Casa de Luz André Luiz

Casa de Luz André Luiz Rua Constantino Tavares, nº 7
Conjunto Orlando Dantas - CEP 49042-630
Aracaju - SE

2018: O ANO DO AMOR      O amor, quando verdadeiro, isto é, quando devotado a tudo e a todos de forma irrestrita e incon...
30/12/2017

2018: O ANO DO AMOR

O amor, quando verdadeiro, isto é, quando devotado a tudo e a todos de forma irrestrita e incondicional, é uma chama inapagável que dissipa todas as sombras que circunvolvem seu emissor, tornando-o alegre, sadio, vitorioso, feliz.

Nas palavras emblemáticas do nosso querido Mestre:

— “Amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Nestes dois mandamentos estão toda lei e os profetas.”

Amar é, portanto, tudo que precisamos fazer para conquistarmos a tão desejada felicidade. Tão simples, não?

Teoricamente, a maioria das pessoas respondem sem titubear que sim. Entretanto, quando são convidadas por Jesus a semear amor, sem nada exigir em troca, raras são as que persistem no tentame, contrapondo, como desculpa esfarrapada, que não lhes é possível cultivar o amor em seus corações em um ambiente permeado de ódio, falsidade, ressentimento, hipocrisia, corrupção, mágoa, inveja, violência etc., como é o mundo de expiações e de provas em que estão aprisionadas.

Analisada de forma apressada e perfunctória, essa declaração parece acertada. No entanto, quando submetemo-la a uma análise mais acurada, revela-se como mais um disfarce utilizado pelo ego para escamotear o pseudoamor. Senão vejamos.

— “Afinal, por que o nosso planeta é tão sofrido e conturbado?”

A resposta é tão simples, quão desagradável para os olhos que não querem ver e os ouvidos que não querem ouvir:

— “A Terra é assim porque seus habitantes ainda não aprenderam a amar de verdade, limitando-se a querer bem tão-somente ao próximo mais próximo, como se o amor incondicional pregado por Jesus tivesse o metro linear como medida-padrão. Se amassem verdadeiramente, suas emanações dissolveriam as densas camadas de energias deletérias que circunvolvem o globo terreno e transmutariam, progressivamente, o atual cenário tempestuoso em abençoado jardim de luz, de esperança e de paz.”

Queridas irmãs, queridos irmãos,

Ao nos presentear com a faculdade do livre-arbítrio, Deus nos dotou de potencial ilimitado e inexaurível para gerar e disseminar amor a mancheias, por todos os âmbitos, recantos e lugares, independentemente de tudo e de todos, o que equivale dizer, filosoficamente, que podemos nos transformar em oásis espirituais no deserto escaldante no qual os nossos erros nos aprisionaram.

Evidentemente, não lograremos essa transmutação a toque de caixa e repique de sino. Como toda conquista, ela se dará pouco a pouco, mediante a vigilância atenciosa e incessante do teor preferencial dos nossos pensamentos, de sorte que neles o amor assuma, dia a dia, hora a hora, minuto a minuto, a posição privilegiada de “insight” preponderante.

E como o Deotropismo faz com que o Universo seja plenamente solidário, nosso esforço contributivo será retribuído regiamente pela Lei de Causa e Efeito, o que significa dizer que nos replenaremos de paz mental, equilíbrio energético e harmonia orgânica.

Aí, sim, independentemente do novo ciclo cronológico registrado no calendário teremos enfim, e merecidamente, um Feliz Ano Novo!

Muita paz, e que Deus os abençoe, ilumine e proteja.

Mensagem de Chico Xavier sobre Nascimento de Jesus  Sempre me fiz essa pergunta… Onde será que Jesus nasceu? Finalmente,...
25/12/2017

Mensagem de Chico Xavier sobre Nascimento de Jesus


Sempre me fiz essa pergunta… Onde será que Jesus nasceu? Finalmente, consegui obter uma resposta:

Perguntemos a Maria de Magdala, onde e quando nasceu Jesus. E ela nos responderá:

Jesus nasceu em Betânia. Foi certa vez que a sua voz, tão cheia de pureza e santidade, despertou em mim a sensação de uma vida nova com a qual até então jamais sonhara.

Perguntemos a Francisco de Assis o que ele sabe sobre o nascimento de Jesus. Ele nos responderá:

Ele nasceu no dia em que, na praça de Assis entreguei minha bolsa, minhas roupas e até meu nome para segui-lo incondicionalmente, pois sabia que somente ele é a fonte inesgotável de amor.

Perguntemos a Pedro quando deu o nascimento de Jesus, ele nos responderá:

Jesus nasceu no pátio do palácio de Caifas, na noite em que o galo cantou pela terceira vez, no momento em que eu o havia negado. Foi nesse instante que acordou minha consciência para a verdadeira vida.

Perguntemos a Paulo de Tarso, quando se deu o nascimento de Jesus. Ele nos responderá:

Jesus nasceu na Estrada de Damasco quando, envolvido por intensa luz que me deixou cego, pude ver a figura nobre e serena que me perguntava: Saulo, Saulo porque me persegue? E na cegueira passei a enxergar um mundo novo quando eu lhe disse:

Senhor, o que queres que eu faça?!

Perguntemos a Joana de Cusa onde e quando nasceu Jesus. E ela nos responderá:

Jesus nasceu no dia em que, amarrada ao poste do circo em Roma, eu ouvi o povo gritar:

Negue! Negue!
E o soldado com a tocha acesa dizendo: Este teu Cristo ensinou-lhe apenas a morrer? Foi nesse instante, que sentindo o fogo subir pelo meu corpo, pude com toda certeza e sinceridade dizer: Não me ensinou só isso, Jesus ensinou-me também a amá-lo.

Perguntemos a Tomé onde e quando nasceu Jesus. Ele nos responderá:

Jesus nasceu naquele dia inesquecível em que ele me pediu para tocar as suas chagas e me foi dado testemunhar que a morte não tinha poder sobre o filho de Deus, Só então compreendi o sentido de suas palavras: Eu sou o caminho, a verdade e a vida.

Perguntemos à mulher da Samaria o que ela sabe sobre o nascimento de Jesus. E ela nos responderá:

Jesus nasceu junto à fonte de Jacob na tarde em que me pediu de beber e me disse: Mulher eu posso te dar a água viva que sacia toda a sede, pois vem do amor de Deus e santifica as criaturas. Naquela tarde soube que Jesus era realmente um profeta de Deus e lhe pedi: – Senhor, dá-me desta água.

Perguntemos a João Batista quando se deu o nascimento de Jesus. Ele nos responderá:

Jesus nasceu no instante em que, chegando ao rio Jordão, pediu-me que o batizasse.
E ante a meiguice do seu olhar e a majestade da sua figura pude ouvir a mensagem do Alto: Este é o meu Filho Amado, no qual pus a minha complacência! Compreendi que chegara o momento de ele crescer e eu diminuir, para a glória de Deus.

Perguntemos a Lázaro onde e quando nasceu Jesus? Ele nos responderá: Jesus nasceu em Betânia, na tarde em que visitou o meu túmulo e disse: – Lázaro! Levanta. Neste momento compreendi finalmente quem ele era… A Ressurreição e a Vida!

Perguntemos a Judas Iscariotes quando se deu o nascimento de Jesus. Ele nos responderá:

Jesus nasceu no instante em que eu assistia ao seu julgamento e a sua condenação. Compreendi que Jesus estava acima de todos os tesouros terrenos.

Perguntemos a Bezerra de Menezes o que ele sabe sobre o nascimento de Jesus e ele nos responderá:

Jesus nasceu no dia em que desci as escadas da Federação Espírita Brasileira e um homem se aproximou dizendo: Vim devolver-lhe o abraço que me deste em nome de Maria, porque renovei minha fé e a confiança em Deus.
Foi naquele instante que percebi a Sua misericórdia e o Seu imenso amor pelas criaturas.

Perguntemos, finalmente, a Maria de Nazaré onde e quando nasceu Jesus. E ela nos responderá:

Jesus nasceu em Belém, sob as estrelas, que eram focos de luzes guiando os pastores e suas ovelhas ao berço de palha. Foi quando o segurei em meus braços pela primeira vez e senti se cumprir a promessa de um novo tempo através daquele Menino que Deus enviara ao mundo, para ensinar aos homens a lei maior do amor.

Agora pensemos um pouquinho:

E para nós, quando Jesus nasceu?

Pensemos mais um pouquinho:

E se descobrirmos que ele não nasceu?

Então, procuremos urgentemente fazer com que ele nasça um dia destes, porque, quando isso acontecer, teremos finalmente entendido o Natal e verdadeiramente encontrado a luz.

Que Jesus nasça em nossos corações e que seja sempre Natal em nossas vidas, para que nunca nos falte a Esperança e a Alegria Cristã.

FELIZ NATAL!!!

(Francisco Cândido Xavier)

AVISO IMPORTANTE!
02/12/2017

AVISO IMPORTANTE!

Calendário das atividades do mês de Dezembro.Lembrando que a Cura Prânica e a Doutrinária, começam às 19h30Nosso endereç...
02/12/2017

Calendário das atividades do mês de Dezembro.
Lembrando que a Cura Prânica e a Doutrinária, começam às 19h30
Nosso endereço: Rua Constantino Tavares, nº 07 - Conj. Orlando Dantas, Aracaju/SE
Muita Paz à todos.

Calendário das atividades do mês de Novembro.Lembrando que a Cura Prânica e a Doutrinária, começam às 19h30Nosso endereç...
10/11/2017

Calendário das atividades do mês de Novembro.
Lembrando que a Cura Prânica e a Doutrinária, começam às 19h30
Nosso endereço: Rua Constantino Tavares, nº 07 - Conj. Orlando Dantas, Aracaju/SE
Muita Paz à todos.

ESTUDO REFLEXIVO DO LIVRO O HOMEM INTEGRAL3 - ESTRANHOS RUMOS, SEGUROS ROTEIROS       3.3 - ÓDIO E SUICÍDIOHerdeiro de s...
29/10/2017

ESTUDO REFLEXIVO DO LIVRO O HOMEM INTEGRAL

3 - ESTRANHOS RUMOS, SEGUROS ROTEIROS
3.3 - ÓDIO E SUICÍDIO

Herdeiro de si mesmo, porquanto carrega no inconsciente coletivo as experiências vivenciadas em existências pretéritas, o ser humano ainda inculto não consegue desvencilhar-se dos atavismos que o jungem ao primitivismo, embora as claridades arrebatadoras do futuro o convidem incessantemente para as grandes conquistas.

Liberar-se do forte cipoal das paixões animalizantes para os logros da razão é o grande desafio que tem pela frente.

A sua evolução socioantropológica é a história fiel das lutas contínuas em que o artista — o Espírito — arranca do bloco grotesco — a matéria — as expressões de beleza e grandiosidade que lhe dormem imanentes.

Os mitos e lendas de todos os povos sobre as artes, as filosofias e as religiões revelam os embates sacrificiais do Espírito para se libertar da argamassa celular que o aprisiona, ferindo-se em acúleos ponteagudos em sua luta pela liberdade que, no começo, passa a ostentar agressivamente, com medo de perdê-la, até que ela se converte em um estado de consciência ética plenificadora, carregada de amor e de paz.

A mitologia nórdica retrata o homem em luta contra forças soberanas que o punem, esmagam, dominam e escravizam, revelando, de tal arte, sua incapacidade de enfrentar o imponderável — as forças desgovernadas e prepotentes.

Sem que ele perceba, o temor vai se agigantando no seu inconsciente e adquirindo, gradativamente, a forma camuflada de rebelião contra a existência física, contra a Vida em si mesma. O passaporte do suicídio começa a ser confeccionado.

Obrigado mais a temer esses opressores, do que a amá-los compelido a negociar a felicidade mediante oferendas e cultos, extravagantes ou não, o homem ignorante se sente coibido na sua liberdade de ser, rebelando-se e adotando atitudes formais e comportamentos social e religioso convenientes, em detrimento de seu destino angelical, vivendo fenômenos neuróticos que o deprimem ou o exaltam, como efeitos naturais de sua rebelião íntima. Ele, Espírito-Verdade, contra ele, pessoa-circunstancial!

Ao mesmo tempo, procurando deter os instintos agressivos nele jacentes, sem, no entanto, saber canalizá-los proveitosamente, ele sofre reações psicológicas que lhe perturbam o sistema emocional, fazendo com que o ressentimento — que é uma manifestação da impotência agressiva não exteriorizada — converta-se em travo de amargura e torne insuportável a convivência com aqueles contra os quais se volta.

Antegozando o desforço — que é a realização íntima da fraqueza, da covardia moral — dá guarida ao ódio que o combure, tornando a sua existência em um verdadeiro inferno.

A querida Mentora, em deslumbrante momento, diz-nos que “o ódio é o filho predileto da selvageria que permanece em a natureza humana. Irracional, ele trabalha pela destruição de seu oponente, real ou imaginário, não cessando, mesmo após a derrota daquele.

Quando não pode descarregar as energias em descontrole contra o opositor, volta-se contra si mesmo articulando mecanismos de autodestruição, graças aos quais se vinga da sociedade que nele vige.”

O ódio causa graves danos ao psiquismo ao destrambelhar a delicada estrutura que exterioriza o pensamento e mantém a harmonia do ser. Além disso, provoca reações orgânicas que repercutem nas funções hepáticas, digestivas, circulatórias..., deflagrando processos cancerígenos, cardíacos, cerebrais...

Fatalmente, as irradiações agressivas do ódio corroem as engrenagens do emissor, podendo também alcançar o indivíduo-alvo caso ele esteja em faixa vibratória equivalente, ou seja, também esteja destilando ódio.

Lixo psíquico do inconsciente, o ódio extravasa todo o conteúdo de paixões mesquinhas, representativas do primarismo evolutivo e cultural.

Algumas escolas psicológicas preconizam terapias para a liberação do ódio assentadas no emprego de vocabulário chulo e troca de acusações recíprocas. De nossa parte, não cremos que uma terapia baseada na ignorância, na agressividade e na libertação de instintos seja coerente para a evolução intelecto-moral do ser humano, um pássaro cativo fadado ao maior de todos os voos: a conquista da plenitude.

O ódio pressiona o homem que se frustra, levando-o ao suicídio. Tem origens remotas e próximas.

Com a palavra final e o brilho de sempre, o Espírito Amigo:
"Nas patologias depressivas, há muito fenômeno de ódio embutido no enfermo sem que ele se dê conta. A indiferença pela vida, o temor de enfrentar situações novas, o pessimismo disfarçam mágoas, ressentimentos, iras não digeridas, ódios que ressumam como desgosto de viver e anseio por interromper o ciclo existencial.

Falhando a terapia profunda de soerguimento do enfermo, o suicídio é o próximo passo, seja através da negação de viver ou do gesto covarde de encerrar a atividade física. Todos os indivíduos experimentam limites de alguma procedência.

Os extrovertidos conquistadores ocultam, às vezes, largos lances de timidez, solidão e desconfiança, que têm dificuldade em superar.

Suas reuniões ruidosas são mais mecanismos de fuga do que recursos de espairecimento e lazer. Os alcoólicos que usam, as músicas ensurdecedoras que os aturdem, encarregam-se de mantê-los mais solitários na confusão do que solidário uns com os outros. As gargalhadas, que são esgares festivos, substituem os sorrisos de bem-estar, de satisfação e humor, levando-os de um para outro lugar nenhum, embora se movimentem por cidades, clubes e reuniões diversos.

O ser humano deve ter a capacidade de discernimento para eleger os valores compatíveis com as necessidades reais que lhe são inerentes.

Descobrir a sua realidade e crescer dentro dela, aumentando a capacidade de ser saudável, eis a função da inteligência individual e coletiva, posta a benefício da vida.

As transformações propõem incertezas, que devem ser enfrentadas naturalmente, como as oposições e os adversários encarados na condição de ocorrências normais do processo de crescimento, sem ressentimentos, nem ódios ou fugas para o suicídio.

O homem que progride cada dia, ascende, não sendo atingido pelas famas dos problematizados que o não podem acompanhar, por enquanto, no processo de crescimento.
Alcançado o acume desejado, este indivíduo está em condições de descer sem diminuir-se, a fim de erguer aquele que permanece na retaguarda.

Ora, para se alcançar qualquer meta, em especial, a da paz, torna-se necessário um planejamento, que deflui da autoconsciência, da consciência ética, da consciência do conhecimento e do amor.

O planejamento precede a ação e desempenha papel fundamental na vida do homem.

Somente uma atitude saudável e uma emoção equilibrada, sem vestígios de ódio, desejo de desforço, podem planejar para o bem, o êxito, a felicidade.”

Calendário das atividades do mês de Outubro.Lembrando que a Cura Prânica e a Doutrinária, começam às 19h30Nosso endereço...
06/10/2017

Calendário das atividades do mês de Outubro.
Lembrando que a Cura Prânica e a Doutrinária, começam às 19h30
Nosso endereço: Rua Constantino Tavares, nº 07 - Conj. Orlando Dantas, Aracaju/SE
Muita Paz à todos.

O CÂNCER NA VISÃO ESPÍRITA  Desde tempos imemoriáveis, a melhor medicina sempre foi a preventiva. O grande alquimista Pa...
19/09/2017

O CÂNCER NA VISÃO ESPÍRITA

Desde tempos imemoriáveis, a melhor medicina sempre foi a preventiva. O grande alquimista Paracelso insistia: "Não se deve tratar a doença; deve-se tratar a saúde". Podemos dizer que, o melhor meio para não se apanhar uma doença, consiste em se manter saudável. Ou seja, proteger o sistema imunológico, de forma a bloquear qualquer germe ou vírus que tentar invadir nosso organismo. Pode-se pensar que seja fácil atingir tal objetivo, através de uma boa dieta, escolhendo alimentos de baixo valor de colesterol, reduzindo o consumo de carne, abstendo-se de consumir açúcar, realizando exercícios físicos, enfim, submetendo-se a tudo aquilo que uma propaganda insistente nos propõe. Mas como explicar, nesse caso, o elevadíssimo número de pessoas que seguiram rigorosamente tais instruções, julgando estar assim protegidas contra os perigos das doenças para um dia, descobrir que seu organismo estava sendo minado pelo câncer?

André Luiz conta, através da psicografia de Chico Xavier que um Espírito ao preparar-se para reencarnar, pediu para seu novo corpo físico uma úlcera que apareceria em sua madureza física e que não deveria encontrar cura até sua desencarnação, para que ele pudesse ressarcir um assassinato que cometeu ao esfaquear um homem (que estava na sua madureza física) na região do estômago. Como vemos, mesmo que este Espírito cuide de sua saúde durante toda sua juventude, não fugirá da úlcera “moral” que “ele pediu”.

▫️Então, câncer é uma enfermidade cármica?
A experiência diz que sim. Estamos submetidos a um mecanismo de causa e efeito que nos premia com a saúde ou corrige com a doença, de acordo com nossas ações.

▫️O câncer seria então o resultado de um comportamento desajustado, em vidas anteriores?
Nem sempre. A causa pode estar nesta existência. Um exemplo: as estatísticas demonstram grande incidência de câncer no pulmão, em pessoas que fumam. Há elementos cancerígenos nas substâncias que compõem o cigarro. Quem fuma, portanto, é sério candidato a esse mal. Será o seu carma. Há uma charge ilustrativa, em que um cigarro diz para o fumante: "Hoje você me acende. Amanhã eu o apagarei!" Certíssimo!

▫️Está demonstrado que os fumantes passivos, pessoas que convivem com fumantes, também podem ter câncer. Como explicar essa situação?
E não há inocentes na Terra, um planeta de provas e expiações. O fumante passivo que venha a contrair câncer tem comprometimentos do passado que justificam seu problema. Aliás, o simples fato de aqui vivermos significa que merecemos (ou necessitamos) tudo o que aqui possa nos acontecer. Se não merecêssemos, estaríamos morando em mundos mais saudáveis.

▫️Isso isenta de responsabilidade o fumante que polui o ambiente, situando-o como instrumento de resgate para alguém?
Ao contrário, apenas o compromete mais. Deus não necessita do concurso humano para exercitar a justiça. Além de responder pelos desajustes que provoca em si mesmo, responderá por prejuízos causados ao meio ambiente e às pessoas.

▫️A medicina vem desenvolvendo técnicas para a cura do câncer. Concebe-se que dentro de algumas décadas será possível a cura radical em todas as suas manifestações. Como ficarão aqueles que estão se reajustando perante as leis divinas a partir de um carcioma?
A medicina vem fazendo grandes progressos, mas está longe de erradicar a doença. Males são superados; outros surgem, nos domínios da sexualidade, a sífilis era um flagelo, decorrente da promiscuidade. Hoje é a AIDS. A dor, a grande mestra, que tem na enfermidade um de seus aguilhões, continuará a nos corrigir, até que aprendamos a respeitar as leis divinas.

▫️A pessoa que sofre bastante, vitimada por um câncer, resgatou seus débitos, habilitando-se a um futuro feliz na espiritualidade?
A doença elimina as sombras do passado, mas não ilumina o futuro. Este depende de nossas ações, da maneira como enfrentamos problemas e enfermidades. Quando o nosso comportamento diante da dor não oprime aqueles que nos rodeiam, estamos nos redimindo, habilitados a um futuro glorioso.

▫️Como funciona isso?
Se o paciente tem câncer, suas dores implicarão em sofrimento para a família. Tudo bem. Faz parte das experiências humanas. Mas, dependendo da maneira como enfrentar seu problema, poderá gerar aflições bem maiores para todos, o que acontece com o paciente revoltado, inconformado, agressivo. Se humilde e resignado, a família lidará melhor com a situação. Pacientes assim (resignados) estão "zerando o carma".

Observação de Raul Teixeira: A dor, a luta, o resgate, o acerto de contas também nos impõe aprendizados. Muitos entram no caminho das expiações e não consegue expiar. Não é o fato de estarmos sofrendo que diz que já resgatamos. O que diz se já resgatamos ou não é o modo como estamos sofrendo. Há criaturas que sofrem revoltadas, biliosas, de mal com Deus, aborrecidas com a vida e quem passa pelo seu caminho é alvo de seu fígado estragado. Lógico que esta pessoa não dará conta do processo expiatório.

Como está no livro “Transição Planetária”: “Antes, porém, de chegar esse momento (de transição), a violência, a sensualidade, a abjeção, os escândalos, a corrupção atingirão níveis dantes jamais pensados, alcançando o fundo do poço, enquanto as enfermidades degenerativas, os transtornos bipolares de conduta, as cardiopatias, os cânceres, os vícios e os desvarios se***is clamarão por paz, pelo retorno à ética, à moral, ao equilíbrio (...).

Publicado por Grupo de Estudo Allan Kardec!

A Realidade da Alma  IntroduçãoO conhecimento que o ser humano pode ter da realidade da alma constitui a informação mais...
19/09/2017

A Realidade da Alma


Introdução
O conhecimento que o ser humano pode ter da realidade da alma constitui a informação mais importante que venha a adquirir em toda sua existência, pois inúmeras pessoas desconhecem que além do corpo físico, cada um tem uma alma imortal que dirige os seus atos.
Mesmo os que dizem saber que o ser humano é formado de corpo e alma, desconhecem sua participação na vida humana e que a mesma se manifesta pelo pensamento, pela inteligência, pelo senso de responsabilidade, pelo caráter, pela consciência, pela vontade, pelo livre-arbítrio, pela intuição e pelo anseio, muitas vezes oculto, de ser útil aos seus semelhantes.
A aquisição desse conhecimento pode trazer um enriquecimento do seu ser advindo-lhe o reconhecimento da unidade da criação e da responsabilidade pela sua própria existência e o amor que deve dispensar a todos os seres da natureza e especialmente, às criaturas humanas, independentemente de idade, raça, condições sociais, econômicas e do seu próprio estado físico.
Todo o ser humano é uma alma pensante que se identifica pelos seus atributos próprios e não pela sua aparência física ou pelos seus adornos complementares.
A alma é um ser de constituição energética que apresenta a forma do ser humano, amoldando-se à sua idade, s**o e características do corpo no qual imprime sua vitalidade. Tem a individualidade e a grandeza que lhe facultam vida plena, quando se encontra na espiritualidade ou na condição de estar vivificando um organismo biológico, participando da constituição do ser humano.
Alma é a denominação dada por Kardec ao espírito encarnado, como está em O Livro dos Espíritos, item 134. Essa denominação é simplesmente didática, visto que alma e espírito designam a mesma entidade, respectivamente, quando está encarnada ou quando se encontra no mundo espiritual.
A alma segundo a BíIblia

Sua criação e sobrevivência são mencionadas na Bíblia. Consta do Genesis que “o homem foi feito alma vivente” (GE, 2,7), visto que “criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.” (GE, 1.27)
A mensagem segundo a qual “o homem foi feito alma vivente” tem um significado muito importante, evidenciando que o ser humano deve pensar e viver como alma encarnada e não pelos atributos inerentes ao corpo físico.
Da alma sabemos ainda, que desfruta do privilégio da imortalidade, como consta da afirmação contida nos Salmos: “Tu, Senhor, livraste a minha alma da morte” (SL 116,8).
Do mesmo modo, Jesus lembra que a alma é imortal, afirmando: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma” (Mt. 10,18).
Falando sobre a alma, Allan Kardec, em O Livro dos Médiuns, reune dois conceitos, o da existência e o da imortalidade da alma. Diz que na formação do ser humano há a participação do corpo físico e da alma ou espírito. Afirma que “o espírito é o elemento principal dessa união, pois é o ser pensante e sobrevive à morte. O corpo não é mais do que um acessório do espírito, um invólucro, uma roupagem que ele abandona depois de usar.”
Não obstante esteja aparentemente oculta no organismo, a alma está sujeita a receber os efeitos das ações boas ou más perpetradas pelo ser humano.

Responsabilidade da alma

No Evangelho de Marcos há uma observação sobre a conduta das pessoas que, desviada do bem, pode ser danosa à própria alma, aconselhando o desapego dos valores transitórios da vida: “O que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma?” (Mc. 8,36). Essa mensagem de Marcos nos faz pensar que se o ser humano passar pela vida entretido em preocupações frívolas, sua alma terá que enfrentar as consequências de uma vida desperdiçada.
Os diferentes caracteres psicológicos que qualificam o ser humano não são determinados pelas peculiaridades dos seus órgãos físicos, da sua aparência e constituição, mas pelos atributos da alma que participa em todos os atos da vida.
Desse modo, uma pessoa não se torna um cientista porque recebeu hereditariamente circunvoluções cerebrais diferenciadas nesse sentido, mas porque a sua alma é dotada das qualidades de cientista.
Esse conceito está de acordo com o que ensina Allan Kardec em O Livro dos Espíritos, item 370: “O espírito dispõe sempre das faculdades que lhe são próprias. Ora, não são os órgaos que lhe dão as faculdades, e sim, estas que impulsionam o desenvolvimento dos órgãos.”
Sendo a alma responsável pelo pensamento, pelo livre-arbítrio, pela conduta das criaturas, é natural que possa exercer influência não apenas sobre seu comportamento mas também sobre as células do seu organismo, condicionando os seus estados de saúde ou de doença.(…)

A alma segundo o Espiritismo
Em virtude de sua natureza espiritual, e na condição de estar vivificando um organismo biológico, a alma realiza em cada criatura o encontro entre o humano e o divino.
Como espírito encarnado, o ser humano tem sua dignidade e deve ser respeitado, não obstante a situação em que possa encontrar-se e as faltas que tenha praticado. É um ser em fase de evolução, a caminho do seu aprimoramento, ainda que esteja passando por situações menos dignas.
Na prática, cada pessoa pode conduzir livremente sua vida, procurando praticar o bem e desfrutar condições progressivamente melhores ou optar por uma conduta menos digna para si mesma em relação aos demais seres humanos.
O importante é que, diante desses acontecimentos, a alma participa, consciente ou inconsciente, de todos os atos da vida e as ações boas ou más que tenha praticado são registradas no arquivo perispiritual e se enquadram na Lei de Reciprocidade ou de Causa e Efeito e suas conseqüências, respectivamente boas ou más, retornam para o mesmo ser, nesta vida ou em vidas futuras, porque as existências são solidárias umas com a outras. As boas ações voltam sob a forma de alegria, saúde e bem-estar e as más, como diferentes modalidades de sofrimento.
Nos tempos atuais, há um número crescente de pessoas que procuram dedicar-se à vivência interior por meio de diferentes recursos, como os religiosos, esotéricos, meditação, grupos de estudo, retiro espiritual e práticas orientais, que a par da realização dos seus anseios, podem levar ao reconhecimento da alma.
Nesse mesmo sentido, o Espiritismo incentiva a prática do bem sem limitações, o estudo, a prece e a educação espiritual, que levam à reforma íntima.
Entre os que se dedicam aos estudos orientais é comum a prática da meditação através de uma auto-análise, que consiste em dar um mergulho no seu eu interior, num trabalho lento e gradativo que leva ao reconhecimento de sua própria individualidade. Podem, assim, ser descortinadas suas diferentes qualidades, suas aspirações mais íntimas e encontradas as raízes que levam ao reconhecimento do seu ser.
Dispondo de novas visões interiores, o homem comum começa a reconhecer as peculiaridades de sua alma que, embora possa manter-se aparentemente oculta, manifesta sua própria essência e sua participação em todos os atos da vida humana.
O ser humano vai descobrindo novos horizontes no seu eu interior, reconhecendo que o saber intelectual expressa a sabedoria da alma e que, conduzindo para espiritualidade, leva à sua iluminação.
Reconhece que a intuição é um atributo da alma e embora tenha sido relegada em favor do saber intelectual, está presente em todas as realizações humanas como nas descobertas científicas e demais atividades relacionadas ao conhecimento.
O estudo da alma deixou de ser do âmbito puramente religioso ou teosófico para constituir uma realidade não menos científica.
E embora ainda não possa ser demonstrada pelos recursos materiais, é evidenciada pelos seus atributos, que podem ser cientificamente observados. (...)

Roberto Bróglio

Trecho retirado do estudo "Realidade da Alma" realizado pelo Dr. Roberto Bróglio e publicado no Boletim Médico Espírita n° 10, do ano de 1995.

PERDA E SUSPENSÃO DA MEDIUNIDADEAo tratarmos da perda e suspensão da mediunidade é necessário relembrar que a mediunidad...
19/09/2017

PERDA E SUSPENSÃO DA MEDIUNIDADE

Ao tratarmos da perda e suspensão da mediunidade é necessário relembrar que a mediunidade não é uma improvisação nem um acontecimento fortuito. Pelo contrário, ela faz parte da constituição do homem e tem suas raízes plantadas em causas e decisões anteriores ao momento de sua eclosão. Constitui relevante instrumento de evolução, porém, mesmo sendo percebida, assim, como qualidade, sabemos que o grau de intensidade dessa faculdade não é proporcional ao desenvolvimento moral de seu detentor, do qual independe.

O uso que o médium faz da sua faculdade é o que mais influi sobre os Espíritos bons, sendo ele o responsável pela condução adequada ou não, das suas experiências mediúnicas, favorecendo intermitências e suspensões momentâneas.

Explicam os Espíritos em O Livro dos Médiuns, questão 220, que o médium pode ter o exercício mediúnico suspenso, momentaneamente, por diversas razões, caracterizadas pelo afastamento dos Espíritos Bons que não querem ou não podem servir-se dele.

São considerados motivos para o afastamento dos Bons Espíritos:

Mau uso da mediunidade:
o Futilidades;
o Finalidades ambiciosas;
o Recusa-se a transmitir mensagens;
o Recusa-se a colaborar no esclarecimento ou ajuda aos necessitados;
o Quando não aproveita as instruções e orientações recebidas.

• Possibilitar ao médium servir como instrumento de outros Espíritos.
• Demonstração de solicitude do Amigo Espiritual pelo médium que necessita de repouso. Nesse caso, ele não permite que outros Espíritos o substituam junto ao médium.
• Para experimentar a paciência e avaliar a perseverança de médiuns bons.

O afastamento do Espírito Bom deve sempre levar o médium a reflexões sobre como pode melhorar a sua relação de trabalho com o mundo espiritual; deve ajudá-lo a refletir sobre os próprios procedimentos, sobre a necessidade de estudo e principalmente sobre o seu trabalho pessoal no Bem.

Ainda em O Livro dos Médiuns os Espíritos esclarecem que a suspensão da atividade mediúnica não implica afastamento dos Espíritos Amigos: “...O médium se acha na situação da pessoa que tivesse perdido a vista momentaneamente, mas não foi abandonada pelos amigos, embora não os veja.” . A seguir completam “... Se a falta da mediunidade pode privá-lo das comunicações por meio material com certos Espíritos, não o priva das comunicações mentais.”

Acrescentam ainda que nem sempre a suspensão é uma censura, pois pode ser uma demonstração de benevolência, e que o médium deve consultar a sua consciência, perguntar a si mesmo que uso tem feito de sua faculdade, que bem tem resultado disso para os outros, que proveito tem tirado dos conselhos que lhe deram, e saberá distinguir a censura da ação benevolente.

Constata-se que o maior obstáculo à utilização da mediunidade é o conjunto das imperfeições do médium. Allan Kardec ao identificar o caráter de missão conferido à mediunidade, perguntou aos Espíritos por que Deus a designa a homens imperfeitos e não aos homens de bem, sendo que eles responderam que são os imperfeitos que dela necessitam para se aperfeiçoarem, e para que tenham a possibilidade de receber bons ensinamentos.

Podemos concluir que, ante a constatação de que se é portador da mediunidade, tem o indivíduo o direito de consultar o seu livre-arbítrio, decidindo-se entre assumir o seu exercício, ou não. Se optar pelo exercício mediúnico, deve o médium investir no seu aperfeiçoamento moral, criando condições para se tornar um médium educado, com desempenho mediúnico voluntário e disciplinado. Se preferir recusar a mediunidade, estará rejeitando uma dádiva da vida para o seu desenvolvimento espiritual, abandonando excelente roteiro evolutivo.

Quando surgem motivos de ordem existencial involuntários e incontroláveis, tais como doenças, deveres profissionais, desequilíbrios emocionais, desestruturando a mente do médium , os próprios Amigos Espirituais providenciam interrupções temporárias, as quais também podem servir como provas, visando chamar a atenção do trabalhador quanto à correta vivência dos seus deveres.

A mediunidade não constitui obstáculo na caminhada do seu portador, porém não é aquisição apressada que se obtém por meio de facilidades humanas. Quando aceita com alegria e responsabilidade, transforma-se em instrumento de crescimento e evolução, pois encaminha o médium ao trabalho com Jesus.

Tereza Cristina D'Alessandro
Outubro / 2002

Centro Espírita Batuira

Bibliografia:
KARDEC, Allan - O Livro dos Médiuns: 2.ed. São Paulo:FEESP, 1989 - Cap. XVII, q. 220, itens 1-16 Neves, J.; Azevedo, G.; Calazans, N.; Ferraz, J. - “Reuniões Mediúnicas - Projeto Manoel P. de Miranda”, 2.ed. Salvador:LEAL, 1993, 7. Vivência

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