Horários das Missas:
Domingo - 8h - Presencial e 19h30 - Presencial e On Line
Quarta-feira - 20h - Presencial e On Line
1ª Sexta-feira - 19h - Missa em Louvor ao Sagrado Coração de Jesus No dia 23 de fevereiro de 1969, o então bispo da Diocese de Lins, Dom Pedro Paulo Koop, autorizou a criação da Paróquia de Sant’Ana, formada pelas comunidades das capelas de Santa Rita (bairro São Joaquim), São B
enedito (existente até a década de 1970, no bairro Santana) e Fazenda Santa Cecília, que antes eram pertencentes à paróquia Imaculado Coração de Maria. A criação atendeu a necessidade das comunidades locais, que estavam em crescimento e a demanda já era grande para a paróquia do bairro Paraíso. Em 1º março do mesmo ano, por não existir ainda um local próprio para as atividades, o pátio da Escola Vítor Antônio Trindade (Industrial) foi cedido para a solenidade de criação da Paróquia Sant’Ana, seguida da posse do primeiro pároco. TERRENO
Um terreno para a paróquia foi cedido no mesmo mês. O então prefeito Sylvio José Venturolli, por intermédio do vereador Floriano Camargo de Arruda Brasil e do padre José Maria Montressor (antigo pároco as comunidades locais) autorizou, após aprovação da Câmara Municipal, a doação de uma área localizada em frente à Praça Diogo Júnior, pertencente ao antigo Aeroporto do município. A Prefeitura também doou a antiga Cantina da Aviação (ao lado do terreno) para abrigar a casa paroquial. A construção do salão paroquial começou em agosto. A obra foi realizada com doações, quermesses e com o reaproveitamento dos materiais da antiga igreja matriz, que estava sendo reconstruída. No dia 26 de novembro, o bispo diocesano D. Pedro Paulo, inaugurou o local, que através de sua permissão passou a receber missas e demais eventos paroquiais. O padre René Parren chegou em julho de 1971 para auxiliar o pároco, permanecendo até abril de 1973. Em 13 de agosto de 1972, é inaugurado o centro comunitário do bairro Abílio Mendes (atual Capela São José), e em 13 de Janeiro de 1974, o centro comunitário do bairro Castelo Branco (atual Igreja São Geraldo). Em julho do mesmo ano, o padre José Verhoven deixou a Paróquia Sant’Ana, em seu lugar assumiu o padre Marcelo Ollivier, no mês agosto. PRIMEIRA IGREJA
A comunidade e o novo pároco manifestavam o desejo de construir uma igreja para a paróquia. A construção começou no dia 06 de junho de 1975, através de doações, eventos e demais fontes de arrecadação. O formato arredondado foi uma opção do padre (aprovado pelo conselho), e foi inspirado em um modelo semelhante de uma igreja em Araraquara. A primeira missa na nova igreja foi realizada no dia 20 de dezembro, a obra, porém ainda não estava concluída (o término foi no dia 20 de março do ano seguinte). Em 25 de abril de 1976, a Matriz de Sant’Ana, com espaço em média para 320 pessoas, foi oficialmente inaugurada. No dia 07 de janeiro de 1979, padre Marcelo deixou a paróquia. Em seu lugar assumiu o padre Manoel Leandro Pereira, que permaneceu até o dia 11 de abril de 1980, substituído pelo padre Eugênio Rixen (Atual bispo da Diocese de Goiás-GO). No dia 01 de julho de 1982, a comunidade do bairro Santa Luzia passa a pertencer à Paróquia Santa’Ana,
desmembrada da Paróquia Bom Jesus da Lapa. Em novembro padre Eugenio deixou a paróquia, em seu lugar assumiu o padre Francisco Rodrigues da Silva, que permaneceu até o dia 28 de outubro de 1984, dando lugar ao padre José Cláudio da Silva, em 1º de novembro de 1984. Em abril de 1988, padre José Cláudio é substituído pelo então diácono João Fungaro, que em 21 de agosto de 1988 se tornou pároco. O padre permaneceu na Paróquia Sant’Ana até o dia 26 de janeiro de 2002, e neste período foi construído um novo salão paroquial, juntamente com as salas de catequese da paróquia, que formam o Centro Catequético São Benedito, além do Centro Diocesano de Pastoral (CDP), pertencente à Mitra Diocesana, que abriga o Seminário São José. NOVA IGREJA
Finalmente em 2010 a construção da nova Matriz de Sant’Ana teve conclusão. Foram oito anos de ideias, reuniões, planos, frustrações, luta, suor, perseverança...Vitória em Deus. Desde 2002 a comunidade acompanha o erguimento e processo de construção do novo templo, que não foi projetado para tomar o lugar da charmosa e histórica "igreja redonda", e sim trouxe aos fiéis a ampliação de um verdadeiro pedaço do Céu, lugar que imaginamos ser confortável e acolhedor para todos, independente das circunstâncias. Em casa de avó deve haver espaço e felicidade, e esta é a casa de Santa Ana, a padroeira paroquial. Sentado em um dos últimos bancos da igreja para conceder esta entrevista, o padre Orlando Maffei recordou que quando chegou à paróquia, em 2002, já tinha o desafio de liderar a equipe que discutia a nova construção. "A escolha da arquitetura teve três projetos, sendo vencedor o que previa um espaço de cerca de 1.500 lugares, tal como podemos ver atualmente", relembra o pároco. Por Cláudio Henrique, PASCOM Paróquia Sant'Ana