24/02/2026
No ano passado, durante a nossa jornada ao arrependimento, Deus me ensinou muito e abriu meus olhos para muitas coisas. Tudo começou com o desafio de 21 dias que o lançou no dia 14 de Outubro de 2024. Desde ali, entendi mais claramente que Deus estava falando algo e que eu precisava responder.
Me vi muitas vezes perdendo o que Deus estava fazendo ou não dando ouvidos à Sua Voz por distrações aparentemente tão pequenas. E aos poucos Deus amadureceu esta repreensão dentro de mim, a ponto de eu ter pregado no ano passado “Cuidado com as distrações!” Não pretendo repetir as mesmas palavras, mas Deus foi muito claro em nos alertar que as distrações nem sempre vem vestidas de pecado, mas elas têm o poder para nos arruinar. Bem como a Bíblia nos ensina com Sansão, Davi, a geração de Noé e muitos outros. Mas por que começar falando de distrações, outra vez?
A Geração Z vive uma realidade espiritual confusa: não é majoritariamente ateia, mas prefere uma “espiritualidade aberta”, sem compromisso e adaptada aos próprios desejos. Embora muitos jovens se declarem “sem religião”, a maioria ainda acredita em Deus ou em alguma força superior — porém sem doutrina, sem submissão e sem transformação.
A Bíblia já previa esse cenário: um tempo em que as pessoas rejeitariam a sã doutrina e buscariam mestres que confirmassem seus próprios desejos (2Tm 4:1-5). Diante disso, Paulo nos chama a pregar a Palavra, permanecer firmes, responder com paciência, não resistir ao Espírito Santo e viver de forma sóbria.
Hoje, muitos que se dizem cristãos vivem como simpatizantes: longe da Palavra, tolerando o pecado, distraídos pelo mundo e moldados pela cultura — como Babilônia tentou moldar Daniel e os jovens hebreus. Por isso, Deus nos chama a despertar, abandonar as distrações e voltar para Ele.