Ministério Fogo do Altar

Ministério Fogo do Altar 🔥 Ministério Fogo do Altar
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O Tribunal do Filho do Homem.A Escritura nos revela um momento solene e inevitável: o dia em que toda a humanidade estar...
20/02/2026

O Tribunal do Filho do Homem.

A Escritura nos revela um momento solene e inevitável: o dia em que toda a humanidade estará diante do trono da glória. Não será um encontro comum, nem uma reunião simbólica será o grande ajuste eterno, onde tudo o que foi oculto será revelado, e tudo o que foi vivido em secreto será exposto à luz da justiça divina.

Nesse cenário, não haverá máscaras sociais, títulos humanos ou aparências religiosas capazes de sustentar alguém. O critério não será poder, influência, conhecimento ou reputação espiritual. O que estará em evidência será o coração sua inclinação, sua fidelidade, sua resposta ao amor e à vontade de Deus.

A imagem do pastor separando o rebanho revela discernimento, cuidado e autoridade. Não é uma separação arbitrária, mas uma distinção baseada na natureza, na postura e na essência de cada um. Assim como o pastor conhece suas ovelhas, o Senhor conhece profundamente quem viveu para si e quem viveu para cumprir Seu propósito.

Esse texto não fala apenas de um julgamento futuro, mas de uma realidade presente. A separação começa no interior do homem, nas escolhas diárias, nas motivações silenciosas e na direção do coração. Cada decisão molda o lugar para onde estamos caminhando.
Por isso, a mensagem não é apenas sobre destino final é sobre alinhamento presente. Não se trata apenas de quem pareceremos ser naquele dia, mas de quem realmente estamos nos tornando agora.

O tribunal vindouro revela uma verdade eterna: Deus não avalia apenas ações visíveis, mas a inclinação profunda da alma. E é essa inclinação que define de que lado estaremos quando a glória se manifestar plenamente. ✨

Ministério fogo do altar
Ap. Pinheiro

O Tribunal do Filho do Homem.A Escritura nos revela um momento solene e inevitável: o dia em que toda a humanidade estar...
19/02/2026

O Tribunal do Filho do Homem.

A Escritura nos revela um momento solene e inevitável: o dia em que toda a humanidade estará diante do trono da glória. Não será um encontro comum, nem uma reunião simbólica será o grande ajuste eterno, onde tudo o que foi oculto será revelado, e tudo o que foi vivido em secreto será exposto à luz da justiça divina.

Nesse cenário, não haverá máscaras sociais, títulos humanos ou aparências religiosas capazes de sustentar alguém. O critério não será poder, influência, conhecimento ou reputação espiritual. O que estará em evidência será o coração — sua inclinação, sua fidelidade, sua resposta ao amor e à vontade de Deus.

A imagem do pastor separando o rebanho revela discernimento, cuidado e autoridade. Não é uma separação arbitrária, mas uma distinção baseada na natureza, na postura e na essência de cada um. Assim como o pastor conhece suas ovelhas, o Senhor conhece profundamente quem viveu para si e quem viveu para cumprir Seu propósito.

Esse texto não fala apenas de um julgamento futuro, mas de uma realidade presente. A separação começa no interior do homem, nas escolhas diárias, nas motivações silenciosas e na direção do coração. Cada decisão molda o lugar para onde estamos caminhando.
Por isso, a mensagem não é apenas sobre destino final é sobre alinhamento presente. Não se trata apenas de quem pareceremos ser naquele dia, mas de quem realmente estamos nos tornando agora.

O tribunal vindouro revela uma verdade eterna: Deus não avalia apenas ações visíveis, mas a inclinação profunda da alma. E é essa inclinação que define de que lado estaremos quando a glória se manifestar plenamente. ✨

DA CARNE À RESSURREIÇÃOCarnaval, Quaresma e Páscoa sob a Luz do Evangelho"Não vos conformeis com este século, mas transf...
18/02/2026

DA CARNE À RESSURREIÇÃO
Carnaval, Quaresma e Páscoa sob a Luz do Evangelho

"Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus."
— Romanos 12:2

Você já parou para pensar na sequência espiritual que existe entre o Carnaval, a Quaresma e a Páscoa?

Muita gente só enxerga festa, tradição e feriado, mas não discerne a mensagem profunda que está por trás de tudo isso. Para quem possui discernimento espiritual, essa sequência revela muito sobre a condição religiosa da humanidade e sobre o verdadeiro caminho da transformação que o Evangelho propõe.
Este estudo busca iluminar, à luz das Escrituras, o contraste entre a religiosidade vazia e a transformação genuína que Jesus Cristo oferece não como um ciclo de rituais, mas como uma experiência real de morte para o pecado e ressurreição para uma nova vida.

I. O CARNAVAL: A VOZ DA CARNE
"Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito."
— Romanos 8:5

Historicamente, o Carnaval surge exatamente antes do período chamado Quaresma os 40 dias que antecedem a Páscoa no calendário religioso romano. Dentro do catolicismo, esse período foi estabelecido como tempo de jejum, penitência e santidade. Mas antes de entrar nesses 40 dias, criou-se a prática de viver tudo o que a carne desejava: uma despedida do pecado, da orgia, das bebedeiras, das imoralidades e da libertinagem.

A lógica por trás disso revela uma mentalidade perigosa: "Eu peco agora e depois me arrependo e está tudo certo." Isso é exatamente o que a Palavra chama de religiosidade, não transformação.

Um arrependimento programado, marcado no calendário, não tem poder algum diante de Deus.

"Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará." — Gálatas 6:7

A sequência Carnaval-Quaresma revela que a religião, sem a obra do Espírito Santo, apenas cria ciclos: liberdade para pecar, seguida de remordimento ritualístico. Mas isso não é arrependimento é apenas gestão do pecado.

II. A QUARESMA: O JEJUM ENTENDIDO BIBLICAMENTE
"O jejum que escolhi não é porventura este: que soltes as ligaduras da impiedade, desfaças as cargas opressivas, e deixes livres os oprimidos?"
— Isaías 58:6

Na visão bíblica, o jejum não é uma penitência motivada por excessos carnais. Não é uma compensação espiritual pelo que a carne fez.
O jejum bíblico é alinhamento espiritual com Deus é uma expressão de dependência, humildade e busca sincera pela presença divina.

Quando Jesus jejuou 40 dias no deserto (Mateus 4:1-11), não era para compensar nenhum pecado. Era preparação espiritual, fortalecimento no Espírito, posicionamento diante de Deus antes de iniciar seu ministério. Esse é o modelo bíblico: o jejum como disciplina espiritual, não como ritual de penitência.

O arrependimento verdadeiro não é programado. Não é um calendário. Não é um ritual externo. É uma obra do Espírito Santo no coração do homem.

O que transforma uma pessoa não é uma data no calendário, mas um encontro genuíno com o Deus vivo. A diferença entre religião e fé está exatamente aqui: religião gerencia o comportamento; a fé transforma o coração.

III. A PÁSCOA: O CORAÇÃO DO EVANGELHO
"Porque Cristo, nossa Páscoa, foi sacrificado por nós."
— 1 Coríntios 5:7

Enquanto o mundo associa a Páscoa a coelhos, ovos coloridos e chocolate, a Bíblia apresenta um significado radicalmente diferente e infinitamente mais profundo.

A Páscoa representa o sacrifício de Cristo, a cruz, o sangue derramado e, principalmente, a ressurreição. É a celebração da vitória de Jesus sobre o pecado e sobre a morte.

Na Páscoa hebraica original, o sangue do cordeiro era derramado para poupar as famílias da morte (Êxodo 12). Esse cordeiro era uma sombra, um tipo profético de Jesus Cristo o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1:29). A verdadeira Páscoa não aponta para ovos. Aponta para a eternidade.

"Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá."
— João 11:25

A ressurreição de Jesus não é apenas um evento histórico é a garantia do nosso futuro. É a declaração de que o pecado foi vencido, a morte foi derrotada e uma nova vida é possível para todo aquele que crê. Páscoa é redenção. Páscoa é nova aliança. Páscoa é vida.

IV. DOIS CAMINHOS: RELIGIÃO OU EVANGELHO?
Enquanto o mundo oferece a sequência: carne → penitência → ritual, o Evangelho apresenta outro caminho completamente diferente: Cruz → Arrependimento genuíno → Nova vida em Cristo.

Jesus não morreu para que vivêssemos ciclos de libertinagem seguidos de remorsos religiosos.

Ele morreu para nos libertar do domínio da carne de uma vez por todas.

A morte de Cristo foi definitiva. O arrependimento que Ele exige não é sazonal é uma transformação de dentro para fora, operada pelo Espírito Santo.

"Se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo."
— 2 Coríntios 5:17

A verdadeira Páscoa não é uma data é uma experiência. É morrer para o pecado e ressuscitar para uma nova vida em Cristo Jesus.

Quem passa por essa experiência não precisa de um calendário para se arrepender. Vive em arrependimento contínuo, em comunhão constante com Deus, caminhando no Espírito.

V. O QUE ESTÁ POR VIR: AS FESTAS PROFÉTICAS
"Estas são as festas solenhas do Senhor, as santas convocações que vós proclamareis nos seus tempos determinados."
— Levítico 23:4

Se as festas da Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos foram cumpridas no Novo Testamento (Páscoa = morte e ressurreição de Cristo; Pentecostes = derramamento do Espírito Santo), as três últimas festas do calendário bíblico ainda apontam para eventos futuros de imenso significado profético.

A Festa das Trombetas (Rosh Hashanah) é um chamado e um alerta solene que anuncia o retorno do Rei dos reis. As trombetas bíblicas sempre foram instrumentos de convocação, de aviso, de preparação. E há uma trombeta final que soará: a trombeta de Deus, que chamará a Igreja e avisará o mundo de que o Messias retorna.

"Porque o próprio Senhor descerá do céu com alarido, e com voz do arcanjo, e com a trombeta de Deus."
— 1 Tessalonicenses 4:16

Não estamos apenas olhando para o passado da cruz. Estamos nos preparando para o futuro glorioso do retorno de Jesus Cristo nosso Messias, nosso Rei, nosso Salvador. A Festa das Trombetas não é apenas para Israel. É um chamado para toda a Igreja para que estejamos prontos, despertos e preparados.

CHAMADA FINAL

A questão não é se você celebrou o Carnaval ou observou a Quaresma. A questão é: você passou pela Páscoa verdadeira?

Você foi transformado pela cruz? Você morreu para o pecado e ressuscitou para uma nova vida em Cristo?

Você está pronto para o som da trombeta final?

O mundo vai continuar repetindo seus ciclos de carne e religião. Mas o Evangelho chama você para algo radicalmente diferente: uma vida transformada, uma fé viva, uma esperança inabalável no retorno de Jesus Cristo.

Não adie seu arrependimento. Não programe sua santidade.

O Rei está chegando e a trombeta está prestes a soar!

"Eis que venho sem demora; bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro."
— Apocalipse 22:7

MARANATA! VEM, SENHOR JESUS!

" CASA DO PÃO"Há decisões na vida que parecem simples… mas que carregam consequências eternas.Às vezes não é um pecado e...
11/02/2026

" CASA DO PÃO"
Há decisões na vida que parecem simples… mas que carregam consequências eternas.

Às vezes não é um pecado escancarado que nos afasta de Deus.
Não é rebeldia declarada.
Não é negação da fé.
Às vezes… é apenas uma escolha “conveniente”.
Uma mudança aparentemente pequena.
Um deslocamento silencioso.
Um afastamento quase imperceptível do lugar onde Deus nos plantou.
E quando percebemos… já não estamos mais onde o céu nos alimentava.

A história do levita que saiu de Belém não é apenas um relato antigo é um espelho espiritual para esta geração.
É a revelação do que acontece quando alguém abandona o ambiente da provisão divina para viver da segurança humana.

Belém era a Casa do Pão.
Casa de LOUVOR.

Mas ele saiu.
E toda vez que alguém sai da Casa do Pão… a fome espiritual começa, mesmo que ainda haja comida nas mãos.

Hoje, o Espírito Santo nos chama a olhar para essa decisão, discernir suas implicações e responder a uma pergunta profunda:

Onde temos ministrado em Belém ou na casa de Mica?

Ministério fogo do altar
Ap.Pinheiro

Graça e paz, bom dia meus irmãos em Cristo Jesus 🕊️☕Reflexão: O Evangelho do Reino na Visão Apostólica (1Tm 4:6–13)Paulo...
07/02/2026

Graça e paz, bom dia meus irmãos em Cristo Jesus 🕊️☕

Reflexão:
O Evangelho do Reino na Visão Apostólica (1Tm 4:6–13)

Paulo não está formando apenas um bom crente, mas forjando um ministro do Reino.
No evangelho do Reino, o chamado não é para sobrevivência espiritual, e sim para governo espiritual. Por isso, ele diz a Timóteo: “alimente-se da sã doutrina”.

Quem não se alimenta corretamente não sustenta autoridade, porque no Reino só governa quem primeiro foi discipulado pela verdade.

O Reino de Deus não avança por lendas, misticismos vazios ou espiritualidade superficial.

Paulo é claro: rejeite o que não edifica e exercite-se espiritualmente.

Aqui está um princípio apostólico: disciplina gera domínio.

Assim como um atleta treina para competir, o filho do Reino se exercita na Palavra, na oração e na obediência para manifestar o governo de Deus na terra.

Os exercícios físicos cuidam do corpo, mas o exercício espiritual forma um embaixador eterno.

O Reino não pensa apenas no agora; ele trabalha com a perspectiva do já e do ainda não.
Por isso, o investimento espiritual produz frutos no presente e ecoa na eternidade.

Quando Paulo diz que “lutamos e trabalhamos”, ele revela que o Reino não é passivo. Há guerra, há esforço e há missão, porque nossa esperança está no Deus vivo não em sistemas, títulos ou estruturas humanas.

O Reino se manifesta por homens e mulheres que vivem com propósito e responsabilidade espiritual.

Na visão apostólica, a autoridade não vem da idade, mas do testemunho. Palavra, procedimento, amor, fé e pureza são as credenciais do Reino.

Quem vive o que prega se torna uma mensagem viva.

Por fim, Paulo aponta o tripé apostólico: Palavra lida, Palavra pregada e Palavra ensinada.

Onde isso é negligenciado, o Reino enfraquece. Onde isso é honrado, o Reino avança com poder, clareza e transformação.

Que hoje sejamos não apenas ouvintes, mas discípulos treinados, ministros responsáveis e exemplos vivos do Reino de Deus.

Tenham um dia abençoado 🕊️

Que o governo de Cristo se manifeste em cada detalhe da sua vida.

Ministério fogo do altar
//Ap.Pinheiro//

Bom dia ☕
06/02/2026

Bom dia ☕

Existe um lugar mais perigoso do que o deserto.Não é o Egito.Não é a escassez.Não é a dor.O lugar mais perigoso é a boca...
02/02/2026

Existe um lugar mais perigoso do que o deserto.

Não é o Egito.
Não é a escassez.
Não é a dor.

O lugar mais perigoso é a boca da promessa.
Porque no deserto as pessoas clamam.
No deserto dependem.
No deserto obedecem por necessidade.
Mas na porta de Canaã, o coração é revelado.

Israel não morreu no Egito.
Não ficou preso no Mar Vermelho.
Não foi vencido pela fome no deserto.

Eles chegaram.
Chegaram perto.
Chegaram na beira.

Viraram a esquina da promessa.
Tinham visto o impossível acontecer.
Tinham provado do sobrenatural.
Tinham sido sustentados por Deus dia após dia.
Mas quando a promessa ficou visível,
quando a bênção deixou de ser fé e passou a ser realidade,
o coração foi exposto.

Porque o deserto prova a fé,
mas a promessa prova o caráter.
E muitos que suportam a escassez
não suportam a abundância.
Muitos que aguentam esperar
não sabem permanecer obedientes quando chega a vez de entrar.
Hoje o Espírito Santo nos chama a olhar para esse texto
não como uma história antiga,
mas como um espelho espiritual da igreja.

Porque ainda existem pessoas saindo do Egito,
atravessando mares,
vivendo milagres…
mas sendo reprovadas exatamente quando tudo indicava que finalmente iam entrar.

Hoje, Deus não quer falar sobre o deserto que você saiu,
mas sobre o coração que você carrega ao chegar na promessa.
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. 🔥

A Obra Silenciosa de Deus.Você já sentiu que Deus ficou em silêncio? Que suas orações parecem não sair do lugar e que as...
30/01/2026

A Obra Silenciosa de Deus.

Você já sentiu que Deus ficou em silêncio? Que suas orações parecem não sair do lugar e que as promessas estão demorando mais do que deveriam?

José também viveu assim. Rejeitado pelos irmãos, vendido, acusado injustamente e esquecido na prisão. Tudo parecia parado. Mas a verdade é profunda: Deus nunca trabalhou tanto em José quanto nos anos de silêncio.

Quando não havia sinais externos de progresso, Deus estava trabalhando por dentro. Não apressando o tempo, mas preparando o caráter. O silêncio não era abandono, era formação.
Vivemos numa geração imediatista e achamos que, se nada muda rápido, Deus não está agindo. Mas Deus não forma gigantes espirituais em processos rasos. Ele trabalha em profundidade, e Sua obra é completa.

A promessa permanece firme:
"Aquele que começou boa obra em vós há de completá-la" (Fp 1:6).

Enquanto esperamos, Deus molda, fortalece, remove excessos e constrói algo eterno. O progresso que não vemos agora está sendo preparado no invisível. Esperar não é perder tempo, é ganhar maturidade.

Se hoje tudo parece parado, confie: Deus ainda está trabalhando. O oleiro não abandona o vaso enquanto está moldando. E quando Ele termina, nada é em vão.
O silêncio de Deus nunca é vazio.
É cheio de propósito.

//Ap.Pinheiro//

Todos nós carregamos marcas deixadas por perdas, rejeições e palavras que nos definiram de forma errada ao longo da vida...
30/01/2026

Todos nós carregamos marcas deixadas por perdas, rejeições e palavras que nos definiram de forma errada ao longo da vida. Muitas vezes não é a falta de promessas que nos paralisa, mas uma identidade ferida que nos convence de que não pertencemos.

Mefibosete vivia assim: escondido, quebrado por dentro e por fora, acreditando que seu lugar era o esquecimento. Até o dia em que foi chamado para a mesa do rei.
Nesta reflexão, somos convidados a olhar para além das nossas limitações e feridas, e entender que Deus não apenas nos resgata Ele nos reposiciona. Ele nos chama para a mesa, restaura nosso senso de pertencimento e cura aquilo que a rejeição tentou destruir.

Quando o pertencimento é restaurado, a identidade encontra seu lugar.
E quem se senta à mesa do Rei nunca mais se vê como antes.

Meu Deus… como é que o Senhor consegue me amar?Como pode um Deus eterno, santo e glorioso conhecer cada pensamento meu a...
29/01/2026

Meu Deus… como é que o Senhor consegue me amar?

Como pode um Deus eterno, santo e glorioso conhecer cada pensamento meu até aqueles que eu mesmo tento esconder e ainda assim não desistir de mim?

Como pode Aquele que sustenta o universo com a palavra do Seu poder se inclinar para alguém tão pequeno, tão frágil e tão cheio de falhas como eu?

A Bíblia faz essa mesma pergunta:
“Que é o homem, para que te lembres dele?” (Salmos 8:4)
Eu falho… e Ele continua fiel.
Eu me afasto… e Ele permanece perto.

Eu nego com atitudes… e Ele insiste com graça.

Antes de eu pensar em buscá-Lo, Ele já estava me procurando.
Antes de eu pedir perdão, a cruz já estava preparada.

Antes de eu dizer “eu te amo”, Ele já tinha provado o Seu amor.

A Palavra diz:
“Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.” (Romanos 5:8)
Isso não é um amor comum.
É um amor que sangra.
É um amor que perdoa quando não há desculpa.
É um amor que restaura quando todo mundo já desistiu.
Na cruz, Jesus não viu apenas um pecador.
Ele viu alguém que valia o Seu sangue.

Ali, o meu passado foi cravado.
A minha culpa foi paga.
A minha história foi resgatada.
“Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou.” (1 João 4:10)
Meu Deus… como pode me amar mesmo conhecendo minhas quedas secretas?

Como pode me chamar de filho quando tantas vezes ajo como estranho?

Como pode me escolher todos os dias, quando eu falho em escolhê-Lo?
E ainda assim, Ele declara:
“Com amor eterno eu te amei.” (Jeremias 31:3)

Esse amor não me deixa do jeito que me encontrou.
Ele me constrange.
Ele me quebra.
Ele me transforma.
Quando eu entendo que sou amado assim, não consigo continuar sendo o mesmo.
Não é o medo do inferno que me aproxima.

É a gratidão pela cruz.
Não é culpa.
É graça.
Não é obrigação.
É rendição.
Meu Deus… como pode me amar?
Só existe uma resposta:
porque Ele é amor.
E esse amor me alcançou.

Ap. Pinheiro
MINISTÉRIO FOGO DO ALTAR










Desde o princípio, Deus deixou claro que não é a oferta em si que Ele contempla, mas o coração de quem oferece. A histór...
27/01/2026

Desde o princípio, Deus deixou claro que não é a oferta em si que Ele contempla, mas o coração de quem oferece.

A história de Caim não começa com um assassinato começa com uma quebra de alinhamento. Antes do sangue de Abel clamar da terra, o orgulho já gritava no coração de Caim. Antes da rejeição externa, houve desobediência interna.

A “Síndrome de Caim” não é um fenômeno antigo; ela continua viva, silenciosa e perigosa, se manifestando em pessoas que até falam de Deus, mas não se submetem a Ele. É o espírito que rejeita correção, despreza autoridade, negocia obediência e, quando confrontado, prefere se vitimizar a se arrepender.
Caim não foi rejeitado porque tentou, mas porque se recusou a obedecer. Deus ainda lhe deu chance, advertiu, falou, alertou: “Se procederes bem, não serás aceito?” O problema nunca foi Deus foi o coração que não quis mudar.

Essa síndrome gera um ciclo destrutivo:
rejeição → orgulho ferido → sentimento de injustiça → vitimismo → isolamento → morte espiritual.
E quando não é tratado, esse espírito sempre busca companhia, formando ajuntamentos de ofendidos que se alimentam mutuamente da própria dor, mas nunca da verdade.
Esta mensagem não é para acusar, é para despertar. Não é para condenar, é para curar. Existe um caminho oposto ao de Caim o caminho de Abel.

O caminho da obediência, da devoção sincera, da submissão que agrada a Deus e gera aceitação no céu.

Hoje, o Espírito chama: saia do lugar da reprovação e volte para o altar. Porque ainda há tempo de fazer o que é correto e quem procede corretamente, jamais será rejeitado por Deus.

🔥 MINISTÉRIO FOGO DO ALTAR
Apostólico & Profético

Reflexão para hoje | Propósito exige alinhamento.Nem todo afastamento é abandono.Alguns silêncios são respostas de Deus....
27/01/2026

Reflexão para hoje | Propósito exige alinhamento.

Nem todo afastamento é abandono.
Alguns silêncios são respostas de Deus.

Algumas distâncias são livramentos disfarçados de perda.

Quando Deus aprofunda o propósito, Ele não apenas trabalha em você Ele trabalha ao redor de você. Ambientes são ajustados. Relações são filtradas. Caminhos paralelos começam a se separar. Não por dureza, mas por fidelidade ao destino.

Há pessoas que celebram sua companhia, mas não suportam sua transformação. Elas gostam da sua versão confortável, não da sua versão tratada, confrontada e alinhada com o céu. Enquanto não há custo, caminham. Quando o propósito começa a exigir renúncia, o afastamento se torna inevitável.
Isso não é rejeição.

É concordância espiritual.
A Palavra não falha: não há caminhada longa sem acordo profundo. Deus não sustenta proximidade contínua onde não há alinhamento de visão, valores e chamado. Ele ama todos, mas não mistura destinos.

Hoje, se alguém se afastou… Não corra atrás do que Deus permitiu sair.
Não tente manter o que não consegue permanecer no processo.
Não negocie o chamado para preservar companhia.

Alguns vazios são o altar onde Deus prepara o novo.
Algumas despedidas são cercas invisíveis de proteção.
Alguns términos são o céu dizendo: “Agora você está pronto para avançar.”

Fique em paz.

Quem é de propósito permanece.
Quem é de estação cumpriu o que precisava cumprir.
Deus está guardando você enquanto conduz você.
E tudo o que Ele remove nunca foi maior do que o que Ele vai revelar.

🕊️ Ore hoje assim:
“Senhor, alinha meus passos ao Teu propósito, mesmo quando isso custar pessoas, ambientes ou zonas de conforto. Prefiro andar só contigo do que acompanhado fora da Tua vontade.”

Graça e paz.
Que seu dia seja marcado por discernimento, maturidade e avanço no propósito.
🔥 Família Fogo do Altar.

Endereço

Primeiro De Maio Jd. Nova Vida 44
Belém, PA
66690799

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