Instituto Templo Escola Caboclo Sete Flechas

Instituto Templo Escola Caboclo Sete Flechas Espaço destinado ao desenvolvimento humano

Hoje tem Roda de Rapé com Microdose de Ayahuasca.Confirma sua presença 47992351497
30/08/2023

Hoje tem Roda de Rapé com Microdose de Ayahuasca.
Confirma sua presença 47992351497

Nessa próxima quarta feira Roda Xamânica Ancestral.Venha se conectar com sua Ancestralidade.
28/08/2023

Nessa próxima quarta feira Roda Xamânica Ancestral.
Venha se conectar com sua Ancestralidade.

O DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO É, ANTES DE TUDO, UM DESENVOLVIMENTO DE SI MESMOQuando passamos a frequentar a Umbanda, inic...
21/07/2023

O DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO É, ANTES DE TUDO, UM DESENVOLVIMENTO DE SI MESMO

Quando passamos a frequentar a Umbanda, iniciamos um processo de profunda transformação interior. E ao decorrer do desenvolvimento mediúnico, essas mudanças se intensif**am. As vibrações elevadas dos guias mexem com nossas energias. Aquilo que está oculto manifesta-se. E as questões que há tanto tempo tentamos fugir, mais uma vez dá sua cara.

Mágoas guardadas, sentimentos reprimidos, hábitos negativos, pensamentos acumulados vêm à tona. Isto porque o desenvolvimento mediúnico desenrola uma verdadeira limpeza interior. Antes de participar das consultas, os guias preparam seus aparelhos.

De uma maneira ou de outra, você terá que lidar com suas sombras interiores. Enfrentar as trevas que habitam seu ser. Muitas vezes, é doloroso, difícil, mas necessário. Pense bem, como poderá o guia orientar o perdão, quando seu próprio cavalo guarda profundos rancores?

Com o desenvolvimento, firma-se no médium não somente as vibrações dos guias e Orixás, mas também as valores que a espiritualidade nos ensina. É o momento de desenvolver a paciência, a humildade, a simplicidade, a reverência ao sagrado.

Por este motivo, aquele que deseja passar bem por este período, deve apresentar uma constante disposição para se transformar. Encarnar a boa vontade para ouvir os conselhos e orientações dos guias e colocá-los em prática na própria vida.

É quando assume-se responsabilidades. Você não é mais consulente, não pode mais comparecer no terreiro apenas para receber, deve também fazer sua parte. Contribuir para que o axé aconteça. E buscar integrar-se ao seu terreiro. Há muitas formas de ajudar.

O desenvolvimento mediúnico também será o momento de expandir os seus conhecimentos. Para isso, está a disposição uma infinidade de textos, livros, vídeos, páginas, entre outros. Mas principalmente, o saber virá através da própria experiência no chão do terreiro. É preciso ouvir com humildade, observar tudo o que o que lhe cabe, e estar próximo dos seus mais velhos.

Entenda, Umbanda não é somente incorporação, mas desenvolvimento pessoal em todos os sentidos. O amadurecimento da mediunidade exige um amadurecimento de si mesmo. Mergulhar no seu interior, aprofundar-se no autoconhecimento. Realizar a tão falada reforma íntima, para que você possa ser um instrumento afiado da espiritualidade para a prática do bem.

Saravá a todos!

Escrito por / Diego Paiva Pimentel

FORMAS DE USO DAS ERVAS:Chamo a atenção para as formar de uso das ervas abaixo, precisamos ter bom conhecimento sobre as...
20/07/2023

FORMAS DE USO DAS ERVAS:

Chamo a atenção para as formar de uso das ervas abaixo, precisamos ter bom conhecimento sobre as ervas para realizar cada procedimento, conhecer sua função e combinação perfeita antes de utiliza-las.

Decocção:
Recomenda-se usar as partes de tecidos mais grosseiros das ervas, como raízes, rizomas, sementes, casca e talos.
No caso de se querer usar partes mais tenras, é preciso deixar no máximo por 10 minutos no cozimento.

Modo de fazer:
1. Separe as partes da planta que lhe interessam e lave-as cuidadosamente.
2. Encha uma panela com água mineral e leve ao fogo, juntamente com a planta.
3. Deixe cozinhando por 15 a 30 minutos.
4. Após esse tempo, retire do fogo e deixe a panela tampada por mais alguns minutos antes de usar.

Infusão: conhecida popularmente por chá. Recomenda-se usar as folhas, flores e tecidos tenros. No caso de se querer usar partes mais grosseiras da erva ou planta, é necessário picar bem miúdo e deixar a solução em repouso por mais tempo.

Modo de fazer:
1. Separe as partes da planta que lhe interessam e lave-as cuidadosamente. Você poderá usar varias plantas misturadas, desde que sejam provenientes de órgãos vegetais idênticos.
2. Encha uma chaleira com água mineral e leve ao fogo.
3. Quando alcançar fervura, desligue e mergulhe nela as partes da(s) ervas ou plantas. 4. Tampe a chaleira e deixe a solução abafada por cerca de 5 a 10 minutos.

Maceração: pode-se usar qualquer parte da planta ou erva. Modo de fazer:
1. Separe as partes da planta que lhe interessam e lave-as cuidadosamente. No caso de partes mais grosseiras, picar com as mãos em pedaços pequenos.
2. Reserve uma bacia de louça (branca) com água mineral fria.
3. Coloque de molho as partes da planta, e macere até chegar no ponto desejado.
Pomada: uso tópico para massagear partes do corpo e tratar de problemas de pele e musculares.

Modo de fazer:
1. Em uma panelinha pequena e de preferencia usada somente para este fim, coloque 50g de óleo vegetal de boa qualidade.
2. Coloque 1 colher de chá de óleo de germe de trigo.
3. Coloque 1 colher de sopa de cera de abelhas ralada.
4. Deixe ao fogo bem baixo ou use uma panela em banho maria e mexa até a cera estar bem derretida (cerca de 3 minutos).
5. Deixe esfriar um pouco e junte 1 colher de sopa de erva bem picada. Se a pomada f**ar muito dura aumente um pouco a quantidade de óleo, se f**ar muito mole é porque a quantidade de cera foi pouca.
Sal aromático: preparado com o uso de óleos essenciais.

Modo de fazer:
1. Escolha os óleos essenciais desejados
2. Pingue as gotas que achar necessário, pode ser feito com sal grosso (colocar na banheira) ou sal fino (colocar em uma espoja e friccionar pelo corpo) o sal fino serve para ativar a circulação, para promover a limpeza e eliminação de toxinas.
3. Coloque a mistura em um pote de vidro, e deixe descansar por 15 dias, antes de usar.
Tintura: a extração dos princípios ativos da planta é feita por solventes, que podem ser o álcool de cereais, a vodca, o vinagre ou glicerina. Nunca deve ser usado diretamente em contato com a pele. Recomenda-se diluir previamente em água mineral.

Modo de fazer:
1. Transforme a(s) erva(s) desejadas em pó.
2. Coloque em um vidro escuro, e cubra com uma das opções de solventes acima.
3. Agite bem o vidro por 15 dias.
4. Após esse período, coe bem e deixe sempre em um vidro escuro, em local fechado e sombreado.
Cataplasma: use plantas frescas ou secas(pó), o objetivo é aquecer o local em que é aplicado, umedecer e estimular a circulação.

Modo de fazer:
1. Pegue as ervas e lave-as muito bem
2. Triture bem as ervas
3. Misture tudo em água quente e aplique sobre o locar desejado.
Unguento: usa-se a planta fresca, indicado para casos de contusão, torção, luxação, dor muscular e etc…

Modo de fazer:
1. Lave a planta, em seguida triture bem para extrair um liquido escuro. 2. Misture esse liquido em gordura vegetal, e adicione um pouco de cera de abelha para dar uma consistência pastosa.
3. Leve ao fogo baixo e mexa até derreter e obter consistência homogênea, e depois aplique sobre o local desejado, ainda quente, mas em uma temperatura suportável.
Vaporização: Usa-se o óleo essencial ou com ervas frescas, serve para limpar, descongestionar e acalmar.

Modo de fazer:
1. Ferva água mineral
2. Retire do fogo e despeje em uma vasilha
3. Pingue 7 gostas de óleo essencial, ou coloque as ervas.
4. Cubra a cabeça e a vasilha com uma toalha e deixe o v***r agir por 7 minutos
5. Após isso, a pessoa não deve tomar friagem.
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BANHOS DE ERVAS:

Os banhos de ervas são indicados para vários fins, como abrir caminhos, descarrego, limpeza espiritual, atrair sorte, prosperidade, afastar mal olhado, entre outros.
As Ervas tem um poder mágico vindo da natureza e auxilia em muitas curas e conquistas. Aliviando o peso de energias negativas acumuladas, preparando o corpo e o espírito para determinado ritual, ou purif**ando e consagrando objetos sagrados.

O banho de ervas, até como tratamento, não é de religião alguma, é da própria natureza. Se na Umbanda o utilizam, é porque os próprios espíritos desencarnados que se apresentam como pretos-velhos, caboclos, crianças etc., conhecem esses princípios e os utilizam largamente.

As ervas detêm grande quantidade de Axé (Energia mágico-universal, sagrada, força) que bem combinadas entre si, detém forte poder de limpeza da aura e produzem energias positivas.

Podemos usar a energia da natureza como auxílio no tratamento de depressões, insônia, ansiedade, angústia e uma série de doenças crônicas.

Com bom senso e é claro, com o acompanhamento médico necessário, tratando o espírito e o corpo (já que as doenças se propagam do perispírito para o corpo físico).

Antes de iniciar o preparo de qualquer banho deve-se acender uma vela para o orixá ou entidade para que eles energizem o banho, as ervas devem ser muito bem lavadas, e toda erva que sobrar deve ser devolvida a natureza.

Banho de ervas não é brincadeira, por tanto se concentre antes de fazer o banho, deixe a cozinha (ou espaço que for fazer) limpa, e sem pessoas atrapalhando.

Antes de tomar qualquer banho de erva, deve-se primeiro tomar o banho de higiene pessoal.

Banho de descarrego–
arruda, alecrim, guiné, alfazema, espada de são Jorge, fumo de corda e casca de alho.
Elimina vibrações negativas, tomar do pescoço para baixo e (Não colocar sal grosso).
Ferva 1 litro de água mineral, coloque as ervas em uma vasilha de vidro ou plastico, despeje a água. espere esfriar e tome o banho.

Banho de atração e fixação– anis estrelado, canela em pau, cravo, hortelã, noz moscada (ralada) e rosa branca.
Adquirir vibrações positivas, tomar no corpo inteiro, inclusive a cabeça.
Ferva 1 litro de água mineral, coloque as ervas em uma vasilha de vidro ou plastico, despeje a água. espere esfriar e tome o banho.

Banho de prosperidade – 7 canelas em pau, 3 noz moscadas, 7 folhas de louro, 7 galhos de erva doce, 3 rosas amarelas (pétalas).
Ferva á água, e misture tudo, passe na peneira e tome o banho.
(tomar do pescoço para baixo).
Ferva 1 litro de água mineral, coloque as ervas em uma vasilha de vidro ou plastico, despeje a água. espere esfriar e tome o banho.

Banho estabilizador – 3 folhas de tapete de oxalá, 3 galhos de alecrim, 3 anis estrelado, 1 gengibre médio.
Utilize morno. (tomar do pescoço para baixo).
Ferva 1 litro de água mineral, coloque as ervas em uma vasilha de vidro ou plastico, despeje a água. espere esfriar e tome o banho.

Banho para recuperar a saúde – 250 gr de canjica branca, 7 gotas de mel.
Ferva em 1 litro de água mineral a canjica, coloque as gostas de mel e tome o banho. (corpo inteiro, incluindo a cabeça).

Banho de Exu – folha de manga espada, folha de jabuticabeira, coração de banana, folha de mamona e folha de figo benjamim.
(tomar do pescoço para baixo).
Ferva 1 litro de água mineral, coloque as ervas em uma vasilha de vidro ou plastico, despeje a água. espere esfriar e tome o banho.

Banho de Pombagira – 7 rosas vermelhas (pétalas), 1 taça de champanhe e perfume (o seu de preferencia).

Esse banho deve ser macerado, misture um pouco de água morna e despeje o banho do pescoço para baixo.

Banho de baiano – 3 pedaços de coco seco, 3 pedaços da casca do coco seco, água de coco seco, água de mar e metade de 1 limão (suco).
(tomar do pescoço para baixo).
Ferva 1 litro de água mineral, coloque os itens em uma vasilha de vidro ou plastico, despeje a água. espere esfriar e tome o banho.

Banho de caboclo – folhas de eucalipto cheiroso, 2 noz moscada, cravo, canela em pau, 1 maça cortada em quatro e 3 flores de maracujá.
(tomar do pescoço para baixo).
Ferva 1 litro de água mineral, coloque as ervas em uma vasilha de vidro ou plastico, despeje a água. espere esfriar e tome o banho.

Banho de preto velho – arruda, alecrim, guiné, 1 punhados de pó de café, folhas de café e grãos de café.

(tomar do pescoço para baixo).
Ferva 1 litro de água mineral, coloque as ervas em uma vasilha de vidro ou plastico, despeje a água. espere esfriar e tome o banho


ERVAS DOS ORIXAS

De uma forma geral, toda erva, toda folha, pertence à Ossãe!
Segundo a mitologia africana, Yansã achando isso injusto, usou seus ventos para espalhar as ervas e desse modo cada Orixá poderia apanhar as que lhe interessasse. Contudo o conhecimento sobre o uso de cada uma delas pertence somente a Ossãe!
Ossãe é a folha em si mesma, seus mistérios, seus ingredientes que podem salvar ou matar, acalmar ou enlouquecer, elucidar ou alucinar. Ossãe é o movimento da inteligência humana, é o âmago das ciências médicas com suas “folhas” sintéticas, seus aparatos que vão muito além das possibilidades dos sentidos.
Por isso se canta ao se colher folhas na mata, para propiciar nas folhas o que os olhos não vêem, para lembrar que a mistura de folhas escolhidas é fruto de um ato pensado.
Oxalá – tapete de oxalá, manjericão, colônia, rosa branca, alfazema, manjerona e alecrim do campo.

Oxóssi – eucalipto cheiroso, guiné, goiabeira, pitangueira, cipó de são João, capim cidreira e folha de girassol.

Ogum – espada de são Jorge, romã, comigo ninguém pode, cravo vermelho (flor), losna, manjericão e lança de ogum.

Xangô – quiabo, folha de limão, folha de manga, poejo, pinhão roxo, arnica e pariparoba.

Obaluaê – cana do brejo, babosa, artemísia, losna e folha da costa.

Iansã – hortelã, espirradeira, gerânio, espada de santa Barbara, louro, bambu (broto) e folha de algodão.

Oxum – camomila, erva doce, erva cidreira, erva de santa Maria, malva, poejo e manjericão.

Iemanjá – alga marinha, pata de vaca, erva de santa Luzia, alfazema, musgo do mar, camomila e cipreste.

Nanã – cipreste, sensitiva, quaresmeira, boldo, manjerona, carqueja e hortelã.

UMBANDA, QUEM ÉS??Sou a fuga para os problemas de alguns, a coragem para outros, e a sinceridade dos que querem a verdad...
18/07/2023

UMBANDA, QUEM ÉS??

Sou a fuga para os problemas de alguns, a coragem para outros, e a sinceridade dos que querem a verdade.

Sou o tambor que ecoa nos terreiros, trazendo o som das selvas e das senzalas.

Sou o cântico que chama ao convívio seres de outros planos ligando-os em um só pensamento de caridade e bondade.

Sou a senzala do Preto Velho, a ocara do Bugre, a cerimônia do Pajé, a encruzilhada do Exú, o jardim da Ibejada, o nirvana do Hindu e o céu dos Orixás.

Sou a pedreira de onde Xangô faz justiça, as tempestades e o ventos de liberdade de Iansã, sou as matas de Oxossi e as Cachoeiras de Mamãe Oxum,

Sou o Oceano de mistérios de Iemanjá, o campo de Batalhas de Ogum, a Sabedoria e paciência de Nanã, as Chagas de Omulu e o Coração Caridoso de Oxalá.

Sou o café amargo e o ca****bo do Preto Velho, o charuto do Caboclo e a Capa do Exu; o perfume das rosas da Pomba-Gira e o doce dos Cosmes.

Sou gargalhada da Padilha, o requebro da Cigana, a seriedade do Tranca-Rua.

Sou o sorriso e a meiguice de Maria Conga, a compreensão de Vovó Cambinda e os ensinamentos de Maria do Congo; a traquinada do Zequinha, a boneca da Rosinha, a sabedoria do Sete Flechas, a alegrias dos baianos, o laço do boiadeiro e a força do marinheiro.

Sou o altar onde as imagens sustento, a vela que ilumina e acalma;

Sou a gruta onde os exus se servem e as entregas do meio da encruzilhadas, as cartas das ciganas e o vestido rodado das baianas.

Sou o fluído que se desprende das mãos do médium levando a saúde e a paz.

Sou o isolamento dos orientais, onde o mantra se mistura ao perfume suave do incenso.

Sou o Templo dos sinceros e a paz para o aflito, o amor que tudo vence, e o perdão que é divino.

Sou livre.
Sou determinada e forte.

Minhas forças? Elas estão no homem que sofre e que clama por piedade, por amor, por caridade.

Minhas forças estão nas entidades espirituais que me utilizam para seu crescimento. Estão nos elementos; na água, na terra, no fogo e no ar; na pemba, na guia, na mandala do ponto riscado.
Estão finalmente na tua crença, na tua fé, que é o elemento mais importante na minha alquimia.

Minhas forças estão em ti, no teu interior, lá no fundo na última partícula da tua mente, onde te ligas ao Criador.

Quem sou???

Sou a humildade, sou caridade, sou compaixão.
Sou a prece, a magia, o ensinamento milenar, sou cultura.
Sou o mistério, sou segredo, sou o amor e a esperança.
Sou a cura.
Sou de ti.
Sou de Deus.
Sou Umbanda.
Só isso....

MARINHEIROS NA UMBANDA A força espiritual que vem das águasAs Entidade de Marinheiro trabalham na Linha de Iemanjá e tam...
18/07/2023

MARINHEIROS NA UMBANDA

A força espiritual que vem das águas

As Entidade de Marinheiro trabalham na Linha de Iemanjá e também de Oxum, que compõem o chamado “Povo da Água”. Seus conselhos e mensagens são sempre cheios de esperança e de fé. Costumam trabalhar em grupos. São fortes, pois enfrentarem guerras e mares agitados, mas também conheceram a calmaria e a bonança. E por falar em linhas, eles tambem trabham na linha de Nanã, Obá, Iansã e até Oxumaré, tudo depende do inter-cruzamento vibratorio.

São também grandes Mestres da jurema e possuidores de um grande ensinamento. São em geral marinheiros, marujos, navegadores e pescadores que na maioria tiveram seu desencarne nas águas profundas do mar.
São comandados e chefiados pelo Mestre Martim, grande catimbozeiro e que trabalha com as energias das águas do mar. Porém há tambem guias, que recebem o dever de trabalhar nessa linha, não só por ter ligação direta com o mar, mas, por ter uma ligação energetica com as àguas, como por exemplo, pessoas que moraram em ilhas no meio do oceano, portos ou que perderam entes queridos no mar.

Eles chegam do mar do Astral e desembarcam em terra, sua alegria é contagiante, abraçam a todos, brincando sempre, com aquele jeito meio “maroto”, para alguns eles estão embriagados, mas, para os iniciados, f**a claro que é a força de sua vibração que faz eles balançarem e se comportarem como se tivessem bebados. São os Marinheiros, grupo de Espíritos que trabalham em prol da caridade. Eles conheceram muito bem o mar e a navegação, pois participaram da descoberta de novos mundos através das viagens que empreenderam que duraram anos e anos. E ao contrário do que muitos pensam, não são só marinheiros, mas, tambem piratas e pescadores os falangeiros dessa linha. Quando falo de piratas, falo de espiritos que se converteram e conseguiram evoluir.

Dão consultas, passes e também fazem trabalhos fortes de descarrego que envolvam grandes demandas. Em algumas casas, também costumam trabalhar nas giras de desenvolvimento de Médiuns. Quando dão consultas, essa Falange costuma ir direto ao ponto, sem rodeios, mas também sabem como falar aos consulentes sem criar um clima desagradável ou de medo. Assim, conseguem atingir fundo as almas dos aflitos que costumam procura-los em busca de auxilio e de esperança.

Em comum não são possuidores de giras próprias e se fazem presentes nas giras do Catimbó. Em algumas regiões são conhecidos como baianos ou marujeiros. Quase sempre se apresentam com ar de bêbados, e tem em suas danças o balanço das ondas do mar. Suas cores são o branco e azul, vem quase sempre vestidos de marujos, tem no peixe o seu símbolo máximo, comem todos os tipos de frutos do mar e bebem também a cerveja e a cachaça.

Carregam consigo um sentimento profundo de amizade. Nas consultas, gostam muito de ajudar àquelas pessoas que se apresentam com problemas amorosos. Seus conselhos são sempre fiéis e certeiros, têm uma grande responsabilidade e assumem o compromisso de um trabalho bem-feito. Todas as pessoas tem uma idéia muitas vezes distorcida desta linha de trabalho. Os marinheiros são em sua grande maioria espíritos que militam a umbanda para dar sustento no campo da diluição de cargas trevosas, outros atuam como elementos de sustentação de trabalhos voltados a curas, atraindo os poderes elementais dos quais estes espíritos de alto grau espiritual, trazem consigo.

Em torno do médium existe um campo de energia sustentado por seus centros de força e, além da energia gerada a partir da energia corpórea, existe um campo espiritual que se reflete em todo o ambiente. Os guias quando encorporados em seus médiuns, dançam, giram, balançam, gesticulam, liberando não só a energia que se desprende do médium, mas também o poder de seu mistério através de ondas magnéticas que são liberadas dentro do campo espiritual do médium e do templo. Assim os marinheiros fazem, em formas onduladas, ou através de seu balanço, que mais parece de uma pessoa embriagada, é que este irmão na luz faz seu trabalho redentor dentro dos campos da Umbanda.

Muito diferente do que imaginamos, estes irmãos do astral não são e não estão embriagados, como muitos se mostram, na realidade sua forma de balanço é uma maneira de liberar suas ondas energéticas se utilizando do próprio médium. Eles são verdadeiros “magos que atuam nos mistérios aquáticos” e com uma forma de atuação única dentro dos domínios da umbanda. Como magos, trazem para nós, a possibilidade de nos libertar-mos de nossos entraves, com uma forma bem simpática lidam com os consulentes de forma extrovertida, deixando o assistido muito avontade com trejeitos peculiares desta linha maravilhosa. E eles respeitam as fases da lua, suas energias, a natureza e conhecem todo o poder e encantamentos da àgua.

Se você quer o melhor para sua vida, comece fazendo uma reflexão de seus próprios atos, pois muitas pessoas reclamam de determinados acontecimentos em suas vidas, mas esquecem de que tudo tem um porque. Portanto, reflitam sobre vossos pensamentos e atitudes para que não sofra conseqüências negativas.

Sua saudação é TRUNFÊ, TRUNFÁ TRUNFÁ REÁ, A COSTA MARUJADA!!!
O Céu está claro e a noite estrelada se descortina revelando a lua, cheia e brilhante. O mar reflete a doce forma ondulada da astro mãe que parece uma grande pérola na imensidão do Céu. O marujo, do alto de seu mastro, olha a Lua e se embriaga com seus raios de prata e no convés, o capitão olha sobre seu leme e vê a Terra se aproximar. Ao longe, o som dos atabaques repinicando faz ouvir o reto da marujada que vêm chegando. No Terreiro, o voz da preta-velha comanda: - " Ah, mano"!

A gira de marinheiro e bem alegre e descontraída. Eles são sorridentes e animados, não tem tempo ruim para esta falange. Com palavras macias e diretas eles vão bem fundo na alma dos consulentes e em seus problemas.

A marujada coloca seus bonés e, enquanto trabalham, cantam, bebem e fumam. Bebem Whisky, Vodka, Vinho, Cachaça, e mais o que tiver de bom gosto. Fumam charuto, cigarro, cigarrilha e outros fumos diversos. Em seus trabalhos são sinceros e ligeiramente românticos, sentimentais e muito amigos.

Gostam de ajudar àqueles e àquelas que estão com problemas amorosos ou em procura de alguém, de um "porto seguro". A gira de marinheiro, em muito, parece uma grande festa, pela sua alegria e descontração, mas também, existe um grande compromisso e responsabilidade no trabalho que e feito.

Os Marinheiros trabalham na linha de Iemanjá e Oxum (povo d'áqua) e trazem uma mensagem de esperança e muita força, nos dizendo que se pode lutar e desbravar o desconhecido, do nosso interior ou do mundo que nos rodeia se tivermos fé, confiança e trabalho unido, em grupo. Aos poucos eles desembarcam de seus navios da calunga e chegam em Terra. Com suas gargalhadas, abraços e apertos de mão. São os marujos que vêm chegando para trabalhar nas ondas do mar. Os Marinheiros são homens e mulheres que navegaram e se relacionaram com o mar. Que descobriram ilhas, continentes, novos mundos. Enfrentaram o ambiente de calmaria ou de mares tortuosos, em tempos de grande paz ou de penosas guerras.

Em muito, seu trabalho é parecido com o dos Exus, os quais, também podem trabalhar nessa linha. Dificilmente um leigo irá notar a diferença entre os marinheiros e os Exus na ora da gira, pois os Exus vêm com todos os trejeitos dos Marinheiros e com outros nomes, é quase imperceptível.

Mano meu, Mano meu
Aonde estás que não me responde Mano meu,
Mano meu Aonde estás que não me responde
Ah, Mano meu Nunca fiz mau a ninguém
Ah, Mano meu Eu só sei fazer o bem Ah, Mano meu Nunca fiz mau a ninguém
Ah, Mano meu Eu só sei fazer o bem

O PASSEE seus tiposQuais os tipos de passe?Essa questão é problemática. Muitos autores preferem criar suas próprias nome...
15/07/2023

O PASSE

E seus tipos

Quais os tipos de passe?

Essa questão é problemática. Muitos autores preferem criar suas próprias nomenclaturas. De nossa parte, consideraremos apenas as mais usuais:

Passe magnético, onde somente o passista, nesse caso dito “magnetizador”, atua como a fonte dos fluidos a serem doados, não havendo portanto a influência espiritual; passe espiritual, cuja origem dos fluidos é primordialmente espiritual; e passe misto, também conhecido como passe espírita, onde atuam de forma colaborativa o passista e o Espírito, embora o passista não esteja propriamente mediunizado, podendo inclusive haver a adição de fluidos vegetais previamente manipulados pela Espiritualidade. Este último tem sido utilizado de forma mais ampla nas casas espíritas, e é o que recomendamos.
O que é passe magnético?

É a doação de fluidos originada exclusivamente de um ou mais doadores encarnados, chamados de “magnetizadores”. Embora usado em algumas casas espíritas, e ter seus benefícios já confirmados pela experiência, não é tão difundido quanto o passe dito misto. Digno de nota é o fato de Allan Kardec ter sido aluno da escola de Mesmer, famoso estudioso do Magnetismo no século XIX, segundo consta em alguns registros históricos.
O que é passe espiritual?

É o passe cuja origem é espiritual. Não há, neste caso, participação de criatura encarnada, embora os Espíritos possam naturalmente manipular fluidos animais para o fim almejado. O passe espiritual não é idêntico ao passe misto, em virtude da participação ativa do passista que este requer.

O que é passe misto?

O passe misto pode ser considerado como a soma do passe magnético e do passe espiritual, unindo as qualidades de ambos. Nesse caso, tanto há doação de energia espiritual por parte dos Espíritos encarnados e desencarnados, como manipulação de fluidos animais, vegetais e outros que desconhecemos, por parte da Espiritualidade que coordena o trabalho. É o passe mais praticado nas casas espíritas, por envolver a equipe de tarefeiros encarnados, subordinada à equipe espiritual.

O passe cura?

Não. O passe atua como paliativo que alivia as dores físicas e/ ou morais sofridas pelo paciente, e lhe reanima espiritualmente para continuar a enfrentar os te**es da vida de forma mais tranquila. Naturalmente a eficácia do passe está vinculada ao esforço do paciente em superar-se.

O passe é placebo?

Não. O Magnetismo é ciência já largamente comprovada, não se tratando, pois, de mera questão de crença. Podemos, modernamente, verif**ar com clareza a radiação emitida pelos seres vivos através de vários métodos, dentre os quais destaca-se como dos mais conhecidos a fotografia da aura energética, também chamada de kirliangrafia. Os efeitos magnéticos do passe são uma realidade que pode ser comprovada. Dessa forma, o passe não é placebo.
Qual a finalidade de se aplicar passes em objetos?

Os objetos, assim como os corpos vivos, têm uma aura magnética que os reveste, sendo esta passível de ser magnetizada positiva ou negativamente. Quando alguém toca no objeto, é natural ocorrer a interação dos campos magnéticos, transmitindo-se assim parcela das características de tais campos de um para outro. O mais comum nas casas espíritas é a magnetização da água, dita “água fluida”, ao passo de magnetização de roupas e outros objetos é fato mais raro.

Deve-se dar passe antes das reuniões mediúnicas?

O passe na reunião mediúnica é mais utilizado durante ou após os trabalhos, embora encontremos casas que o ministrem antes do início. Durante a reunião os passes podem atuar de duas formas básicas: sustentação fluídica de uma manifestação ou dispersão de fluidos após alguma entidade ainda sofredora ter se servido do médium, causando-lhe fadiga. Após a reunião, costuma-se utilizar o passe tanto para dispersão de fluidos como para energização dos médiuns, em quem geralmente o desgaste é maior. O passe antes do início das reuniões mediúnicas pode ser aplicado no intuito de relaxar os companheiros para melhor receptividade mental na tarefa em questão.

Deve-se dar passe durante as reuniões mediúnicas?

Não há regra. Depende principalmente de como aplicar o passe. É comum depararmo-nos, em reuniões mediúnicas, com situações em que o médium se esforça por não permitir a manifestação de determinada entidade que se encontra descontrolada em excesso por algum motivo. Tais manifestações perturbam a reunião, além de fatigar o medianeiro. Ocorre que companheiros responsáveis pela tarefa do passe durante a reunião, algumas vezes, aplicam passes de energização nos médiuns, procurando auxiliar lhes. Não raro, o passista – naturalmente bem-intencionado – está cometendo o engano de prover os recursos de base para que o fenômeno venha a ser continuado. Pelo que temos observado e aprendido, a aproximação das mãos ou o direcionamento do pensamento (mesmo sem qualquer movimento do corpo) com o objetivo de se fornecer fluidos à região próxima à nuca sensibiliza bastante o médium, facilitando-lhe o processo de vinculação psíquica e conseguinte manifestação. Assim, sugere- se observar a diferença básica entre a aplicação dispersiva e a energizante, de forma a se trabalhar corretamente durante as reuniões mediúnicas.
Deve-se dar passe após as reuniões mediúnicas?

Não há regra. Sugere-se que apenas os companheiros que se encontrem mais fatigados sejam atendidos, para que não se “vicie” o tarefeiro a receber sempre o passe, sem qualquer tipo de cogitação quanto à necessidade ou não de recebê-lo.

Em qual corpo atua o passe?

Em todos. Entendemos que há duas parcelas energéticas no passe: a espiritual e a animal. A segunda, animal, serve de suporte à primeira, como se fosse um “carrinho de mão”. Os Espíritos encarnados, assim como os desencarnados excessivamente vinculados à matéria, ainda necessitam deste “veículo” de transporte (fluido animal) para captar os fluidos espirituais, que nesse caso f**am impregnados no fluido animal. Esse também é um dos motivos pelos quais as reuniões ditas de “desobsessão” necessitam do componente humano (encarnado). Os fluidos animais, semi-materiais, que transportam as energias espirituais canalizadas no passe encontram ressonância maior com o perispírito, razão pela qual este corpo capta em primeiro lugar as vibrações da fluidoterapia, vindo a distribuí-las posteriormente aos outros corpos.

O passe afeta o corpo físico?

Sim. Sendo o perispírito, ou corpo espiritual, ligado ao corpo físico, naturalmente esse recebe as impressões captadas por aquele. Ocorre que, pelo fato de muitas pessoas não sentirem imediatamente os resultados do passe, como queriam, não se acredita em sua eficácia, contribuindo, de fato, para que tais energias sejam atenuadas, diminuindo sua ação. Em termos da Medicina convencional, podemos comparar um tratamento fluidoterápico a uma terapia homeopática, que em princípio passa mais tempo “despercebida”, atingindo, no entanto, as causas profundas do problema.

Existe relação entre o passe e o africanismo?

Espiritismo não é africanismo, assim como as religiões africanistas, tais com a Umbanda, Candomblé e outras, não são Espiritismo. Não obstante, boa parte das religiões africanistas, senão todas, assim como o Espiritismo, tem trabalhos de fluidoterapia.
Há bibliografia recomendada para o estudo do passe?

Evitando enumerar livros em excesso, citemos apenas cinco: "Passes e Radiações" de Edgard Armond, Aliança. "O Passe - seu estudo, suas técnicas, sua prática", de Jacob Melo, FEB. "O Passe Magnético - seus fundamentos e sua aplicação", Salvador Gentile, IDE. "Missionários da Luz", capítulo 19, André Luiz/Francisco Cândido Xavier, FEB e "Conduta Espírita", lição 28, André Luiz/Waldo Vieira, FEB.

Eugênio Lysei Junior

Endereço

Dr Pedro Zimmermann 11949
Blumenau, SC
89069002

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