Igreja Presbiteriana do Ribeiro de Abreu

Igreja Presbiteriana do Ribeiro de Abreu Comunidade Cristã Presbiteriana no Bairro Ribeiro de Abreu. Servimos a Jesus. Uma comunidade que busc

26/03/2025
OREMOS CONTINUAMENTEPersistamos na oração em favor dos nossos irmãos (Rm 12.12). Paulo nos ensina a orar pelos irmãos, s...
15/09/2024

OREMOS CONTINUAMENTE
Persistamos na oração em favor dos nossos irmãos (Rm 12.12). Paulo nos ensina a orar pelos irmãos, sem cessar (Cl 1.9). Alguns irmãos têm uma agenda ou um caderno onde anotam os pedidos de oração e as respostas de Deus a elas. A agenda nos ajuda a não esquecer das necessidades específicas de cada pessoa.
OREMOS CONFIANTEMENTE
Devemos exercitar a mesma fé quando oramos por nós ou pelo próximo (Hb 11.1). Algumas passagens das escrituras nos encorajam a exercer a fé em oração: “Tudo quanto pedirdes em oração, crendo, recebereis” (Mt 21.22); Tiago nos diz que devemos pedir “com fé, em nada duvidando” (Tg 1.6). Para cumprirmos bem essa tarefa devemos pedir sempre que o Senhor aumente a nossa fé (Lc 17.5).
OREMOS HUMILDEMENTE
“Deus resiste ao soberbos, mas dá graças aos humildes” (Tg 4.6). Não achemos que podemos mandar em Deus; Ele não atende às orações orgulhosas, mas Se agrada da humildade em Sua presença (Lc 18.11-13). Devemos imitar o Senhor Jesus quando abriu mão de Sua vontade diante da vontade de Deus (Mt 26.39).
OREMOS CONJUNTAMENTE
Devemos orar pelos nossos irmãos, mas também devemos orar com os nossos irmãos. Jesus fala da necessidade de nos reunirmos para esse fim (Mt 18.19-20). Temos exemplos na Bíblia de crentes orando juntos, o que se torna como que modelo para nós (At 4.24; 20.36). As reuniões de oração da igreja são um bom momento para orarmos uns pelos outros e também com os outros.
Orar uns pelos outros é um mandamento de inestimável valor para a comunidade cristã. É um trabalho que exige esforço e, muitas vezes, não é notado por ninguém, exceto por Deus, que sempre vê e recompensa o nosso esforço (Mt 6.6). Ainda que tenha passado despercebido aos olhos humanos, o Senhor viu que Jó, mesmo em tribulação, orava pelos seus amigos (Jó 42.8). Lowell Bailey nos orienta que quando os cristãos revelam, uns aos outros, necessidades, a fim de que os irmãos orem a seu favor, cada um é levado a depender mais de Deus e dos membros do corpo. Todos são incentivados a ser mais sinceros e abertos, quando sabem que os membros do grupo os amam e se preocupam pelo seu bem-estar e todos vivem de modo mais produtivo e semelhante a Cristo.

Por que devemos orar uns pelos outros? 1. Oramos pelos demais irmãos por obediência à palavra de Deus (Tg 5.16 "Confessa...
10/09/2024

Por que devemos orar uns pelos outros?
1. Oramos pelos demais irmãos por obediência à palavra de Deus (Tg 5.16 "Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos". )
É uma ordem bíblica tão explícita quanto a de orar por nós mesmos (Fp 4.6- "Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus".)

2. Intercedemos porque o nosso modelo de vida cristã, Jesus, nos deu o exemplo.
Ele orou por Pedro (Lc 22.31-32: " Simão, Simão, eis que Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo; Mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça" ) e também por todos os Seus discípulos, inclusive por nós (Jo 17.20 "E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim"). Pedro nos diz que devemos seguir os passos de Jesus. Sigamo-Lo também no que diz respeito à intercessão (1Pe 2.21 "Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas).

3. Devemos orar uns pelos outros porque esse exercício espiritual nos foi outorgado
Todos nós somos sacerdotes reais (1Pe 2.9 - Mas vòs sois a geração eleita, o sacerdòcio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;); nessa função apresentamos os nossos irmãos diante de Deus. Esse não é um ofício somente dos pastores, mas de todos os crentes. Aliás, essa foi uma das teses da Reforma Protestante do Século XVI. Principalmente Martinho Lutero ensinava que todos os crentes podiam orar uns pelos outros e não somente os clérigos. Somos todos chamados a orar por todos os homens (1Tm 2.1-2 : "Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ação de graças por todos os homens;
2 pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e pacífica, com toda a piedade e dignidade".)



Todos conhecemos o valor da oração. Ela é a maneira de nos comunicarmos pessoalmente com Deus. Oramos, não para que Deus...
09/09/2024

Todos conhecemos o valor da oração. Ela é a maneira de nos comunicarmos pessoalmente com Deus. Oramos, não para que Deus descubra as nossas necessidades, visto que Ele já sabe (Mt 6.8), mas para demonstrar a Ele nossa confiança e dependência. Quem ora reconhece que Deus governa o céu e a terra (Mt 6.9-10). É na oração também que mantemos comunhão com Deus e nos envolvemos com Seus propósitos para todos nós. A oração, no entanto, tem vários aspectos; ela pode ser feita em forma de confissão de pecados (1Jo 1.9), de ações de graça, de súplicas (Fp 4.6) e também de intercessão, isto é, a oração em favor de outras pessoas (Tg 5.16).. É mais fácil orar por nós mesmos mesmos, no entando, devemos orar uns pelos outros, visto que somos parte do mesmo corpo (Rm 12.5). Nenhum crente maduro se sentirá confortável em orar apenas em favor de suas próprias causas. O profeta Samuel considerou pecado o não interceder pelo outro(1Sm 12.23).

1. Você costuma orar pelos outros? 2. Quando? 3. Quais os resultados da atitude de orar pelos outros? 4. Você costuma pedir às pessoas que orem por você?


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ACOLHAM UNS AOS OUTROSDEMONSTRE ESPERANÇA(Rm 15.13) Paulo termina os seus conselhos dizendo: “Que Deus, que nos dá essa ...
31/08/2024

ACOLHAM UNS AOS OUTROS
DEMONSTRE ESPERANÇA
(Rm 15.13) Paulo termina os seus conselhos dizendo: “Que Deus, que nos dá essa esperança, encha vocês de alegria e de paz, por meio da fé que vocês têm nele” (v.13 – NTLH). O que dava esperança ao apóstolo era ver o progresso que o evangelho vinha promovendo na vida dos cristãos romanos – “Em primeiro lugar, por meio de Jesus Cristo dou graças ao meu Deus por todos vocês, pois no mundo inteiro se ouve falar a respeito da fé que vocês têm” (Rm 1.8NTLH).
E era essa esperança que lhe permitia momentos de alegria e paz. Os crentes romanos ainda não eram perfeitos, mas já demonstravam algumas mudanças. Da mesma forma, devemos depositar esperanças na restauração ou progresso espiritual daqueles que hoje se acham fracos na fé, isto é, aqueles com quem temos convivido e cujo esforço para melhorar percebemos.
Nossa esperança lhes dará esperança, nossa alegria lhes trará alegria e nossa paz os fará descansar na certeza de que serão vitoriosos.

ACEITAÇÃO E ACOLHIMENTO (Rm 14.1; 15.7-12)  O “corpo de Cristo”, que é a igreja, é como coração de mãe – sempre cabe mai...
29/08/2024

ACEITAÇÃO E ACOLHIMENTO
(Rm 14.1; 15.7-12)
O “corpo de Cristo”, que é a igreja, é como coração de mãe – sempre cabe mais um! Sempre deve haver espaço e ministério para aqueles que estão chegando (1Co 12.7-14). Em cada um de nós há muitas diferenças na estrutura física, na aparência, na formação, no temperamento, na criação, no estilo de vida, na educação e em outras áreas também. Por isso, para a boa convivência é imprescindível nos adaptarmos a essa imensa colcha de retalhos, na qual tanta diferença, quando bem trabalhada, contribui para a edificação de todos. O texto diz: “Portanto, aceitem uns aos outros para a glória de Deus, assim como Cristo aceitou vocês” (v.7 NTLH).

A questão é: por que Cristo nos aceitou? Que havia de bom em nós para que merecêssemos tamanho amor e consideração? Bem sabemos que não havia nada de bom em nós e que o amor de Deus por nós é gratuito, isto é, não fizemos por merecer. Deus nos amou e, apesar de nossas fraquezas, nos aceitou como Seus filhos. Por isso, seguindo esse exemplo, o que se espera de nós é que saibamos dar de graça aquilo que recebemos de graça: amor, aceitação, perdão, carinho e amizade. Espera-se que os fortes na fé expressem, pelo menos, duas atitudes.

a. Recebam e acolham os MAIS FRACOS (Rm 14.1) Assim como Deus nos aceitou quando ainda éramos fracos e crianças na fé, assim também devemos proceder para com aqueles que se mostram fracos espiritualmente.
b. Aceitem os MAIS FORTES (Rm 15.7) Nós fomos aceitos pela família divina quando Deus Pai nos amou, Deus Filho graciosamente Se deu por nós e Deus Espírito Santo nos revestiu com uma nova natureza e nos capacitou a entrar para a família de Deus.
Agora é nossa vez de manifestarmos alegria ao acolher uns aos outros, sem competição, sem vanglória, sem rivalidade – “não tendo em vista somente os seus próprios interesses, mas também os dos outros” (Fp 2.4).



ACOLHAM UNS AOS OUTROS.DEMONSTRE RESPEITO E OFEREÇA APOIO.Que responsabilidade Deus coloca nas mãos daqueles que já cres...
28/08/2024

ACOLHAM UNS AOS OUTROS.
DEMONSTRE RESPEITO E OFEREÇA APOIO.
Que responsabilidade Deus coloca nas mãos daqueles que já cresceram um pouco mais na vida espiritual, em relação aos que ainda estão fracos?
A. Os mais fortes devem suportar as fraquezas dos fracos (Rm 15.1) “Suportar as
debilidades” significa: aguentar, tolerar, mas também carregar, amparar e apoiar. No contexto do versículo, o sentido parece ser esse último. A força de um pode compensar a fragilidade do outro. No entanto, devemos fazer isso sempre demonstrando o máximo respeito.
b. Os fortes devem se preocupar com os fracos (Rm 15.1) Na igreja do Senhor Jesus, não cabe a figura do egocêntrico; aquele que só pensa nos seus problemas e busca apenas os seus próprios interesses. Nosso interesse deve ser pelos fracos, lembrando-nos que estes são igualmente amados pelo Pai e dignos de consideração.
c. Os fortes devem promover o bem-estar dos fracos, a fim de edificá-los (Rm 15.2) Paulo disse que “cada um de nós deve agradar o seu irmão, para o bem dele, a fim de que ele cresça na fé” (Rm 15.2 NTLH), como já havia ensinado: “Por isso procuremos sempre as coisas que trazem a paz e que nos ajudam a fortalecer uns aos outros na fé” (Rm 14.19 NTLH). Mas, se não fizermos isso com todo o respeito, acabamos levando-os a tropeços em vez de edificá-los (Rm 14.13,15).

ACOLHAM UNS AOS OUTROS.*DEMONSTRE INTERESSE* O mundo moderno, com seu ritmo alucinante, fez crescer a população e aument...
27/08/2024

ACOLHAM UNS AOS OUTROS.
*DEMONSTRE INTERESSE*
O mundo moderno, com seu ritmo alucinante, fez crescer a população e aumentar a solidão. Pessoas se acotovelam nas ruas, nos ônibus, nos metrôs, nas lojas, nas praias, nos estádios, mas ninguém conhece ninguém, nem quer conhecer.
Mas, na igreja, por menor e mais apertada que seja, Deus espera uma realidade bem diferente: o Senhor quer ver manifestações de amor, de comunhão e de interesse mútuo. Afinal, somos família, filhos de Deus!
O conselho de Paulo é que não apenas cumprimentemos, mas tenhamos a disposição de ajudar aqueles que estão chegando, os novos convertidos e os fracos na fé, a carregarem os seus pesados fardos.

A ordenança de Jesus e dos apóstolos – “... amem uns aos outros...” – além de ser vital à nossa saúde espiritual e de se...
25/08/2024

A ordenança de Jesus e dos apóstolos – “... amem uns aos outros...” – além de ser vital à nossa saúde espiritual e de se mostrar um desafio constante para a igreja à qual servimos, é ainda um mandamento abençoado, que traz muitos benefícios para a vida daqueles que o praticam. Certamente, nada expressa mais vivamente essa bênção do que a figura bíblica do corpo de Cristo, a igreja – “assim também nós, embora sejamos muitos, somos um só corpo por estarmos unidos com Cristo. E todos estamos unidos uns com os outros como partes diferentes de um só corpo” (Rm 12.5 NTLH).
O amor recíproco nos estimula a viver uns em favor dos outros, assim como na figura do corpo, em que um membro sempre age no propósito de beneficiar os demais – “Deus coordenou o corpo... para que não haja divisão no corpo, mas para que os membros cooperem, com igual cuidado, em favor uns dos outros... Ora, vocês são o corpo de Cristo e, individualmente, membros desse corpo” (leia 1Co 12.12-27).
“Ora, o Deus da paciência e da consolação lhes conceda o mesmo modo de pensar de uns para com os outros, segundo Cristo Jesus” (Rm 15.5); “Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo” (Fp 2.3 ARC).

Como posso estar bem comigo e com Deus se fecho os olhos para meu irmão, cujo sofrimento eu bem conheço? O amor que se manifesta em meu coração, esse amor puro e verdadeiro derramado do céu sobre minha vida, deve eliminar todo o individualismo e egoísmo, a fim de que o meu testemunho glorifique o Santo nome de Deus.

1. Agindo com generosidade “Ele fará com que vocês sejam sempre ricos para que possam dar com generosidade” (2Co 9.11 NT...
24/08/2024

1. Agindo com generosidade
“Ele fará com que vocês sejam sempre ricos para que possam dar com generosidade” (2Co 9.11 NTLH).
2. Socorrendo e servindo o próximo “Ajudem a suprir as necessidades dos santos. Pratiquem a hospitalidade.”(Rm 12.13).
3. Trazendo encorajamento “É ele que nos consola em toda a nossa tribulação, para que, pela consolação que nós mesmos recebemos de Deus, possamos consolar os que estiverem em qualquer espécie de tribulação.” (2Co 1.4).
4. Procedendo com benignidade “Pelo contrário, sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando uns aos outros, como também Deus, em Cristo, perdoou vocês.” (Ef 4.32).
5. Sendo prestativos “Levem as cargas uns dos outros e, assim, estarão cumprindo a lei de Cristo” (Gl 6.2).
6. Dispondo-se a servir “Sirvam uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como encarregados de administrar bem a multiforme graça de Deus.” (1Pe 4.10).
7. Demonstrando sensibilidade “Alegrem-se com os que se alegram e chorem com os que choram.” (Rm 12.15).
8. Dando bons conselhos “Instruam e aconselhem-se mutuamente em toda a sabedoria...” (Cl 3.16).

Você gostaria de sugerir outras boas maneiras de demonstrar amor ao proximo? Escreva ai para nos encorajar !!!

Além do amor recíproco ser de vital importância para nós, os cristãos, sua manifestação ou ausência acaba se transforman...
24/08/2024

Além do amor recíproco ser de vital importância para nós, os cristãos, sua manifestação ou ausência acaba se transformando num desafio constante, ao pensarmos na vida daqueles que sofrem com a indiferença do mundo moderno.
Eles estão à busca de ajuda, de apoio, de relacionamentos fraternais, de amizades sinceras, saudáveis, equilibradas e discretas. Mas se forem a uma igreja onde o amor recíproco não é constantemente ensinado, motivado e expressado, correm o risco de encontrar um ambiente de solidão, indiferença, hipocrisia, egoísmo, intolerância, aspereza, inveja, amargura, maledicência e coisas ainda piores que as que estão acostumados.
Jesus fez desse mandamento um desafio para Sua igreja, a fim de que possamos ser beneficiados e, ao mesmo tempo, manifestarmos publicamente a nossa fé. Ele disse: “Nisto todos conhecerão que vocês são meus discípulos: se tiverem amor uns aos outros.” (Jo 13.35).
Somos fruto do amor e feitos para amar. Solidão e egoísmo não fazem parte dessa “nova natureza” que recebemos do Pai, pois “nenhum de nós vive para si mesmo, nem morre para si” (Rm 14.7). Se recebemos a capacidade de amar, foi para que “nos amemos uns aos outros”. Esse é o nosso desafio; é a nossa vocação!

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