Religião Respeito Humildade

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Osún impera no Odú Oche (5) que quer dizer "sangue que corre nas veias" . É neste odú onde Osún envaidece. Nasce ainda, ...
23/05/2026

Osún impera no Odú Oche (5) que quer dizer "sangue que corre nas veias" . É neste odú onde Osún envaidece. Nasce ainda, a palavra, o sangue vermelho da menstruação, motivo da grandeza de Osún., é a Mensageira de Olófin, motivo pelo qual todos os Iyawos antes de se iniciarem tem que ir ao Ile Ibu (rio) para através de Osún prestar conta a Olófin da cerimônia religiosa (a feitura) que será realizada por ser Osún a encarregada de levar o mensagem diante de Olofín é a unica Iyaba com esta potestade por mandato de Olofín, onde nasce o pacto de Osun com Larô (pedra ou OTAMAYEKUN) que os Iyawos pegam no Rio. Nasce a Cerimônia preliminar do Rio, que no Brasil foi substituida no chamado "cachoeira dos Iyawos", os banhos e agrados nas cachoeiras antes de se iniciarem os Iyawos. Também como todos sabemos foi a única Iyaba que tirou Ogún da floresta, passando mel em seus lábios, Yemanja e Oyá-Iansã tentaram mais não conseguiram.
Fala-se que Osún teve amores com todos os Orisas, conhece seus segredos e todos a respeitam e adoram, mas é sabido que foi com um só Orisa em cada etapaformando assim os caminhos, ou gualidades como se conhce no Brasil.. Osún teve filhos com Oduduwa, Orunmila e Inle.
Com Oduduwa teve Oloshe (menino) com Orunmila Poroye (uma menina) e com Inle teve Logun Edé.É muito famosa por sua participação na criação do feto no útero. Ela preside o embrião junto com Yemanja e Obatalá, o escultor que da forma humana.É o único Orisa que sendo menor, pode suprir a todos, inclusive à Obatalá. O grande poder de Osún, é ser neta direta de Olodumare. Por ser filha de Olófin, nasceu ela em Orun(céu) e chegou junto com os 16 Oba Odú, por isso ela é um Orisá e não um ébora nascido na terra, como Shangô, Obaluaye, Iansã, etc...Alcança seu maior estatus com Orunmila (matrimônio) ele lhe coroa como sua Apetebi Legítima. Osún é a única que pode ir a Olofín (Deus)

Ikóòdidé
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"Metade de mim ainda acredita na bondade das pessoas…A outra metade aprendeu, com o tempo, a enxergar além das aparência...
23/05/2026

"Metade de mim ainda acredita
na bondade das pessoas…
A outra metade aprendeu,
com o tempo,
a enxergar além das aparências.
Vivemos nesse equilíbrio
entre esperança e cautela,
entre acreditar e se proteger.
E talvez seja exatamente isso
que nos mantém humanos:
sentir, confiar, se decepcionar…
e mesmo assim não desistir de ver o bem.
Que a parte que acredita nunca morra,
só aprenda a escolher melhor onde florescer."

Renata Assis
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Mo júbà gbogbo! Ẹ kú ọjọ́ Ìṣẹ́gun, gbogbo ọmọlẹ́yìn!No Candomblé, há pessoas que não apenas participam da nossa iniciaçã...
22/05/2026

Mo júbà gbogbo! Ẹ kú ọjọ́ Ìṣẹ́gun, gbogbo ọmọlẹ́yìn!

No Candomblé, há pessoas que não apenas participam da nossa iniciação: elas atravessam conosco cada momento difícil do caminho.

A figura conhecida em muitas casas como Jibonã, Ojubonã, Ajibonã ou Baba/Ìyá Ojubonã ocupa um lugar profundo na memória de muitos iniciados. É quem acompanha, orienta, corrige, cuida, sustenta e ensina postura, silêncio e caminho.

Do ponto de vista da língua yorùbá, Ojúgbọ̀nà revela algo muito bonito:

Ojú pode ser entendido como olho, visão, presença;

Gbè traz a ideia de apoiar, sustentar, ajudar;

Ọ̀nà signif**a caminho, estrada, jornada.

Ojúgbọ̀nà pode ser compreendido como “os olhos que ajudam no caminho” ou “aquele/aquela que apoia a jornada”.

E essa tradução toca a experiência. Quem passou pela iniciação sabe que o nascimento para o Òrìṣà exige cuidado, disciplina, orientação e presença. Ninguém atravessa esse mundo novo sem olhos que ajudem no caminho.

Por isso, uma boa Ìyá ou um bom Bàbá Ojúgbọ̀nà marca a memória do neófito. Porque está ali no detalhe, no silêncio, na correção e no cuidado que sustenta por dentro.

A oralidade dos terreiros preservou muita coisa. Agora, estudar a língua yorùbá é uma forma de cuidar melhor daquilo que chegou até nós.

Não se trata de vaidade intelectual.

Trata-se de memória.
Trata-se de àṣẹ.
Trata-se de entender que as palavras do Candomblé carregam história, função, responsabilidade e mundo.

Marque nos comentários quem foi Ojúgbọ̀nà no seu caminho sagrado.

Educa Yorùbá
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"FARAIMARÁ":NO AIYÊ E NO ORUN( Cléo Agbeni Martins)Hoje é o dia do abraço.E foi justamente hoje que me lembrei de uma ca...
22/05/2026

"FARAIMARÁ":
NO AIYÊ E NO ORUN
( Cléo Agbeni Martins)

Hoje é o dia do abraço.

E foi justamente hoje que me lembrei de uma cantiga dos terreiros dedicada a Oxóssi, o rei de Ketu:

“Alaketuê faraimará, faraimará ô
Olôô faraimará…”

Cantiga forte. Dessas que habitam a respiração da gente.

Há mais de cinco décadas ouço esse canto que atravessou o oceano.

Se alguém quiser procurar sua origem no iorubá atual, encontrará, provavelmente, “fẹ́ramọ́ra”: abraço apertado, abraço junto ao corpo, abraço de acolhimento.

Mas eis o ponto importante: no terreiro, “faraimará” já deixou de ser apenas tradução. Tornou-se gesto coletivo, gesto de pertença, gesto de amor orgulhoso.

Nos terreiros tradicionais, quando se canta “faraimará”, as pessoas se levantam e se abraçam.

Naquele instante, o abraço rompe o tempo e o espaço. Abraça toda a comunidade no Aiyê e no Orun. Abraça os vivos e os ancestrais.

Todos somos Aráketu.
Todos somos corpo de Ketu.
" Omorodé lonin
OMORODÉ OLU AIYÊ".

Hoje existe certo modismo de algumas pessoas que vão rapidamente à África Ocidental, regressam cheias de títulos adquiridos e passam a tratar os terreiros brasileiros com desprezo.

A maioria que faz isso não veio das Casas tradicionais mantenedoras da cultura. Ignora o cheiro de uma comida feita pelas velhas tias, tampouco passou décadas ouvindo os mais velhos, aprendendo pelo corpo, pelo silêncio e pela repetição ritual.

Quer legitimação rápida e retorna, com ares de mestres, tentando corrigir o que não vivenciou e tampouco compreendeu.

O iorubá litúrgico preservado no Brasil atravessou a diáspora atlântica, misturou-se ao português e a outras línguas, sofreu adaptações fonéticas, perdeu tons, reinventou sons — como toda e qualquer língua viva.

O português que falamos não é o mesmo de Camões. O inglês das bolsas de Wall Street pouco se parece com o inglês de Shakespeare. Nem por isso deixaram de ser português ou inglês.

O iorubá da liturgia
que aprendi ao longo da vida é memória histórica. Tem cheiro de acarajé, de pés no chão, de dança do xirê. Cheiro de dandá e macaçá.

Hoje é também um dia de reconhecimento por tudo aquilo que os ancestrais nos legaram.

A palavra tem força. Mas a palavra se concretiza pelo gesto.

E o abraço talvez seja um dos mais antigos gestos humanos de pertencimento.

Faraimará. Hoje e sempre.
Sintam-se abraçados, meus amigos e amigas.
E me abracem também.

( Imagem de IA.)
Cléo Agbeni Martins
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Òṣàgiyán é a sensação do dever cumprido, da vitória do bem sobre o mal. Ele é a superação das tristezas, a vontade que s...
22/05/2026

Òṣàgiyán é a sensação do dever cumprido, da vitória do bem sobre o mal. Ele é a superação das tristezas, a vontade que sobrepõe o desânimo.

Òṣàgiyán está na simpatia, na generosidade, no perfeccionismo, no alívio do justo, na consciência tranquila. Ele é o Pai da Paz. Luta por ela, vence por ela, por ela nos dá esperanças.

Neste dia, louvaremos àquele a quem pedimos que desfaça os conflitos, que dissolva as mágoas e que pacifique as tensões, fazendo o branco e a paz reinar em nossos dias.Casa de Oxumarê
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Bom dia!Pai Òsòlúfón e pai Òsògìyán nos abençoem, que tenhamos um sexta-feira de paz e harmonia.Asé  🍂🌿
22/05/2026

Bom dia!
Pai Òsòlúfón e pai Òsògìyán nos abençoem, que tenhamos um sexta-feira de paz e harmonia.
Asé

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Muitas pessoas se auto intitulam "Médiuns de Umbanda", seja porestarem fazendo parte de um terreiro, seja por vaidade, s...
22/05/2026

Muitas pessoas se auto intitulam "Médiuns de Umbanda", seja por
estarem fazendo parte de um terreiro, seja por vaidade, seja por
sentirem algumas vibrações nas lindas batidas ecoadas dos Sagrados
Atabaques, seja apenas por dizerem que são Médiuns para impressionar
alguém.

Mas as perguntas são:

Será que ser um Médium de Umbanda se limita nessas pequenas
coisas?

Será que se preparar mediunicamente e espiritualmente para
receber em sua coroa a vibração de uma Entidade de Luz é apenas sentir
arrepios ao ouvir o ecoar dos Atabaques?

Será que ser um Médium de Umbanda é simplesmente colocar uma roupa
branca e guias de contas coloridas e f**ar perambulando dentro de um
terreiro mostrando a toda a assistência que você está ali com toda sua
vaidade?

Não! Ser um verdadeiro Médium de Umbanda não é apenas isso.

O verdadeiro Médium de Umbanda ama estar no terreiro, fazer os
trabalhos designados, não se importa com vestes brilhantes ou
deslumbrantes, não importa-se com quais e quantas guias vai carregar
no pescoço.

E muito mais não se importa em se fazer aparecer, não f**a
colocando nomes de reconhecidas Entidades de Luz em sua lista de
Entidades trabalhadoras, mesmo não sabendo sequer se está em
incorporação com uma dessas Entidades conhecidas.

A diferença do verdadeiro Médium para os que se
auto intitulam "Médiuns" nada mais é que a humildade, o amor real pela
Umbanda e a consciência de saber que está ali para servir em prol da
caridade junto a quem necessita, e não para demonstrar vaidade,
prepotência, desamor, força, ódio ou fazer algo que vai contra o
livre arbítrio de um semelhante, como por exemplo a tão pedida
"amarração", que por muitas vezes são demonstradas por falsos médiuns
se dizendo que estão incorporados com essa ou aquela Entidade de Luz,
que na verdade não estão, pois ou estão com espíritos zombeteiros na
coroa, ou simplesmente uma demonstração de mistif**ação e vaidade,
fazendo assim somente em sujar o nome da verdadeira Entidade de Luz e
da religião de Umbanda.

Reconhecemos um verdadeiro Médium através de seus atos, de seu
amor para com todos e tudo que se representa na Umbanda.

Entendemos o amor verdadeiro de ser um médium quando o escolhido
para tal, se entrega realmente aos caminhos da religião, sem que para
isso precise ganhar vantagens como elogios de vaidade, roupagens
deslumbrantes, dinheiro, aplausos.

O verdadeiro Médium não é um comerciante da fé, não é um artista
famoso, não e um modelo para desfilar roupas lindas e da moda, o
Médium é apenas o ser que foi escolhido para que sirva de mensageiro
entre a Entidade de Luz e o consulente, ou o que empresta o corpo e a
mente para que assim a Entidade fale por ele.

Deve-se observar extremamente a pessoa que se diz médium, em
detalhes simples, como quando se tem grandes histórias mirabolantes
sobre alguma dúvida que o consulente tenha, quando há interesse em
prender o máximo possível a atenção da assistência para si, quando se
faz receituários mirabolantes e extensos com a mais absurdas tarefas
no sentido de tentar demonstrar que os casos são mais graves do que
aparenta, quando se cobra algum bem para atendimento de alguém que
está ali em busca de ajuda, quando aceita fazer "trabalhos" para
prejudicar um semelhante, entre outros detalhes a ser observado a quem
vai em busca de uma caridade.

Só frisando, uma Entidade de Luz, seja de direita ou esquerda,
nunca faz "trabalhos" para a prejudicação de um semelhante, nunca
cobra nada por seus trabalhos, nunca lhe cobra fidelidade nas
consultas (quando é dito por exemplo: "Se não vier a mim e for em
outra Entidade eu vou te cobrar e você pode sofrer"), isso tudo vem do
médium despreparado, mau caráter e vaidoso, que mistif**a enganando ao
consulente que lhe confia uma ajuda necessária, assim como engana a si
próprio.

Como já tinha especif**ado, o verdadeiro Médium de Umbanda deve
entrar em seu terreiro de corpo e alma, se entregar a caridade, se
sentir bem em fazer essa caridade. Deve ter orgulho de ser
Umbandista e orgulho em poder ajudar sem escolher a quem ajudar....

Crédito na imagem.
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Repost de 2022

Mo júbà àti Ẹ kú ọjọ́bọ̀ fún yín.A caixinha de perguntas trouxe muitos informações para a nossa série sobre nomes em fai...
22/05/2026

Mo júbà àti Ẹ kú ọjọ́bọ̀ fún yín.
A caixinha de perguntas trouxe muitos informações para a nossa série sobre nomes em faixas de cargos e funções no Candomblé. O mais votado foi Ìyámórò.

Vimos que as pessoas escrevem de várias formas como Yamorô, Iyamoro, Iya Moro ou Iyámorô. Isso é natural na oralidade dos terreiros. A palavra atravessou tempo, canto, escuta, sotaque, memória e escrita... E sobreviveu ao tempo!

Mas, quando olhamos pela língua yorùbá, precisamos observar a estrutura gramatical.

A composição mais coerente é:
Ìyá = mãe, senhora, MULHER DE AUTORIDADE;
Mú = pegar, tomar, carregar, conduzir;
Orò = rito, cerimônia, assunto ritual.

Pela regra de contração do idioma, o "u" do verbo é elidido e o seu tom alto migra para a próxima vogal.
Ah, pode-se ver em algum material “ìyámóró” (Último ó, em entonação alta, não se encontra correto ortograf**amente. Orò termina com entonação baixa, nada explica sua mudança de tom).
Grafia para escrever na faixa do terreiro: Ìyámórò.

Ìyámórò traz a ideia daquela que carrega, toma ou conduz o rito, uma cerimônia. É uma mulher de autoridade ligada à condução de uma responsabilidade ritual.

A Ìyámórò é lembrada, em muitas descrições do Candomblé Ketu, por sua ligação com o ìpàdé (E outros rituais), cerimônia de grande importância dentro da vida ritual da casa e recebendo auxílio de outras pessoas importantes que breve falaremos. Não ensinaremos fundamento aqui. Isso pertence ao terreiro, à hierarquia e ao preparo de quem vive o rito!

Biri-biri bọ́ wọ́n lẹ́jú, Ògbèrí kò mọ̀ Màrìwò!
(O mistério se oculta aos olhos de quem ainda não foi preparado. O leigo não conhece o segredo do màrìwò!).

Nem tudo se explica em postagem. Nem tudo cabe em tradução rápida. Nem tudo que acontece no barracão deve virar curiosidade de internet!
O nome já diz muito sobre aquilo que a função exige. Ainda assim, estudar a palavra é necessário.
Porque muita gente repete nomes importantes sem saber o que eles carregam e Ìyámórò carrega hierarquia, silêncio e responsabilidade.

A oralidade preservou muita coisa. Agora, estudar yorùbá é uma forma de olhar com mais cuidado para aquilo que chegou até nós.
Para estudar a língua yorùbá comente YORUBA.

Educa Yorùbá
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Ela era ELA! Cléo Agbeni MartinsFalar de Dona  Bibiana do Espírito Santo é uma viagem no tempo. E, porque não, na litera...
21/05/2026

Ela era ELA!

Cléo Agbeni Martins

Falar de Dona
Bibiana do Espírito Santo é uma viagem no tempo. E, porque não, na literatura, em outras artes e também em política.
Mãe Senhora, como era conhecida- já qualificou sua biografia ainda jovem.
Vamos aos anos 1960. Antes, até.
A Bahia era outra, porque outro era o mundo. E, claro, o Axé Opô Afonjá e a Casa Branca do Engenho Velho.
Mãe Senhora era trineta de Marcelina Obatossi, sendo da linhagem direta de Iyá Nassô. Tinha o culto de Xangô no sangue.
Foi iniciada no final do século XIX por Mãe Aninha na Ladeira da Praça. Nasceu para Oxum antes da consolidação do Axé em S. Gonçalo do Retiro. Chegou Ebomi na nova Casa de Afonjá. Chegou ossidagan, tornando-se iyalorişa, depois da morte de Mãe Bada, em 1941.
Para a maior glória de Xangô, criou os cargos de otun e ossi para os Obás introduzidos por Mãe Aninha em 1936.
Mãe Senhora deu asilo político para Edson Carneiro, acolhendo-o no Opô Afonjá.
Recebeu Sartre e Simone de Bouvoir; fez obras e muito mais.
A charmosa filha de Oxum, mãe do sacerdote, escritor e renomado artista plástico Mestre Didi construiu pontes entre universos.
Teria muito o que falar sobre a nossa avó Senhora- à frente do Engenho Velho durante o axexê de minha avó Massi.
Poderia ter sido a escolhida: era o sangue de Iyá Nassô, afinal. Mas Xangô conhece os caminhos.
Um fato relatado por Mãe Stella mostrou a lealdade de Mãe Senhora.
A filha de Oxóssi convidou a sua ialorixá para o casamento dela.
Mãe Senhora disse que não iria. Mas que f**aria em cada sem sair, como se estivesse nas bodas.
Que Senhora! Não é por acaso que Vinícius de Moraes a homenageou nos versos do "Samba da benção":
- A benção Senhora, a maior Iyalorixá da Bahia!"
E tantos, em textos e livros: Cida Nóbrega, Jorge Amado....Tantos!
Lembro- me da magníf**a soprano Naycira - só podia ser de Xangô- no teatro Castro Alves, nos anos 1990- cantando em homenagem a avô dela, de Yara (grande artista plastica) de
Nidinha, Mãe de mulhes extraordinarias: Cida, Cátia,Yara,Iraildes e Niceia, que também é ossidagan de nosso Axé Asiwaju e filha de Oxum.
Agora preciso correr para
pegar o ônibus pra Santa Cruz do Sul. Do aeroporto vim para a rodoviária de Porto Alegre, lembrando-me de Érico Veríssimo, cuja principal personagem em seu " O tempo e o vento" chama-se Bibiana, a neta de Ana Terra.

NB- foto do acervo da neta Inaicyra dos Santos.

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Bom dia , Excelente quinta feira a todos !Oxóssi vem do termo iorubá Osoosi que é derivado de Osowusi, que signif**a "o ...
21/05/2026

Bom dia , Excelente quinta feira a todos !

Oxóssi vem do termo iorubá Osoosi que é derivado de Osowusi, que signif**a "o guardião noturno e popular", "caçador ou guardião popular"

ko si ewe, ko si Orixã ( sem folha, sem orixá). sete folhas mais usadas para as oferendas á Oxóssi:

Ewê odé (Carrapicho-beiço-de-boi)
Akoko ( primeira folha)
Odé akoxu (Maricotinha)
Etítáré (alfavaca de cobra )
Iteté ( Plumeria)
Igbá ajá ( jurubeba)
Bujê (Jenipapeiro)

"okê arô" ou, simplesmente, "okê"

Bàbálorisá Omobinã
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ALGUNS ORISÁS MENORESOs Orisás menores são todas aquelas espiritualidades que não são, ou não podem ser coroados nas cer...
20/05/2026

ALGUNS ORISÁS MENORES

Os Orisás menores são todas aquelas espiritualidades que não são, ou não podem ser coroados nas cerimônias de feitura de santo diferente dos Orisás maiores que se coroam.
O culto da maioria deles ou está extinto, ou caiu no esquecimento. E os conhecimentos relegados à eles são dificílimos de se acessar ou quase impossíveis de se resgatar.

ALEFI é um orishá do vento e mensageiro da Orishá OYÁ.

Outra das companheiras e uma das servas mais fiéis da rainha dos ventos é AYAÓ, sua irmã e quem é a outra orishá da atmosfera, que foi uma das esposas de OLOKUN (a imensidão do mar)

e é considerada mãe de AYAROKOTÓ, a mensageira de OLOKUN e YEMANJÁ, que representa o horizonte, onde o mar e o céu se unem.

Entre alguns dos orisás esquecidos ou menos conhecidos, encontram-se AYANA ou AYAMA, rio secreto que foi identif**ado como o rio da vida. É o guardião dos segredos da vida e vive no centro da terra (um rio subterrâneo com águas medicinais).
ÓBA MOLO SHUN, uma irmã menor de ÓBA, vinculada a alegria e as rogações e também ao matrimônio.

Outro orishá das rogações é OLAROSA, que representa-se com ramos medicinais sagrados, evitando que qualquer bruxaria ou espírito mau entre na casa.

OSHASIN, é a patrona dos médicos. OLUWERI, orishá dos rios e arroios. Outro orishá dos rios é IGBÁ OMÍ, vinculado aos ritos de batismo.

OLIMERIN ou OLORI MERIN, orishá das cidades e povos, dispõem de quatro cabeças e patas de cabra.

AGANÁ é o Orishá da chuva. AGBA LODÉ é o Orishá do espaço infinito.

AÑA é o Orishá da música de percussão, vive dentro dos tambores de fundamento BATÁ.

EGBE, este Orishá rege sobre as águas estancadas, os aquedutos e a água dos porrões.

ELUSÚ, Orishá da areia. ESÍ é o Orishá para a proteção. FRIDE é o orishá da música de cordas.

IKOKÓ é o orishá de todas as plantas aquáticas.

IRAWÓ é o orishá dos astros. OLONA é o orishá dos lagos. OLOSÁ é o orishá das lagoas.

ONÍRAWÓ é o orishá dos cometas. OSARÁ é o orishá das caídas d’água, cascatas.

OSHUPÁ representa a lua.

POOLO é o orishá da música de sopros.

Afro Sapiens
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Balneário Camboriú, SC

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