TUOD Tenda de Umbanda Ogum Delê

TUOD Tenda de Umbanda Ogum Delê Cultos quinzenais aos sábados das 16:00 ás 21:00
Consultas particulares ás 2ª feiras com Preto Velho e na última 5ª do mês com Exú.

Distribuição de senhas á partir das 18:00

Uma linda homenagem aos vovôs e vovós da umbanda!23/05/26
25/05/2026

Uma linda homenagem aos vovôs e vovós da umbanda!
23/05/26

O Perigo de Rituais Coletivos Nas religiões de matriz africana sempre ouve o coletivo e com isso vários rituais coletivo...
11/05/2026

O Perigo de Rituais Coletivos

Nas religiões de matriz africana sempre ouve o coletivo e com isso vários rituais coletivos,esses rituais tem na origem unir as pessoas ligadas ao barracão e distribuir o axé da entidade ou divindade ali sendo agraciada, isso claro se reflete na quimbanda, porém para um ritual coletivo ter uma boa fluência é nescessário dois fatores...

A união ;toda corrente é tão forte quanto seu elo mais fraco ,e todo ritual compartilhado é uma corrente e um simples pensamento move toda maré do ritual, sendo assim é comum que os sacerdotes mais sábios mantenham esses ritos fechados aos mais leais , porém pôde ser feito com mais pessoas com tanto que se conheça bem as intenções.

O preparo; hoje é fácil encontrar uma enxurrada de sacerdotes vendendo ritual coletivo, porém dentro da tradição para um sacerdote fazer uma simples limpeza,ou sacudimento dentro da tradição de quimbanda, é nescessário uma longa aprendizagem,para um ritual de grande magnitude então leva-se décadas de preparo.

Outra coisa importante visar é não o " não acredite em milagres", existe por ae até aqueles que diz que faz um pacto para te trazer os números da Mega-Sena e caso você se pergunte o porquê outros não o fizeram eles usam da tática de fazer com que a pessoa se sinta especial, são verdadeiras charlatões que nada se difere de um pastor ou padre vendendo milagres e fazendo lavagem cerebral, usando da fé com degrau.
Dentro da religião tem magia ancestral mas a magia pra acontecer não e assim se fosse assim os terreiros templos eram de ouro não de madeira nem de tijolo já que e tanto ritual de riqueza as guias dos líderes espiritual eram de contas de ouro brilhante de tanta magia feita nós rituais então meu povo preste atenção não caia nós golpes religião não e isso religião ancestral tem outros princípios dentro da espiritualidade o dinheiro não tem essa importância oque importa e a evolução isso que está acontecendo e o ego e nesse caso cai quem quem .
Aprendam religião não e só feitiço e religião ancestral não e pra vir atrás de riqueza..

Axé a todos
E que Exú nós proteja dos falsos profetas

A importância dos pontos cantados!!!Na Umbanda, o ponto cantado é muito mais do que uma melodia; é a oração em forma de ...
25/04/2026

A importância dos pontos cantados!!!

Na Umbanda, o ponto cantado é muito mais do que uma melodia; é a oração em forma de som. Quando o atabaque ressoa e as vozes se unem, o terreiro se transforma em um canal direto com o sagrado.

Cantar um ponto é, acima de tudo, uma louvação às grandes divindades do astral. É através dessas letras sagradas que saudamos os Orixás, reverenciamos a força das Falanges e convidamos as Entidades a caminharem entre nós. Cada verso carrega um fundamento, uma história e uma vibração específ**a que ajuda a limpar o ambiente, elevar a energia e preparar o coração para a caridade.

Mas o verdadeiro segredo não está na afinação técnica, e sim na entrega. Não basta soltar a voz para que o som preencha o espaço; é preciso que o sentimento transborde. Como dizem os antigos, "quem canta, reza duas vezes" — e na Umbanda, essa reza só ganha força quando atravessa a alma.

Cantar com o coração é permitir que a batida do atabaque se alinhe com o seu próprio batimento cardíaco. É sentir o axé percorrer o corpo e entender que cada palavra é um abraço enviado ao espiritual. Quando a voz e a emoção se tornam uma só, o ponto deixa de ser apenas música e vira magia pura, capaz de curar, proteger e iluminar o caminho de quem ouve e de quem canta.

Bom dia povo de umbanda!Segue uma,dentre várias estórias iguais que acontecem constantemente em nossa trajetória de evol...
17/04/2026

Bom dia povo de umbanda!
Segue uma,dentre várias estórias iguais que acontecem constantemente em nossa trajetória de evolução.
“Faz caridade filho, faz caridade filho!”
Assim eram as falas de Pai Joaquim,repetidamente á cada noite de consultas...
Não era a primeira vez que aquele consulente ouvia os mesmos conselhos do Pai Joaquim, já haviam se passados seis meses desde o primeiro dia que aquele senhor tinha adentrado ao terreiro para se consultar, passando a fazer parte da assistência, sempre voltando á casa para tirar suas duvidas.

Naquele dia ele estava decidido,iria perguntar ao vô Joaquim,(como meu preto velho é chamado por todos),porque toda vez que falava com ele escutava o mesmo conselho? será que como espírito não estava vendo que ele já estava fazendo sua parte?
Esperou ansioso a sua vez de ser atendido e sua senha custou á chegar, aquela noite seria especial, seria diferente das outras, aquele encontro marcaria uma nova etapa no caminhar daquele consulente.
Como sempre fazia, mais por repetição do que mesmo por convicção, se ajoelhou diante do preto velho e foi dizendo:

Benção Pai Joaquim, hoje venho lhe pedir uma explicação para melhor entender o que o senhor me diz.
Oxalá te abençoe meu filho! eu fico feliz com sua presença e gosto de “prosear”com todos os filhos que aqui vem.

Meu vô, como o senhor mesmo sabe já faz algum tempo que venho á esta casa e falo com o senhor, como já lhe disse não tenho uma situação financeira ruim, ao contrário, nunca tive problemas dessa ordem o que sempre me facilitou uma vida com fartura e bem-estar desde a infância.
Certo meu filho, eu já tenho “cunhecimento” de tudo isso que ocê falou.
É meu vô, por essa razão gostaria de lhe perguntar porque o senhor toda vez que fala comigo me aconselha a fazer a caridade? o senhor não já sabe que faço isso todo mês, entregando gêneros alimentícios aos que estão carentes? além do que, na minha empresa mantenho uma creche para os filhos dos meus empregados para que assim possam trabalhar com mais tranqüilidade.
Por isso gostaria que o senhor me explicasse o porquê desse conselho, dentro da minha consciência cumpro com meu compromisso.
É verdade meu filho, tudo isso que ocê falou prá mim, faz parte de seu compromisso e ocê cumpre direitinho sua parte, porém filho, esse compromisso faz parte de seu social.
Ocê alimenta o corpo material que precisa de sustentação prá f**ar de pé, pois se não for assim filho tem prejuízo, só que o filho também precisa distribuir o pão espiritual e assim fazer a caridade.
Não entendi meu vô seja mais claro? que caridade espiritual é essa?
É a mesma que esse meu aparelho faz aqui no terreiro,ocê precisa assumir sua condição de médium e começar á praticar este dom.
Espantado, disse o consulente: como é que é Pai Joaquim, o senhor está me dizendo que tenho compromisso com a mediunidade na umbanda é isso?
É isso sim, meu filho,ocê tem compromisso com essa banda.
Ante as muitas verdades que ele já tinha ouvido, nunca uma afirmação estava tanto á lhe remoer a alma, como seria possível? achava a umbanda linda, gostava do cheiro das ervas e do ca****bo dos pretos velhos, mais daí então a ser médium era demais para ele.
Mesmo de forma acanhada buscando aparentar tranqüilidade aquele senhor disse ao vô:
Meu vô, acho que há um equívoco, pois nunca senti nada á respeito desta tal de mediunidade.
Não sentiu, porque se prende e que não quer dizer ou ocê acha que nós num vê?; não vê o companheiro de aruanda que lhe acompanha e que hoje está dando autorização prá fazer esse conversado?
Meu filho diz que gosta do cheiro das ervas e desse terreiro,o que é uma verdade , mas o que filho não se vê é dobrando o corpo para prestar a caridade, deixando assim que seu preto velho também lhe traga lições para seu caminhar.
Então meu filho, enquanto ocê não entender, preto véio vai continuar repetindo o conselho: faz caridade filho, faz caridade filho,mesmo que tenha que arrepetir isso por muitas vêis, pois água mole em pedra dura filho, tanto bate inté que fura.
Olha minino! eu tenho um compromisso moral com esse companheiro de aruanda que te acompanha e te agaranto que não será de minha parte que não será cumprido. Pensa no que esse véio te falou e dispôis vem prosear novamente, pois o passo de véio é miudinho e devagarzinho, só tem uma coisa minino: o tempo corre e espero que ocê queira aproveitar enquanto tá desse lado de cá!

Aquele consulente se levantou da frente de Pai Joaquim, sem dizer mais nenhuma palavra, seria preciso tempo para digerir tudo que ele tinha ouvido.
Oito meses se passaram depois daquela conversa,o consulente nunca mais nos visitou e ninguém no terreiro tinha mais visto novamente aquele consulente na assistência.
Era mais um sábado de festa de pretos velhos, os pretos e pretas velhas estavam em terra e Pai Joaquim olhava para a porteira do terreiro como se estivesse á esperar por alguém e assim cantarolava bem baixinho:
“Acorda cedo meu filho, se com velho quer caminhar, olha que a estrada é longa e velho caminha devagar, é devagar, é devagarinho quem anda com preto velho nunca ficou no caminho”.
Acostumados com o batuque alto da curimba os filhos de santo não conseguiam perceber que naquele dia Pai Joaquim cantava e a sua entonação estava mais dolente, mais um filho de Zâmbi venceria uma etapa, mais um seria libertado.
E foi olhando para a porteira que Pai Joaquim viu aquele senhor adentrar no terreiro, com os olhos rasos d’água e de joelhos se postar assim dizendo: Pai Joaquim, se é verdade que tenho essa tal de mediunidade, aqui estou eu para aprender a fazer caridade, nesses 8 meses que fiquei afastado daqui, minha vida perdeu a alegria, relutei muito para chegar aqui novamente e não nego que fugi por vergonha e medo,e se ainda houver tempo...
Aquele consulente nem chegou a ouvir a resposta do Pai Joaquim...do seu lado já se encontrava uma entidade,apresentando-se como preto velho, que de forma doce e amorosa assim falou:
Meu filho á quanto tempo espero por esse momento, por esse reencontro,vamos trabaiá meu filho nas bênçãos de Zambi e na fé de Oxalá!
Diante dos filhos daquela corrente, aquele homem branco, de olhos claros, quase azuis, alto, dava passagem nesse momento á mais um preto velho e foi curvando aquele corpo que se ouviu a voz da entidade assim dizer: Bendito e louvado sejam o nome de nosso Pai Oxalá! Saravá Pai Joaquim,Pai Benedito se faz presente nesse Congá!

E daquele dia em diante mais um filho começava a sua caminhada,mais um chegava á corrente de nossa casa...

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QUERO ENTRAR PARA A UMBANDAO Médium antes de se "aventurar" a fazer parte de um terreiro..Deve entender e compreender es...
31/03/2026

QUERO ENTRAR PARA A UMBANDA

O Médium antes de se "aventurar" a fazer parte de um terreiro..
Deve entender e compreender esses ciclos!

- O primeiro ciclo é o da "paquera":

Você chega no terreiro é se encanta com tudo e todos.
Você f**a maravilhado, não vê defeitos,
só enxergar as qualidades...
Como em um namoro, tudo e lindo seus olhos brilham, não há defeitos, tudo é perfeição.

- O segundo ciclo é o do "namoro":

Você vai conhecendo gira após gira o terreiro.
Vai conhecendo os irmãos, o ritual da casa...
O Médium tá sempre no terreiro, ajuda na faxina, contribui com a casa e tá sempre disponível...
Chega bem cedo e não quer ir embora, não tem pressa, é aquela fase antes de casar, tudo ainda é maravilhoso..
Você até enxerga uma coisa ali outra aqui, mais finge não ver !

- O terceiro ciclo o do "casamento":

É quando o médium enfim resolve fazer parte daquele terreiro, resolve se comprometer, se dedicar.
Aí sem armaduras, o convívio diário começa a ver que nem tudo são flores.
Que há defeitos, que há espinhos como em um casamento, que somente o convívio diário diz quem é a pessoa de fato...

Essa é a fase que o médium começa a deixar de lado o terreiro, e desanimar, já não existe a mesma entrega e empolgação do namoro...

Ele já não faz questão de chegar cedo.
De ser solícito, mal chega no terreiro e f**a louco prá ir embora...

- O quarto ciclo a "crise":

Nesta fase o médium já começa a se revoltar, a bater de frente com as regras, os espinhos começam a lhe incomodar...
Ele começa a achar o terreiro "fraco", desconfia de tudo e todos, trata a todos com ignorância e grosseria..

É como no relacionamento, se não for verdadeiro ele acaba...
Afinal nem tudo são flores!

- O quinto é último ciclo a "separação":

Nesta fase o médium entra em conflito com o terreiro, com os médiuns, com a espiritualidade e com o dirigente...

É a fase que o médium já não respeita a casa e suas regras;
É aquela fase que o médium começa a contaminar tudo é a todos...
O médium começa achar que o terreiro tá demandando, que ali virou bagunça!
Enfim, e como no casamento quando existe traição...
Nuncaaaaaa acaba de forma pacíf**a e tranquila...

- O sexto ciclo a "reconciliação": (Que nem sempre ocorre)

Neste ciclo o médium saiu do terreiro, rodou os quatros cantos...

E viu que todo terreiro tem defeitos e espinhos como em um relacionamento...
Não existe perfeição onde tem pessoas...
Logo esse médium entende que prá estar em um terreiro de umbanda, deverá saber lidar com o coletivo e saber lidar com os defeitos e espinhos dos outros...

Já que os outros também lidam com seus defeitos e espinhos...
Se o médium tiver atenção ele vai entender...
Que desde quando ele começou o ciclo de paquera já existia espinhos...

Qualidades e defeitos, só que ele não enxergava, porque estava de fora do terreiro e deslumbrado com tudo...
Porém se esse médium for sensato ele vai entender e compreender...

Que onde tem pessoas tem defeitos...
Que nem tudo são flores e que ele médium também não é perfeito...
E tem os seus defeitos e espinhos...

Esses ciclos são de grande importância na vida de um médium...
Quando ele tá no terreiro de fato pela espíritualidade...
Ele casa com o terreiro sabendo que há defeitos e espinhos...

Como em um casamento qualquer...
Médium nesta fase já está mais doutrinado e espiritualizado...

Não se p**a etapas!
Você não conhece uma pessoa hoje e casa com ela amanhã...
É necessário saber passar por todas as fases com sabedoria...

Antes do casamento há o namoro!
Quando não se respeita os ciclos, a separação é certa...

Ninguém casa enganado!
Por isso é necessário muita cautela e prudência ao ingressar em um terreiro...

Existem etapas que não podem ser p**adas...

Você é nosso convidado(a) para Nossa Festa Anual de Ogum/Exú 2026O evento será no dia 25/04 , Início ás15:00
30/03/2026

Você é nosso convidado(a) para Nossa Festa Anual de Ogum/Exú 2026
O evento será no dia 25/04 , Início ás15:00

Bom dia Povo de Umbanda!Já está disponível nosso Calendário de Abril/26.Não se esqueçam que dia 25/04 será nossa Festa a...
30/03/2026

Bom dia Povo de Umbanda!
Já está disponível nosso Calendário de Abril/26.
Não se esqueçam que dia 25/04 será nossa Festa anual de Ogum/exú.

Bom dia povo de umbanda!Feliz dia da mulher á todas as praticantes de nossa umbanda.Feliz dia da mulher, á todas as mulh...
08/03/2026

Bom dia povo de umbanda!
Feliz dia da mulher á todas as praticantes de nossa umbanda.
Feliz dia da mulher, á todas as mulheres de todas as raças, de todas as etnias, de todas as nacionalidades, de todas as religiões, de todos os biotipos..

Boa Tarde Povo de Umbanda!Já está disponível nosso Calendário de Fevereiro 2026
31/01/2026

Boa Tarde Povo de Umbanda!
Já está disponível nosso Calendário de Fevereiro 2026

Depois da gira, eu aprendi que o melhor caminho é o caminho de casa, e passo isso aos meus médiuns!A gira mexe com o cor...
18/01/2026

Depois da gira, eu aprendi que o melhor caminho é o caminho de casa, e passo isso aos meus médiuns!
A gira mexe com o corpo, com a mente e, principalmente, com o espírito. A gente chega carregado, trabalha, se doa, descarrega, se limpa… e sai dali diferente de como entrou. Por isso, esse momento pós-gira é sagrado.

Quando a gira termina, eu saio limpo energeticamente. Meu campo está aberto, sensível, reorganizado. É exatamente por isso que não é correto parar em boteco, em bar, em barraquinha de lanche ou em qualquer lugar de aglomeração logo depois. Esses ambientes têm todo tipo de energia: conversa pesada, reclamação, vício, excesso, desequilíbrio. E ali, em poucos minutos, a gente deixa ir embora tudo aquilo de bom que acabou de conquistar dentro do terreiro.

Ir para casa descansar não é frescura, nem exagero espiritual. É cuidado. É respeito com o trabalho feito, com os guias, com o orixá e com o nosso próprio corpo espiritual. Em casa, a energia assenta. O corpo relaxa. A cabeça silencia. O que foi limpo se firma. O que foi equilibrado se mantém.

Eu vejo o descanso após a gira como o fechamento do trabalho. Assim como a gira tem começo, meio e fim, o descanso também faz parte desse ciclo. Comer algo simples em casa, tomar um banho com calma, dormir… tudo isso ajuda a selar a energia boa que recebemos.

Respeitar esse momento é entender que espiritualidade não termina quando o atabaque silencia. Ela continua nas nossas escolhas. E escolher ir direto para casa é escolher se preservar, se fortalecer e honrar aquilo que foi feito dentro da gira.

Ô meu fio…quando a estrada começa a confundir,não é castigo não.É aviso.Tem caminho que se desencontra porque foi andado...
29/12/2025

Ô meu fio…
quando a estrada começa a confundir,
não é castigo não.
É aviso.

Tem caminho que se desencontra porque foi andado sem verdade.
Tem passo que se perde porque o coração foi mais rápido que a alma.

Às vez, ocê anda, anda…
e quanto mais anda, mais longe f**a de si mesmo.
Aí a vida embaraça,
as coisas travam,
as pessoas se afastam
e o peito f**a pesado sem sabê por quê.

Preto Velho lhe conta um segredo antigo:
quando tudo se perde, é sinal que é hora de voltá pro começo.

Voltar não é fracasso, meu fio.
Voltar é humildade.
É reconhecê que se desviou da essência.

Volta pro começo da intenção.
Volta pro começo da verdade.
Volta pro começo do silêncio que te escutava por dentro.

No começo tinha fé.
No começo tinha simplicidade.
No começo tinha propósito.

Foi o excesso que bagunçou.
Foi o medo que empurrou.
Foi a pressa que confundiu.

Quem tem coragem de voltá,
reencontra o caminho certo sem precisá se perdê de novo.

Respira fundo.
Solta o que não anda mais com você.
Recomeça com menos peso e mais consciência.

Preto Velho caminha devagar,
mas nunca erra a estrada.

E lhe diz com carinho:
às vez, Deus não tira o caminho…
Ele tira o excesso pra você lembrá de onde saiu.

Saravá, meu fio.
Que ocê volte ao começo —
e encontre a si mesmo no meio do caminho.

Endereço

Rua Alwin Schrader, 886
Blumenau, SC

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 18:00 - 23:00
Quinta-feira 18:00 - 23:00
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