido” para a terra através de cada discípulo de Jesus, oferecendo presença a quem vive na solidão, palavras de conforto e de esperança a quem está abatido e desanimado, enxergando e valorizando aqueles que são “presença invisível” num mundo onde cada um está fechado em si mesmo... Rezemos, neste sentido, a oração de São Francisco de Assis: “Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz”.

Sugestão de leitura: “O céu começa em você – a sabedoria dos Padres do Deserto para hoje”, Anselm Grün, editora Vozes.

Pe. Paulo Cezar Mazzi

Hoje rendemos graças a Deus pelo 26 anos de Ordenação Sacerdotal do Pe. Ivonei, Formador de nossa Casa.Que o Senhor cont...
14/05/2026

Hoje rendemos graças a Deus pelo 26 anos de Ordenação Sacerdotal do Pe. Ivonei, Formador de nossa Casa.
Que o Senhor continue fortalecendo sua caminhada e concedendo-lhe sabedoria e perseverança em seu Ministério.
Parabéns! 🎉

Hoje rendemos graças a Deus pelo 26 anos de Ordenação Sacerdotal do Pe. Elviro, Formador da Dimensão Espiritual de nossa...
14/05/2026

Hoje rendemos graças a Deus pelo 26 anos de Ordenação Sacerdotal do Pe. Elviro, Formador da Dimensão Espiritual de nossa Casa.
Que o Senhor continue fortalecendo sua caminhada e concedendo-lhe sabedoria e perseverança em seu Ministério.
Parabéns! 🎉

Hoje celebramos o Dia das Mães e queremos agradecer a cada mãe por acolher com amor o dom da maternidade concedido por D...
10/05/2026

Hoje celebramos o Dia das Mães e queremos agradecer a cada mãe por acolher com amor o dom da maternidade concedido por Deus.

Que o Senhor abençoe todas as mães!
E que as mães e avós que já partiram desta vida intercedam por nós junto de Deus, lá do céu.

Feliz Dia das Mães! 🌹

09/05/2026

Lectio Divina - VI Domingo da Páscoa
Pe Pitico

A PROMESSA DE OUTRO DEFENSOR Homilia 6º domingo da Páscoa. Palavra de Deus: Atos dos Apóstolos 8,5-8.14-17; 1Pedro 3,15-...
09/05/2026

A PROMESSA DE OUTRO DEFENSOR

Homilia 6º domingo da Páscoa. Palavra de Deus: Atos dos Apóstolos 8,5-8.14-17; 1Pedro 3,15-18; João 14,15-21.



Jesus continua o seu discurso de despedida, iniciado do 5º domingo da Páscoa (cf. Jo 14,1-12). Hoje ele nos recorda que o vínculo que nos manterá unidos a ele é a decisão de amar: “Quem acolheu os meus mandamentos e os observa, esse me ama. Ora, quem me ama, será amado por meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele” (Jo 14,21). Aquele que nos amou até o fim deseja ser amado por nós, e não temido ou obedecido fanaticamente. Só o relacionamento atravessado pelo amor permanece e dá sentido à vida. Se a maldade é cada vez mais crescente no mundo em que vivemos, Jesus nos convida a não desistir de amar; pelo contrário, precisamos tomar diariamente a firme decisão de amar como ele amou.

“Quem acolheu os meus mandamentos e os observa, esse me ama” (Jo 14,21). Como afirmou Nilson Perissé, “observar seus mandamentos implica acompanhá-lo pelas estradas do Evangelho, perceber como reage diante da dor, da injustiça, da traição, do sofrimento e da fragilidade humana. É permitir que sua forma de amar lentamente modele também a nossa”.

“Quem me ama, será amado por meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele” (Jo 14,21). Sempre que decidimos amar nos tornamos espaço de presença: o Pai e o Filho passam a morar dentro de nós. Isso signif**a que a nossa vida deixa de ser território neutro. Nossos gestos, nossas escolhas, nossas palavras passam a ser, de algum modo, expressão do Pai e do Filho que vivem em nós. Em outras palavras, se os pagãos diziam, a respeito dos primeiros cristãos: “Vejam como eles se amam!”, num mundo paganizado como o nosso, precisamos nos perguntar se as pessoas enxergam amor não só entre nós, mas também em nossa forma de tratar aqueles que o mundo não ama: os idosos, as pessoas com deficiência, os pobres, os feridos pela violência e pela desigualdade social.

Voltemos às palavras de Jesus: “Se me amais, guardareis os meus mandamentos, e eu rogarei ao Pai, e ele vos dará um outro Defensor, para que permaneça sempre convosco: o Espírito da Verdade” (Jo 14,15-17). Agora Jesus fala claramente do envio do Espírito Santo, chamado por ele de “Defensor”. Enquanto estava no mundo, Jesus era o Defensor dos discípulos, mas agora ele deve voltar para o Pai e ser diante d’Ele o nosso intercessor.

Em que sentido o Espírito Santo é o nosso Defensor? Ele está junto a nós para firmar os nossos passos na missão que somos, exatamente como fez com Jesus: “Ele, porém, passando pelo meio deles, prosseguia o seu caminho” (Lc 4,30). Ele nos dá a firme convicção de não retrocedermos diante dos obstáculos e dificuldades, como também fez com Jesus: “Quando chegaram os dias da sua subida, ele tomou resolutamente o caminho de Jerusalém” (Lc 9,51). Portanto, o Espírito Santo não apenas nos defende do espírito do mal, como nos defende também da covardia, do medo e do “corpo mole” que sempre sabotam o nosso crescimento e a nossa constância no seguimento de Jesus.

Enfim, Jesus esclarece que esse “outro Defensor” é “o Espírito da Verdade, que o mundo não é capaz de receber, porque não o vê nem o conhece. Vós o conheceis, porque ele permanece junto de vós e estará dentro de vós” (Jo 14,17). O mundo, aqui, não é a humanidade, mas toda pessoa que escolheu viver na mentira e não aceita a verdade do Evangelho. Como também afirma o livro da Sabedoria, “o Espírito Santo, o educador, foge da falsidade e se afasta de uma pessoa pratica a injustiça” (citação livre de Sb 1,5). Somente a pessoa que busca a verdade e se deixa educar, corrigir e guiar por ela, pode acolher o Espírito da Verdade.

Quando permanecemos no amor Àquele que é a Verdade, Jesus Cristo, o Espírito da Verdade não só “permanece junto” de nós, mas f**a “dentro de nós”. Neste dia das Mães suplicamos que o Espírito Santo venha sobre cada uma delas e as cubra com sua sombra (cf. Lc 1,35).

Oremos: “Aqui estamos, Espírito Santo. Aqui estamos em sua presença. Venha e fique conosco. Infunda-se no mais íntimo do nosso coração. Ensine-nos em que temos de nos ocupar, para onde temos de dirigir nossos esforços. Seja somente você quem inspire e leve a feliz termo nossas decisões. Não permita que sejamos perturbadores da justiça. Que a ignorância não nos arraste para o mal, nem nos corrompa o desejo pelo lucro. Sejamos nós um em você e nada nos separe da verdade” (Santo Isidoro).

Pe. Paulo Cezar Mazzi

Hoje rendemos graças a Deus pelo dom da vida e da vocação do nosso seminarista Lucas.Que o Senhor continue fortalecendo ...
05/05/2026

Hoje rendemos graças a Deus pelo dom da vida e da vocação do nosso seminarista Lucas.
Que o Senhor continue fortalecendo sua caminhada e concedendo-lhe sabedoria e perseverança.
Parabéns! 🎉

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