Conhecimento que Liberta - Amor Exigente - Araxá

Conhecimento que Liberta - Amor Exigente - Araxá O Amor-Exigente é um programa de auto e mútua ajuda que desenvolve preceitos para a organização da família, através dos 12 Princípios.

12/05/2026

LIBERTE-SE DA CULPA QUE TE PRENDE AO PASSADO

"Culpas, desculpas e culpados são pesos desnecessários que travam os passos, correm os laços e dificultam o caminhar"

Toda vez que nos vemos diante de um grande problema costumamos olhar para trás, tentando identif**ar em nós as suas causas.

Essa busca dos porquês, em doses homeopáticas, pode ser útil para identif**armos suas raízes e corrigir os rumos daquilo que precisa ser melhorado, mas, em doses elevadas e cobrança desmedida sobre nós mesmos pode resultar num forte sentimento de culpa, e consequentemente, causando-nos sofrimentos internos e intensos.

As causas de um problema, geralmente, não estão associadas apenas a um fator, mas a um conjunto de circunstâncias que atuam na vida de uma pessoa; no entanto, costumamos ignorar essa realidade, assumimos para nós a culpa pelo contratempo e menosprezamos todo o resto.

Afetados pelo sentimento de culpa nos autocondenamos e, consequentemente, paralisamos qualquer tentativa de ação, isso porque esse sentimento está relacionado ao passado e não há como modif**armos o que passou.

Para seguirmos em frente, vamos precisar nos libertar do peso causado pelo sentimento de culpa, soltar as correntes que nos prendem ao passado e assumir responsabilidades no presente, como citado pela frase, de autor desconhecido: "Culpas, desculpas e culpados são pesos desnecessários que travam os passos, corroem os laços e dificultam o caminhar.

Portanto, assuma as responsabilidades que lhe cabe, repare o que for possível e avance, sem olhar para traz".

Por Celso Garrefa

12/05/2026

PARE DE SE CULPAR PARA VIVER A VIDA

5º PRINCÍPIO BÁSICO - LIBERTADOR: A culpa torna as pessoas indefesas e sem ação.

O programa Amor-Exigente ensina que a culpa torna as pessoas impotentes e leva à inércia.

E, visto que a vida é movimento, esse sentimento a paralisa e a deteriora.

A culpa surge quando achamos que fizemos algo errado e, aos poucos, nos tornamos prisioneiros do passado.

Decidimos nos isolar: não queremos ver ninguém, paramos de ver os amigos e não sabemos o que fazer da vida.

As pessoas quando chegam ao Amor-Exigente ao descobrirem o vício de um familiar não encontraram respostas para o problema.

Estão desesperadas, desinformadas e já bateram em várias portas sem saber o que fazer ou obter respostas satisfatórias.

Também culpam amigos, colegas de classe, excesso de trabalho e negligência da vida familiar, entre outras coisas.

O quinto princípio do AE é libertador.

O programa ajuda, através das ferramentas que oferece, a transformar a culpa em responsabilidade.

Isto torna possível, gradualmente, recuperar a autonomia e alcançar uma melhor qualidade de vida.

NÃO EXISTEM SOLUÇÕES MÁGICAS; É UMA TAREFA INDIVIDUAL, FAMILIAR E SOCIAL.

No "Amor Exigente", encontramos pessoas com dificuldades iguais ou até maiores que nós.

No entanto, na medida em que todos os membros da família participam da busca por soluções, os resultados logo aparecem.

Nesse caminho, nenhum dos princípios pode ser desconsiderado, mesmo que neste mês estejamos focados principalmente na culpa.

Nossas raízes culturais nos ajudam a identif**ar quem somos.

Sentir-se culpado não é algo que surge apenas quando um membro da família apresenta comportamentos viciantes; geral- mente, existe um histórico familiar.

No processo de reconstrução familiar, compreendemos que não somos culpados e passamos a aceitar que o outro também é alguém que pensa diferente, tem seus próprios gostos e senti-mentos e não está sujeito à vontade alheia.

É aí que o respeito é colocado em prática.

Amor-Exigente é um programa de ação, e cada pessoa deve assumir a responsabilidade por suas ações.

Isso requer diálogo, compreensão e escuta para começar a trilhar o próprio caminho.

Na medida em que paramos de atribuir nossos erros aos outros,
podemos dar passos firmes e alcançar nossos objetivos desejados.

Quando cada pessoa é responsável por si mesma, ela para de carregar uma mochila pesada cheia de coisas que não lhe pertencem, mas que assume indevidamente por sentir-se culpada pelo que acontece aos outros.

Amor-Exigente nos dá as ferramentas para crescer!

Por Ruben Barboza, Voluntario del AE, Tacuarembó/Uruguay.

06/05/2026

NINGUÉM É INSUBSTITUÍVEL

“Ninguém é insubstituível, mas existem aqueles que nos deram laços tão humanos e perfeitos que jamais serão abandonados na esfera da alma.

São pessoas que vieram agraciar nosso mundo em alguma etapa de nossas vidas, mostrando-nos que nem sempre o caminho é obscuro e sem um pingo de chance de florescer.

São pessoas de quem não nos libertamos porque nunca nos prenderam.

Com pessoas assim, a vida é mais humana, mais agradável, mais intensa; mais simples de se viver.

É por isso que prefiro seguir sabendo que tudo é breve, mas que jamais esquecerei daqueles que me preencheram o coração com bondade e respeito.

Eu sei quem esteve comigo, quem me estendeu a mão, quem me abraçou com verdade, quem me ajudou a secar as lágrimas.

O raro não tem preço.

Em minha memória afetiva sei bem o que devo preservar.

Nem tudo foi feito para se esquecer.”

Por Sil Guidorizzi.

04/05/2026

MÃES DO AE

Queridos amigos, Paz e Bem!

F**a claro para quem vivencia o Programa de Amor-Exigente (PAE), que seu objetivo é promover mudanças de comportamento individuais, familiares e sociais.

Em nosso quadro de participantes e voluntários, encontramos uma imensa maioria de mães, inicialmente à procura de ajuda para seus filhos ou para os pais de seus filhos e, com o entendimento e vivência do PAE, começam a mudar seus próprios comporta- mentos.

Isso leva a mudanças comportamentais de cônjuges e filhos e
ainda, por fim, a mudanças sociais, fato que nos enche de alegria e esperança.

Não há muito tempo, o papel da mulher na sociedade era o de ser “do lar”, esposa e mãe e ainda muitas passavam a cuidar de seus pais e sogros na terceira idade.

Passavam a ser a “rainha do lar”, com o “avental todo sujo de ovo”,
como cantávamos quando crianças.

Nas últimas décadas as coisas foram mudando, mas nem sempre para melhor; pois somado a esses papéis citados, as mulheres saíram para o mercado de trabalho e passaram a acumular um segundo turno cansativo.

Tudo sem se dar conta de que estavam ultrapassando seus recursos e esquecendo-se de seus direitos básicos de dignidade humana, afinal confiavam no paradigma de que “ser mãe é padecer no paraíso” e ainda sentiam-se culpadas pelo que não conseguiam fazer por seus amados.

O Amor-Exigente (AE) chega na vida dessas mulheres para resgatá-las da escravidão que haviam inconscientemente se submetido.

A descoberta de que não são culpadas das más escolhas de filhos e esposos, de que são “gente” e de que precisam resgatar a autoestima são os primeiros passos para uma vida “cada vez melhor”.

Por isso, afirmamos que as esposas e mães do AE são as melhores para si mesmas, para suas famílias reformadas e para uma sociedade que precisa se modernizar e se tornar mais humana!

Às mães do AE desejamos: Força, fé e alegria!

Por Luiz Fernando Cauduro, Diretor de Grupos da FEAE.

04/05/2026

Tem uma frase de Cora Coralina que não é só bonita é um chamado.

“A estrada é sua... Somente sua... Outros podem andar ao seu lado, mas ninguém pode andar por você”.

A gente passa a vida inteira esperando que alguém nos carregue que alguém decida que alguém nos salve, mas chega um momento que a alma entende que Deus até envia companhias, mas o caminho é individual.

Tem gente que caminha com você por anos, tem gente que aparece só por um trecho e tem gente que você queria que f**asse, mas não foi feita para continuar e tudo bem, porque a estrada nunca foi sobre quem f**a sempre foi sobre quem você se torna enquanto caminha.

Tem dores que ninguém sente por você, tem decisões que ninguém pode tomar no seu lugar e tem silêncios, silêncios que são só seus e de Deus e talvez o maior ato de coragem da vida não seja encontrar alguém pra dividir o caminho, mas ter fé o suficiente pra continuar andando mesmo quando ninguém entende.

E se hoje você se sente sozinho, talvez não seja abandono, talvez seja preparo porque tem caminhos que só se revelam quando você tem coragem de andar por eles sozinho, mas nunca sem Deus.

Pensa nisso.

Por Campitelli Brasil

22/04/2026
22/04/2026

CRIANÇAS ADULTIZADAS, ADULTOS INFANTILIZADOS

Observando os dias atuais percebemos que a presença dos pais na vida dos filhos está cada vez mais reduzida.

O estilo de vida acelerado, os compromissos com trabalho e o estresse do dia a dia são, em parte, são responsáveis por este afastamento.

E não é só isso, o tempo que sobra acaba engolido pelas tecnologias, utilizadas, inclusive, como método de distração dos pequenos, sem regras e sem limites.

Nem mesmo na hora das refeições a família se reúne, e mesmo quando fazem a alimentação sentados à mesa, os celulares continuam ao lado dos pratos.

Não se conversa mais com os filhos, não se incentiva mais a brincadeira fora das redes, e sem o brincar a criança está deixando de ser aquilo que nesta fase da vida ela deveria ser: apenas criança.

Muitos pais também se renderam às redes sociais e também passam tempo absurdo conectados, e como consequência, assistimos a um distanciamento familiar, e sem essa convivência, não desenvolvemos os vínculos afetivos, fundamentais para uma educação assertiva.

Não existem mais os ritos de passagem e muitos meninos e meninas estão vivendo esta fase da vida como se fossem adultos, crescendo antes do tempo, acessando conteúdos impróprios para a idade e expostos a uma série de riscos.

Ironicamente, estas crianças que não foram vistas, nem tratadas como crianças, ao se tornarem adultas, passam a ser tratadas como incapazes, infantilizadas pelos pais, que querem facilitar, querem poupar, querem bancar, querem resolver e fazer por eles aquilo que nesta fase da vida eles próprios deveriam fazer.

Como consequência, podemos nos deparar com adultos que não conseguem assumir quaisquer responsabilidades, não desejam sair da casa dos pais, demoram para entrar no mercado de trabalho e assim, assistimos à formação da geração nem-nem, ou seja, nem trabalham, nem estudam.

Enfim, para formarmos adultos responsáveis, competentes e equilibrados é fundamental respeitarmos a lógica do tempo, ou seja, crianças são crianças, adultos são adultos e não o contrário.

Celso Garrefa.

Endereço

Araxá, MG

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