Paróquia Santa Cruz Blumenau

Paróquia Santa Cruz Blumenau Igreja Católica Apostólica Romana

Horário das missas:

Quarta-feira: 9h - Missa da Saúde
19h30m - Desatadora dos Nós
Sábado: 19h
Domingo: 8h e 19h

24/04/2026
III DOMINGO DA PÁSCOAAt 2,14.22-23; Sl 15; 1Pd 1,17-21; Lc 24,13-35Veneráveis irmãos e irmãs,Depois da descoberta do túm...
18/04/2026

III DOMINGO DA PÁSCOA
At 2,14.22-23; Sl 15; 1Pd 1,17-21; Lc 24,13-35

Veneráveis irmãos e irmãs,
Depois da descoberta do túmulo vazio, Jesus vai ao encontro de dois discípulos para lhe mostrar que está vivo. Junta-se a eles enquanto, perdidos e desiludidos, se afastam da Cidade Santa.
O caso mais singular e decisivo da narração é que o Ressuscitado, aqui, como em outras passagens da escritura não é reconhecido imediatamente, mas só depois de um certo trabalho interior da parte dos dois discípulos e de alguns gestos feitos pelo viajante: a interpretação das Escrituras (vv. 25-27) e o partir o pão (v.30).

Os corações dos dois discípulos podem assim “arder” e os seus olhos “abrirem-se” para poderem reconhecê-lo (vv.31-32). A caminhada dos dois discípulos de Emaús coloca-nos perante o mistério da Ressurreição de Jesus e nosso modo de o reconhecermos em nossa vida cotidiana. É preciso amar para reconhecê-lo.

A ressurreição de Jesus não é como a ressurreição de Lázaro, o qual regressa a vida com um corpo igual ao precedente, para depois morrer de novo. Neste caso, os discípulos teriam certamente reconhecido o Homem que até três dias antes tinham visto vivo, se a sua ressurreição fosse semelhante à de Lázaro. Pelo contrário, Jesus ressuscitado entrou numa condição radicalmente nova e inconcebível para os recursos humanos apenas, à qual Ele dá origem precisamente com a sua Páscoa.

Jesus está vivo para sempre e por isso pode aproximar-se de cada ser humano. É verdade que a sua aproximação e o seu caminhar conosco não é reconhecível por nós só com os olhos do corpo: é preciso que o próprio ressuscitado nos abra os olhos fazendo-nos percorrer um caminho de conversão. De fato, Jesus, embora caminhando ao lado de cada homem e mulher, continua a ser o grande desconhecido, uma presença muda e não signif**ativa, como a de um estranho que não tem nenhuma atividade na vida cotidiana. É preciso “dar por Ele”, e é Ele mesmo que dita as condições através das quais isso acontece. A escritura é a mediação continua dessa Palavra que nos torna acessível o conhecimento do amor crucif**ado de Deus.

A escritura não tem mais para dizer senão o amor do Pai em todas as suas variações. Com a Palavra e a fração do pão, ainda hoje Jesus ressuscitado liberta os olhos e o coração do ser humano e permite-lhe reparar nele, o Vivente, que partilha a caminhada conosco. Assim seja!

Missa de 01 de falecimento  de Dom Angélico. Da esquerda para a direita (Padres: Hamilton, Toninho, Marcelo, Walmir e Jo...
16/04/2026

Missa de 01 de falecimento de Dom Angélico. Da esquerda para a direita (Padres: Hamilton, Toninho, Marcelo, Walmir e José Carlos). 15 de abril as 19h - Catedral São Paulo Apóstolo.

13/04/2026
II DOMINGO DA PÁSCOAAt 2,42-47; Sl 117; 1Pd 1,3-9; Jo 20,19-31Veneráveis irmãos e irmãs,A liturgia deste domingo apresen...
11/04/2026

II DOMINGO DA PÁSCOA
At 2,42-47; Sl 117; 1Pd 1,3-9; Jo 20,19-31

Veneráveis irmãos e irmãs,
A liturgia deste domingo apresenta-nos a comunidade de Homens Novos que nasce da cruz e da ressurreição de Jesus: a Igreja. A sua missão consiste em revelar aos homens a vida nova que brota da ressurreição.

Na tarde de Páscoa Jesus entra num local com as portas fechadas, onde os discípulos não O esperavam; então Ele toma a iniciativa e apresenta-se. “Veio”, diz João, “e pondo-se no meio deles” (Jo 19-26) Os dois verbos exprimem o que os cristãos sabem que acontece depois na comunidade cristã: quando estão reunidos “no primeiro dia da semana”, na Eucaristia, Jesus vem e f**a com eles. Jesus não esquece ninguém: vem também para encontrar-se com Tomé, o homem de pouca fé, e capacita-o a pronunciar a confissão mais plena de todo o Evangelho: “Meu Senhor e meu Deus.” (Jo 20,28)

No centro do local onde estão reunidos os discípulos, está Jesus com suas chagas (Jo 20,20.27). Ele conserva-as ainda no seu corpo, não porque não tenham tido já tempo para cicatrizar-se, mas porque são Suas para sempre. Elas são o sinal do amor do Pastor que se oferece sem medida e do amor do Pai que dá o seu Filho. São por isso o sinal que Deus oferece à nossa fraqueza para nos conquistar e atrair a Si. Não devemos, portanto, ir procurar a outro lado, mas sim orientar a nossa vida para a contemplação daquele amor ferido de Deus para o acolhimento e fazê-lo nosso, na alegria e na paz.

A igreja primitiva exprime esta convicção com o cântico Maranata, um grito de alegria que pode signif**ar contemporaneamente uma firmação e uma invocação “O Senhor vem” e “Vem, Senhor”! E quando vem, o Senhor enriquece a Igreja com todos os dons concedidos aos discípulos na tarde de Páscoa: a alegria, a paz, o Espírito, a missão.

A segunda leitura recorda aos membros da comunidade cristã que a identif**ação de cada crente com Cristo - nomeadamente com a sua entrega por amor ao Pai e aos homens - conduzirá à ressurreição. Por isso, os crentes são convidados a percorrer a vida com esperança (apesar das dificuldades, dos sofrimentos e da hostilidade do "mundo"), de olhos postos nesse horizonte onde se desenha a salvação definitiva.

Desta maneira, O Filho não perde nenhum dos que o Pai lhe deu (Jo 6,39), pelo contrário, torna possível o encontro com Ele a quem o deseja. A Palavra deste domingo, conforta o coração humano que tem diante dos olhos a multiplicidade de dons que Jesus ressuscitado coloca nas nossas mãos e, como que a sintetizar tudo, oferecendo aquela garantia que finaliza a página de deste fim de semana: “Felizes os que acreditam sem terem visto.” (Jo20,29) A quem deseja fortalecer a sua fé é apresentado um Jesus que vai ao encontro da incredulidade de um discípulo que pode ser cada um nós, nas nossas noites escuras da dúvida. E esta procura e resposta não pode fazer-se senão na comunidade cristã.

Neste sentido, na primeira leitura temos, na "fotografia" da comunidade cristã de Jerusalém, os traços da comunidade ideal: é uma comunidade fraterna, preocupada em conhecer Jesus e a sua proposta de salvação, que se reúne para louvar o seu Senhor na oração e na Eucaristia, que vive na partilha, na doação e no serviço e que testemunha - com gestos concretos - a salvação que Jesus veio propor aos homens e ao mundo. Assim seja!

Termino da colocação  de paver no novo estacionamento.
08/04/2026

Termino da colocação de paver no novo estacionamento.

Colocação  de paver em novo estacionamento para as missas e velórios do cemiterio.
07/04/2026

Colocação de paver em novo estacionamento para as missas e velórios do cemiterio.

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