05/03/2025
A cada ano, a Igreja inicia o tempo quaresmal com a Mensagem do Papa, um convite especial à conversão e à vivência mais profunda do mistério de Cristo. Para a Quaresma de 2025, em sintonia com o Ano Jubilar, o Santo Padre, o amado Papa Francisco, nos propõe uma reflexão sobre a nossa caminhada de fé sob o lema “Peregrinos de Esperança”, nos convidando a percorrer este tempo de penitência com os olhos voltados para Deus e o coração aberto à transformação.
O ano de 2025 é um ano jubilar para a Igreja, um tempo de graça e renovação espiritual, onde somos chamados a aprofundar nossa fé e testemunhar com alegria o Evangelho. A Quaresma, dentro desse contexto, adquire um significado ainda mais profundo: é uma jornada de purificação e preparação para a celebração da Páscoa, mas também uma oportunidade de vivermos intensamente o chamado à conversão e à misericórdia.
O Papa Francisco nos recorda que a esperança é a grande marca do cristão, e a Quaresma deve ser um tempo de renovação dessa esperança. Assim como o povo de Deus atravessou o deserto rumo à Terra Prometida, nós também somos convidados a caminhar com confiança, sabendo que Deus nos guia e nunca nos abandona.
O Santo Padre reforça a importância das práticas quaresmais que nos ajudam a crescer na fé e na comunhão com Deus:
1.Oração: Durante a Quaresma, somos chamados a intensificar nossa vida de oração, buscando um encontro mais profundo com o Senhor. O Papa nos encoraja a dedicar mais tempo à escuta da Palavra de Deus, à adoração e à vivência dos sacramentos, especialmente a Confissão e a Eucaristia.
2.Jejum: O jejum quaresmal não se limita à privação de alimentos, mas deve ser um sinal de desprendimento e abertura ao essencial. O Papa nos convida a jejuar do egoísmo, das palavras vazias, da indiferença, para que possamos encher nossa vida da presença de Deus e do amor ao próximo.
3.Caridade: A Quaresma é um tempo privilegiado para praticar a caridade. O Papa Francisco nos lembra que muitas pessoas vivem sem dignidade, vítimas da pobreza, das guerras e das injustiças. O Santo Padre nos chama a sair de nós mesmos e estender a mão aos que sofrem, colocando em prática o amor cristão.