Pastoral Nacional do Povo da Rua

Pastoral Nacional do Povo da Rua Temos como missão ser presença junto às pessoas em situação de rua e aos catadores de recicláveis.

A Pastoral do Povo da Rua é uma pastoral urbana a serviço da vida, especificamente das pessoas mais sofridas que moram, em geral, nos centros das cidades. Ela não nasceu por decreto, mas foi se formando a partir da escuta do clamor do povo da rua e foi crescendo lentamente, descobrindo os sinais de Deus presentes. Inúmeras experiências de convivência e amizade enriquecem o conhecimento da realidad

e e permitem não somente conhecer as pessoas e seus desafios como criar vínculos e articular parcerias para otimizar a ação.

 A Pastoral do Povo da Rua de Goiânia foi convidada pelo Instituto Federal para apresentar aos alunos de Pedagogia e das...
16/09/2024


A Pastoral do Povo da Rua de Goiânia foi convidada pelo Instituto Federal para apresentar aos alunos de Pedagogia e das licenciaturas a importância da moradia para a população em situação de rua e o respeito que essa população merece. O encontro aconteceu no último sábado, 14 de setembro, e foi uma oportunidade de aproximar o meio universitário das demandas sociais, especialmente das pessoas em situação de rua.

  No dia 23 de agosto, Luiz Felipe dos Santos, em situação de rua, foi brutalmente assassinado por seguranças particular...
29/08/2024


No dia 23 de agosto, Luiz Felipe dos Santos, em situação de rua, foi brutalmente assassinado por seguranças particulares com a anuência da Guarda Municipal, no Rio de Janeiro. Luiz, que enfrentava dificuldades após a perda de sua mãe, deixou uma esposa e três filhos.

Nós, da Pastoral Nacional do Povo da Rua e da Arquidiocese do Rio de Janeiro, repudiamos veementemente as ações violentas que continuam a desumanizar os mais vulneráveis de nossa sociedade. Como lembrou o Papa Francisco, somos todos Povo de Deus, com dignidade dada por Jesus Cristo. Não podemos permitir que vidas sejam tratadas como descartáveis.

Nossa luta continua viva na esperança que temos em Jesus, o Crucificado.

Em Goiânia (GO), a Pastoral do Povo da Rua recebeu com alegria a nomeação de Dom Danival Milagres Coelho como novo Bispo...
05/06/2024

Em Goiânia (GO), a Pastoral do Povo da Rua recebeu com alegria a nomeação de Dom Danival Milagres Coelho como novo Bispo Auxiliar! Sua presença na Reunião das Pastorais Sociais anima a todos nós da Pastoral do Povo da Rua. Juntos, seguiremos firmes na missão de cuidar dos mais vulneráveis.

No último sábado (25), na Paróquia Sagrada Família em São Caetano do Sul (SP) foi realizada a primeira Assembléia Dioces...
27/05/2024

No último sábado (25), na Paróquia Sagrada Família em São Caetano do Sul (SP) foi realizada a primeira Assembléia Diocesana da Pastoral do Povo da Rua.

A coordenadora nacional da Pastoral do Povo da Rua, Ivone Maria Perassa, esteve presente trabalhando a Missão da Pastoral do Povo da Rua e, a partir da missão, os participantes levantaram desafios e assumiram compromissos da Pastoral na Diocese.

Ivone também abordou as diretrizes nacionais, destacando a dimensão humana, social, política, ambiental e eclesial da atuação.

Em roda de conversa foram elencadas as prioridades pastorais e chegou-se ao entendimento da necessidade de ouvir a população em situação de rua e com ela buscar parcerias com a Defensoria Pública do Estado, Defensoria Pública da União e Ministério Público.

O dia foi encerrado com muita vontade de fazer COM a rua!

 Nós, da Pastoral Nacional do Povo da Rua, em comunhão com a Pastoral do Povo de Rua de Manaus e a Arquidiocese da mesma...
24/05/2024


Nós, da Pastoral Nacional do Povo da Rua, em comunhão com a Pastoral do Povo de Rua de Manaus e a Arquidiocese da mesma cidade, queremos denunciar os atos de agressão orquestrados pela Prefeitura da cidade de Manaus contra a população em situação de rua. A política de reordenamento do centro urbano daquela cidade que foi divulgada pela Prefeitura de Manaus, segundo relato do bispo auxiliar, Dom Joaquim Hudson de S. Ribeiro à imprensa, dizia que iria atuar junto à organização dos espaços de mercado informal daquela capital. Porém, de maneira inesperada, a ação marcada pela violência, foi toda voltada contra a população em situação de rua, desrespeitando seus direitos, retirando seus pertences e a tirando de seus locais onde estava dormindo, tendo em vista que a ação foi realizada durante a madrugada do dia 23 de maio.

Nós da Pastoral Nacional do Povo da Rua, enxergamos que estes atos de agressão não são isolados. As pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social, que procuram viver e trabalhar na região central da cidade de Manaus são fortemente repreendidas pelos agentes de repressão do estado, tanto na esfera municipal, quanto do estado do Amazonas. Pessoas em situação de rua são vistas pelo poder público como "criminosas" que devem ser expulsas do centro. Trata-se de uma política discriminatória de "higienização". As pessoas pobres que vivem e trabalham no centro não são "sujeiras" nem "delinquentes", mas seres humanos que devem ser respeitados em toda dignidade e com oportunidade de melhorar suas condições de vida.
A população em situação de rua precisa de políticas públicas como está escrito no artigo 22 da resolução 40 de 13 de outubro de 2020, e publicado no Diário Oficial da União no dia 05 de novembro daquele ano: É responsabilidade do Estado garantir e promover o direito à cidade, à terra, à moradia e ao território, devendo formular e executar políticas públicas adequadas para essa finalidade, além de estabelecer mecanismos para a reparação desses direitos quando violados e para prevenir novas violações.

A população em situação de rua precisa de oportunidades, não de pancadas! Pobreza não é sinônimo de crime e não é caso de "segurança pública", mas necessita de políticas públicas que promovam sua erradicação.

A transformação desse quadro de violência somente ocorrerá quando houver propostas concretas de inclusão das pessoas em situação de rua na cidade de Manaus. Novamente trazendo a Resolução 40 de 13 de outubro de 2020, recordamos que no artigo 23 está descrito que: O Estado deve garantir às pessoas em situação de rua o direito à cidade, constituído pelo direito de ir e vir; permanecer em espaços públicos; acessar equipamentos e serviços públicos. Enfim, precisamos lutar contra a violência policial a partir da solidariedade, humanidade e justiça.

Perante a situação de grave violação de direitos humanos na cidade de Manaus, a Pastoral Nacional do Povo da Rua requer às autoridades competentes providências urgentes no sentido de assegurar a efetividade de direitos para a população em situação de rua dessa cidade, sobretudo, segurança e acesso à justiça. É imperiosa a investigação das denúncias e a devida responsabilização dos autores desse abuso de autoridade. Não obstante, clamamos não somente a Prefeitura de Manaus como também o Governo do Estado do Amazonas para a efetividade de políticas públicas para a população em situação de rua, com o estabelecimento de programas baseado nos termos da Política Nacional do Decreto Presidencial 7.053 de 2009.

Padre Marcos Augusto Brito Mendes, SJ.
Pastoral Nacional do Povo da Rua

 A Pastoral do Povo de Rua apoia os esforços da Cáritas Brasileira, organismo da Conferência Nacional dos Bispos do Bras...
08/05/2024


A Pastoral do Povo de Rua apoia os esforços da Cáritas Brasileira, organismo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), nas açõoes de assitência ao Rio Grande do Sul. Colabore por meio da “Missão: Sementes de Solidariedade”:

➡️Caritas Brasileira
PIX 33654419.0010-07 (CNPJ)
Depósito bancário: Conta Corrente: 55.450-2 / Agência 1248-3 (Banco do Brasil).

 Nota de Apoio à População em Situação de Rua do Estado do Rio Grande do Sul.“O amor se mostra mais em obras do que em p...
08/05/2024


Nota de Apoio à População em Situação de Rua do Estado do Rio Grande do Sul.
“O amor se mostra mais em obras do que em palavras” (Santo Inácio de Loyola, EE 230).
Nossas orações seguem firmes pedindo que Deus e Nossa Senhora dos Navegantes consolem todos e todas que perderam entes queridos, e de maneira especial aos nossos irmãos e irmãs em situação de rua que vivem essa condição extrema no Estado do Rio Grande do Sul. Somos testemunhas perplexas deste evento sem precedentes, consequência das mudanças climáticas sofridas por nossa Casa Comum. As mídias estão a todo momento nos atualizando informações sobre esse desastre.

Não podemos esquecer que além das habitações, prédios comerciais e comunidades do campo e da cidade, nós também podemos ver inúmeras ruas, avenidas e vilas completamente alagadas, locais em que normalmente encontramos a População em Situação de Rua. Há um número cada vez mais crescente de desaparecidos e vidas ceifadas. O nível das águas continua elevado e estamos ainda distantes de uma resolução dessa catástrofe, o que nos convoca a todos a um estado de alerta, mas sobretudo de solidariedade e apoio. Ficamos mais ainda em alerta, pois ainda não conseguimos ter informações precisas sobre o impacto dessa catástrofe sobre a população em situação de rua do estado do Rio Grande do Sul.

A Pastoral do Povo de Rua Nacional, em conjunto com as Pastorais de Povo de Rua locais que atuam em mais de 43 dioceses brasileiras, vem manifestar igualmente apoio às organizações que trabalham diretamente com a População em Situação de Rua do estado do Rio Grande do Sul, e todas as pessoas que dedicam suas vidas e militância a essa causa. Reiteramos nosso apelo para que todas as medidas necessárias, especialmente em prol da População em Situação de Rua, sejam tomadas para a proteção e assistência dessas pessoas tão vulneráveis. Que a sociedade, gaúcha e brasileira, trabalhem juntas por uma sociedade mais inclusiva, solidária e justa. Sem negacionismos que custam vidas, e por mais respeito à nossa Casa Comum.

A Pastoral do Povo de Rua apoia os esforços da Cáritas Brasileira, organismo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), através da “Missão: Sementes de Solidariedade” para quem desejar apoiar com doações:
Doações de qualquer valor podem ser destinadas à conta da Caritas Brasileira através do PIX 33654419.0010-07 (CNPJ) ou depósito bancário para:Conta Corrente: 55.450-2 / Agência 1248-3 (Banco do Brasil).

Pastoral Nacional do Povo da Rua

Dom Joaquim Giovani Mol, bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG), foi nomeado pela Comissão Episcopal para Ação Sociotrans...
01/05/2024

Dom Joaquim Giovani Mol, bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG), foi nomeado pela Comissão Episcopal para Ação Sociotransformadora da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) como bispo referencial nacional para a Pastoral do Povo da Rua. Durante o Seminário da Pastoral do Povo da Rua, realizado em abril, em Belo Horizonte, ele enfatizou que a Pastoral talvez encontre seu lugar mais adequado no centro da proposta de Jesus, pois abraça as pessoas que estão no fim da fila, os últimos na sociedade.

Dom Mol destacou que a população em situação de rua tem o direito de vivenciar plenamente sua dignidade humana como cidadãos, portadores de esperança e amor na sociedade.

A Pastoral do Povo da Rua acolhe com alegria e dá as boas-vindas a Dom Joaquim Giovani Mol que inicia conosco essa caminhada. Também expressa profunda gratidão pelos anos de dedicação e pelos dons oferecidos ao serviço e acompanhamento por Dom José Luís Salles, bispo de Pesqueira (PE), que passará a acompanhar a Pastoral na região nordeste. Que nossos pastores recebam nossas orações continuem dedicados e comprometidos com o Povo da Rua.

 Viemos cobrar dos poderes públicos, da Cidade de Porto Alegre e do Estado do Rio Grande do Sul, a Investigação e respon...
26/04/2024


Viemos cobrar dos poderes públicos, da Cidade de Porto Alegre e do Estado do Rio Grande do Sul, a Investigação e responsabilização diante da tragédia ocorrida na madrugada desta sexta-feira (26 de abril), com incêndio na Pousada Garoa, da Avenida Farrapos, na capital gaúcha, que resultou em 10 mortos e mais de uma dezena de feridos. A Pastoral do Povo da Rua Nacional, pastoral vinculada à Comissão para Ação Sociotransformadora da CNBB, manifesta sua solidariedade aos feridos, profunda tristeza pelos falecidos e indignação pelas precárias condições dos locais que abrigam a população em situação de rua de Porto Alegre.

Conforme fomos informados, pela Pastoral do Povo da Rua da Arquidiocese de Porto Alegre, que apurou, através informações oficiais, que o local servia de hospedagem temporária contratada pela gestão municipal ao custo mensal de R$ 540,00 por pessoa beneficiada. Somente no ano de 2023, conforme o Portal da Transparência da Prefeitura de Porto Alegre a empresa contratada, responsável pelo prédio onde ocorreu o sinistro recebeu R$ 2,7 milhões pelo contrato de prestação de serviço. A informação dos usuários da conta era a de que trataba-se de locais sem condições de habitabilidade, sem ventilação, com fiação elétrica exposta e insalubres.

A ocorrência confirma uma tragédia já anunciada pelas precárias condições do local. É importante salientar que o Corpo de Bombeiros afirmou que a Pousada Garoa funcionava em caráter irregular, sem a existência de PPCI, plano de prevenção e proteção contra incêndio. Essa informação denota que não houve fiscalização de quem deveria manter a vigilância sobre as condições de acolhimento. Houve desproteção de quem deveria proteger.

Diante do exposto, a Pastoral Nacional do Povo da Rua, junto com nossa irmã Pastoral do Povo da Rua da Arquidiocese de Porto Alegre, e também em conjunto com os demais movimentos que lutam pela dignidade da População em Situação de Rua daquela cidade, reivindicam junto aos órgãos de fiscalização e controle a investigação isenta e total do fato ocorrido e da situação que originou o incêndio. Ao mesmo tempo, a certificação das condições previstas no contrato de prestação de serviço e as responsabilidades pelo cumprimento das condições estabelecidas no contrato. Também, reivindica que a perícia do local seja conduzida de forma técnica e isenta, a fim de apontar as verdadeiras causas da ocorrência. Por último reivindicamos que reparações possam ser dadas às vítimas e suas famílias.

Por fim, é necessário que sejam exemplarmente responsabilizados, conforme as previsões legais, aqueles que foram negligentes e omissos diante de tamanha tragédia que ceifou o maior bem da humanidade que são as vidas humanas.

Fortaleza, 26 de abril de 2024

Padre Marcos Augusto B. Mendes, SJ.
Pastoral Nacional do Povo da Rua

12/04/2024


Durante o Seminário "Moradia: Caminhos para a Cidadania" realizado em Belo Horizonte, no último final de semana, Maíra Cabral compartilhou um pouco das experiências com moradia para pessoas para pessoas em situação de rua em Santa Catarina. Confira!

 Nesta segunda-feira, dia 8 de abril, na cidade de São Paulo, o Padre Júlio Lancellotti recebeu a Carta de Apoio da Past...
08/04/2024


Nesta segunda-feira, dia 8 de abril, na cidade de São Paulo, o Padre Júlio Lancellotti recebeu a Carta de Apoio da Pastoral Nacional do Povo de Rua, em virtude dos repetidos ataques que tem enfrentado durante a realização de suas atividades. O documento foi entregue por Luis Kohara, assessor da Pastoral. Confira a carta na íntegra:

A Pastoral Nacional do Povo da Rua, pastoral vinculada à Comissão para Ação Sociotransformadora da CNBB, reunida na cidade de Belo Horizonte para o Seminário “Moradia: caminho para a cidadania”, vem manifestar apoio ao padre Júlio Lancellotti, Vigário Episcopal do Povo da Rua, da Arquidiocese de São Paulo. Reconhecemos que seu trabalho é muito importante na cidade de São Paulo, por causa do seu cuidado e atenção às pessoas em situação de extrema vulnerabilidade.

Estamos acompanhando, com bastante preocupação, os constantes ataques sofridos por padre Júlio na execução de seu trabalho, e visualizamos que essas ações não são somente destinadas ao trabalho da Pastoral do Povo da Rua, mas sim uma ação orquestrada para desestabilizar e desmontar toda ação sociotransformadora da Igreja da Arquidiocese de São Paulo e do Brasil.

O uso indevido de informações improcedentes revela o grau de ferocidade de grupos políticos que veem em todos e todas que se colocam ao lado dos pobres e vulneráveis, como inimigos que devem ser eliminados da vida pública. São atos antidemocráticos e profundamente intolerantes, além de manipulação da verdade através de notícias inverossímeis.

Estamos de mãos dadas com padre Júlio, como também com todos lutadores e lutadoras desse país que trabalham por um Brasil democrático, justo, solidário, em que todos tenham direito à vida, assim como disse Jesus de Nazaré “Eu vim para que todos tenham vida, e para que a tenham em abundância” (Jo 10,10).

Dom Joaquim Mol
Bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG) e referencial da Pastoral Nacional do Povo da Rua

Dom José Luiz Ferreira Sales, CSSR
Bispo de Pesqueira (PE) e referencial da Pastoral do Povo da Rua – Região Nordeste

Ivone Perassa - Coordenadora da Pastoral Nacional do Povo da Rua
Tania Ramos - Secretária da Pastoral Nacional do Povo da Rua
Pe. Marcos A. B. Mendes, SJ - Vice-coordenador da Pastoral Nacional do Povo da Rua
Pastoral do Povo da Rua de Santa Catarina
Núcleos Florianópolis, Biguaçu, Rio do Sul, Tubarão, Palhoça, Criciúma e Lages
Pastoral do Povo da Rua do Rio de Janeiro
Núcleos Rio de Janeiro, Caxias, São Gonçalo, Macaé
Pastoral do Povo da Rua de Minas Gerais
Núcleos Belo Horizonte, Governador Valadares, Uberlândia, Montes Claros, Boa
Esperança, Teófilo Otoni e Passos
Pastoral do Povo da Rua do Rio Grande do Sul
Núcleos Porto Alegre, Esteio e Gravataí
Pastoral do Povo da Rua do Espírito Santo
Núcleo Vitória
Pastoral do Povo da Rua do Paraná
Núcleos Maringá e Curitiba
Pastoral do Povo da Rua de Goiás
Núcleo Goiânia
Pastoral do Povo da Rua de Pernambuco
Núcleo Recife e Olinda
Pastoral do Povo da Rua do Ceará
Núcleo Fortaleza
Pastoral do Povo da Rua do Distrito Federal
Núcleo Brasília

 Entre os dias 5 e 7 de abril, Belo Horizonte (MG) acolheu o Seminário "Moradia: Caminhos para a Cidadania", que contou ...
07/04/2024


Entre os dias 5 e 7 de abril, Belo Horizonte (MG) acolheu o Seminário "Moradia: Caminhos para a Cidadania", que contou com lideranças regionais da Pastoral do Povo da Rua das regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste, além da coordenação nacional, conselheiros e assessores, possibilitando um tempo fecundo de trocas de experiências e aprendizados sobre moradia com e para pessoas em situação de rua.

O encontro contou com a presença dos bispos referenciais da Pastoral, Dom José Sales (Pesqueira/PE) e Dom Joaquim Mol (Belo Horizonte/MG), e buscou compartilhar ações concretas realizadas em cada realidade local.

Na manhã do sábado (5), a mesa temática "O cenário da terra e da moradia no Brasil: história, luta e o direito da população de rua" contou com a assessoria de Luiz Kohara (SP) e Antonieta Vieira (RJ), os quais apresentaram o contexto e os desafios da moradia no país, sobretudo para as pessoas em situação de rua. O dia também teve momentos de partilha orientada com experiências de moradia com pessoas em situação de rua nas cidades de Belo Horizonte, Palhoça, Biguaçu, Florianópolis, Rio de Janeiro, Passos, Montes Claros e Vitória.

Reuniões em grupo ainda ampliaram os espaços de discussão, com a proposição de estratégias de ação em torno da luta por moradia em cada realidade.

Endereço

Rua Pirapetinga, 366
Belo Horizonte, MG

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00

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