20/07/2026
A adoração não termina quando saímos da capela. Ela continua quando reconhecemos Jesus naqueles que o mundo muitas vezes esquece.
O mesmo Cristo que contemplamos no Santíssimo Sacramento nos espera no irmão que sofre, no faminto, no doente, no abandonado e em cada pessoa que clama por amor.
A Eucaristia transforma o nosso coração para que a reverência diante do altar se torne misericórdia nas ruas. Não existem dois Cristos: é o mesmo Senhor que adoramos no Santíssimo e servimos nos mais pobres.
Que a nossa adoração não termine com a bênção, mas continue em cada gesto de amor, pois quem se ajoelha diante de Jesus na Eucaristia também é chamado a se inclinar diante do irmão que sofre.