Paróquia Missionária Santa Sofia e São Jorge

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O que é a Transfiguração do Senhor?Hoje, no Tabor, transformou Cristo a escura natureza de Adão: revestindo-a de seu esp...
06/08/2020

O que é a Transfiguração do Senhor?
Hoje, no Tabor, transformou Cristo a escura natureza de Adão: revestindo-a de seu esplendor, divinizou-a. [1]
Dentre as teofanias narradas nas sagradas escrituras, a Transfiguração é a que traduz profundamente a teologia da divinização do homem. No Tabor, Cristo transforma a natureza humana, escurecida em Adão, revestindo-a com o seu esplendor. De forma concreta se percebe que Cristo não se despe de sua divindade, mas reveste a humanidade de sua glória.
Segundo a tradição, o evento da transfiguração ocorreu 40 dias antes da crucif**ação, ela é a ponte que introduz no calvário e por fim na ressurreição, situada antes do anúncio da paixão e da morte, prepara-os para a compreensão deste mistério. Quase que na mesma dinâmica a Igreja celebra a festa 40 dias antes da Exaltação da Santa Cruz, ou seja, no dia 6 de agosto. Desde o século V, a Igreja faz memória daquele dia em que o Pai dá testemunho do Filho diante de Pedro, João e Tiago.
De forma quase idêntica, a transfiguração é narrada pelos evangelhos sinóticos, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão (Cf. Mt 17,1). São João Crisóstomo afirma que estes foram escolhidos pois “Pedro amava a Jesus mais do que os outros, João porque era amado por Jesus mais do que os outros, e Tiago porque se unira na resposta do irmão: ‘Sim, podemos beber do teu cálice’ (cf. Mt 20,22).”
Há na transfiguração uma nova manifestação trinitária, após a ocorrida no batismo a voz do Pai dá testemunho, o Espírito ilumina e o Filho recebe e manifesta a palavra e a luz. Para mergulharmos no sentido profundíssimo desta festa recorreremos a iconografia cristã, que traz para nós o Ícone da transfiguração do Senhor, também chamado de Ícone da Luz, pois é exatamente disso que fala.
A cena mostra Cristo que sobe com os três apóstolos ao monte Tabor e lá se transfigura diante deles. “Seu rosto resplandeceu como o sol, suas vestes tornaram-se brancas como a luz, tão brancas que nenhuma lavadeira do mundo poderia alvejá-las” (Cf. Mt. 17,2; Mc.9,3).
Aparecem então Moisés e Elias, que conversavam com Jesus. Os apóstolos caem com a face em terra diante de tamanha glória. Pedro ousa elevar o olhar e diz: “Rabbi, é bom estarmos aqui; vamos erguer três tendas: uma para ti, uma para Moisés, outra para Elias”. Eis que apareceu uma nuvem que os encobriu e dela veio uma voz que dizia: “este é meu Filho bem-amado, ouvi-o!”. Logo após, não viram mais ninguém, a não ser Jesus, só, em sua simplicidade humana, com eles.
O monte
A montanha é nas sagradas escrituras o Lugar da revelação de Deus, é precisamente no Horeb que Deus dá-se a conhecer a Moisés, essa manifestação é como a transfiguração, expressa o desejo de Deus de dialogar com o homem, de tornar-se parte de sua vida. Dialogo é sinônimo de oração, amizade com Deus, conhecimento de Deus; é no alto do monte que Deus se revela, foi assim com Moisés, com Elias e agora com os discípulos aos quais Cristo deseja levar aos cumes do Seu conhecimento.
Para alcançar o topo é necessário um caminho árduo, a subida do monte faz perceber que no meio do caminho existem pedras, espinhos, que a posse dos bens tanto materiais como espirituais pesa muito e pode impedir o homem de atravessar para chegar, ou melhor, para retornar a Deus. O cenário do ícone é rochoso para expressar justamente essa realidade.
Os apóstolos
Na parte inferior do ícone encontramos os apóstolos, que apontam aquilo que é terreno, eles caem com o rosto por terra (cf Mt 17,6) por não suportarem o esplendor da glória de Deus, assim como Elias e Moisés era preciso esconder o rosto, pois este Deus é “Terrível”. Lucas fala de um sono (Cf. Lc. 9,32) os discípulos mergulham na escuridão e ao acordar deparam-se com Cristo envolto em sua glória.
Apesar de não entender o que está acontecendo vivem este momento de forma intensa, um misto de alegria celeste e de temor toma conta deles e os leva a sentir o desejo ardente de permanecer ali, é Pedro quem o expressa quando diz: “É bom estarmos aqui!”. No alto do Tabor, Cristo transfigura a existência dos apóstolos, infundindo neles a vocação à santidade. Cristo insere os discípulos no coração da Trindade, infunde no coração deles o desejo de buscar o alto.
Mas os discípulos se assustam, como pode? Há uma belíssima cena Cristo glorioso, aquela que contemplarão mais uma vez no dia da ressurreição, o desejo do céu, a beleza de Cristo não os impede de sentirem-se atemorizados diante da majestade divina, é a experiência do Tudo e do nada, da grandeza e da pequenez que provoca o medo, mas um medo saudável, que recorda ao homem quem é Deus e o desperta sempre mais no caminho da santidade.
Sobre isso, São Francisco nos ensina muito quando inúmeras vezes repetia diante do Crucifixo de São Damião: “Quem sois vós, Senhor, e quem sou eu?”. E respondia ele mesmo a pergunta: “Vós, o altíssimo Senhor do céu e da terra; e eu um miserável vermezinho, vosso ínfimo servo”. É uma experiência de Tabor reconhecer-se pequeno e contemplar a grandeza de Deus.
Moisés e Elias
Os discípulos veem dois personagens ao lado de Jesus, Moisés e Elias: A lei e os profetas que se inclinam em adoração a Cristo, centro, personif**ação e o cumprimento da Lei e de toda Profecia. Eles podem contemplar aquilo que tantos profetas profetizaram e esperaram, Cristo (Cf. Lc. 10,23). A primeira aliança aponta para a última. “Moisés e Elias tiveram de receber a revelação no monte de Deus; eles estão agora conversando com aquele que é em pessoa a revelação de Deus”[2].
Moisés, à direita, trás consigo um volume da Lei, que parece oferecer ao Cristo que já prefigurado pela pessoa de Moisés no Antigo Testamento tem nas mãos o Evangelho, que de forma perfeita contém toda a lei e o cumprimento da profecia.
Orígenes diz que o erro de Pedro ao expressar o desejo de construir três tendas parte do princípio de que “para a Lei, os Profetas e o Evangelho não existem três tendas mas uma só, que é a Igreja de Deus”[3]. Elias à esquerda aponta para o Cristo, identif**ando-o como o centro de toda profecia, ele que tivera uma experiência com o Todo-Poderoso no Horeb agora não precisa mais cobrir o rosto, vê a Deus face a face e fala-lhe como a um amigo.
Há um diálogo entre os três, Lucas sublinha “que apareceram envoltos em glória, e falavam da morte dele, que se havia de cumprir em Jerusalém” (Cf. Lc. 9,31). “O tema do seu diálogo é a cruz, mas entendida de um modo envolvente como o êxodo de Jesus, cujo lugar devia ser Jerusalém. A cruz de Jesus é êxodo: partida desta vida, passagem através do “mar vermelho” da paixão e ida para a glória, na qual permanecem os sinais das chagas”[4]. Um hino da liturgia bizantina recita: “Conversando com Cristo, Moisés e Elias revelam que ele é o Senhor dos vivos e dos mortos, o Deus que tinha falado na lei e nos profetas; e a voz do Pai, que sai da nuvem luminosa, “dá-lhe testemunho”.
O Cristo
No centro do ícone, assim como no texto do evangelho, está o Cristo, isso retrata, como já citamos que ele é o centro de tudo, “por Ele todas as coisas foram feitas”[5], é dele que emana a luz que ilumina a cena, Ele é a “Luz da Luz”[6], uma luz incriada que dissipa as trevas, põe fim ao torpor e anuncia uma beatitude que não passará. “As vestes brancas de luz de Jesus falam também na transfiguração a respeito do nosso futuro.
No Apocalipse, as vestes brancas são expressão do ser celeste — as vestes dos anjos e dos eleitos. Assim, o Apocalipse de S. João fala das vestes brancas que os que foram redimidos podem trazer (Cf. especialmente Ap. 7,9.13; 19,14). Porém, ele nos permite saber agora algo de novo: as vestes dos eleitos são brancas, porque foram lavadas no sangue do cordeiro (Ap. 7,14). Isto é, porque pelo Batismo foram ligadas com a paixão de Jesus, e a sua paixão é a purif**ação que restitui a veste original, que perdemos pelo pecado (cf. Lc 15,22). Por meio do batismo, somos revestidos com Jesus na luz e tornamo-nos nós mesmos luz”[7].
Da luz de Cristo partem três raios que incidem diretamente sobre os apóstolos, que como abemos caem por terra, pois nenhum homem pode ver a face de Deus e continuar vivo (Cf. Ex. 33,20). Os círculos ao redor da figura de Jesus representam os céus. Percebe-se que Ele ultrapassa os seus limites, pois nem mesmo os céus são capazes de conter tamanha grandeza.
A nuvem sagrada, a Shekhina, sinaliza a presença do próprio Deus. Na Tradição veterotestamentária, a nuvem sobre a tenda da revelação mostrava presença de Deus. Jesus é a tenda sobre a qual está a nuvem e é a partir daí que todos são envolvidos por sua sombra.
Vemos ainda uma cena um tanto familiar, da nuvem ressoa clara a voz que diz: “Este é o meu Filho muito amado; ouvi-o!” (Cf. Lc. 9,35). A proclamação da filiação acrescenta-se um imperativo: “Ouvi-o!”. Podemos lembrar a subida de Moisés ao monte, onde recebeu a lei, agora sobre um monte é dito de Cristo “A Ele deveis escutar!”, a aparição termina e os discípulos descem com esta ordem intima, “escutai-o!”.
E eles essas palavras guardaram, aprenderam e ensinaram, de modo que elas chegaram até nós. Esta também deve ser a nossa missão. Que neste dia, possamos escutar a voz do Senhor e anunciá-la àqueles que a desconhecem.
Vinícius Ribeiro
Missionário da Comunidade Católica Shalom
________________________________________
[1] Hino da festa da Transfiguração do Senhor, Tradição Bizantina.
[2] Bento XVI, Jesus de Nazaré, capitulo 09.
[3] Orígenes. In Lev., Hom.VI, 2.
[4] Idem (2).
[5] Simbolo Niceno Constantinopolitano.
[6] Idem (4).
[7] Bento XVI, Jesus de Nazaré, capitulo 09.

As pessoas hoje pensam na Igreja como uma organização mundial, na qual cada corpo local compõe uma parte de um todo maio...
08/04/2019

As pessoas hoje pensam na Igreja como uma organização mundial, na qual cada corpo local compõe uma parte de um todo maior e mais abrangente.

Inácio não via a Igreja dessa forma. Para ele a comunidade local é a Igreja. Ele via a Igreja como uma sociedade Eucarística, que só realiza sua natureza verdadeira quando celebra a Santa Ceia, recebendo Seu Corpo e Seu Sangue no sacramento.

Mas a Eucaristia é algo que só pode acontecer localmente — em cada comunidade particular reunida em torno de seu bispo; e, a cada celebração local da Eucaristia, é o Cristo inteiro quem está presente, não apenas parte d’Ele. Portanto, cada comunidade local, quando celebra a Eucaristia, a cada Domingo, é a Igreja em sua totalidade.

Programação da Semana Santa
21/03/2019

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14/03/2019

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11/02/2019

Faltam 6 dias para a cerimônia de noivado e bênção dos noivos.
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31/01/2019

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21/12/2018

Mensagem de Natal de Vladyka José- Eparka Ortodoxo para o Brasil

O povo que vivia nas trevas, viu brilhar uma grande luz. Mt 4, 16

Na esperança do Deus menino que nasce e renasce em nossos corações, sejamos a exemplo desta passagem de São Mateus, luz na vida das pessoas que tanto necessita de amor, paz, de carinho e atenção...
O menino Jesus veio ao mundo e deixou através da Sua vida, o maior de todos os exemplos, "Amar a Deus sobre todas as coisas e aos irmãos como a si mesmo"...
Diante da realidade dos nossos dias, f**a bem claro que ainda, pouco ou nada fizemos em prol do grande mandamento do Senhor... É inadmissível a perseguição contra os cristãos; porém, muito mais grave, é cristão perseguindo cristão, devido suas vaidades religiosas, que muito se distancia do verdadeiro amor do Cristo Jesus e de seu propósito para com seus seguidores...
O mundo sente saudades do menino Jesus, que nasceu da Virgem Maria a Theotokos numa simples manjedoura, para nos ensinar que Jesus está e se faz presente nas coisas simples, e que na sua simplicidade todos nós podemos acolher esse Deus menino em nossas vidas e em nossas casas...
Que o menino Jesus nos ensine a amar sempre mais, respeitando e cuidando da humanidade, pois todos somos irmãos , independente das nossas opções e diferenças... O que nos dá a graça de sermos todos irmãos e irmãs, é a força do Deus Criador que é nosso Pai... E o que nos une é o Cristo Jesus, caminho, verdade e vida...
Que sejamos na vida das pessoas o que Jesus Cristo quis ser e sempre será em nossas vidas... Chega de ódio, perseguição, discórdia e desamor...
O Emanuel, Deus conosco, está conosco e através da sua Sua santa presença, sejamos como Ele, Sal da terra e luz do mundo.
Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens e mulheres por Ele amado...
Feliz Natal e um ano novo cheio de paz, forças e conquistas em nossas vidas...
Em Cristo Jesus
Vladyka José- Eparka Ortodoxo para o Brasil

04/12/2018

LITURGIA SEMANAL

Segunda-Feira, 03 de Dezembro de 2018

Ep: 2 Timóteo 2: 20-26

Ev: Lucas 20: 27-44

Santo: S. Sofonias, profeta.

Terça-Feira, 04 de Dezembro de 2018

Ep: 2 Timóteo 3: 16-4:4

Ev: Lucas 21: 12-19

Santo: S. Bárbara, megalomártir. S. João Damasceno, monge . ( Onomástico de nosso Arcebispo Dom Damaskinos Mansour )

Quarta-Feira, 05 de Dezembro de 2018

Ep: 2 Timóteo 4: 9-22

Ev: Lucas 21: 5-7, 10-11, 20-24

Santo: S. Sabas, o santif**ado , monge .

Quinta-Feira, 06 de Dezembro de 2018

Ep: Tito 1: 5-2:1

Ev: Lucas 21: 28-33

Santo: S. Nicolau, taumaturgo, arcebispo de mira

Sexta-Feira, 07 de Dezembro de 2018

Ep: Tito 1: 15-2:10

Ev: Lucas 21: 37-22:8

Santo: S. Ambrósio , bispo de Milão .

Sábado, 08 de Dezembro de 2018

Ep: Efésios 1: 16-23

Ev: Lucas 13: 18-29

Santo: S. Patápio, monge .

Domingo, 09 de Dezembro de 2018

Ep: Gálatas 4: 22-27

Ev: Lucas 13: 10-17

Santo: 28º. Domingo após Pentecostes. Concepção da Mãe de Deus .

27/11/2018

LITURGIA SEMANAL

Segunda-Feira, 26 de Novembro de 2018

Ep: 1 Timóteo 5: 1-10

Ev: Lucas 19: 37-44

Santo: S. Alípio Estilita, monge . S. Esteliano de Paflagônia . S. Nícon, “metanoita” , de Creta .

Terça-Feira, 27 de Novembro de 2018

Ep: 1 Timóteo 5: 11-21

Ev: Lucas 19: 45-48

Santo: S. Tiago, o Persa .

Quarta-Feira, 28 de Novembro de 2018

Ep: 1 Timóteo 5: 22-6:11

Ev: Lucas 20: 1-8

Santo: S. Estevão, o Moço, monge . Ss. Irenarco e companheiras de Sebaste, mártires .

Quinta-Feira, 29 de Novembro de 2018

Ep: 1 Timóteo 6: 17-21

Ev: Lucas 20: 9-18

Santo: Ss. Paramão da Bítinia e companheiros, mártires . S. Filomeno de Ancira , mártir .

Sexta-Feira, 30 de Novembro de 2018

Ep: 1 Coríntios 4: 9-16

Ev: João 1: 35-51

Santo: S. André , apóstolo . S. Frumêncio , arcebispo da Abissínia .

Sábado, 01 de Dezembro de 2018

Ep: Gálatas 5: 22-6:2

Ev: Lucas 12: 32-40

Santo: S. Naum, profeta .

Domingo, 02 de Dezembro de 2018

Ep: Efésios 6: 10-17

Ev: Lucas 18: 35-43

Santo: 27º. Domingo após Pentecostes. S. Habacuc, profeta .

13/11/2018

Liturgia Semanal
Segunda-Feira, 12 de Novembro de 2018

Ep: 2 Tessalonicenses 1: 1-10

Ev: Lucas 14: 12-15

Santo: S. João Esmoler, arcebispo de Alexandria . S. Nilo, o jejuador, do Sinai , monge .

Terça-Feira, 13 de Novembro de 2018

Ep: 2 Tessalonicenses 1: 10-2:2

Ev: Lucas 14: 25-35

Santo: S. João Crisóstomo, arcebispo de Constantinopla .

Quarta-Feira, 14 de Novembro de 2018

Ep: 2 Tessalonicenses 2: 1-12

Ev: Lucas 15: 1-10

Santo: S. Filipe , apóstolo .

Quinta-Feira, 15 de Novembro de 2018

Ep: 2 Tessalonicenses 2: 13-3:5

Ev: Lucas 16: 1-9

Santo: Ss. Gorias, Samonas e Habib de Edessa , mártires .

Sexta-Feira, 16 de Novembro de 2018

Ep: 2 Tessalonicenses 3 : 6-18

Ev: Lucas 16: 15-18, 17: 1-4

Santo: S. Mateus , apóstolo e evangelista .

Sábado, 17 de Novembro de 2018

Ep: Gálatas 1: 3-10

Ev: Lucas 9: 57-62

Santo: S. Gregório Taumaturgo, bispo de Neo-Cesareia

Domingo, 18 de Novembro de 2018

Ep: Efésios 4: 1-6

Ev: Lucas 12: 16-21

Santo: 25º. Domingo após Pentecostes. S. Platão de Ancira, mártir .S. Romão, diácono , de Cesareia, mártir .

08/11/2018

Segunda-Feira, 05 de Novembro de 2018

Ep: 1 Tessalonicenses 2: 20-3:8

Ev: Lucas 12: 13-15, 22-31

Santo: Ss. Galacião e sua mulher Epísteme de Emesa ( Homs) , mártires .

Terça-Feira, 06 de Novembro de 2018

Ep: 1 Tessalonicenses 3: 9-13

Ev: Lucas 12: 42-48

Santo: S. Paulo, bispo de Constantinopla .

Quarta-Feira, 07 de Novembro de 2018

Ep: 1 Tessalonicenses 4: 1-12

Ev: Lucas 12: 48-59

Santo: Ss. 33 Mártires de Melitina . S. Lázaro do Monte Galésio no Éfeso, monge e taumaturgo .

Quinta-Feira, 08 de Novembro de 2018

Ep: Hebreus 2: 2-10

Ev: Lucas 10: 16-21

Santo: Santos Arquistrategos Miguel e Gabriel, arcanjos e todos os incorpóreos celestes.

Sexta-Feira, 09 de Novembro de 2018

Ep: 1 Tessalonicenses 5 : 9-13, 24-28

Ev: Lucas 13: 31-35

Santo: Ss. Onesíforo e Porfírio de Éfeso, mártires. S. Matrona de Constantinopla , monja .

Sábado, 10 de Novembro de 2018

Ep: 2 Coríntios 11: 1-6

Ev: Lucas 9: 37-43

Santo: Ss. Olímpio, Herodião, Sosípatro, Tércio, Erasto e Quarto, apóstolos dos 70.

Domingo, 11 de Novembro de 2018

Ep: Efésios 2: 14-22

Ev: Lucas 10: 25-37

Santo: 24º. Domingo após Pentecostes. Ss. Mena do Egito, Vítor de Damasco e Vicente da Espanha , mártires . S. Teodoro Estudita, monge .

30/10/2018

Calendário Litúrgico Semanal

Segunda-Feira, 29 de Outubro de 2018

Ep: 1 Tessalonicenses 1: 1-5

Ev: Lucas 11: 29-33

Santo: S. Anastásia, um romana, monja e mártir. S. Abraão, o recluso, da Mesopotâmia, eremita.

Terça-Feira, 30 de Outubro de 2018

Ep: 1 Tessalonicenses 1: 6-10

Ev: Lucas 11: 34-41

Santo: Ss. Zenóbio e Zenóbia da Cilícia, mártires.

Quarta Feira, 31 de Outubro de 2018

Ep: 1 Tessalonicenses 2: 1-8

Ev: Lucas 11: 42-46

Santo: Ss. Eustáquio, Apeles, Ampliato, Urbano, Aristóbulo e Narciso, apóstolos dos 70

Quinta Feira, 01 de Novembro de 2018

Ep: 1 Tessalonicenses 2: 9-14

Ev: Lucas 11: 47-12: 1

Santo: Ss. Cosme e Damião da Mesopotâmia, taumaturgos, anargiros e mártires

Sexta-Feira, 02 de Novembro de 2018

Ep: 1 Tessalonicenses 2: 14-19

Ev: Lucas 12: 2-12

Santo: Ss. Acindino da Pérsia e companheiros, mártires

Sábado, 03 de Novembro de 2018

Ep: 2 Coríntios 8: 1 -5

Ev: Lucas 9: 1-6

Santo: Ss. Acépsimas, Aítalas, e José da Pérsia, mártires.

Domingo, 04 de Novembro de 2018

Ep: Efésios 2: 4-10

Ev: Lucas 16: 19-31

Santo: 23º. Domingo pentecostes. S. Joanício, o Grande, monge do Olimpo.

Endereço

Belo Horizonte, MG
31270-310

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