25/09/2022
Esforçai-vos, e Ele fortalecerá o vosso coração, vós todos os que esperais no Senhor. Salmo 31:24
O suicido é uma realidade que infelizmente está presente no cotidiano. Por essa razão, é importante estar alerta aos sinais e saber o que fazer ou não fazer diante de pessoas com potencial suicida.
O primeiro passo, segundo o psiquiatra Ricardo Falavigna, é não ter medo de falar sobre o assunto.
Esteja aberto para falar do assunto com uma postura de amor e empatia, isso geralmente abre espaço para que o deprimido consiga falar do que está sentindo e aceitar ajuda.
O próximo passo é oferecer à pessoa um motivo para continuar vivendo. Na psiquiatria, essa saída vem por meio da Logoterapia, criada por Viktor Frankl - psiquiatra que enfrentou os campos de concentração na 2ª Guerra Mundial.
Ter um sentido para a vida é o que permite ao ser humano passar por crises sem evoluir para um processo autodestrutivo.
Recuperar o sentido de viver é o objetivo último e fundamental para alguém sair da depressão e permanecer bem depois disso”, explica o psiquiatra Ricardo Falavigna.
Os sentidos para a vida variam entre querer voltar para casa e tomar um copo de leite com chocolate a formar uma família ou inventar um dispositivo tecnológico que mude o planeta Terra.
Para a estudante Nathália Pereira, de 17 anos, é algo bem simples: “Minha razão para viver é continuar comendo churros”, diz.
Já para o pediatra Eder Oliveira, de 51 anos, que já enfrentou um infarto agudo do miocárdio, é fazer cada minuto valer a pena. "Eu já morri uma vez, foi muito sofrido. Fiquei em coma, tetraplégico, e penso em quantas coisas eu teria perdido. O que vale a pena? Ajudar as pessoas. Tantos estão sofrendo, sem comida, sem abrigo, sem abraço. Faça alguma coisa por alguém. Isso vai valer a pena”, relata o sobrevivente.
E lembre-se de que o amor de Cristo nos constrange e nos motiva a viver, a prosseguir. Suas promessas não vão falhar. Ele quer te dar vida e vida em abundância!
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