Centro Loyola de BH

Centro Loyola de BH O Centro Loyola é uma obra da Companhia de Jesus (Jesuítas) que oferece possibilidades de leituras da cultura contemporânea à luz do humanismo cristão.

O Centro Loyola de Belo Horizonte-MG é uma obra da Companhia de Jesus (Jesuítas) com a missão de oferecer possibilidades de leituras da cultura contemporânea à luz do humanismo cristão. Para realizar a sua missão, o Centro Loyola promove cursos, ciclos de palestras, grupos de reflexão, rodas de conversa, nas áreas de teologia, filosofia, literatura, cinema, psicologia e espiritualidade. O Centro Loyola foi criado em 27 de fevereiro de 1997.

Celebração Eucarística | 31 de maio O Centro Loyola convida você para a nossa Celebração Eucarística mensal, momento de ...
25/05/2026

Celebração Eucarística | 31 de maio

O Centro Loyola convida você para a nossa Celebração Eucarística mensal, momento de encontro, oração e comunhão.

A celebração será presidida por Pe. Moisés Nonato Quintela Ponte, SJ, assessor eclesiástico do Centro Loyola.

Exercícios Espirituais na Vida Cotidiana (EVC)Os Exercícios Espirituais de Santo Inácio de Loyola são um caminho de oraç...
18/05/2026

Exercícios Espirituais na Vida Cotidiana (EVC)

Os Exercícios Espirituais de Santo Inácio de Loyola são um caminho de oração, discernimento e encontro profundo com Deus e consigo mesmo. Uma oportunidade de redescobrir o sentido da vida, fortalecer a fé e buscar, com mais liberdade interior, a vontade de Deus no cotidiano.

Em 2026, o Centro Loyola de BH oferecerá uma introdução ao método de oração inaciano e a primeira etapa dos Exercícios Espirituais na Vida Cotidiana (EVC), com acompanhamento espiritual individual e encontros presenciais em grupo.

📍 Informações e inscrições:
✉️ [email protected]
📱 (31) 99289-0209
☎️ (31) 3342-2847

Minha alma tem rasgosTem vergõesdas chibatadas do tempo.Tem espaços não visíveisdoloridos de silêncio.Tem incertezas tão...
15/05/2026

Minha alma tem rasgos
Tem vergões
das chibatadas do tempo.
Tem espaços não visíveis
doloridos de silêncio.
Tem incertezas tão certas.
Veredas abertas
e vontades invencíveis
que não nasceram ainda.
Tem desconfianças
de que o sonho é findo,
mas reinventa o meu céu de utopia
que todo o não crer
expia.

Nara Rúbia Ribeiro

São muitos os sinais que marcam nossa época, entre eles, uma inclinação pela explicação em desfavor da narração. Explica...
13/05/2026

São muitos os sinais que marcam nossa época, entre eles, uma inclinação pela explicação em desfavor da narração. Explicar, encontrar causas, esse hábito das ciências, parece ofuscar, ou subordinar, quaisquer outras formas de lidar com a realidade. Mais que isso, se a narração costumas ser mais fiel à experiência vivida, os partidários da explicação como que desidratam a experiência, considerando-a, uma vez explicada, com decifrada e capturada. Exemplos: vamos tomar o caso da arte, um quadro impressionista ou uma obra de Dostoiévski, vá lá, Os Irmãos Karamázov.

Podemos nos debruçar sobre as condições históricas que deram lugar ao impressionismo ou à obra do autor russo. Ou, isto varia, podemos recorrer a materiais vindos da psicanálise ou da sociologia. Isto é desnecessário, deve ser deixado de lado? De modo algum, tem seu valor de um instrumento entre outros.

Vamos votar à contemplação do quadro, onde ocorre a efetiva experiência proporcionada pela arte ou ainda à leitura do romance. Mesmo tendo no bolso a explicação, não é verdade que a experiência da arte é algo que emerge e que nos conduz para além de qualquer explicação? Assim, por que privilegiar a explicação em relação à experiência? Essa devoção à explicação, essa espécie de receio da experiência, não é um efetivo impedimento não acaba por fazer com que percamos o que é tão próprio da arte, ou seja, o desvendamento de paisagens internas que, de outra forma, permaneceriam ocultas, perdidas?

Podemos, continuando essa conversa, examinar, no campo da espiritualidade, as relações entre crença e experiência religiosa ou experiência espiritual. Também aqui há o mesmo hábito, igualmente injustiçado, de perder de vista a singularidade da experiência espiritual/religiosa em favor de um ou outro recurso explicativo. Mas isso f**a para outra coluna.

Ricardo Fenati
Equipe do Centro Loyola

Quando uma professora me disse esta frase, não compreendi de imediato. Achei que a desilusão que sentíamos perante os ou...
11/05/2026

Quando uma professora me disse esta frase, não compreendi de imediato. Achei que a desilusão que sentíamos perante os outros tinha, única e exclusivamente, que ver com o que esse “outro” nos fazia.

Na verdade, eu associava a desilusão apenas à pessoa que tinha tido uma atitude que eu não tinha gostado ou que me tinha magoado. Era mais fácil assim, realmente. Quando eu me desiludia não tinha qualquer responsabilidade no acontecimento, no evento, na situação.

Mas no dia em que a minha professora me (e nos) disse esta frase algo mudou em mim. Começou a nascer e instalou-se uma nova perspetiva. Nesta face do caleidoscópio também aparecia a minha responsabilidade. Também entrava aquilo que eu era.

Comecei a compreender que a ilusão era um cenário colocado por mim. Um véu que eu deixava cair em cima da pessoa do outro e que estava de acordo com aquilo que eu queria que ele fosse e fizesse. Como se eu decidisse amar de uma versão de alguém que só existia no meu entendimento e na minha cabeça.

E era assim que quando aquela pessoa, aquele amigo, aquele familiar fazia algo que me deixava “desiludida” eu me permitia colocar-me no lugar de vítima. O outro passava a ser o “mau” e eu a “boazinha”. Rapidamente concluí que também eu tinha um papel importante no sentir-me desapontada. Desiludida. Quem sabe até se a “culpa” não era mais minha do que do outro.

Como assim?

Se eu coloco no outro o peso de ser como eu quero e espero deixo de o ver e de o observar como é. Deixo de encontrar espaço para a sua pessoa, para o seu ser individual, para as atitudes que tem de acordo com a sua própria raiz. Se eu quero o outro à minha maneira e à minha imagem, sou eu quem não está a agir bem em primeiro lugar. O que o outro me vai devolver é apenas uma continuação óbvia da minha atitude e postura iniciais.

Se eu quero realmente amar e compreender alguém, tenho de encontrar espaço em mim para uma consciência mais ampla. Para considerar a história do outro como parte sua. Para esperar dele apenas o que ele é e não aquilo que eu gostava que fosse.

Marta Arrais
In: imissio.net 29.04.2026

Hoje celebramos aquelas que fazem do amor um caminho de formação, cuidado e esperança.Que Deus abençoe todas as mães e f...
10/05/2026

Hoje celebramos aquelas que fazem do amor um caminho de formação, cuidado e esperança.

Que Deus abençoe todas as mães e fortaleça sua missão cotidiana de semear vida e fé.

Feliz Dia das Mães!

O Espírito nos livra da indiferença, do fantasma do relativismo. do medo à mudança, à pluralidade. Porque o Espírito nos...
09/05/2026

O Espírito nos livra da indiferença, do fantasma do relativismo. do medo à mudança, à pluralidade. Porque o Espírito nos ensina que a única coisa que não muda é seu Sopro que nos faz mudar, fazendo tudo novo.

Não é fácil expressar esta experiência. O Evangelista João chama “Espírito da verdade”. É uma expressão muito acertada, pois Jesus, que se deixou conduzir por Ele, revelou-se como força e luz que o fez “viver na verdade”. Qualquer que seja a situação em que nos encontremos na vida, acolher Jesus signif**a acolher seu Espírito em nós e que nos leva para a verdade.

O evangelista o chama também “Espírito defensor”, porque nos defende daquilo que nos poderia separar de Jesus. Este Espírito “estará sempre conosco”, continuará sempre vivo no mundo. Se o acolhemos em nossa vida, não nos sentiremos órfãos e desemparados.

O Espírito Santo, é a “marca” de Deus no coração do ser humano, é a energia divina que nos faz capazes de participar do seu Reino, na condição de filhos e filhas, e continuar o caminho de Jesus, sem desviar-nos por outros caminhos, seduzidos por outros “espíritos”.

Pe. Adroaldo Palaoro sj
Confira texto completo no link: https://www.centroloyola.org.br/revista/outras-palavras/espiritualidade/o-espirito-da-verdade-des-vela-nosso-ser-verdadeiro

Curso convida à reflexão sobre a busca de sentido na vida a partir da obra de Viktor Frankl, criador da Logoterapia e so...
08/05/2026

Curso convida à reflexão sobre a busca de sentido na vida a partir da obra de Viktor Frankl, criador da Logoterapia e sobrevivente dos campos de concentração.

Em diálogo com seus principais textos, o percurso propõe pensar o “vazio existencial” e as possibilidades de realização humana para além da falta.

Uma jornada filosóf**a e psicológica sobre sentido, liberdade e responsabilidade na vida contemporânea.

📅 02, 09, 16 e 23 de junho
⏰ Terças, 19h30
💰 R$160/mês
📩 Infos: [email protected]

🎬 Cine Debate no Centro Loyola📅 9 de maio, às 15hValor Sentimental (Dir. Joachim Trier, 2025) mergulha na relação contur...
06/05/2026

🎬 Cine Debate no Centro Loyola

📅 9 de maio, às 15h

Valor Sentimental (Dir. Joachim Trier, 2025) mergulha na relação conturbada entre um pai distante, suas duas filhas e feridas familiares que atravessam décadas — tensionadas ainda mais quando um novo filme traz à tona conflitos íntimos dentro e fora das telas.

Exibição seguida de debate. Venha participar!

03/05/2026

Convite!

Cine debate no Centro Loyola!📅 9 de maioValor Sentimental (Dir. Joachim Trier, 2025)Após as exibições, teremos um bate-p...
01/05/2026

Cine debate no Centro Loyola!

📅 9 de maio
Valor Sentimental (Dir. Joachim Trier, 2025)

Após as exibições, teremos um bate-papo especial com a professora de cinema e jornalista Graziela Cruz e o professor de filosofia Ricardo Fenati

💬 Participação aberta (não precisa se inscrever!)
🍪 Contribuição espontânea para o lanche é bem-vinda

📞 Mais informações:
(31) 3342-2847 | WhatsApp: (31) 99289-0209
📧 [email protected]

Endereço

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Belo Horizonte, MG
30380-070

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+553133422847

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