Grupo de Jovens Casados - IEQ Jd. Portugal

Grupo de Jovens Casados - IEQ Jd. Portugal GRUPO DE JOVENS CASADOS DA IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR DE ARARAQUARA SP.

Que tal você convidar um casal conhecido, que não pertence a nenhuma denominação para esse culto??
18/01/2014

Que tal você convidar um casal conhecido, que não pertence a nenhuma denominação para esse culto??

06/01/2014

Amor tudo sofre,
tudo crê,
tudo espera,
tudo suporta,
o amor jamais acaba.

BOA TARDE!! QUE A PAZ SEJA CONVOSCO!! COMECEI COM A MINHA FOTO, MAS GOSTARIA QUE CADA CASAL POSTASSE A SUA FOTO DE PREFE...
16/10/2013

BOA TARDE!! QUE A PAZ SEJA CONVOSCO!! COMECEI COM A MINHA FOTO, MAS GOSTARIA QUE CADA CASAL POSTASSE A SUA FOTO DE PREFERÊNCIA AQUI NO MURAL!! NÓS TEMOS UMA VIDA CORRIQUEIRA, E MUITAS VEZES NOS FALTA TEMPO SUFICIENTE PARA NOS CONHECERMOS MELHOR PESSOALMENTE! E JÁ QUE EXISTE E FOI CRIADA ESSA POSSIBILIDADE OU OPORTUNIDADE DE ENTRETENIMENTO E COMUNICAÇÃO PELA INTERNET(FACEBOOK), VAMOS TIRAR O MAIOR PROVEITO DELE!! P O R É M NÃO FALTARÁ OPORTUNIDADES DE NOS REUNIRMOS COM UMA CERTA FREQUÊNCIA ENTRE CASAIS E EM GRUPO DE CASAIS! LOGO ESTAREMOS "AGITANDO TODOS OS JOVENS CASADOS" DEUS ABENÇOE A TODOS VOCÊS.

04/10/2013

Conflitos na Família

Texto Áureo: Mq. 7.7 – Leitura Bíblica: Ef. 5.22-30

INTRODUÇÃO
A família é constituída por pessoas pecadoras, algumas delas mais espiritual, outras carnais. Por esse motivo, esse é também um ambiente de conflito, mas que precisa ser trabalhado. Na lição de hoje estudaremos a respeito dos conflitos familiares, inicialmente, os conflitos conjugais, e em seguida, entre pais e filhos. Ao final, apresentaremos encaminhamentos cristãos para a resolução dos conflitos familiares.

1. FAMÍLIA, LUGAR DE CONFLITO
Um conflito, de acordo com a definição dicionarizada, é uma “oposição, discórdia, disputa e confronto”. A família é composta de pessoas caídas, portanto, pecadoras, por isso, em maior ou menor grau, é um espaço de conflito. Quanto mais carnal for a família, maiores são as incidências de conflitos (I Co. 3.1-4). Uma família espiritual, por sua vez, tende a conviver com menos conflitos, quanto mais se anda no Espírito, menos oportunidade terá a natureza pecaminosa (Gl. 5.16,25). É preciso reconhecer, no entanto, que existem interesses distintos dentro da família. Por esse motivo, as desavenças, cedo ou tarde, virão. Uma família não deve se achar menos cristã pela existência dos conflitos. A diferença de uma família cristã, em comparação com as outras, está justamente na capacidade para solucionar as discórdias. A falta de comunicação, o que geralmente acontece em situações de conflito, pode justamente ser o problema. Na hora do conflito os membros da família costumam dar vasão à carne, perdem o controle da situação, e se exasperam. A comunicação tranquila, através de palavras mansas, e a disposição para ouvir (Pv. 18.13), é substituída pela gritaria (Ef. 4.29). Na maioria das vezes os conflitos que acontecem dentro dos lares são resultantes de influencias externas. O estresse do cotidiano, advindo de sobrecarga de trabalho, as pressões do emprego, dentre outros fatores, pode resultar em conflitos. As exigências escolares pelas quais as crianças passam no dia-a-dia também favorecem a disputa na família. A solução de um conflito familiar somente será possível se os membros identif**arem o desencadeador e forem capazes de contornar a situação. A identif**ação da raiz do problema é o primeiro passo para a solução. O problema é que, como no princípio, nem sempre as partes envolvidas querem reconhecer sua participação na disputa (Gn. 3.10-14).

2. CONFLITOS ENTRE MARIDO E ESPOSA
Os conflitos entre marido e esposa surgem por razões diversas, e dependem de cada caso, fatores contextuais devem ser considerados. Uma família que tem uma condição financeira favorável dificilmente entrará em conflito por causa das dívidas. Por outro lado, essa mesma família, pode ter disputa por causa das vaidades profissionais. A formação educacional pode, por exemplo, diminuir a grosseria entre o marido e a esposa, mas resultar em competitividade no trabalho. Há também o caso de cônjuges demasiadamente possessivos, que não confiam no marido ou na esposa. Um casamento sólido está fundamentado na confiança, e esta, por sua vez, no amor (I Co. 13.4). Mas é preciso que os cônjuges não deem oportunidade para que um desconfie do outro. Existem ciúmes que são doentios, pessoas que se apegam tanto ao cônjuge que, por insegurança, não permite que esse tenha amizades. Por outro lado, há marido e esposa que não levam o relacionamento a sério. Nesses tempos de relacionamentos virtuais, o cuidado deve ser redobrado. O marido cristão não pode deixar de assumir publicamente seu estado civil. A esposa, por sua vez, deve evitar que o marido seja exposto, e evitar más aparências (Lc. 12.2). As dívidas podem levar um casamento à ruina, por isso, marido e mulher devem ter cuidado para não comprarem além do que podem pagar. Não esqueçamos que vivemos em uma sociedade de consumo, que vive das aparências. Em nome da aparência, alguém pode sacrif**ar seu relacionamento conjugal, comprando além do que pode pagar (Rm. 13.8). O excesso de trabalho pode ser um fator de conflito entre o marido e a mulher. As pressões que sofrem no emprego pode comprometer o bom relacionamento entre os cônjuges. Às vezes, a fim de comprar o que não precisam, casais estão se assoberbando de atribuições. Em alguns contextos, os filhos são as principais vítimas, pois são abandonados pelos pais, que deixam de lhes dar a atenção devida.

3. CONFLITOS ENTRE PAIS E FILHOS
Quando os filhos são abandonados pelos pais, esses tendem a encontrar alguma compensação. Nos dias atuais, quem mais tem tomado conta dos filhos são as “babás eletrônicas”, com sua programação secularista. Na busca desenfreada por audiência, os canais de televisão estão baixando cada vez mais o nível dos programas. As crianças, desde cedo, são expostas aos conflitos que assistem na televisão. Tais conflitos respingam dentro de casa, filhos respondem agressivamente aos pais, não lhes dão a devida honra, inspirados em personagens que não condizem com a realidade, principalmente a cristã. Pais e mães que servem a Deus devem ensinar seus filhos a viverem a partir dos princípios bíblicos. Eles precisam compreender que aquele é um mundo, no sentido teológico do termo, distante dos valores divinos. A orientação do sábio, em Pv. 22.6, é válida, ensinamos os filhos no caminho em que devem andar. Se assim fizermos, as chances deles tomarem uma decisão distante do Cristo serão menores. No trato com os filhos, os pais devem ser firmes na disciplina, cientes de que essa é um ato de amor (Hb. 12.6). Admoestarem-nos na Palavra de Deus, sem causarem irritação (Ef. 6.4). O relacionamento entre pais e filhos não é fácil porque existem percepções diferenciadas em relação à vida. Crianças e jovens, principalmente os adolescentes, não entendem que as instruções paternas são para o bem. É próprio dessa idade os filhos pensarem que sabem de tudo, e que os pais são antiquados e chatos. Por isso, os pais precisam desenvolver um ambiente amigável, serem capazes de respeitas os espaços dos filhos, sem fugir da responsabilidade. Nesses tempos de redes sociais, há filhos que interagem com várias pessoas ao mesmo tempo, menos com os pais. E esses correm tanto que se aproximam dos filhos apenas para criticá-los ou repreendê-los. Muitos conflitos poderão ser evitados se pais e filhos investirem em relacionamentos saudáveis.

CONCLUSÃO
Os conflitos acontecem porque marido, mulher, filhos e filhas são pessoas caídas, portanto, pecadoras. Mas esses conflitos podem ser atenuados na medida em que a família se distancia dos interesses carnais, favorecidos por Satanás e o mundo, e se volta para Deus. Atentemos para algumas orientações cristãs na resolução dos conflitos familiares: ore (Ef. 2.16), aprenda a ser flexível quando necessário (Fp. 2.2,4), externe o sentimento, isso pode ser terapêutico (I Pe. 3.8), se for o caso, peça perdão (Mt. 6.12), e esteja disposto a colocar-se no lugar do outro, evitando avaliar tudo do seu ponto de vista (Mt. 7.5; Gl. 5.14). Esses encaminhamentos são fundamentais para a reconciliação no ambiente familiar (Cl. 3.12-14).

03/10/2013

Estudo Bíblico Os 5 Sentidos do Casamento

1 Coríntios 7.4
“A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher"

Introdução:
A Bíblia traz expressões de verdades espirituais que só podem ser entendidas pela fé. Uma destas declarações é a de que “deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” citada três vezes na Bíblia para confirmar esta doutrina (Gênesis 2.24/Marcos 10.8/Efésios 5.31).

Então o homem e a mulher ao se casarem não são mais duas pessoas, “de modo que já não são mais dois, porém uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem” (Mateus 19.6). Na matemática de Deus a soma é tão intensa que 1+1=1.

A união entre o casal deve ser profunda ao ponto de ser uma só alma. Como isto é possível? Através do elo formado pelo próprio Senhor que com seu perfeito AMOR une completamente os corações e “acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição”(Colossenes 3.14).

Como um casal pode ser unido em uma só carne?
O corpo tem 5 sentidos naturais que completam a pessoa e a partir deles vamos refletir sobre a união no matrimônio:

1 - VISÃO:
A visão direciona a vida da pessoa. Você vai para onde você olha.

No casamento se um estiver olhando para um lado e outro para outro lado, “andarão dois juntos, se não houver entre eles acordo?” (Amós 3.3). Por isso o homem e a mulher devem ter uma visão comum. Um precisa se esforçar para enxergar o que o outro está vendo.

A visão espiritual também é imprescindível (I Coríntios 2.14) para“iluminados os olhos do vosso coração” (Efésios 1.18). Satanás luta para cegar os olhos espirituais do casal e abrir seus olhos carnais (II Pedro 2.14).
O primeiro casal, Adão e Eva tinham uma visão pura sem receio um do outro e contemplavam a glória de Deus todos os dias. Mas o inimigo prometeu que “se vos abrirão os olhos e, como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal” e “Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos” “abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus” (Gênesis 3.5-7). A partir de então o casal começou a se esconder para não ver a glória de Deus. Passaram a ter maldade em seus olhos não aceitando a si mesmo e cobrindo seus corpos.

Você e sua esposa têm uma mesma visão?
Peça ao Senhor para abrir seus olhos!

2 - AUDIÇÃO:
A audição é a fonte de aprendizado e compreensão. Ouvir é a base para a compreensão.

No casamento um precisa ouvir o outro. Além disso, o casal precisa discernir as vozes que ecoam ao seu redor. O casamento não suporta uma chuva de opiniões alheias. Por isso o casal deve ter cuidado com que ouve.

Um casal cristão deve sempre ouvir a Palavra de Deus que é a fonte da sua fé (Romanos 10.17). É necessário sempre ouvir a voz do Senhor. Como é terrível estar com alguém que não te ouve.

Abrão ouviu a voz de Deus falando sobre sua família e riu duvidando de que poderia ser pai tão velho (Gênesis 17.17) e Sara fez o mesmo ao ouvir o Senhor falando com Abraão (Gênesis 18.12,13). Então o casal deve ser “praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos” (Tiago 1.22) e crer na promessa do Senhor por mais impossível que pareça.

Em seu casamento, vocês têm ouvido um ao outro e à voz de Deus?
Ouçam a Palavra de Deus para orientar seu futuro matrimonial.

3 - OLFATO:
O olfato permite sentir o cheiro das coisas e aprovar se é bom antes de experimentar.

O cheiro é algo invisível, mas pode determinar se o ambiente está bom ou não.

O casal precisa reconhecer o cheiro um do outro. Pelo cheiro podem saber como o parceiro está. Interessante que os animais fazem isso e nós seres humanos perdemos esta prática.

Jó confessou que tinha mau cheiro e por isso se tornou desprezível à sua mulher (Jó 19.17). O lar do casal deve ser perfumado com o bom cheiro de Cristo (II Coríntios 2.15). Na casa de Lázaro, Marta, Maria e Simão que havia luto e o mau cheiro de morte, quando Jesus chegou trazendo a vida, “então, Maria, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, mui precioso, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos; e encheu-se toda a casa com o perfume do bálsamo”(João 12.3). O casamento deve ter este cheiro de unção.

Imagino a arca de Noé, era uma casa para 4 casais dividindo espaço para centenas de outros casais de animais. Quantos tipos de cheiros devia haver ali. Mas eles suportaram porque tinham amor e quando saíram da arca a primeira coisa que fizeram foi oferecer um sacrifício“e o SENHOR aspirou o suave cheiro e disse consigo mesmo: Não tornarei a amaldiçoar a terra” (Gênesis 8.21).

No casamento é necessário ter faro sensível para saber o que não cheira bem e o que pode ser inspirado para dentro do relacionamento. Por isso, também é importante o discernimento espiritual.

Vocês têm reconhecido o cheiro um do outro?
O casamento precisa ter o bom cheiro de Cristo!

4 - PALADAR:
O gosto proporciona sabor. Como seria terrível a vida sem sabor! O sabor motiva experimentar coisas diferentes e dá prazer.

O casamento é uma relação de convivência onde um aprende a cada dia o gosto do outro. Existem casais que têm gostos diferentes, mas na maioria das vezes seus gostos acabam se misturando e um aprende ou apreciar o que o outro gosta ou no mínimo respeitar sua maneira de ser. Acima de tudo o casal deve procurar ter bom gosto e escolher somente o melhor para seu relacionamento.

Dizem que a mulher pode ganhar o homem pela comida que faz. Isso é verdade porque o bom gosto conquista. Tanto o homem quanto a mulher devem fazer o gosto um do outro.

Isso nos lembra de tempero que proporciona sabor. A Palavra de Deus diz que nossa “palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para saberdes como deveis responder a cada um” (Colossenes 4.6). Existem palavras que amargam a convivência, por isso é necessário ter muito cuidado para que o casamento não perca o gosto ou se torne ruim. Tanto o homem como a mulher deve procurar temperar sua relação na medida em que o outro goste.

Davi teve uma esposa chamada Abigail [viúva de Nabal] que o conquistou levando comidas saborosas para ele (I Samuel 25.18). Ela era uma mulher sábia que soube defender sua família do mal e agradar seu esposo. Da mesma forma Elcana marido de Ana quando viu sua mulher com fome por estar triste “então, Elcana, seu marido, lhe disse: Ana, por que choras? E por que não comes? E por que estás de coração triste? Não te sou eu melhor do que dez filhos?” (I Samuel 1.8). Ele consolou sua mulher e ela voltou a se alimentar.

Como está o gosto de seu casamento?
Tempere seu relacionamento com amor!

5 - TATO:
O tato é que proporciona sentir o toque de alguém. É a capacidade de ser sensível.

O casamento precisa ter tato. Sensibilidade. Um precisa sentir o outro e entender o que o outro está sentindo “tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento” (Filipenses 2.2). Muitos casamentos morrem porque se tornam insensíveis um ao outro. A maior de todas as sensações que alguém pode sentir é o amor.

Na Bíblia a lepra é comparada ao pecado. Um dos principais sintomas de uma pessoa leprosa é a perca da sensibilidade. O local amortecido pela lepra não sente nem mesmo a dor do fogo queimando. Deste modo é a pessoa que está no pecado. Não consegue sentir nada pelo próximo. Por isso o casamento deve lutar contra o pecado que adoece a relação e amortece o amor “Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros”(Hebreus 13.4).

Jacó amou tanto Raquel que à primeira vez que a viu (Gênesis 29.10,11) que nem sentiu nada de ruim “assim, por amor a Raquel, serviu Jacó sete anos; e estes lhe pareceram como poucos dias, pelo muito que a amava” (Gênesis 29.20). Quando um casal se ama aprende a suportar momentos difíceis e aproveitar sentimentos agradáveis.
O que você tem sentido em seu casamento?

Busque sentir coisas agradáveis!
Seja um casal completo com os 5 sentidos!

CONCLUSÃO:
Para ser um casal completo precisa estar unido de:
- corpo = vida íntima
- alma = relacionamento
- espírito = presença de Deus

Na convivência do casal é preciso se preparar para ter estes sentidos em comum. Mesmo que as diferenças de pensamento ou formação moral seja muito diferente, é preciso aprender compartilhar o que o outro vê, ouve, cheira, experimenta e sente.

Baseado nisso vamos fazer algumas reflexões:
- Como está a visão no seu casamento?
- Procure olhar um ao outro e perceber a vontade de Deus para vocês!
- Como está a audição no seu casamento?
- Procure ouvir um ao outro e entender a Palavra de Deus!
- Como vocês sentem o cheiro em seu casamento?
- Que sua vida conjugal tenha cheiro de unção do Espírito Santo!
- Como está o paladar do seu casamento?
- Que seu casamento tenha gosto e sabor agradável um ao outro!
- Como está o tato no seu casamento?

Procure sentir um ao outro e a presença de Deus!

01/10/2013

Estudo Bíblico Amizades na Biblia

Amizades são muito importantes em nossa vida. Elas contribuem grandemente em nossa formação e modo de vida. Delas, surgem os relacionamentos mais profundos que definirão coisas importantes como com quem vamos nos casar e que tipo de pessoas vamos ser. As amizades são desenvolvidas primeiro em família e depois na convivência da igreja, escola, vizinhança, etc.

Note que nem todos os nossos conhecidos serão nossos colegas ou companheiros. Da mesma forma, nem todos os companheiros (de classe, trabalho, etc.) serão nossos amigos de fato. Muitas vezes, aqueles que consideramos amigos são apenas companheiros ou colegas e muitas vezes maus companheiros. Muito do que vamos ver sobre maus amigos, aplica-se a estes também.

A Bíblia nos dá muitas orientações a respeito de amizades. Ela fala da importância dos bons amigos e nos avisa sobre os perigos das más companhias através de várias exortações e ricos exemplos.

A IMPORTÂNCIA DAS AMIZADES
Este é um assunto de grande importância. Somos exortados por Deus, através da Bíblia, a ter sérios e bons cuidados com relação à escolha de nossos amigos, pois eles têm muita influência em nossas vidas.

O que anda com os sábios f**ará sábio, mas o companheiro dos tolos será destruído (Provérbios 13:20).

Na verdade, a partir do momento em que escolhemos nossas amizades, não são apenas pessoas que estamos escolhendo, mas o rumo que nossas vidas terão. Ao escolhermos a amizade de pessoas que praticam coisas contrárias a Deus, estamos escolhendo o mundo e rejeitando a Ele.

Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus (Tiago 4:4).

CUIDADOS COM AS AMIZADES
A escolha de bons amigos nos ajudará em muitos aspectos, especialmente em termos espirituais.

É muito fácil fazer uma má escolha. Pessoas que não amam a Deus e não respeitam a Sua Palavra costumeiramente nos oferecem sua amizade e, muitas vezes, parecem atrativas a nós. É certo que, se já somos crentes em Cristo, podemos e até devemos nos relacionar com tais pessoas a fim de influenciá-las pela nossa fé e exemplo de uma vida reta. Jesus mesmo fez questão de ter contato com pecadores, levando a eles palavras de salvação (Lucas 15:1; Mateus 9:10-13). Porém, há grande perigo quando nos relacionamos com tais pessoas e nos envolvemos com elas sem estarmos firmados em uma fé verdadeira. Nesses casos, em lugar de conduzi-los a Cristo, acabamos permitindo que as suas más influências nos corrompam.

Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes (1 Coríntios 15:33).

Algumas pessoas querem nos afastar de Deus e nos induzir a pecar contra Ele. Devemos ter cuidado, pois isso pode ocorrer até mesmo dentro da igreja, causando intrigas ou mesmo desvios de fé e conduta (heresias).

Quando te incitar teu irmão, filho da tua mãe, ou teu filho, ou tua filha, ou a mulher do teu seio, ou teu amigo, que te é como a tua alma, dizendo-te em segredo: Vamos, e sirvamos a outros deuses que não conheceste, nem tu nem teus pais; dentre os deuses dos povos que estão em redor de vós, perto ou longe de ti, desde uma extremidade da terra até à outra extremidade; não consentirás com ele, nem o ouvirás; nem o teu olho o poupará, nem terás piedade dele, nem o esconderás (Deuteronômio 13:6-8).

Por não atentarem ao que diz a Palavra de Deus, infelizmente, vemos até mesmo muitos filhos dos crentes caindo em grande tragédia espiritual, sendo levados ao uso ou até ao tráfico de dr**as e à prática de outros crimes pela influência de "amigos".

Filho meu, se os pecadores querem seduzir-te, não o consintas. Se disserem: Vem conosco, embosquemo-nos para derramar sangue, espreitemos, ainda que sem motivo, os inocentes; traguemo-los vivos, como o abismo, e inteiros, como os que descem à cova; acharemos toda sorte de bens preciosos, encheremos de despojos a nossa casa; lança a tua sorte entre nós; teremos uma só bolsa. Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; guarda das suas veredas os pés; porque os seus pés correm para o mal e se apressam a derramar sangue (Provérbios 1:10-16).

Devemos ter cuidado com aquelas companhias que gostam de confusão e que buscam a violência. Eles são perigosos até a si mesmos. Não sejas companheiro do homem briguento nem andes com o colérico (Provérbios 22:24).

Algumas amizades precisam ser totalmente evitadas. Devemos, enquanto é tempo, nos afastar daqueles falsos amigos, que querem nos incitar para desviar do Senhor e praticar o pecado. É claro que não se aplica a nós a ordem de matá-los como era ordenado na Lei para os israelitas, mas f**a óbvio o sentido de que eles devem ser TIRADOS da NOSSA vida e de nossos filhos, e suas más obras devem ser condenadas e afastadas dos nossos olhos.

Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores (Salmos 1:1).

Não porei coisa má diante dos meus olhos. Odeio a obra daqueles que se desviam; não se me pegará a mim (Salmos 101:3).

Há outro tipo de falsos amigos que nos fazem mal, que são aqueles atraídos por interesses. Podemos reconhecer esses “amigos” por observar que o que eles querem é somente usufruir daquilo que podemos lhes oferecer, seja material ou algum outro tipo de favor. Precisamos ser sábios para enxergar em tempo que estes não são realmente nossos amigos. Pessoas que só estão à espera do que nós temos a lhe oferecer não são amigas em sentido algum. Um exemplo bíblico disso é o da parábola do filho pródigo. Lemos que ele tinha “amigos” ao seu lado enquanto desfrutava da sua herança e ficou em abandono total após o dinheiro acabar. Uma verdadeira amizade não é propriamente estabelecida no interesse em “dar e receber”, embora esse “dar e receber” seja necessário a ela como vamos ver adiante.

As riquezas granjeiam muitos amigos, mas ao pobre, o seu próprio amigo o deixa (Provérbios 19:4).

Devemos tomar cuidado, também, com aqueles que não mostram lealdade a outras pessoas como colegas e familiares. Se agem assim com eles, muito provavelmente agirão conosco também.

O que rouba a seu próprio pai, ou a sua mãe, e diz: Não é transgressão, companheiro é do homem destruidor (Provérbios 28:24).

Sempre corremos o risco de que nossa amizade e fidelidade dedicadas a alguém, não sejam correspondidas. Jesus mesmo sofreu a traição (embora ele já o soubesse desde sempre). Davi também teve “amigos” que foram falsos com ele e o traíram depois (Salmos 35.11-16). Por que haveria de ser diferente conosco?

Até o meu próprio amigo íntimo, em quem eu tanto confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o seu calcanhar (Salmos 41:9).

Alguns dos amigos mais perigosos são aqueles que sempre concordam conosco, apoiando-nos mesmo nas coisas erradas. Por concordarem e apoiarem nossas ideias e atitudes, eles parecem “bons amigos”, mas poderemos observar que isso não é verdade.

Melhor é ouvir a repreensão do sábio, do que ouvir alguém a canção do tolo (Eclesiastes 7:5).

O amigo verdadeiro está pronto tanto para nos dar apoio e palavras de aprovação amorosa quanto para nos repreender e corrigir com palavras francas. A pessoa sábia procura ter amigos com coragem e convicção para repreendê-la quando for necessário. Por outro lado, o insensato evita pessoas que a corrijam e critiquem, procurando aprovação em tudo que faz. É claro que ninguém gosta de ser corrigido, mas todos nós precisamos de amigos que nos amem tanto a ponto de ter a coragem de apontar e nos ajudar com nossos erros.

Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto. Leais são as feridas feitas pelo amigo, mas os beijos do inimigo são enganosos. O óleo e o perfume alegram o coração; assim o faz a doçura do amigo pelo conselho cordial (Provérbios 27:5, 6 e 9).

Dessa forma, devemos fazer um firme propósito como o de Davi, de buscar cercar-nos de pessoas tementes a Deus.

Companheiro sou de todos os que te temem e dos que guardam os teus preceitos (Salmos 119:63).

Uma vez que escolhemos TER bons amigos, devemos buscar SER bons amigos também! As Escrituras nos aconselham sobre as responsabilidades de companheiros fiéis. Amigos contam com a presença uns dos outros:

Como o ferro com ferro se aguça, assim o homem afia o rosto do seu amigo (Provérbios 27:17).

Mais vale o vizinho perto do que o irmão longe (Provérbios 27:10).

As orientações bíblicas são valiosas para nos guiar em fazer e manter boas amizades.

EXEMPLOS DE AMIZADE
Três gerações da família de Davi nos servem de exemplos de amizades boas e más.

Davi e Jônatas - Um exemplo maravilhoso de amizade profunda e verdadeira é aquela mantida entre o próprio Davi e Jonatas. Ela mostra como deve ser uma verdadeira amizade, firmada em nosso íntimo (na alma), valorizando e amando aquela pessoa acima de nossos interesses pessoais.

E sucedeu que, acabando ele de falar com Saul, a alma de Jônatas se ligou com a alma de Davi; e Jônatas o amou, como à sua própria alma. E Jônatas e Davi fizeram aliança; porque Jônatas o amava como à sua própria alma. E Jônatas se despojou da capa que trazia sobre si, e a deu a Davi, como também as suas vestes, até a sua espada, e o seu arco, e o seu cinto (1 Samuel 18:1, 3-4).

O rei Saul buscou incansavelmente matar Davi, escolhido por Deus como seu sucessor. Jônatas, da mesma forma, poderia ter olhado para Davi com inveja ou ódio, pois se Deus não tivesse nomeado Davi, o próprio Jônatas seria rei depois da morte de Saul. Jônatas não mostrou tal atitude mesquinha e mesmo contrário a seu pai, manteve uma amizade especial com Davi durante toda a sua vida. Quando Saul tentou matar Davi, Jônatas protegeu seu amigo (1 Samuel 20). Davi lamentou amargamente a morte desse amigo tão especial (2 Samuel 1:17-27). Mesmo após a morte de Jônatas, Davi buscou exercer benignidade para com o filho aleijado de seu amigo, Mefibosete (2 Samuel 9), em cumprimento da aliança firmada por eles.

Amnon e Jonadabe - Amnon, um dos filhos de Davi, não escolheu seus amigos do mesmo modo que seu pai. Em lugar de cultivar boas amizades, escolheu como companheiro seu primo Jonadabe (2 Samuel 13:3). Quando Amnon falou com este amigo sobre os seus desejos errados pela própria irmã, Jonadabe teve a oportunidade de corrigir e ajudar seu primo. Em lugar disso, ele "ajudou" Amnon a arquitetar um plano para estuprar a própria irmã. Além de levar Amnon a humilhar e odiar a moça inocente e a magoar profundamente seu pai (2 Samuel 13:4-21), o conselho de Jonadabe levou, afinal, à morte do próprio Amnon (2 Samuel 13:22-36). Jonadabe ainda teve a falsidade de tentar confortar Davi depois da morte de Amnon. Com certeza, esse não foi um bom amigo.

Roboão e seus colegas - Roboão, neto de Davi, se tornou rei depois da morte de Salomão. No início do seu reinado, procurou conselho de várias pessoas antes de tomar uma decisão importantíssima. Ele valorizou a amizade de seus jovens colegas acima da sabedoria dos homens mais velhos e experientes que haviam ajudado seu pai (1 Reis 12:7-11). A "ajuda" destes amigos contribuiu para a divisão do reino e diminuiu muito a influência de Roboão. Nossos amigos podem falar coisas que nos agradam, mas devemos dar ouvidos à sabedoria de pessoas mais sábias.

O QUE ESPERAR DE UMA AMIZADE
O ideal de uma amizade é que ela possa ser vista como Davi bem a definiu: “Uma aliança do Senhor”. Isso representa um pacto de fidelidade irrevogável.

Usa, pois, de misericórdia com o teu servo, porque o fizeste entrar contigo em aliança do SENHOR (1 Samuel 20:8).

É no momento de aflição e necessidade que mais precisamos ter ou ser amigos verdadeiros. Em uma relação de amizade, mesmo quando um se mostra fora do temor de Deus, o outro amigo deve agir com compaixão, ajudando-o e buscando trazê-lo de volta ao bom caminho e não se fazendo companheiro dele em seus erros.

Ao que está aflito devia o amigo mostrar compaixão, ainda ao que deixasse o temor do Todo-Poderoso (Jó 6:14).

Nos piores momentos é que o amigo cresce e oferece o melhor de si. Nesse sentido é que a Escritura diz que ele se faz mais que um amigo, tornando-se um irmão.

Em todo o tempo ama o amigo e para a hora da angústia nasce o irmão (Provérbios 17:17).

Todos nós precisamos de amigos verdadeiros que estejam ao nosso lado e nos auxiliem em certos momentos da vida.

Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante (Eclesiastes 4:10).

CONCLUSÃO:
Coloque em prática aquilo que a Bíblia ensina sobre a verdadeira amizade, atentando ao seu ensino e exemplos.
1- Escolha seus amigos com cuidado, evitando aquelas que lhe exerçam má influência para afastá-lo de Deus.
2- Valorize amigos sinceros que te ajudem e corrijam quando erra.
3- Corte amizades que prejudicam sua vida espiritual.
4- Seja fiel e de confiança, especialmente nos momentos difíceis, quando os amigos mais precisam de você.
5- Coloque sempre a Palavra de Deus como parâmetro para estabelecer suas amizades e relacionamentos.

01/10/2013

8. PERDÃO - Um modelo para os seus filhos.
- Seus filhos vão conviver com um mundo hostil. Relacionar-se é dolorido. Se eles não aprenderem a perdoar terão dificuldades irremediáveis.
- Um dos melhores presentes que você pode dar aos seus filhos é o espírito perdoador que você exemplif**a e ensina.
- O casamento nos dá oportunidades diárias para incentivar e exemplif**ar perdão.
- Use a rivalidade entre irmãos para ajudá-los o que não signif**a manter um registro dos erros cometidos.
- Exija que eles peçam e recebam perdão.
- Podem fazê-lo de má vontade, mas aprenderão o que fazer em situações de conflito.
Conclusões:
- Aplicar essas verdades no meio das escaramuças das crianças é essencial, porém seu impacto é quase nada diante do seu exemplo como casal.
- Seus filhos precisam ver que vocês se amam o suficiente para perdoar sempre.
- Ao perdoar, seus filhos terão confiança e segurança para confessar erros e perdoar.
- A disposição de perdoar seu cônjuge torna-se uma ancora estável para o seu lar.
- Perdão e reconciliação são testados ao máximo entre marido e mulher.
- Confronto terá de ser abordado com o máximo cuidado.
- Não faça questão de estar certo, é a reconciliação que deve ser buscada e alcançada em sua totalidade.
- Faça o que a Bíblia diz! Confie em Deus e você vai vê-lo trabalhar.

Endereço

R. Raphaela Amoroso Micelli
Araraquara, SP
14807-308

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