27/01/2023
Saulo, que depois tomou o nome de Paulo, nasceu em Tarso, capital da Cilícia. Da tribo de Benjamim, era judeu de nação. Logo, ele recebeu também o título de cidadão romano. O seu pai pertencia à seita dos fariseus, ou seja, pertencia ao grupo dos judeus que exerciam a profissão de observar a lei e de seguir a moral mais severa.
Passou os primeiros anos de sua vida em Tarso, estudando as ciências gregas. Dotado de muito amor ao estudo, foi estudar na escola de Gamaliel, em Jerusalém, para aprofundar-se no conhecimento da lei, buscando colocá-la em prática. Nessa época, conheceu o Cristianismo, que era tido como um seita na época. Tornou-se, então, um grande inimigo dessa religião e dos seguidores dessa. Tanto que a Palavra de Deus testemunha que, na morte de Santo Estevão, primeiro mártir da Igreja, ele fez questão de segurar as capas daqueles que o apedrejaram, como uma atitude de aprovação.
Sua ira contra os cristãos crescia com o passar do tempo.
Paulo, naquele bendito dia em que cai do cavalo, f**a cego e escuta a voz do Senhor dizendo: “Por que me persegues?”, ele tem o seu encontro pessoal com Jesus, e isso o faz voltar ao caminho da sua origem divina, para que esse caminho o levasse ao seu destino divino, o encontro derradeiro com Jesus Juiz.
Conversão, no sentido religioso, não acontece apenas com uma atitude moral de, isso pode, isso não pode; nem mesmo com leis e doutrinas a serem obedecidas; mas com um autêntico encontro pessoal com Jesus, como nos ensina Bento XVI na encíclica “Deus caritas est”(Deus é amor).
Conversão como a de Paulo de Tarso é possível somente quando encontramos Aquele que nos criou (origem divina), o qual nos mostra a nossa meta, o Céu (destino divino).
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