IPV Paraiso

IPV Paraiso Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de IPV Paraiso, Centro religioso, Rua Waldomiro Peres Gonçalves nº2329 Paraiso de Cima, Barra Mansa.

07/04/2014

Como Deus é bom! Não se engane, a melhor decisão de todas é habitar na terra que Ele preparou!

12/03/2014

Iniciamos nesta segunda 21 dias de jejum e oração pela família, quero convidar você a orar conosco pela manhã no templo de 7:30 às 8:30. Declare que sua família já está salva!

Deus abençoe você e sua família
Pr. Victor Martins

15/02/2014

O que é o MDA?
Significa método de discipulado apostólico, tentamos viver no discipulado como viveu a igreja primitiva, mais cuidado e mais comunhão, quero desafiar você a viver isso também, faça-nos uma visita: Domingo as 19:00

Deus abençoe você e sua família
Pr. Victor Martins

30/09/2013

Como caíram as muralhas de Jericó?

O modo maravilhoso como o povo de Israel,
conduzido por Josué, conquistou a cidade de Jericó,
continua a excitar a curiosidade dos leitores da Bíblia.
O facto é narrado no capítulo 6 do livro de Josué,
e aparece situado por volta do ano 1200 a.C., quando
os israelitas chegaram à Palestina, a Terra Prometida.


O primeiro obstáculo

A primeira cidade inimiga que encontraram foi Jericó. Segundo o relato bíblico, era um centro importante e rico (Js 6,24), rodeado por muralhas altas e poderosas (6,5). No seu interior habitavam os cananeus, povo bem apetrechado, com um rei, com serviços secretos de inteligência (Js 2,2), e com um valoroso exército treinado para a guerra. Os israelitas, pelo contrário, eram apenas um bando desorganizado de tribos e clãs que vinham a fugir da escravidão do Egipto.

Antes de eles chegarem, Deus tinha prometido entregar nas sus manos todo o país, de Norte a Sul e de Este a Oeste. E eis que, logo à chegada, perante as suas reduzidas forças se erguia, como um obstáculo intransponível, a majestosa e soberba Jericó. Como poderiam conquistar todo o país, se a primeira cidade já parecia inconquistável?


A armadilha insólita

Nesse momento Deus falou a Josué, e explicou-lhe a estratégia que deviam utilizar para vencer Jericó. Tratava-se de um ritual estranho. Durante sete dias, marchariam em círculo, à volta da cidade, levando a Arca da Aliança. Os sacerdotes iriam tocando as trombetas, enquanto o resto do povo os acompanharia com um solene silêncio. Dariam uma volta cada dia e voltariam para o acampamento.

Diz a Bíblia: «No sétimo dia, levantando-se de madrugada, deram sete a volta à cidade, como nos dias precedentes. Foi o único dia em que deram a volta à cidade por sete vezes» (Js 6,15).
Logo a seguir à sétima volta, Josué disse ao povo: «Gritai, porque o Senhor vos entrega a cidade» (6,16).
«Mal o povo escutou o som das trombetas, fez ouvir um grande clamor e as muralhas da cidade desabaram. Os filhos de Israel subiram à cidade, cada um pela brecha que tinha na sua frente, e tomaram a cidade» (6,20).

Assim, mediante esta insólita estratégia sugerida pelo próprio Deus, o povo de Israel exterminou todos os habitantes de Jericó, pegou fogo à cidade e reduziu-a a um monte de escombros e restos calcinados.

A batalha de Jericó aparece como um acontecimento militar chave para o povo de Israel, uma vez que lhe abriu as portas da conquista da Palestina.


Milagre, ou terramoto?

O que aconteceu realmente na batalha de Jericó? Durante séculos, as opiniões dos biblistas estiveram muito divididas. Iam do rotundo “impossível”, até à fé cega num milagre de Deus.

Alguns pensavam num fenómeno natural, isto é, num terramoto que teria ocorrido exactamente nesse dia. Outros afirmavam que as voltas dadas à volta da cidade distraíram os seus defensores, e o alarido de guerra e as trombetas tê-los-iam espantado e perturbado. Outra hipótese defendia que a expressão “muro da cidade” é uma metáfora para designar a “guarda da cidade”, e que dizer «as muralhas desabaram» significa que “os soldados ficaram impotentes” quando os israelitas atacaram. Claro, também houve os que o entendiam como uma intervenção directa de Deus, que derrubou as muralhas de Jericó para favorecer os israelitas.


Quando as pás falam

Talvez se tivesse continuado a discutir a questão por muito mais tempo, se um achado arqueológico que pusesse ponto final a este debate.

A cidade de Jericó foi descoberta em 1868, numa localidade chamada pelos árabes Tel es-Sultan, a 28 km ao nordeste de Jerusalém, perto do Mar Morto. Mas as primeiras escavações realizaram-se entre 1908 e 1910 por dois investigadores alemães, E. Sellin y C. Watzinger, com resultados muito positivos.

Vinte anos depois, entre 1930 e 1936, teve lugar a segunda campanha arqueológica, mediante una expedição inglesa dirigida por John Garstang, a qual também trouxe à luz achados de enorme importância.

Mas, as descobertas mais extraordinárias foram realizadas pela arqueóloga Kathleen Kenyon, na terceira e última campanha. Ao longo de oito anos, entre 1952 e 1959, escavou intensamente toda a zona de Jericó, até não deixar praticamente nenhuma zona importante sem remover. Graças a estas investigações, foi possível traçar quase integralmente a História da cidade de Jericó.


A primeira cidade do mundo

A primeira surpresa foi que Jericó constitui a cidade mais antiga do mundo. Tal ficou confirmado ao encontrarem-se os restos de uma muralha de defesa, construída cerca do ano 8000 a.C., o mais antigo muro defensivo até hoje conhecido na História da Humanidade. A colossal muralha de pedra, levantada para defendê-la das incursões dos nómadas, media 2m de largura e tinha pegada uma torre de 9m de altura e 8m de diâmetro. Porém, hoje podem ver-se no lugar os 22 degraus que desciam da torre até ao interior da cidade.

Nesse tempo, Jericó erguia-se sobre um fértil oásis, de abundantes palmeiras e tâmaras, com copiosas nascentes de água, que o transformavam num verdadeiro paraíso rodeado pelo tórrido deserto de Judá.

Além disso, foi possível averiguar que os habitantes enterravam os seus mortos debaixo do piso das suas próprias casas. Um dos achados mais curiosos foi, precisamente, o de numerosos crânios humanos, recobertos com argila, como si quisessem reproduzir novamente a pele que tinham tido.

Esta cidade foi destruída pela guerra, e abandonada por volta do ano 7200 a.C.. Mas aqui os arqueólogos realizaram uma segunda descoberta: na verdade não houve uma, mas muitas Jericó, visto que, ao longo da sua História, a cidade tinha sido destruída e reconstruída numerosas vezes. Os escavadores encontraram restos nada menos que dezassete Jericó, que puderam estudar e analisar.

As sucessivas destruições e reconstruções da cidade mostram a importância que esse oásis estratégico, tinha na antiguidade e as apetências despertadas pela fertilidade da região.


As cidades posteriores

A segunda Jericó foi erguida no mesmo sítio cerca do ano 7000 a.C.. Desta vez, uma nova povoação, com tradições totalmente diferentes, chegou e assentou-se no oásis. A forma de construir as suas casas, o género de instrumentos utilizados, a maneira de enterrar os seus mortos, mostra que se tratava de gente mais rudimentar que a anterior. Anos mais tarde, esta cidade também foi arrasada e deixou de existir.

Por volta do ano 4000 a.C., voltou a erguer-se. Com o correr dos séculos, a zona viu-se envolvida em grandes catástrofes. As sucessivas guerras, invasões e conflitos por que passou, fizeram com que as fortificações da cidade ruíssem e voltassem a ser edificadas várias vezes.

Nas escavações, os arqueólogos desenterraram vestígios de incêndios, casas destruídas, ossos humanos queimados, que mostram claramente a convulsionada história de Jericó. Durante todos esses séculos, aquela cidade foi tomada, saqueada, destruída e abandonada em numerosas ocasiões. E, com obstinada constância, tornava a ser edificada e habitada. Assim aconteceu nos anos 3000, 2000, 1900 e 1700 a.C..

Até que, finalmente, uma nova invasão sofrida cerca de 1550 a.C., lhe deu o golpe fatal. Depois deste desastre, a orgulhosa cidade não voltou a erguer-se mais até à época de Josué: a última Jericó que os arqueólogos encontraram foi a do ano 1550 a.C..


O que diz a História

E aqui entra o fantástico e enigmático de toda esta história. Se Jericó não voltou a ser edificada depois da devastação de 1550, quer dizer que, quando supostamente Josué chegou com os israelitas à Terra Prometida, cerca do ano 1200, há 350 anos que Jericó tinha deixado de existir!

Por mais que os arqueólogos cavassem, explorassem e rastreassem as ruínas que ainda se conservam em Tel es-Sultan, foi impossível encontrar os restos de uma Jericó do ano 1200. É indubitável que, quando Josué chegou, tanto a cidade como as suas muralhas e construções tinham desaparecido há quatro séculos.


Teremos, então, de concluir, decepcionados, que a conquista de Jericó carece de todo o fundamento histórico?

Há outra explicação possível. Hoje, os historiadores da Bíblia julgam que nas origens do povo de Israel, embora a cidade já não existisse, algumas franjas de população autóctone ocupavam novamente as ruínas daquele lugar, convertido então numa cidade fantasma. Estes míseros povoadores, habitantes de ruínas, talvez tenha tido algum tipo de confrontação com os israelitas, que não passariam de algumas escaramuças, e os israelitas acabaram por impor-se. Esta pequena vitória ficou para sempre gravada na tradição israelita.


O que diz a fé

Séculos mais tarde, os israelitas começaram a pôr por escrito os relatos da conquista da Terra Prometida. Ora bem, se quando eles chegaram à Palestina se tivessem deparado com a cidade amuralhada, apetrechada e fortemente defendida, ter-lhes-ia sido impossível tomá-la.

Ao contrário, quando chegaram ao lugar, a encontraram-na em ruínas, sem muralhas, e com uma débil e miserável povoação. E interrogaram-se: Quem nos derrubou a cidade? Quem nos demoliu as suas muralhas, para que a pudéssemos tomar? Sem dúvida, tudo tinha sido obra de Javé. Ele era o verdadeiro conquistador… E por que razão vinha Javé à frente deles, abrindo-lhes o caminho e aplanando-lhes as dificuldades? Graças às orações e ao culto das suas liturgias.

Então, no momento de escrever aquele episódio, contaram-no da única forma que o sabiam fazer. Não como historiadores profissionais, mas como homens de fé. Foi assim como nasceu o relato que ficou imortalizado no capítulo 6 de Josué.


A melhor forma de dizê-lo

Se a analisarmos agora, veremos que a batalha de Jericó está efectivamente contada como se fosse uma celebração litúrgica.

Em primeiro lugar, não são o exército nem os guerreiros que têm o papel principal e decisivo no combate, mas os sacerdotes. Tão-pouco são utilizadas de guerra na luta, mas as trompetas, que eram o principal instrumento musical de louvor a Deus e de oração em todas as festas religiosas (Nm 10,10).

Nenhum general dirige a batalha, mas a Arca da Aliança, que desfilava entre eles com a sua misteriosa presença. Os soldados israelitas, mais do que um assédio de combate assistem a uma procissão, guardando o respeitoso silêncio próprio da oração. E o grito de guerra que lançam no último dia, era o “clamor” que os israelitas costumavam lançar nas suas festas religiosas (2 Sm 6,15; Lv 25,9; Nm 29,1).

Finalmente vemos que o relato está contado simbolicamente, pelo uso abundante do número 7 (7 dias dura a procissão, 7 sacerdotes levam 7 trombetas, no 7º dia dão 7 voltas), número muito usado na Bíblia, que significa “perfeição”. Quer dizer que aquilo que o povo de Israel utilizou para ganhar a batalha foi um estratagema perfeito.


A verdade de fé

Todos estes elementos indicam-nos que, embora existisse uma “batalha de Jericó” real, como dissemos antes, a Bíblia conta-nos como eles a interpretaram, isto é, o que a sua fé lhes ensinava. E talvez tenham tido a ideia de a relatar assim, inspirados na procissão que todos os anos realizavam, a partir do santuário vizinho de Guilgal, à volta das ruínas para comemorar a conquista.

Os israelitas nunca teriam pensado em escrever uma crónica objectiva e fria da batalha de Jericó, ao jeito moderno dos nossos historiadores. Não lhes teria servido para nada. Eles escreviam para que os seus relatos fossem lidos no templo, nas suas reuniões e grupos de oração. E narrar, breve e sobriamente, que os seus antepassados ao chegar è Terra Prometida mantiveram uma leve refrega com os que nesse momento habitavam as ruínas de Jericó, além de deixar de lado a visão da fé, não teria ajudado a manter nem alimentar a crença em Deus, dos fiéis.

Ao contrário, o relato da procissão à volta da cidade, o clamor do povo, o emocionante som das trombetas, e as muralhas a derrubar-se – isso sim, encorajava os leitores, excitava e reavivava a fé de quem escutava, e acrescentava a confiança em Javé.

E por outro lado, o escritor sagrado estava a dizer a verdade: foi Deus que demoliu, para eles, as muralhas de Jericó (aqui, sim, vários séculos antes) em atenção às suas orações.


A nova Jericó

As muralhas de Jericó, caíram, ou não? Claro que sim. Mas o relato bíblico não pretende dizer-nos que caíram de um modo angelical e ingénuo, e que basta tocar trombetas para vencer os obstáculos da vida. Não. Os israelitas contaram-no assim, porque naquele tempo era o modo mais comprometido que tinham de o fazer. Mas, saber que se trata de uma linguagem simbólica e de fé, permite-nos abandonar posições simplistas e utópicas, e reinterpretar de um modo mais correcto a sua mensagem.

Tal como a antiga Jericó, também hoje existe um mundo do mal fechado atrás das suas firmes fortificações: as injustiças sociais, a mentira, a corrupção, o desprezo pelos mais débeis, a fome. E essas estruturas levantadas, como fortes muralhas, impedem que as pessoas entrem na salvação, isto é, num novo tipo de sociedade em que a dignidade de todos seja respeitada, e onde todos tenham direito à educação, ao trabalho, e a viver em paz, que constitui a nova Terra Prometida.

Hoje fazem falta, pois, trombetas capazes de vencer esta fortaleza injusta e perversa: as trombetas da solidariedade, do serviço, da fraternidade, do testemunho de vida.

Mas, não bastam as trombetas. Josué ordenou um grito de guerra em uníssono. A condição essencial para que a Igreja vença e debilite as estruturas injustas é a sua unidade, a sua união.

A Igreja sabe que a batalha de Jericó é eterna, e que se prolonga através dos séculos. Por isso o som das trombetas prolongado durante sete dias nos mostra que com o serviço constante do anúncio do Evangelho, o testemunho de vida, e sobretudo a unidade da Igreja, pode ser destruída a soberba Jericó, entrincheirada atrás das suas torres de egoísmo, de pecados sociais e de corrupção.

No dia em que a Igreja grite com o seu exemplo de vida e a sua unidade, tudo o que seja inimigo do homem ficará convertido em escombros.
Ariel

08/09/2013

A COLHEITA DAS ALMA

Mateus- 9: 37- Então, disse aos seus discípulos: A seara é realmente grande, mas poucos os ceifeiros.
I Coríntios - 15.24 – “Então virá o fim, quando tiver entregado o reino a Deus, ao Pai, e quando houver destruído todo o domínio, e toda autoridade e todo o poder.”

O Reino de Deus foi implantado na terra para resgatar o pecador das mãos do enganador.

Primeiro: Jesus nos liberta da pena da morte eterna, e nos dar vida eterna, quer dizer: vida após a morte, e nos dar autoridade para vencer o pecado. Estou limpo e não devo mais voltar à prática do pecado. Minha “alma” tem que ser dominada pelo meu “espírito” para que meu corpo não venha pecar mais. Tenho que, controlar, vigiar meus olhos e pensamentos para que, a minha alma não transmita desejos impuros para os meus membros, “corpo” ou carne, que desagrada ao Meu Senhor. (Tenho que fugir dos lugares pecaminosos, lugares que atrai desejos carnais).

I João -3.8 – Para isto se manifestou o filho de Deus, para destruir as obras do diabo.

Sem libertação não há salvação. Jesus nos libertou, eu creio, mas devemos prestar atenção, temos livre arbítrio para que tomemos atitudes não somente de crer na sua Palavra, mas obedecê-la em tudo ao que se refere a Ela. Jesus plantou esta obra espiritual na Terra, ensinando como lutar contra este inimigo, que não se conforma em ter perdido esta batalha.
Nossa luta não é física, porque fisicamente estamos mortos. Nossa luta, é espiritual. Nossa alma está perdoada, limpa pela morte de Cristo, pelo sangue da Aliança, nossa alma não morre. Porque temos pela graça e misericórdia de Jesus Cristo, Vida Eterna. Esta graça é oferta a todos os pecadores. Não vamos mais morrer espiritualmente.

Mas Satanás não se conforma de perder esta batalha da morte espiritual. Agora ele luta contra aqueles que acreditam no Evangelho de Cristo Jesus porque são cidadãos do Reino Celestial. “Templos”, igrejas; noivas do Senhor Jesus na Terra.
Efésios - 6.12 – Pois não temos que lutar contra a carne e o sangue, e, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os poderes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais da maldade nas regiões celestes.
Não devemos lutar contra os homens fisicamente, o nosso próximo, e sim, contra Satanás que está usando as pessoas para praticarem as maldades dele contra nós que cremos na Palavra de Deus.

(Apocalipse- 12: 17- Lucas 4.18 – Colossenses. 1: 13-14 – Mateus.16.18).

As portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja de Jesus! Pois Ele deu autoridade à Igreja contra o inimigo, para podermos lutar contra ele, para não sermos mais enganados com suas mentiras. Precisamos estudar mais a Palavra de Deus para conhecermos os lugares desta batalha, e qual é a nossa posição.

Efésios – 1.3 – Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção Espiritual nas regiões celestiais em Cristo.

Todos aqueles que aceitaram Jesus como salvador e Senhor, é Igreja, somos o templo de Deus vivo na Terra. Você quer ser usado por Deus nesta batalha?

Você tem que se preparar para esta batalha.

Para que, pela Igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida, agora, dos principados e potestades nos lugares celestiais. (Efésios. 3: 10).

A nossa guerra não é contra o nosso próximo, é espiritual.

Com toda oração e súplica, orando em todo tempo no espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos. (orando uns pelos outros). Ela é feita em oração, e tem um grande poder de libertação. (Efésios. 6: 18).

Só há uma maneira para entrarmos nas regiões celestes para guerrearmos: A nossa fé e confiança em Deus, e a nossa arma: A “Palavra de Deus” em nossa boca, em oração.
A oração da “Palavra” é combustível que move os anjos do Senhor.
A oração move o braço de Deus em favor das pessoas pelas quais estamos intercedendo para serem salvas.
Os grandes avivamentos (Festas de Alegria, um “Pentecostes”) só acontecem após a colheita dos frutos para Deus.(Colheita de almas para entregar a Deus). Quando estamos preparados, aprovados, selados, estamos capacitados, cheios do Espírito de Deus.

Agora é só trabalhar!!!
Agora poderemos fazer guerra de resgate, libertação das almas, que estão presas nas trevas, nas mãos do nosso inimigo. Vamos testemunhar o Evangelho do Senhor Jesus para ganhar almas para Deus. Nossa Vitória será celebrada com grande alegria no Espírito Santo. (Um grande avivamento acontecerá). Nossa festa de colheita das almas. Uma grande “Festa de Celebração das Primícias para Deus”. Se não houver colheita dos frutos, não há Pentecostes. Não há primícias na terra. Não há Avivamento.

As nossas armas de Guerra: A “Palavra de Deus” em nossa boca com poder e autoridade.
Arma de defesa: O Sangue de Jesus – Por isso também o primeiro não foi consagrado sem sangue; Hebreus. 9:18

Arma de ataque: O Nome de Jesus. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.

E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios; falarão novas línguas; Marcos. 16: 17,18.

Estratégia: Dos homens e mulheres de Deus, Unção com Óleo do Espírito Santo.

E expulsavam muitos demônios, e ungiam muitos enfermos com óleo, e os curavam. (Marcos 6: 13)

Armadura de Deus: (Efésios-6:13-17)- Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis.

Estai, pois firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça.

Capacete da salvação – para proteger a mente.

Couraça da justiça: o Sangue de Jesus, nossa proteção.

Calçado: Sandálias nos pés: já exercitados com o Evangelho de Jesus Cristo.

Escudo da fé: Nosso escudo na defesa pessoal, para apagar os dardos inflamados do malígno.
A Palavra da Verdade- Espada do Espírito: espada de dois gumes, que sai da boca de Deus, usando a nossa como canal. Seremos mais que vencedores em Cristo Jesus!!!
Agora é só sair para fazer esta grande obra na terra. A ceara é muito grande e está esperando você!!!

Que Deus lhe abençoe!!!

08/09/2013

1ª Co. 15.58

“Ora, o que planta e o que rega são um e cada um receberá o seu galardão, segundo o seu próprio trabalho”
(I Co 3:8).

Dicas Para Trabalhar com Sucesso:

1º Sermos firmes – sabermos o que se quer, termos convicção do chamado;
2º Sermos inabaláveis – estarmos seguros nas promessas de Deus, não vacilarmos os pés;
3º Sermos abundantes – prosperarmos em tudo que fizermos, termos a fartura do Senhor, pois nada nos faltará.

:NUNCA SE ESQUEÇA QUE:

Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus feixes. (Sl. 126:6)

:ESTA TEM QUE SER A NOSSA ORAÇÃO:
"ESTEJA SOBRE NÓS A BONDADE DO NOSSO DEUS SOBERANO. CONSOLIDA, PARA NÓS, A OBRA DE NOSSAS MÃOS; CONSOLIDA A OBRA DE NOSSAS MÃOS."
Salmos 90. 17

04/09/2013

Hoje , e o dia que os verdadeiros adoradores adorao o Pai em Espirito e em verdade .
Obs: Hoje o tempo esta chuvoso...
Amem

04/09/2013

Ame seus inimigos, faça o bem para aqueles que te odeiam, abençoe aqueles que te amaldiçoam, reze por aqueles que te maltratam. Se alguém te bater no rosto, ofereça a outra face.

03/09/2013

A Palavra de Deus como Semente

Você esta convidado para participar conosco do nosso segundo aniversário da IGREJA PRESBITERIANA VIVA (IPV PARAISO).Situ...
03/09/2013

Você esta convidado para participar conosco do nosso segundo aniversário da IGREJA PRESBITERIANA VIVA (IPV PARAISO).
Situada na RUA:Waldomiro Peres nº2329 Paraiso de Cima BM
DATA:06,07 e 8 de Setembro
A parti das 19:00hrs
PRELETORES:
PR.Djalma Barros e Louvor( IPV Santa Cruz)
PR.Cleber Avelar e Louvor (IPV do Frade)
PR.Luiz Antonio Basilio (IPV Santa Lucia)
PR.Vitor Martins (IPV PARAISO)

Endereço

Rua Waldomiro Peres Gonçalves Nº2329 Paraiso De Cima
Barra Mansa, RJ
27333-010

Horário de Funcionamento

Terça-feira 19:00 - 21:30
Domingo 19:00 - 21:30

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando IPV Paraiso posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Categoria