Informativo Mundial das Missões - Iasd Baixo Guandu

Informativo Mundial das Missões - Iasd Baixo Guandu Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Informativo Mundial das Missões - Iasd Baixo Guandu, Organização religiosa, Baixo Guandu.

02/05/2018

A Rádio que Trás Esperança cada dia

Moisés nunca teve a intenção de se tornar cristão. Foi quando estudava em uma escola pública que ele teve conhecimento d...
06/12/2015

Moisés nunca teve a intenção de se tornar cristão. Foi quando estudava em uma escola pública que ele teve conhecimento de Deus. Na verdade, ele conheceu uma garota nessa escola e se apaixonou por ela. Certo dia, ele reuniu toda a coragem e foi até a sala de estu-dos convidá-la para um encontro. Ele sabia que ela era cristã, mas isso não o incomodava. Ao entrar na sala de estudos, Moisés notou que ela estava lendo um folheto. Sentou ao seu lado e perguntou o que ela estava lendo. A garota lhe ofereceu um dos folhetos e ele fingiu ler, somente para impressioná-la. Quando ele propôs o encontro, ela recusou gentilmen-te, mas insistiu que ele ficasse com o folheto. Mais tarde, naquela noite, ele resolveu ler o folheto. Era uma lição da Voz da Profecia sobre o inferno, e isso o preocupou. Ele quase não dormiu naquela noite. Muitas vezes, Moisés ficava em apuros porque frequentemente quebrava as regras da escola. Na manhã de sábado, um dia após ter convidado a moça para sair, ele foi ao prédio da administração para ver se tinha sido apanhado quebrando as regras do campus naque-la semana e se precisava cumprir algum castigo.

UM CONVITE

Enquanto Moisés lia a lista de infratores, um rapaz se aproximou e o convidou para ir assistir a um culto que era realizado no auditório. Ele não estava interessado em religião, mas por alguma razão, aceitou o convite. Mal sabia ele que a garota por quem havia se apaixonado era adventista. Ele tinha algum dinheiro no bolso e iria usá-lo para comprar bebidas naquela noite. Mas quando a cesta de oferta passou, ele se surpreendeu doando tudo que tinha. Mais tarde, Moisés percebeu que esse ato o impediu de usar bebidas alcoólicas naquele fim de semana. Embora Moisés não tenha aceitado o convite para ir à igreja por causa da garota pela qual estava apaixonado, ficou feliz quando a encontrou. Eles se tornaram amigos e ela o ajudou a se sentir bem nas reuniões da igreja. Porém, mesmo assim, ela recusava suas propostas de encontro. Desde o primeiro dia em que Moisés foi à igreja, ele decidiu deixar de fumar e beber. Graças a Deus, conseguiu. Ele rompeu com os velhos amigos, e isso lhe trouxe problemas. Eles o convidavam para ir beber e faziam todo o possível para que retornasse à velha vida. Mas ele recusava. Ele fez novos amigos na igreja. Vários meses depois, Moisés entregou a vida a Cristo e decidiu pelo batismo. Na época, tinha 17 anos.



COMPREENSÃO APURADA

Após concluir o Ensino Médio, Moisés trabalhou como colportor por três anos. Certo dia, ao visitar um hospital, encontrou alguém que lhe parecia familiar. Mal o reconheceu, mas era um dos seus antigos companheiros de bebida e amigo de infância. Ele estava mor­rendo de tuberculose e AIDS. Moisés ficou chocado ao ver seu amigo ali inconsciente. Era tarde demais para falar de Cristo a ele, mas não pôde deixar de perceber que se tivesse resistido ao chamado de Deus, possivelmente estaria ali. O amigo morreu poucos dias de­pois. Essa experiência aprofundou sua convicção de que deve responder ao chamado de Deus em qualquer circunstância. Não aceitar Seu convite pode significar a morte.

Moisés pretendia ser colportor pelo resto da vida. Afinal de contas, foi a página im­pressa que o conduziu a Cristo. Porém, a Associação local o chamou para pastorear três igrejas. Ele não tinha formação pastoral e nunca pensou em fazer esse tipo de trabalho. Por isso, lutou para decidir se aceitava ou não o chamado, porque acreditava que essa não era a vontade de Deus para a sua vida. No entanto, finalmente, aceitou o chamado.

Depois de atuar vários anos no ministério pastoral, a Associação patrocinou seus estudos na Universidade Solusi, no Zimbábue. Durante as férias escolares, ele realizava séries evangelísticas onde fosse convidado. A notícia sobre essas reuniões se espalhou e mais convites apareceram. Moisés descobriu que isso era o que ele gostava de fazer.



NÃO EXISTE LIMITE PARA DEUS

Durante um curso de evangelismo, o professor desafiou os alunos a expandir a visão de como Deus pode nos usar. “Não se limite”, disse ele, “não existe limite para Deus.” Essas palavras o desafiaram. “Mas como poderia ampliar a visão do que Deus espera de mim? Ele já fez muito mais do que pensei ser possível!”, Moisés se perguntava. Vários meses depois, Moisés recebeu um convite para realizar séries evangelísticas na África do Sul. Ele olhou o calendário e percebeu que a data das séries evangelísticas e os dias dos exames finais eram os mesmos. Por ter orado pedindo que Deus expandisse seu terri­tório, não contou seu dilema às pessoas da África do Sul, mas jejuou e orou para que Deus tornasse possível sua ida. Ele acreditava que Deus abriria o caminho. Sabia que as datas da série evangelística não podiam mudar e a agenda dos exames também não. Deus passou a trabalhar por ele. Moisés soube que todos os exames da semana haviam sido transferidos! As reuniões foram uma bênção. Dezenove pessoas entregaram a vida a Deus. “Com certeza, Deus aumentou meu território, ampliou minha visão e transformou um pecador sem valor em um instrumento do poder de Deus. Completei meus estudos na Universidade de Solusi e agora sirvo como pastor ordenado em Zâmbia”, ele diz.

A MÃO SALVADORA DE DEUS – parte 221 DE NOVEMBRO 2015Como vimos no último sábado, o pequeno Joshua escapou vivo do incênd...
16/11/2015

A MÃO SALVADORA DE DEUS – parte 2

21 DE NOVEMBRO 2015

Como vimos no último sábado, o pequeno Joshua escapou vivo do incêndio. Agora, no hospital, tratar as feridas era quase tão doloroso quanto as próprias queimaduras. A cada dia, os enfermeiros removiam as bandagens e embebiam as queimaduras em água salgada. Em seguida, raspavam suavemente as queimaduras para remover a pele morta. Isso ajudou a prevenir infecções. Os enfermeiros ensinaram a Sra. Banda a lavar as feri­das e aplicar o medicamento. Ela ficou no hospital preparando as refeições e ajudando a cuidar do filho e do marido. Depois de dois longos meses, o Pastor Banda insistiu que não mais podia ficar no hos­pital. Seus músculos estavam fracos e mal podia andar, mas ele estava preocupado com os membros de sua igreja. O pastor Banda voltou para casa, porém Joshua e sua mãe permaneceram no hospital por mais quatro meses. Cada dia, a mãe conversava calmamente com ele enquanto limpava e tratava suas feridas. Sua presença fortalecia o garoto e lhe dava esperança. Foi difícil para os membros daquela família ficar separados por tantos meses. Eles não puderam se ver, mas podiam orar uns pelos outros. Passados seis meses, Joshua foi transferido para um hospital de reabilitação para mais três meses de fisioterapia. Ele não conseguia andar, mas aprendeu a arrastar os pés, apoiando-se no andador. A mãe começou uma nova rotina de terapia diária. Ela molhava as pernas de Joshua em água morna, e exercitava os músculos. Era doloroso, mas ela insistia que Joshua cantasse em vez de chorar. Finalmente, Joshua recebeu alta do hospital, mas sua mãe continuou o tratamento incentivando-o a caminhar. Quando via os amigos brincando na rua, ele também queria participar. Depois de um ano de tratamento e terapia, Joshua conseguiu andar sem ajuda.



LIÇÕES DA PROVAÇÕES

A recuperação do Pastor Banda também levou muito tempo. Os músculos das pernas ficaram prejudicados e não se estendiam o suficiente para permitir que ele andasse de bicicleta, tornando muito difícil visitar as igrejas na zona rural. Mas as igrejas continuaram crescendo em número de membros e na fé. O pastor Banda sabe que durante toda a sua provação Deus esteve ao lado de cada membro da família, incentivando, abençoando e curando. “Deus nos abençoou, mesmo nos momentos mais difíceis”, ele diz. “Quando voltei a trabalhar, a igreja experimentou grande crescimento, maior que antes do incêndio.” A Sra. Banda também agradece a Deus as bênçãos recebidas durante a terrível provação. “Agradeço a Deus por salvar meu marido e meu filho”, ela diz. “Essa experiência me ensinou a importância de passar mais tempo com a família. Eu tinha deixado de notar algumas qualidades especiais no pequeno Joshua, que vi quando ele estava no hospital. Por exemplo, ele tem um talento maravilhoso para cantar, e eu não havia percebido completamente, até que o ouvi cantando enquanto estava confinado na cama do hospital. Durante a longa internação tivemos tempo para nos tornar bons amigos, uns dos outros e de Deus.”

A mão salvadora de Deus – parte 1 - 14 DE NOVEMBRO 2015Wesley Banda pastoreava vários vilarejos no Malaui. A família mor...
10/11/2015

A mão salvadora de Deus – parte 1 - 14 DE NOVEMBRO 2015

Wesley Banda pastoreava vários vilarejos no Malaui. A família morava em uma casa de dois quartos. Como na região não havia eletricidade, a Sra. Banda preparava as refeições da família do lado de fora da casa. Certa noite, depois do jantar, a Sra. Banda voltou ao fogão para preparar o sadza (um mingau grosso de farinha de milho) para o desjejum do dia seguinte. O marido continuou na sala de estar, trabalhando com alguns papéis. Os filhos se sentaram calmamente, esperando o momento do culto familiar, mas Joshua, de cinco anos, adormeceu no tapete aos pés do pai. Quando o pastor Banda acendeu o lampião, sua única fonte de luz, notou que estava com pouco combustível. Ele pegou a parafina e começou a encher o reservatório. Mas ele não sabia que a parafina estava misturada com uma pequena quantidade de gasolina. Ao derramar o combustível no reservatório, houve uma explosão.

FOGO DEVASTADOR

Instintivamente, o pastor Banda jogou o lampião do outro lado da sala, mas sua roupa pegou fogo. A Sra. Banda ouviu a explosão e viu o marido correr para fora da casa, com as roupas em chamas. Imediatamente, ela jogou uma panela de água em suas roupas, en­quanto ele rolava no chão. Logo o fogo se apagou. As crianças correram para fora da casa, gritando: “Fogo! Fogo!” O fogo atingiu a sala de estar. Desesperados, ninguém percebeu que o pequeno Joshua não estava com eles. Mo­mentos depois, a Sra. Banda olhou para a porta e viu Joshua rastejando para fora da casa; suas roupas estavam em chamas. Ela gritou e o agarrou, colocando-o imediatamente em uma panela grande com água. O fogo apagou, mas Joshua ficou terrivelmente queimado. Os vizinhos chegaram para ver o que tinha acontecido. Eles correram para apagar o fogo, mas grande parte dos pertences da família estava destruída.

SOCORRO URGENTE

O vilarejo não tinha clínica nem hospital. Então, um vizinho correu para a casa de um fazendeiro que tinha carro. Eles bateram à porta e imploraram por sua ajuda imediata. Ele dirigiu rapidamente da casa da família Banda até o hospital mais próximo. Mesmo assim, era quase meia-noite quando a família entrou na sala de emergência do hospital. Já haviam se passado mais de quatro horas desde a explosão. Os médicos balançaram a cabeça enquanto examinavam as queimaduras que o pas­tor e seu filho sofreram. As queimaduras do pastor Banda eram graves, mas o pequeno Joshua estava gravemente ferido. Terríveis queimaduras cobriam as pernas, o abdome e o peito. Cada movimento provocava gritos de dor no menino. Mesmo enquanto trabalha­vam para salvar pai e filho, alguns médicos prepararam a família para a possibilidade de Joshua não sobreviver. “Estamos fazendo tudo que podemos para salvar seu filho”, disse o médico gentilmen­te. “Mas ele está tão queimado que seria uma bênção se ele morresse.” “Não!”, disse a Sra. Banda firmemente. “Deus salvou a sua vida. Façam o que for possí­vel! Deus salvará meu filho.” – CONTINUA NA PRÓXIMA SEMANA.

Resposta Inesperada07 DE NOVEMBRO 2015Um pequeno grupo de adventistas em Malaui planejou uma série evangelística. Na pri...
01/11/2015

Resposta Inesperada

07 DE NOVEMBRO 2015

Um pequeno grupo de adventistas em Malaui planejou uma série evangelística. Na primeira noite de reuniões, os irmãos ficaram desapontados porque poucas pessoas com­pareceram. Eles oraram, mas a freqüência continuava em quase 30 pessoas. Alguns suge­riram cancelar as reuniões, mas o orador recusou. “Se orarmos fervorosamente”, ele disse, “Deus fará algo acontecer.” Na noite seguinte, a reunião começou com as mesmas 30 pessoas. Eles cantaram, ora­ram e, em seguida, o evangelista se levantou para falar. De repente, um barulho de aplau­sos abafou o evangelista. A comoção aumentava à medida que a multidão seguia o Nyau (nee-ow), um adorador de espíritos que dançava ao se aproximar do local de reuniões, vestindo uma saia feita de capim seco, trapos, cocar ornamentado e máscara. Provavelmente, o Nyau estava indo ao cemitério.



ADORADOR DE ESPÍRITO NA IGREJA

Quando o Nyau se aproximou, parou de dançar e se virou para o evangelista. A mul-tidão que o seguia também parou, e o Nyau ficou imóvel. Inclinou-se, então, contra a parede, aparentemente querendo ouvir o evangelista. A multidão que o seguia parou de bater palmas e começou a ouvir o evangelista que retomou rapidamente sua pregação. O Nyau ouviu o restante do sermão em silêncio. Estimou-se que 200 pessoas que o seguiram estavam assistindo à programação. O pregador ficou nervoso, mas continuou sua apresentação sobre o sonho de Nabucodonosor em Daniel 2. Após a oração final, o Nyau e seus seguidores continuaram seu trajeto em direção ao cemitério. Na noite seguinte, a reunião começou com as mesmas 30 pessoas, mas enquanto a pro-gramação prosseguia, outras pessoas começaram a chegar. Até o Nyau, vestido com másca-ra e saia, foi com seus seguidores. Dessa vez não ficou fora do local das reuniões, mas entrou e sentou. Seus seguidores também sentaram. O evangelista não tinha certeza de que o Nyau era o mesmo que lá estivera no dia anterior, mas reconheceu muitos dos seguidores. Outros visitantes foram, curiosos para saber o que estava sendo pregado e o que havia chamado a atenção do Nyau. Naquela noite, 80 pessoas, aproximadamente, assistiram à reunião. O número de pessoas presentes nas reuniões continuou aumentando. Algumas noites depois, o orador convidou os ouvintes a aceitar Jesus como seu Salvador. Nessa noite, 95 pessoas aceitaram a Jesus e pediram mais estudos bíblicos.



MAIS ADORADORES DE ESPÍRITO

Na noite seguinte, cerca de 200 pessoas foram ao local de reuniões, incluindo mais dois nyaus, vestidos com roupas rasgadas e usando ramos frondosos para cobrir o rosto. Naquela noite, 50 pessoas responderam ao convite para aceitar Jesus. As reuniões continuaram por 21 noites e, em seguida, começaram as classes batis-mais. No dia do batismo, 145 pessoas foram batizadas. Entre elas estava um homem que se identificou como o Nyau que havia interrompido a primeira reunião e depois parou para assistir. Esse antigo Nyau continua fiel a Jesus. Agora, o pequeno grupo que orou e trabalhou para aumentar a frequência da série evangelística se reúne em uma igreja maior. A igreja anterior era muito pequena para aco-modar todos os antigos e os novos membros e aqueles que continuam a chegar, curiosos pela mensagem que atraiu adoradores pagãos a adorar ao Deus vivo.



TRABALHO MÉDICO-MISSIONÁRIO

Em 1908, um pequeno hospital adventista foi inaugurado perto de Makwasa, Malaui. Por mais de 100 anos esse hospital promoveu a cura física e espiritual em um dos países mais pobres da África. Malaui é o lar de mais de 16 milhões de pessoas, muitas das quais vivem na pobreza e em extrema necessidade de cuidados médicos. A estimativa de pes-soas contaminadas pelo HIV é galopante e está mudando a cara do Malaui. Atualmente, o Hospital Adventista de Malamulo tem mais de 200 leitos e realiza inú-meros programas de conscientização e saúde na comunidade. O hospital também pos-sui uma escola que treina enfermeiras, técnicos de laboratório e outros profissionais de saúde. A escola atrai alunos de todas as regiões do país e desempenha uma parte impor­tante na comunidade. Os alunos aprendem habilidades que os ajudarão a melhorar de vida e curar aqueles que precisam. Um dos maiores desafios do hospital é tratar de pacientes infectados com o vírus HIV. Aproximadamente, 50% a 60% dos adultos internados são pacientes com AIDS. A despei­to do grande número de pacientes, os funcionários do hospital estão sempre dispostos a ajudar a transformar física e espiritualmente a vida dos que ali chegam. Agradecemos seu apoio à missão adventista.

Carreira Gratificante – parte 231 DE OUTUBRO 2015A cada semana, alguns cristãos visitavam a prisão para falar aos presos...
26/10/2015

Carreira Gratificante – parte 2

31 DE OUTUBRO 2015

A cada semana, alguns cristãos visitavam a prisão para falar aos presos sobre o amor de Deus. Um dos prisioneiros convidou Harry para se juntar a eles. Ele foi, mas sua mente continuava ocupada em planejar como escapar da prisão. Certo dia, um dos obreiros lhe deu o livro O Grande Conflito. Harry leu o livro, mas sentia que, devido a todos os crimes cometidos, Deus não Se importava com ele. Muitas vezes, à noite, alguns prisioneiros cantavam e oravam nas respectivas celas, e numa dessas ocasiões, as palavras de um hino tocaram o coração de Harry: “Bem longe do Senhor vaguei, volto agora ao lar”, cantavam [Hinário Adventista, no 517]. Na escuridão, lágrimas molhavam o rosto de Harry e ele soluçava. Isso se repetiu algumas noites. Harry percebeu que Deus o chamava para voltar ao lar e ele não podia recusar.Harry hesitou em se unir a um grupo religioso, pois não sabia qual denominação en­sinava a verdade bíblica. Ele começou a estudar muitas religiões. Aprendeu o árabe para conseguir ler o Alcorão, mas nenhuma daquelas religiões parecia ter a verdade. Então, Harry se lembrou do livro que havia ganhado e decidiu retomar a leitura. En­quanto lia O Grande Conflito, percebeu que esse livro ensinava a verdade. Harry começou a participar da classe bíblica realizada pelos adventistas e se preparou para o batismo. Mas, por causa das fugas feitas anteriormente, os guardas não permitiram que Harry saísse da prisão para ser batizado.



MUDANÇA TOTAL

Um mês depois, ele foi transferido para a primeira prisão de onde havia fugido. Quan­do lá entrou, os guardas o receberam. Alguns ficaram sabendo de sua mudança e o ob­servavam para ver se era verdade. Chegaram até mesmo a subornar outros prisioneiros para vigiá-lo.

Harry ficou muito feliz quando soube que os adventistas também realizavam cultos nessa prisão. Ele se uniu ao grupo e continuou estudando as lições da Voz da Profecia que havia começado meses antes. Finalmente, recebeu permissão para ser batizado.

Harry escreveu para sua família e contou que entregara a vida a Deus. Quando seus familiares o visitaram, ficaram impressionados com a mudança. Quando ele orou com sua família, os guardas também inclinaram a cabeça. Eles confiam que Harry realmente mudou e permitem que ele fique sozinho com a mãe. Agora eles sabem que ele não ten­tará fugir da prisão. Harry participa dos ministérios de prisão, realiza reuniões, inscreve outros prisionei­ros nos cursos bíblicos da Voz da Profecia e compartilha livros de Ellen G. White com outros prisioneiros. O grupo adventista na prisão cresceu para aproximadamente 100 membros, antes da liberação de Harry. Quando Harry voltou para casa, ele começou a trabalhar como colportor-evangelista. Ele gosta muito de compartilhar a fé com aqueles que conhecem e os conduz a Deus. “Con­duzir pessoas a Jesus é uma nova e gratificante carreira, muito melhor do que aquela que me levou à prisão”, ele testemunha.

Endereço

Baixo Guandu, ES

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Informativo Mundial das Missões - Iasd Baixo Guandu posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar