13/05/2026
“E uma certa mulher, chamada Lídia, vendedora de púrpura, da cidade de Tiatira, e que servia a Deus, nos ouvia...” (Atos 16:14a)
O versículo de hoje relata a conversão de “uma certa mulher, chamada Lídia”, cujo nome foi registrado nas Escrituras. Sempre que sua história for lida, lembraremos dela como a mulher mencionada em Marcos 14:9. Lídia era uma “vendedora de púrpura”, trabalhando com corantes e tecidos roxos ou de seda. Apesar de ter uma ocupação especializada, ela também servia a Deus. É importante que nossas atividades profissionais sejam harmonizadas com nossa prática cristã, para que uma não exclua a outra. Temos responsabilidades comerciais a cumprir, clientes para atender e horários para cumprir, mas não podemos esquecer que também temos um compromisso de servir a Deus.
Lídia era natural de Tiatira, que, se você verif**ar no mapa, f**a bastante distante de Filipos, onde Paulo, Silas e Lucas estavam. Se Lídia era de Tiatira, então ela se casou ou estabeleceu seu negócio em Filipos. Por que estamos destacando esse detalhe? Para mostrar como a providência divina pode superar os limites geográficos de onde vivemos. Assim, uma mudança em nossa condição externa ou local de residência pode ser maravilhosamente útil para os propósitos da graça divina em relação à nossa salvação. Glória a Deus por isso!
Antes que o Senhor abrisse o coração de Lídia, ela já “servia a Deus” de acordo com o conhecimento que possuía. Não é incomum a graça de Deus alcançar pessoas que, antes de se converterem, eram totalmente entregues às obras da carne, como prostituição, roubo, adultério etc., mas a graça também é estendida àqueles que têm uma conduta responsável, como o eunuco, Cornélio e Lídia. No entanto, não basta sermos pessoas de boa conduta; precisamos crer em Jesus.
Paulo, Silas e Lucas estavam à beira do rio, onde era comum fazer orações, e começaram a falar com as mulheres que se reuniram ali. Entre essas mulheres estava Lídia, que “os ouvia”. Ouvir a Palavra faz parte do culto, e deveríamos nos alegrar por isso. No entanto, como podemos esperar que Deus ouça nossas orações se não ouvirmos a Sua Palavra? Pense nisto!