Igreja Nossa Senhora Rosa Mística

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Nota de FalecimentoComunicamos, com profundo pesar, o falecimento do Sr. José Miranda.O velório será realizado nesta qua...
26/08/2026

Nota de Falecimento

Comunicamos, com profundo pesar, o falecimento do Sr. José Miranda.

O velório será realizado nesta quarta-feira, 26 de agosto, no Memorial 04 do Cemitério da Boa Morte, a partir das 8h.

O sepultamento ocorrerá às 16h, no Cemitério da Boa Morte.

Neste momento de dor, manifestamos nossos sentimentos de solidariedade aos familiares e amigos. Que Deus conforte a todos. 🖤🕊️

🌹 MEMÓRIA DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA, RAINHA 👑No dia 22 de agosto, nossa comunidade se reúne com fé e devoção para r...
18/08/2026

🌹 MEMÓRIA DA BEM-AVENTURADA VIRGEM MARIA, RAINHA 👑

No dia 22 de agosto, nossa comunidade se reúne com fé e devoção para rezar o Santo Terço, confiando nossas vidas e nossas famílias à intercessão de Nossa Senhora.

📿 17h – Reza do Santo Terço
📍 Casa da Léia

Venha rezar conosco! 🙏❤️
Será um momento de fé, oração e comunhão. Esperamos por você!

🌹 Nossa Senhora Rosa Mística, rogai por nós!

A Assunção de Maria ao Céu, em uma belíssima reflexão de São João Paulo II "Os dois dogmas, da Imaculada Conceição e da ...
15/08/2026

A Assunção de Maria ao Céu, em uma belíssima reflexão de São João Paulo II


"Os dois dogmas, da Imaculada Conceição e da Assunção, estão intimamente ligados entre si", disse o Papa em peregrinação a Lourdes

Era o último ano do pontificado de São João Paulo II. Apesar de já bastante debilitado na saúde física, o Santo Padre fez questão de realizar uma desejada peregrinação a Lourdes. Celebrava-se, afinal, o 150º aniversário da proclamação do dogma da Imaculada Conceição de Maria, reiterado por ela própria em suas aparições a Santa Bernadette Soubirous.

A data escolhida pelo Papa foi emblemática: 15 de agosto de 2004, Assunção de Nossa Senhora – ou seja, o dia em que a Igreja celebra o fato de que, “tendo completado o curso de sua vida terrestre, [Maria] foi assumida, de corpo e alma, na glória celeste” (Papa Pio XII, Munificentissimus Deus, 1º de novembro de 1950).

Em Lourdes, nesta data da Assunção de Maria ao Céu, São João Paulo II deu uma preciosa homilia da qual extraímos os seguintes trechos a respeito desta celebração:

* * *

Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se apressadamente a uma cidade…» (Lc 1, 39). As palavras deste trecho evangélico fazem-nos vislumbrar, com os olhos do coração, a jovem de Nazaré a caminho da cidade da Judeia, onde morava a sua prima, para lhe oferecer os seus serviços. Aquilo que nos surpreende acima de tudo, em Maria, é a sua atenção repleta de ternura pela sua parente idosa. Trata-se de um amor concreto, que não se limita a palavras de compreensão, mas que se compromete pessoalmente numa verdadeira assistência. À sua prima, a Virgem não dá simplesmente algo que lhe pertence; Ela dá-se a si mesma, sem nada exigir como retribuição. Ela compreendeu de maneira perfeita que, mais do que um privilégio, o dom recebido de Deus constitui um dever, que a empenha no serviço aos outros, na gratuidade que é própria do amor.

A minha alma proclama a grandeza do Senhor…(Lc 1, 46). No seu encontro com Isabel, os sentimentos de Maria brotam com vigor no cântico do Magnificat. Através dos seus lábios exprimem-se a expectativa repleta de esperança dos «pobres do Senhor», e a consciência do cumprimento das promessas, porque Deus «se recordou da sua misericórdia» (cf. Lc 1, 54).

É precisamente desta consciência que brota a alegria da Virgem Maria, que transparece no conjunto do cântico: alegria de saber que Deus olha para Ela, apesar da sua fragilidade (cf. Lc 1, 48); alegria em virtude do serviço que lhe é possível prestar, graças às grandes obras que o Todo-Poderoso realizou em seu favor; alegria pela antecipação das bem-aventuranças escatológicas, reservadas aos humildes e aos famintos (cf. Lc 1, 52-53).

Depois do Magnificat chega o silêncio; nada se diz acerca dos três meses da presença de Maria ao lado da sua prima Isabel. Talvez nos seja dita a coisa mais importante: o bem não faz ruído, a força do amor expressa-se na discrição tranquila do serviço quotidiano.

Mediante as suas palavras e o seu silêncio, a Virgem Maria aparece como um modelo ao longo do nosso caminho. Não se trata de um caminho fácil: em virtude da culpa dos seus pais primitivos, a humanidade traz em si a ferida do pecado, cujas consequências ainda continuam a fazer-se sentir nas pessoas remidas. Mas o mal e a morte não terão a última palavra! Maria confirma-o através de toda a sua existência, sendo testemunha viva da vitória de Cristo, nossa Páscoa.

Os fiéis compreenderam-no, reconhecendo nela «a mulher revestida de sol (Ap 12, 1), a Rainha que resplandece junto do trono de Deus e intercede em favor deles.

No dia de hoje, a Igreja celebra a gloriosa Assunção de Maria ao Céu, de corpo e alma. Os dois dogmas da Imaculada Conceição e da Assunção estão intimamente ligados entre si. Ambos proclamam a glória de Cristo Redentor e a santidade de Maria, cujo destino humano já está perfeita e definitivamente realizado em Deus.

E quando Eu tiver partido e vos tiver preparado um lugar, voltarei e levar-vos-ei comigo para que, onde Eu estiver, vós estejais também, disse-nos Jesus (Jo 14, 3). Maria é o penhor e o cumprimento da promessa de Cristo. A sua Assunção torna-se para nós um sinal de esperança certa e de consolação (Lumen gentium, 68).

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞ç𝐚 𝐨𝐬 𝐦𝐨𝐭𝐢𝐯𝐨𝐬 𝐩𝐞𝐥𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐚𝐢𝐬 𝐚 𝐈𝐠𝐫𝐞𝐣𝐚 𝐩𝐫𝐨𝐜𝐥𝐚𝐦𝐨𝐮 𝐚 𝐀𝐬𝐬𝐮𝐧çã𝐨 𝐝𝐞 𝐍𝐨𝐬𝐬𝐚 𝐒𝐞𝐧𝐡𝐨𝐫𝐚A Sagrada Tradição da Igreja ensina que Nos...
14/08/2026

𝐂𝐨𝐧𝐡𝐞ç𝐚 𝐨𝐬 𝐦𝐨𝐭𝐢𝐯𝐨𝐬 𝐩𝐞𝐥𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐚𝐢𝐬 𝐚 𝐈𝐠𝐫𝐞𝐣𝐚 𝐩𝐫𝐨𝐜𝐥𝐚𝐦𝐨𝐮 𝐚 𝐀𝐬𝐬𝐮𝐧çã𝐨 𝐝𝐞 𝐍𝐨𝐬𝐬𝐚 𝐒𝐞𝐧𝐡𝐨𝐫𝐚

A Sagrada Tradição da Igreja ensina que Nossa Senhora foi elevada ao céu de corpo e alma após sua morte. No entanto, as particularidades da “morte” da Virgem Maria não são conhecidas. Santo Epifânio, bispo de Salamina de Chipre, compôs, nos anos de 374-377, o livro sobre as heresias, no qual escreve: “Ou a Santa Virgem morreu e foi sepultada e seguiu-se depois sua Assunção na glória, ou, sem fim, verificou-se em plena e ilibada pureza, adornando a coroa de sua virgindade” (MS, p. 267).

O Dogma da Assunção da Virgem Santíssima foi proclamado, solenemente, pelo Papa Pio XII, no dia 1º de novembro de 1950, e sua festa é celebrada no dia 15 de agosto. Grande júbilo e alegria pairou sobre todo o mundo católico naquela data, especialmente para os filhos de Maria. Quando o Papa o decretou, por meio da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus, foi uma verdadeira apoteose, tanto na Praça de São Pedro, em Roma, como nas outras cidades do mundo católico.

O Dogma da Assunção de Nossa Senhora foi proclamado, solenemente, pelo Papa Pio XII

Nesse documento, disse o Papa: “Cristo, com Sua morte, venceu o pecado e a morte e sobre esta e sobre aquele alcançará também vitória pelos merecimentos de Cristo quem for regenerado sobrenaturalmente pelo batismo. Mas por lei natural Deus não quer conceder aos justos o completo efeito dessa vitória sobre a morte, senão quando chegar o fim dos tempos. Por isso, os corpos dos justos se dissolvem depois da morte, e somente no último dia tornarão a unir-se, cada um com sua própria alma gloriosa. Mas desta lei geral Deus quis excetuar a Bem-Aventurada Virgem Maria. Ela, por um privilégio todo singular, venceu o pecado; por sua Imaculada Conceição, não estando por isso sujeita à lei natural de ficar na corrupção do sepulcro, não foi preciso que esperasse até o fim do mundo para obter a ressurreição do corpo”.

Assim, na Praça de São Pedro, em Roma, diante do pórtico de São Pedro, circundado por 36 Cardeais, 555 Patriarcas, Arcebispos e Bispos e sacerdotes, e perante cerca de um milhão de fiéis, o Papa proclamava solenemente: depois de haver mais uma vez elevado a Deus nossas súplicas e invocado as luzes do Espírito Santo, a glória de Deus Onipotente, que derramou sobre a Virgem Maria Sua especial benevolência, em honra de Seu Filho, Rei imortal dos séculos e vencedor do pecado e da morte, para maior glória de Sua augusta Mãe e para a alegria e exultação de toda a santa Igreja, e pela autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma de fé revelado por Deus que: a Imaculada Mãe de Deus, sempre Virgem Maria, terminado o curso de sua vida terrena, foi elevada à glória celeste em corpo e alma (MS, p. 282).

Solenidade
Papa Paulo VI, na Exortação Apostólica Marialis Cultus, resume a importância desse dogma numa expressão cheia de densidade: “A solenidade de 15 de agosto celebra a gloriosa Assunção de Maria ao Céu, festa de seu destino de plenitude e de bem-aventurança, glorificação de sua alma imaculada e de seu corpo virginal, de sua perfeita configuração com Cristo ressuscitado” (MC n.6).

Assim, Maria participa da ressurreição e glorificação de Cristo. É preciso lembrar, aqui, que somente Jesus e Maria subiram ao Céu de corpo e alma. Os santos estão lá apenas com suas almas, pois os corpos estão na terra, aguardando a ressurreição do último dia. Maria, ao contrário, foi elevada ao céu também com seu corpo já ressuscitado. É uma grande glória dela.

A Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, em uma Instrução de 17-05-1979, deixou bem claro: a Igreja, ao expor a sorte do homem após a morte, exclui qualquer explicação que tire o sentido à Assunção de Nossa Senhora naquilo que ela tem de único, ou seja, o fato de ser a glorificação corporal da Virgem Santíssima uma antecipação da glorificação que está destinada a todos os outros eleitos (n. 6).

Quais os motivos da Assunção de Nossa Senhora?

1 – Como Maria não esteve sujeita ao poder do pecado para poder ser a Mãe de Deus, também não podia ficar sob o império da morte, pois, como disse São Paulo, “o salário do pecado é a morte” (Rm 6,23). Assim, Maria não experimentou a corrupção da carne, mas foi glorificada em sua alma e seu corpo.

2 – A carne de Jesus e a de Maria são a mesma carne. Portanto, a carne de Maria devia ter a mesma glória que teve a de seu Filho.

São João de Damasco, no ano 749, escreve: “Era necessário que aquela que, no parto, havia conservado ilesa sua virgindade, conservasse também sem corrupção alguma seu corpo depois da morte. Era preciso que aquela que havia trazido no seio o Criador feito menino habitasse nos tabernáculos divinos. Era necessário que aquela que tinha visto o Filho sobre a cruz, recebendo no coração aquela espada das dores das quais fora imune ao dá-Lo à luz, O contemplasse sentado à direita do Pai. Era necessário que a Mãe de Deus possuísse aquilo que pertence ao Filho e fosse honrada por todas as criaturas como Mãe de Deus”.

E assim também se exprime São Germano, patriarca de Constantinopla, falecido em 735, e outros santos (MS, pp. 272 e 273).

Festa do trânsito de Maria
A festa do Trânsito de Maria, que honrava sua morte, passou gradualmente a comemorar sua Assunção corporal ao céu. No sacramentário enviado pelo Papa Adriano I ao Imperador Carlos Magno (768-814), que introduziu o Cristianismo em todo o vasto império franco, está escrito: digna de honra é para nós, Senhor, a festividade deste dia em que a Beata Virgem Maria, a Santa Mãe de Deus, sofreu a morte temporal, mas não pôde ser retida pelos inexoráveis laços, porque ela deu à luz Seu Filho, nosso Senhor, que tomou sua carne (MS, p. 273). No Sínodo de Mainz, no ano 813, Carlos Magno introduziu a festa da Assunção de Maria ao Céu, depois de haver obtido autorização de Roma.

Foi São Gregório de Tours, falecido em 596, o primeiro a proclamar a Assunção corpórea de Maria ao Céu. Um século mais tarde, Santo Ildefonso de Toledo afirmou: “Não devemos esquecer que muitos consideram que ela [Maria] foi, neste dia, levada corporalmente ao céu por Nosso Senhor Jesus Cristo” (MS, p. 274).

Muitos santos perguntavam se o melhor dos filhos poderia recusar à melhor das Mães a participação em sua ressurreição e o glorioso domínio à direita do Pai? Para eles, sua dignidade de Mãe de Deus exige a Assunção.

Para Santo Irineu, do século II, como a nova Eva, Maria participou da sorte do novo Adão, Jesus Cristo, ressuscitou depois da morte, e seu corpo não experimentou a corrupção (MS, p. 277).

Como Maria não teve na alma a mancha do pecado original, ficou isenta da dura sentença dada aos demais: “Es pó e em pó hás de tornar” (Gn 3,19). A nós que herdamos o pecado original, é preciso voltar ao pó da terra de onde saímos, para que, na ressurreição do último dia, o Senhor nos refaça sem as sequelas do mal.

Glória da Assunção de Nossa Senhora
A rica Tradição da Igreja reconheceu, desde os primeiros séculos, a gloriosa Assunção de Nossa Senhora. Dela dão testemunho S. João Damasceno, São João Crisóstomo, S. Tomás de Aquino, S. Boaventura, S. Anselmo, São Bernardo e outros luminares e teólogos famosos. Além disso, a Sagrada Liturgia sempre confirmou a verdade desse dogma, tanto nos antigos missais como nos sacramentários, hinos e saudações à subida da Rainha ao Céu. Além disso, nunca, em Igreja nenhuma da Terra, venerou-se uma relíquia do corpo de Maria Santíssima, mostrando com isso uma convicção certa e inabalável de que Ela está no céu.

Contudo, a razão mais forte da Assunção de Nossa Senhora está no fato de ela ser a Mãe do Senhor. Como disse o frei Francisco de Monte Alverne: “consentiria o meigo Jesus de Nazaré que sua morada puríssima, o céu esplêndido onde por nove meses repousaria, a estátua viva esculpida pelo próprio Criador, ficasse nessa terra de exílio? Porventura o Rei dos Exércitos esperaria o fim dos tempos para que a corte celeste prestasse homenagens reais à sua Mãe. Não, pois era mister que a humanidade reconhecesse quanto era considerada uma mãe tão extremosa” (nota 22 e Tm p. 314).

A glória da Assunção de Nossa Senhora ao Céu é, para nós que ainda vivemos neste vale de lágrimas, a certeza de que o céu existe e é nosso destino.

🙏 Semana Nacional da Família 💙Com fé e esperança, nos reunimos na Igreja Nossa Senhora Rosa Mística para celebrar a Sant...
11/08/2026

🙏 Semana Nacional da Família 💙

Com fé e esperança, nos reunimos na Igreja Nossa Senhora Rosa Mística para celebrar a Santa Missa, pedindo a Deus que fortaleça nossas famílias, renove o amor em nossos lares e nos conceda a graça de caminhar sempre unidos.

“Família: peregrina da esperança.” 🕊️

Relíquia de 1º Grau da Bem Aventurada Virgem e Mártir Isabel Cristina
10/08/2026

Relíquia de 1º Grau da Bem Aventurada Virgem e Mártir Isabel Cristina

“Eu e minha casa serviremos ao Senhor.” Josué 24:15
10/08/2026

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Semana Nacional da FamíliaSanta MissaSegunda-feira 10 de Agosto19:30h
05/08/2026

Semana Nacional da Família

Santa Missa
Segunda-feira 10 de Agosto
19:30h

Hoje celebramos com gratidão o Dia do Padre.Ser padre é responder ao chamado de Deus para servir ao Seu povo com amor, f...
04/08/2026

Hoje celebramos com gratidão o Dia do Padre.

Ser padre é responder ao chamado de Deus para servir ao Seu povo com amor, fé e dedicação. Agradecemos por cada celebração, cada conselho, cada oração e por conduzir a comunidade no caminho do Evangelho.

Que Deus continue fortalecendo todos os sacerdotes em sua missão e que Nossa Senhora os cubra com seu manto de proteção.

Feliz Dia do Padre! Nossa oração e carinho a todos aqueles que dedicam a vida ao serviço de Cristo e da Igreja. 🙏✝️

Mais alguns registros da nossa representante na Festa de Sant’Ana e São Joaquim 2026Créditos: TÔ EM Antônio Carlos
29/07/2026

Mais alguns registros da nossa representante na Festa de Sant’Ana e São Joaquim 2026

Créditos: TÔ EM Antônio Carlos

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