25/12/2024
O céu estava triste, o homem não correspondia a nenhuma das inúmeras tentativas de reconciliação.
Houve então um momento em que os anjos percebem uma movimentação diferente no céu, relâmpagos, vozes e trovões.
“Então ouvi a voz do Senhor, conclamando:
A Quem enviarei?
E eu respondi: “Eis-me aqui. Envia-me”
Isaías 6.8
À direita de Deus Pai, Maravilhoso, Conselheiro, Príncipe da Paz, vestido de Glória, cheio de Poder, cheio de Amor. O filho unigênito, levanta-se do seu trono, não poupando a si mesmo, e todos f**am estarrecidos sem entender o que ele fará.
“E o povo que andava em trevas viu uma grande luz; para aqueles que vivem na terra da escuridão profunda, uma luz raiou”
Isaías 9:2
O Eterno entrou no tempo para reconciliar o homem com Deus. Ele desceu para nos resgatar do pecado e nos restaurar à alegria para a qual fomos criados: conhecê-lo e desfrutá-lo.
Ele veio para nos reconciliar “consigo mesmo”.
Ele nos ensinou que Natal é a celebração do Autoesvaziamento.
“Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens” Fp 2.7
Natal é autossacrifício.
“E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.” Fp 2.8
Deus envia a única saída, seu único Filho: Cristo Jesus, para que todos, mesmo aqueles que procuram “suprimir a verdade pela injustiça”, tenham uma saída para seu lamaçal de enganos, vícios, imoralidades, adultérios, corrupção, amarguras e dores.
Natal é o presente de Deus para criaturas que não tem o direito de esperar nada, mas que recebem tudo.
Natal é o amor de Deus disponível unicamente em Cristo Jesus.
“Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele.”
1 João 4