04/04/2026
Jesus não foi vítima das circunstâncias. Ele sabia de tudo o que ia acontecer e mesmo assim caminhou voluntariamente ao encontro daqueles que vieram prendê-lo. Seu amor não é passivo: é um amor que se entrega.
Enquanto Pedro nega o Mestre três vezes, os líderes religiosos rejeitam o Messias e o povo escolhe Barrabás, Jesus permanece fiel até o fim. O Cordeiro de Deus bebe o cálice que era nosso. O Inocente é condenado para que o culpado seja solto.
No meio da zombaria, da dor e da morte, Ele cumpre tudo e declara com voz de vitória:
“Está consumado!” (João 19.30)
Não foi um grito de derrota. Foi o anúncio de que o preço foi pago integralmente.
Hoje, na Sexta-feira Santa, somos confrontados com duas grandes verdades:
Somos mais pecadores do que gostaríamos de admitir.
Somos mais amados do que poderíamos imaginar.
Nosso pecado está na cruz. Nosso Salvador também.
O túmulo parece o fim, mas Deus ainda está agindo.
A Sexta-feira Santa termina em silêncio… mas o Domingo da Ressurreição está chegando.
Que a graça do Senhor Jesus, que se entregou por nós, encha seu coração de gratidão e esperança neste dia.
✝️ “Ele foi traspassado pelas nossas transgressões” (Isaías 53.5)