Ilê Abassá Oxosse Mutalanbó Axé Obá Inan Ni Sahara

Ilê Abassá Oxosse Mutalanbó Axé Obá Inan Ni Sahara A descrição da minha página. é sobre a minha religião sou do Axé sou do candomblé

E kú ojó ìbí para nossa matriarca pelos seus 96 anos chuvas de prosperidade saúde nesse novo ciclo de vida com muito axé...
13/05/2026

E kú ojó ìbí para nossa matriarca pelos seus 96 anos chuvas de prosperidade saúde nesse novo ciclo de vida com muito axé.

13/05/2026
Sàngó, o Atirador de PedrasSàngó, Òrìṣà do trovão, do fogo celeste e da justiça ardente, é conhecido entre os antigos co...
06/05/2026

Sàngó, o Atirador de Pedras

Sàngó, Òrìṣà do trovão, do fogo celeste e da justiça ardente, é conhecido entre os antigos como o grande atirador de pedras. Não pedras comuns, mas as pedras do céu, carregadas de raio, trovão e verdade. Quando Sàngó lança suas pedras, não o faz por capricho nem por ira vazia. Ele as lança para restabelecer o equilíbrio do mundo, para esmagar a injustiça, para romper a mentira e para derrubar os poderes que se levantam contra a ordem de Olódùmarè.

Nos antigos ensinamentos da terra iorubá, diz-se que o mal muitas vezes se esconde atrás de máscaras: máscaras de poder, máscaras de riqueza, máscaras de autoridade. O injusto tenta parecer justo; o opressor tenta parecer salvador. Mas Sàngó vê através de todas as máscaras, pois seu olhar é o olhar do fogo. Quando ele ergue o braço e arremessa a pedra flamejante, o que ele destrói não é apenas o inimigo visível, mas a falsidade que sustenta o mal.

As pedras de Sàngó simbolizam a verdade que cai como relâmpago. Elas são rápidas, inevitáveis e impossíveis de esconder. Por isso, na tradição, quando um trovão ecoa no céu, muitos dizem: Sàngó está falando. E quando o raio atinge a terra, dizem: Sàngó lançou sua pedra. Não é apenas um fenômeno da natureza; é um sinal da justiça cósmica em movimento.

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Nem todas as pessoas ao seu redor ocupam o mesmo lugar, embora muitos insistam em tratá-las como se ocupassem. E é aí qu...
05/05/2026

Nem todas as pessoas ao seu redor ocupam o mesmo lugar, embora muitos insistam em tratá-las como se ocupassem. E é aí que o problema começa: em não saber diferenciar, em misturar vínculos, em esperar de todos a mesma coisa, como se proximidade fosse garantia de lealdade.

Confundir papéis não é bondade, é falta de critério. Nem todo mundo que sorri é amigo, nem todo mundo que está presente é próximo, nem todo mundo que compartilha algo com você merece acesso ao que é importante. E quando você não faz essa distinção, acaba entregando demais a quem não sabe sustentar.

O desgaste não vem só dos conflitos, vem das expectativas mal colocadas. De esperar profundidade onde só existe superficialidade, de buscar apoio onde só há companhia momentânea. E esse erro se repete até que, finalmente, você entende que nem todos estão para o mesmo papel.

Há conversas que não devem ser tidas com qualquer pessoa. Não por arrogância, mas por cuidado. Porque se abrir sem medida não te torna autêntico, te torna vulnerável diante de quem não tem capacidade nem intenção de respeitar isso.

O caráter também se mostra em saber limitar. Em entender que nem todo mundo entra no seu círculo íntimo, que nem todos merecem sua confiança, que nem todas as relações precisam se aprofundar. E isso não é frieza, é clareza.

Muitos evitam impor limites por medo de incomodar, mas acabam se incomodando por muito mais tempo. Porque aquilo que você não define no início, vira conflito depois.

Não é fácil aceitar que nem todos são para tudo, mas é necessário. Porque quando você aprende a colocar cada pessoa no seu devido lugar, você não apenas evita problemas… começa a viver com menos ruído e mais verdade. 🔥 # # # # #

05/05/2026
O STF tem 135 anos de história e nunca teve uma ministra negra. Num país de maioria negra, isso não é um detalhe, é um d...
02/05/2026

O STF tem 135 anos de história e nunca teve uma ministra negra. Num país de maioria negra, isso não é um detalhe, é um deficit democrático.

Mulheres negras representam mais de 28,5% da população brasileira. São as que mais enfrentam desigualdade no mercado de trabalho, violência institucional e barreiras no acesso à justiça. E são exatamente as mais ausentes nos espaços de poder que decidem sobre seus direitos.

Isso não é coincidência. É estrutura.
Mudar isso é um ato de justiça histórica, não de favor político.

A presença de uma mulher negra no Supremo não é simbólica. É uma mudança na perspectiva com que casos históricos serão interpretados, na sensibilidade com que direitos fundamentais serão ponderados, na legitimidade de uma corte que se pretende guardiã de uma Constituição cidadã e emancipatória.

Há mulheres negras com brilhantismo jurídico, reputação ilibada e compromisso real com os direitos de quem sempre foi deixado para trás. Elas existem. Elas estão prontas. Falta só a cadeira.



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