Assembléia de Deus Vinho Novo - ADVN

Assembléia de Deus Vinho Novo - ADVN Vinho Novo, vida nova!

14/07/2020

Síndrome de Raquel é aquela atitude do crente que gosta de chorar miséria e alardear a necessidade de compaixão.(Jr 31.15). Parece sofrer de vitimismo. Por mais que se mostre que Deus está no controle, por mais amigo que se seja e que se ore, a pessoa faz questão de cultivar sua dor. Quer ser vista como uma coitadinha, como uma sofredora. Quer piedade e não conforto. O sofrimento é uma necessidade para essas pessoas porque então todos f**am com pena, não a censuram, não a criticam. A dor é uma proteção para elas.Não ame a sua dor. Não seja um vampiro emocional do seu pastor ou da sua igreja. Por maior que seja seu sofrimento, Deus está atento, e diz para aceitar o consolo(Jr 31,16).Então enxugue as lágrimas e, em vez da tática do vitimismo, adote a tática do “Recebi em dobro e está na hora de refazer a vida”

08/07/2020

O caminho é tortuoso, e a vida pode ser complicada, mas sempre haverá momentos em que você só terá as promessas do Eterno para se agarrar. Então, descanse em Suas Promessas. Sara Muniz

14/05/2020

Deus vê a intenção do seu coração; Ele julga os seus motivos. Você pode se sentar na igreja e estar com seu coração longe de Deus. Os israelitas fizeram isso. Você pode ajudar os necessitados e ainda ser ganancioso. Judas fez isso. Você pode proclamar seu amor por Jesus, mas ser influenciado pelo diabo. Pedro fez isso. Você pode fazer sacrifícios, mas ainda estar vivendo em desobediência. O Rei Saul fez isso. Você pode estar orando pelos motivos errados. Algumas pessoas na Bíblia fizeram isso. Você pode até ser um pastor que ama as multidões, mas não tem tempo para os indivíduos. Examine seu coração!Tudo que você faz deve ser motivado pelo amor a Ele e aos outros. Portanto, olhe além dos seus atos e veja o que está por trás deles. Peça a Deus para lhe mostrar o que Ele vê.

Pastor Martinho Damião DF

08/05/2020

joelhos de uma mãe que se dobram em oração causam grande impacto no mundo, tanto físico como espiritual. Uma mãe que ora e instrui os filhos no evangelho é uma arma poderosa para expansão do Reino de Deus. Mães que oram tampam brechas na vida da igreja e dos filhos. Mães que oram causam estragos no império das trevas. Precisamos de mães que ousem consagrar seus filhos ao Senhor, para cumprirem os soberanos propósitos que Deus tem estabelecido para a vida deles.Sara Muniz

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08/05/2020

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22/02/2019

Antes mesmo de surgir o problema do pecado, Deus já havia providenciado uma solução. Isso demonstra, com profundidade e segurança, a maneira como Deus trabalha ao resolver nossos problemas. Ele sempre tem uma solução. Tenha fé, paciência e perseverança. Descanse na providência de Deus. Ele cuida de você. Precisamos entender que Ele é especialista em preparar soluções antes mesmo que os problemas surjam. Sara Muniz.

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31/12/2018

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Que todas as lagrimas de 2018 se tornem em orgamos em 2019! S**o faz parte da vida e nos ajuda redirecionar energias corporais! Social Medias: Instagram: ...

Somos nós que “fazemos” a igreja. A melhor igreja é o melhor de nós.Os "perfeitos" - do lado de fora, achando que tem ra...
07/02/2018

Somos nós que “fazemos” a igreja.
A melhor igreja é o melhor de nós.Os "perfeitos" - do lado de fora, achando que tem razão, falando mal da Igreja... Pastor Martinho Damião Brasília DF.

A gratidão vem com uma série de benefícios. Ela melhora o ritmo do coração, reduz o estresse e ajuda a alcançar a cura f...
30/01/2018

A gratidão vem com uma série de benefícios. Ela melhora o ritmo do coração, reduz o estresse e ajuda a alcançar a cura física e a pensar mais claramente. E como qualquer músculo, quanto mais o exercita, mais forte f**a. As bênçãos de Deus opera 24 horas por dia, 365 dias por ano. A nossa gratidão a Deus nesta data de hoje por te conceder mais um Ano de Vida Martinho Damião. Queremos agradecer ao Senhor por sua vida neste momento de recuperação de sua saúde. Que nosso Deus o abençoe ricamente. Obrigada por sua dedicação neste espaço do Facebook ao longo destes anos, postando mensagens de Reflexões Bíblicas que tem edif**ado vidas. Que você possa dizer como o salmista: "Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios." Sl 103.2. PARABÉNS Martinho Damião. Você é minha melhor companhia, é a pessoa que mais me alegra. Os melhores momentos são aqueles que só existe nós dois e mais ninguém, sua companhia é prazerosa, me encanta, me alegra... Agradeço a Deus por sua vida. Te desejamos um Feliz Aniversário! Com carinho, de sua família que te ama.

15/12/2017

O Crente em Jesus Deve Celebrar o Natal?

Como muitas vezes acontece, a Igreja Evangélica Brasileira polemiza sobre assuntos dos mais diversos. Na verdade, têm sido assim no decorrer recente de sua história. Ultimamente, têm-se falado demasiadamente sobre o natal, sua história e implicações. Como era de se esperar, opiniões diferentes surgiram quanto ao assunto. Existem aqueles que não vêem nenhum problema quanto à celebração da data, e outros que radicalizaram abdicando de toda e qualquer celebração relacionada ao tema em questão.
Antes de qualquer coisa , por favor façamos algumas considerações: o Natal não era considerado entre as primeiras festas da Igreja. Os primeiros indícios da festa provêm do Egito. Os costumes pagãos ocorridos durante as calendas de Janeiro lentamente modif**aram-se na festa do "Natal”. Foi no século V que a Igreja Católica determinou que o nascimento de Jesus Cristo fosse celebrado no dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do Sol, isto porque não se conhecia ao certo o dia do nascimento de Cristo. Não se pode determinar com precisão até que ponto a data da festividade dependia da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o “Novo Sol”. As festividades pagãs, Saturnália e Brumária estavam a demais profundamente arraigadas nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã. A festividade pagã acompanhada de bebedices e orgias, agradavam tanto que os cristãos viram com benevolência uma desculpa para continuar a celebra-la em grandes alterações no espírito e na forma.

Ontem e Hoje:
A conclusão que chegamos é que o natal surgiu com a finalidade de substituir as práticas idólatras e pagãs que influenciava sociedade da época. Hoje como no passado à humanidade continua fazendo desta festa pretexto pra bebedeiras, danças e orgias. Se não bastasse isso, todos sabemos que milhões de pais em todo o mundo (Muitos destes cristãos) levam seus filhos pequenos a acreditarem em Papai Noel, dizendo-lhes que foi o bochechudo velhinho que lhes trouxe um presente. Ora, a figura do papai Noel tem origem nos países nórdicos, referindo-se a um senhor idoso, denominado Klaus, que saía distribuindo presentes a todos quanto podia. Infelizmente, numa sociedade materialista e consumista, o tal Papai Noel é mais desejado do que Jesus de Nazaré, afinal de contas, ele é o bom velhinho que satisfaz os luxos e desejos de todos quanto lhes escrevem missivas recheadas de vaidades e cobiças. Se não bastasse, junta-se a isso a centralidade em muitos lares cristãos de uma Árvore recheada de bolinhas coloridas.

O espírito consumista e mercantilista do natal, bem como a ênfase na árvore e no papai Noel, se contrapõe a mensagem do evangelho que anuncia que Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho pra morrer por nós. Aliás, esta é a grande nova! Deus enviou seu filho em forma de Gente! Sem sombra de dúvidas, sou absolutamente contra, duendes, Papai Noel e outras coisas mais que incentivam este “espírito mercantilista natalino”. No entanto, acredito que antes de qualquer posição, decisão ou dogmatização, quanto ao que fazer “do e no natal” devemos responder sinceramente pelo menos três indagações:

1. Será que existe alguma festividade ou festa no mundo que tenha o poder de convergir tanta gente em torno da família, do lar como o natal?
2. Em virtude do grande poder e influência que o natal exerce na sociedade ocidental será que não deveríamos aproveitar a oportunidade e anunciar a todos quanto pudermos que um “menino nos nasceu e um filho se nos deu”?
3. Seria inteligente de nossa parte desconsiderarmos o natal extinguindo-o definitivamente do “nosso” calendário em virtude do“espírito mercantilista natalino” que impera na nossa sociedade?

Outras considerações:
Apesar de não observarmos textos bíblicos que incentivem a celebração do natal, é absolutamente perceptível em diversas passagens a importância e relevância do nascimento e encarnação do Filho de Deus. As escrituras, narram com efusão o nascimento do Messias. Se não bastasse isso, sem a sua vinda, não nos seria possível experimentarmos da salvação eterna e da vida vindoura. Portanto, comemorar o natal, (ainda que saibamos que o Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro) signif**a em outras palavras relembrar a toda a humanidade que Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito, pra que todo aquele que nele cresse não perecesse mais tivesse vida eterna.

Isto nos leva a seguinte conclusão:
1. O natal nos oferece uma excelente oportunidade de evangelização. Em todos os registros históricos percebemos de forma impressionante o quanto os irmãos primitivos eram apaixonados, entusiastas e extremamente corajosos na proclamação do evangelho. Estes homens e mulheres de Deus eram movidos por um desejo incontrolável de pregar as Boas Novas. Eram pessoas provenientes de classes, níveis e posições sociais das mais diversas: artesãos, sacerdotes, empresários, escravos, gente sofisticada bem como pessoas simples e iletradas. Entretanto, ainda que diferentes, todos tinham em comum o sentimento de “urgência” em anunciar a Cristo. Vale a pena ressaltar que Jesus comumente usou as festas judaicas como meio de evangelização. Os 04 evangelhos, nos mostram o Senhor pregando e ensinando coisas concernentes ao reino de Deus a um número considerável de pessoas em situações onde a nação celebrava alguma festividade. Na verdade, ele aproveitava os festejos públicos pra anunciar as boas novas da salvação eterna. Ora, tanto nosso Senhor quanto à igreja do primeiro século tinham como missão prioritária à evangelização. Portanto, acredito que o natal seja uma excelente ocasião pra anunciar a cristo aos nossos familiares e amigos. Isto afirmo, porque geralmente é no natal onde a maioria das famílias se reúnem. O natal nos propicia uma grande oportunidade de proclamarmos com intrepidez a cristo. Junta-se a isso, que o período de fim de ano é um momento de reflexão e avaliação pra muitos. E como é de se esperar, em um mundo onde a sociedade é cada vez mais competitiva e egoísta, a grande maioria, sofre com as dores e marcas deste mundo caído e mau. É comum nesta época o cidadão chegar a conclusão de que o ano não foi tão bom assim. A conseqüência disto é a impressão na psique do individuo de sentimentos tais como frustração, depressão, angústia e ansiedade.E é claro que tais sentimentos contribuem consideravelmente a uma abertura maior a mensagem do evangelho.

Abertura pro Sagrado
Um outro fator preponderante que corrobora pra evangelização é signif**ativa abertura ao sagrado e ao sobrenatural que a geração do século XXI experimenta. No inicio do século XX, acreditava-se que quanto mais o mundo absorvesse ciência menor seria o papel da religião. De lá pra cá a tecnologia moderna se tornou parte essencial do cotidiano da maioria dos habitantes do planeta e permitiu que até os mais pobres tivessem um grau de informação inimaginável 100 anos atrás. Apesar de todas essas mudanças, no inicio do século XXI o mundo continua inesperadamente místico. O fenômeno é global e no Brasil atinge patamares impressionantes.

A Revista Veja encomendou uma pesquisa ao Instituto Vox Populi, perguntando as pessoas se elas acreditavam em Deus. A maioria absoluta ou seja, 99% dos brasileiros responderam que acreditavam. Sem dúvida, o momento é impar na história, até porque, com exceção de alguns períodos da história mundial o mundo nunca esteve tão aberto ao sagrado como agora. Diante disto, será que o natal não representa uma excelente oportunidade de evangelização?

2. O natal nos oferece uma excelente oportunidade de reconciliação e perdão.Você já se deu conta que a ambiência do natal proporciona uma abertura maior à reconciliação e perdão? Repare quantas famílias se recompõem, quantos lares são reconstruídos, quantos pais se convertem aos filhos e quantos filhos se convertem aos pais. Será que a celebração do natal não abre espaço nos corações pra reconciliação e perdão? Ora, O senhor Jesus é aquele que tem o poder de construir pontes de misericórdia bem como de destruir as cercas da indiferença e inimizade.

3. O natal nos oferece uma excelente oportunidade de sermos solidários em uma terra de solitários.Por acaso você já percebeu que no natal as pessoas estão mais abertas a desenvolver laços de fraternidade e compaixão com o seu próximo? Tenho para mim que o natal pode nos auxiliar a lembrarmos que a vida deve ser menos solitária e mais solidária. Isto afirmo porque o natal nos aponta o desprendimento de Deus em dar o seu filho por amor a cada de um nós. O Nosso Deus se doou, se sacrificou e amou pensando exclusivamente no nosso bem estar e salvação eterna. Você já se deu conta que o natal é uma excelente oportunidade pra nos aproximarmos daqueles que ninguém se aproxima além de exercermos solidariedade com aqueles que precisam de amor e compaixão?

Conclusão
Sem qualquer sombra de dúvida devemos repulsar tudo aquilo que seja reflexo deste “espírito mercantilista natalino”. Duendes, papai Noel, devem estar bem longe da nossa prática cristã. Entretanto, acredito que como portadores da verdade eterna, devemos aproveitar toda e qualquer oportunidade pra semear na terra árida dos corações a semente da esperança. Jesus é esta semente! Ele é a vida eterna! O Filho de Deus, que nasceu, morreu e ressuscitou por cada um de nós. A missão de pregar o Evangelho nos foi dada, e com certeza, cada um de nós deve fazer do natal uma estratégia de proclamação e evangelização. Celebremos irmãos e anunciemos que o Salvador nasceu e vive pelos séculos dos séculos amém.


| Autor: Pastor Renato Vargens

O FERMENTO DO FARISEUSJesus, mais de uma vez, advertiu os seusdiscípulos sobre o "fermento dos fariseus". Para que não t...
29/11/2017

O FERMENTO DO FARISEUS

Jesus, mais de uma vez, advertiu os seus
discípulos sobre o "fermento dos fariseus".
Para que não tivessem dúvidas sobre o que isto signif**ava Ele mesmo lhes explicou de que se tratava tal fermento: a Hipocrisia.

“Posto que miríades de pessoas se
aglomeraram, a ponto de uns aos outros
se atropelarem, passou Jesus a dizer,
antes de tudo, aos seus discípulos:
Acautelai-vos do fermento dos fariseus,
que é a hipocrisia.” (Lc 12:1)

A alusão ao fermento, que provoca o
crescimento da massa, mostra o perigo
de permitirmos que ensinos e doutrinas
carregados de julgamento, religiosidade
e hipocrisia se alastrem em nosso meio.
É impressionante ver como Jesus lidava com todo tipo de pecadores e tinha para
eles uma palavra de graça e restauração,
mas com os fariseus Jesus falava muito
duramente.

O Príncipe da Paz, ao falar com um
fariseu dizia coisas como: raça de víboras, sepulcros caiados, filhos do inferno.
Enquanto isso, ao falar com a mulher
apanhada em adultério disse apenas
"nem eu te condeno, vá e não peques
mais".

Lidando com o cobrador de impostos, odiado pelos fariseus e chamado de pecador, Jesus disse: "Hoje, houve salvação nesta casa, pois que também este é filho de Abraão".

Os fariseus já não existem mais como
uma seita do judaísmo, mas sua atitude
religiosa e hipócrita persiste após séculos
e insiste em se misturar com a busca
verdadeira a Deus.

Como discernir esse ma***to fermento e nos livrarmos dele?
Nem sempre é fácil pois, ao contrario dos pecados que são obviamente perniciosos, o pecado do fariseu se traveste de vida reta, justiça e espiritualidade.

Vejamos alguns dos sinais desse fermento:

• Atitude crítica e julgadora.

• Se mostram sempre como representantes da vontade de Deus, seja
usando textos bíblicos como pretexto ou
buscando autoridade para sua palavra afirmando que “Deus falou comigo”.

• Não tem uma mensagem própria, sua
mensagem é apenas uma crítica a outros.

• São zelosos por fazer convertidos, mas o
resultado na vida espiritual dos que os
seguem é negativo. Como disse Jesus, eles se dedicam a converter alguém aos
seus caminhos apenas para torná-los
duas vezes filhos do inferno. Em vez de
liberdade, promovem na vida de seus
seguidores um aprisionamento espiritual
que contamina suas vidas. “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque
rodeais o mar e a terra para fazer um
prosélito; e, uma vez feito, o tornais filho
do inferno duas vezes mais do que
vós” (Mt 23:15)

• Se irritam com qualquer coisa que se pareça muito com Jesus. Os principais
temas do evangelho, como o amor e a
graça, não estão entre seus tópicos
favoritos.

• Condenam os pecados que os fariseus
condenavam, mas praticam os que Jesus condenava (hipocrisia, orgulho,
julgamento).

Jesus nos disse para nos guardarmos desse fermento.
Como fazer isso?
É bastante simples.
Quanto mais parecido você for com Jesus
menos haverá do fermento dos fariseus
na sua vida.

Quando ouvir uma suposta mensagem de Deus, veja o quanto ela se parece a mensagem de Jesus.

Quando alguém se apresentar com um ensino veja o quanto essa pessoa se parece com Jesus.

Nada é mais distante do farisaísmo
do que Jesus.

Pastor Martinho Damião DF

Permita que vidas sejam abençoadas através da sua contribuição.Colabore com nosso Ministério.Banco Itaú. Agência: 6557 -...
24/09/2017

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