Juventude Rural Paraense - Fetagri

Juventude Rural Paraense - Fetagri Secretaria de Juventude - FETAGRI-PA: Jovens Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, filiados ou não ao Sindicato de Trabalhadores (as) Rurais do Pará.

25/07/2016
Participei nos dias 26 e 27 de abril da Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária, na UFPA. Um debate important...
02/05/2016

Participei nos dias 26 e 27 de abril da Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária, na UFPA. Um debate importante no qual os movimentos sociais (MST, FETAGRI-PA, CUT/PA, Levante Popular e entre outros presentes) e os professores da UFPA debateram e saímos com uma proposta. Ocorreu também, o Lançamento do Disk Denúncia contra o fechamento das escolas no campo.

01/12/2015

Nos dias 28 e 29 de novembro foi realizado o Coletivo de Jovens Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Pará, no Centro Educacional Sagrada Família, município de Ananindeua-PA.

01/12/2015

Bom dia Juventude!!!!!!!!!!!

10 ANOS MORTE DOROTHY STANG: Assassinatos, ameaças e agressões: o dia a dia de Anapú (PA)A Diretoria e a Coordenação Exe...
25/11/2015

10 ANOS MORTE DOROTHY STANG: Assassinatos, ameaças e agressões: o dia a dia de Anapú (PA)

A Diretoria e a Coordenação Executiva Nacional da CPT vêm a público denunciar a grave situação por que passam as famílias dos trabalhadores, de modo especial na Gleba Bacajá, em Anapu, Pará. 10 anos após o assassinato de Irmã Dorothy Stang nesta mesma Gleba, a perseguição às famílias tem atingido índices alarmantes, com assassinatos, ameaças, agressões e destruição de bens.

Esta situação tem se agravado entre julho e a presente data, com o registro de sete assassinatos, já conhecidos da opinião pública. Seis destes assassinatos ocorreram no contexto de um conflito no Lote 83, do qual um dos pretensos donos é Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, condenado como um dos mandantes da morte de Irmã Dorothy Stang, em fevereiro de 2005. Infelizmente, não se pode confiar na Polícia Civil para investigar os casos de homicídio, pois todos os assassinatos até agora foram caracterizados como “crime passional”, “rixa pessoal” ou “discussão”, portanto descaracterizando qualquer ligação com a questão agrária.

Mas além dos assassinatos, inúmeras formas de violência têm sido registradas, como destruição de ponte, destruição e roubo de casas e outros bens, disparo de armas de fogo, expulsão de famílias. A presença constante de pistoleiros na área do lote 83 é confirmada até pela ação da polícia e por despacho da juíza de Anapu. Um dos pretensos donos da área Derby Antônio da Rosa declarou à reportagem de um canal de TV, afiliado ao SBT, andar com escolta armada.

A violência provém de fazendeiros que ocupam áreas públicas que deveriam ter sido destinadas para fins de Reforma Agrária, por não terem sido cumpridos os termos do CATP - Contrato de Alienação de Terras Públicas. O cancelamento destes CATPs, com destinação das áreas para a reforma agrária é a solução para a violência, não só em Anapu, mas em muitas outras áreas como no sul de Rondônia, onde numa chacina, ainda não bem esclarecida, que ocorreu no dia 17 de outubro, foram mortas cinco pessoas.

Aproveitando-se do fato de o governo central estar encurralado por uma grave crise política e econômica, os latifundiários e empresários do agronegócio, apoiados na poderosa bancada ruralista, fazem prevalecer seus interesses e impõem, ate mesmo pela força, sua vontade.

A omissão do Estado brasileiro alimenta a certeza de impunidade, por isso os que praticam ações violentas não se intimidam, antes encontram em servidores públicos de diversas instâncias o apoio e o estímulo para seus atos.

Enquanto o poder público não tomar as providências que a ele cabem, a intolerância, a perseguição e a violência vão campear livres.

O sangue das vítimas da violência assassina está a clamar por justiça e a exigir que a terra seja destinada realmente àqueles que dela necessitam, não para a especulação e o enriquecimento de uns poucos.

Goiânia, 11 de novembro de 2015.
FONTE: A Diretoria e Coordenação Executiva Nacional da CPT

25 de novembro: dia mundial de combate à violência contra as mulheresNo dia 25 de novembro de 1960 as irmãs Minerva, Pát...
25/11/2015

25 de novembro: dia mundial de combate à violência contra as mulheres

No dia 25 de novembro de 1960 as irmãs Minerva, Pátria e Maria Tereza Mirabal foram brutalmente assassinadas na República Dominicana. Elas eram aguerridas opositoras da ditadura imposta por Rafael Leônidas Trujillo, e seus corpos foram encontrados no fundo de um precipício estrangulados e com ossos quebrados, depois de um suposto acidente automobilístico. Por isso, durante o 1º Encontro Feminista da América Latina e Caribe, realizado na cidade de Bogotá em 1981, o dia 25 de novembro foi declarado Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher.

A violência contra a mulher é um problema mundial que não distingue cor, classe social nem raça. É maléfica, absurda e injustificável. É preciso que em todo o mundo, e especialmente no Brasil, as denúncias aumentem e a impunidade aos agressores diminua. A violência contra as mulheres, além de desrespeitar a cidadania e os direitos humanos, revela formas perversas de discriminação de gênero, destrói sonhos, viola a dignidade. A Secretaria de Mulheres da CONTAG se posiciona frontalmente contra qualquer tipo de violência contra as mulheres e, em suas ações, demonstra apoio a todas as lutas e manifestações pelo fim da impunidade e pela garantia de saúde, respeito, liberdade e autonomia para todas as mulheres do campo, da floresta, das águas e também da cidade.

A Marcha das Margaridas, já na sua 5ª Edição, aponta como luta incansável o enfrentamento à violência contra as mulheres, propondo políticas públicas que instrumentalizem as mulheres para saírem da posição de vítimas, percam o medo e possam viver com dignidade. Dessa forma, consideramos a Lei Maria da Penha e as Unidades Móveis grandes conquistas que começam a chegar para as mulheres do campo, da floresta e das águas.

De acordo com estudos da Organização das Nações Unidas (ONU), um terço de todas as mulheres no mundo já sofreu violência física ou sexual. Além disso, cerca de 120 milhões de meninas já foram submetidas a s**o forçado e 133 milhões de mulheres e meninas sofreram mutilação ge***al. A violência ocorre não apenas nos espaços privados, mas também nos espaços públicos, e não se resumem a agressões físicas: a violência psicológica e moral, por meio principalmente de agressões verbais, também causa danos e doenças, reduz a autoestima e faz com que as mulheres se sintam desprezíveis. Esse enfraquecimento psicológico torna as mulheres ainda mais vulneráveis a seus agressores e causam grandes dificuldades ao exercício da cidadania e à busca por autonomia.

A subsecretária-geral das Nações Unidas e diretora executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngucka, esteve no Palácio do Planalto no dia 19 de novembro com a presidenta Dilma Rousseff e apresentou a iniciativa da ONU “Mulheres nos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, que conta com a programação global “Tornar o mundo laranja pelo fim da violência contra as mulheres” (Orangeur World). A campanha se iniciará pelo Brasil e já conta com o apoio de outros 70 países e mais de 450 ações de mobilização em todo o mundo. Por isso, o Palácio do Planalto ganhou iluminação laranja na noite da última quinta-feira (19).

A cor laranja foi escolhida por evocar a solidariedade às mulheres e meninas vítimas de violência e a energia necessária para que superem as situações violentas e recebam o apoio necessário em sua trajetória libertadora.

FONTE: Secretaria de Mulheres da CONTAG

25/11/2015

Boa tarde Juventude Rural.
em frente.

15/06/2015

Bom dia Juventude Rrual

22/05/2015

UFPA ofertará Curso Geografia com Ênfase em Desenvolvimento Territorial Rural

Uma parceria firmada entre a Universidade Federal do Pará (UFPA) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) vai garantir a oferta, este ano, do curso de Licenciatura e Bacharelado em Geografia com Ênfase em Desenvolvimento Territorial Rural, destinado aos beneficiários da Reforma Agrária e aos professores das escolas públicas que atendem a este segmento social. O Termo de Execução Descentralizada (TED) foi assinado na manhã desta segunda-feira, 23, no Gabinete da Reitoria.

De acordo com o superintendente Regional do Incra/PA, Nazareno de Souza Santos, a parceria com a Universidade já vem de longas datas. Desde 1998, já foram ofertados diversos cursos em níveis de alfabetização, técnico, graduação e pós-graduação, todos voltados para os beneficiários da política de Reforma Agrária no Estado do Pará. “Estamos dando uma conotação mais forte na educação, pelo fato de acreditarmos que ela é a mola transformadora de uma sociedade. E essa parceria em especial permitirá que, daqui a quatro anos, um grupo de profissionais tenha uma formação diferenciada, a qual, tenho certeza, vai repercutir no modo de pensar a questão agrária, a questão rural no nosso Estado.”

Serão ofertadas 100 vagas, divididas em duas turmas, na modalidade presencial. O curso tem duração de quatro anos para a licenciatura e mais um ano opcional para a obtenção do título de bacharelado. As aulas serão ministradas em turno integral, no período letivo intervalar, no Campus do Guamá, em Belém. “Esta graduação foi pensada para atender à realidade da Amazônia, por isso, integra algumas disciplinas específicas que dão ênfase na educação do campo, nos processos produtivos camponeses, nos processos de circulação em Agroecologia, com foco no desenvolvimento territorial rural”, explica o coordenador do curso na UFPA, professor Adolfo Oliveira Neto.

Processo Seletivo Especial – Em virtude do caráter específico de formação do curso, a Faculdade de Geografia elaborou o Projeto de Adaptação Curricular, que será encaminhado para aprovação na próxima reunião do Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extenção (Consepe/UFPA), que ocorrerá em março.

O professor Adolfo Oliveira Neto ressalta, ainda, que o PSE é direcionado a todos os beneficiários da política de Reforma Agrária. “São as pessoas que estão em assentamentos, as que estão nas filas para serem assentadas, aquelas que participaram de titulação individual ou coletiva (como no caso dos quilombolas) e da regularização fundiária (como no caso das ilhas), bem como professores que não têm Graduação em Geografia, mas atuam nesta área nas escolas do campo, atendendo assentamentos ou áreas rurais.”

Texto: Ericka Pinto – Assessoria de Comunicação da UFPA
Fotos: Adolfo Lemos

Galera do ônibus nº 01, Regional Guajarina, momento de alegria e felicidade.....
12/05/2015

Galera do ônibus nº 01, Regional Guajarina, momento de alegria e felicidade.....

Jovens Trabalhadores Rurais Paraense, Rumo ao 3º Festival Nacional da Juventude. - No Ônibus, momento descontração e Ale...
12/05/2015

Jovens Trabalhadores Rurais Paraense, Rumo ao 3º Festival Nacional da Juventude.
- No Ônibus, momento descontração e Alegria!!!!!!!!!!!!!!!

Jovens Trabalhadores Rurais Paraense, no dia do Ato na Esplanada dos Ministério, no qual marcou o encerramento do 3º Fes...
12/05/2015

Jovens Trabalhadores Rurais Paraense, no dia do Ato na Esplanada dos Ministério, no qual marcou o encerramento do 3º Festival Nacional da Juventude Rural. Brasília 27 a 30 de Abril de 2015.

Endereço

Belem Do, PA
66050100

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