04/05/2020
Queridos Irmãos!
Convidamos a todos que possamos nos unir em pensamento e vibrações positivas num encontro diário, ás 20:00 horas, com leitura de uma página do livro "Vinha de Luz" e prece em favor de todos os nossos irmãos em humanidade.
Muita paz! 🌎💙🙏
Página hoje 04/05/2020 – Lição 50
Para o alvo
“Prossigo para o alvo. ” Paulo (Filipenses, 3:14)
Quando Paulo escreveu aos filipenses, já possuía vasta experiência de apostolado. Doutor da Lei em Jerusalém, abandonara as vaidades de raça e de família, rendendo-¬se ao Mestre em santificadora humildade. Após dominar pela força física, pela cultura intelectual e pela inteligência nobre, voltou¬-se para o tear obscuro, conquistando o próprio sustento com o suor diário. Ingressando nos espinhosos testemunhos para servir ao próximo, por amor a Jesus, recebeu a ironia e o desamparo de familiares, a desconfiança e o insulto de velhos amigos, os açoites da maldade e as pedradas da incompreensão. O convertido de Damasco, no entanto, jamais desanimou, prosseguindo, invariavelmente, para o alvo, que, ainda e sempre, é a união divina do discípulo com o Mestre. Quantos aprendizes estarão, atualmente, dispostos ao grande exemplo? Espalham-¬se, em vão, os convites ao sublime banquete, debalde envia Jesus mensageiros aos estudantes novos, revelando a excelência da vida superior. A maioria deles, contudo, abrange operários fugitivos, plenamente distraídos da realização... Perdem de vista a obra por fazer, desinteressam¬-se das lições necessárias e esquecem as finalidades da permanência na Terra. Comumente, nos primeiros obstáculos mais fortes da marcha, nas corrigendas iniciais do serviço, põem-¬se em lágrimas de desespero, acabrunhados e tristes. Declaram-¬se, incompreensivelmente, desalentados, vencidos, sem esperança... A explicação é simples, todavia. Perderam o rumo para o Cristo, seduzidos por espetáculos fugazes, nas numerosas estações da jornada espiritual, e, por esquecerem o alvo sublime, chega de modo inevitável o instante em que, cessados os motivos da transitória fascinação, se sentem angustiados, como viajores sedentos nos áridos desertos da vida humana.