Terreiro de Umbanda e Quimbanda casa de Ogum e Pai Antônio de Aruanda

Terreiro de Umbanda e Quimbanda casa de Ogum e Pai Antônio de Aruanda Terreiro de Umbanda e Quimbanda
Casa de Ogum
e Pai Antonio de Aruanda fundado em 21/12/2018
sacerdote
Pai Anderson de Ogum

07/09/2026

PADRINHO ESPIRITUAL

O padrinho espiritual é um cargo muito importante.

Algumas casas por egoísmo e medo aboliram tal prática.

Porém outras casa espirituais continuam com essa tradição.

O Padrinho espiritual é escolhido pelo médium iniciante.

Sem qualquer interferência de outro médium ou do Pai no Santo.

Os médiuns a serem escolhidos já devem estar desenvolvidos.

Essa escolha é muito importante para o médium.

Pois o padrinho é o modelo, o molde da mediunidade.

Agora desenvolvente no iniciante!

Por isso é uma responsabilidade muito grande ser padrinho.

Quando o médium escolhe médium “X”!

Também escolhe todas as entidades da coroa mediúnica daquele filho.

Por isso deve ser bem escolhido!

O seu padrinho deve te transmitir segurança.

Confiança, ensinamento em fim é ele que direcionará você.

Lhe ensinará as regras e formas de trabalho daquela casa.

Por isso deve-se pensar bem a quem escolher.

O médium deve sempre pedir a benção a seu padrinho.

Pois ele também é o responsável espiritual.

Será aquele que estenderá suas mãos.

Para o iniciante poder trilhar o caminho espiritual.

Portanto escolha seu padrinho não por conveniência ou soberbia.

Escolha de coração e tenha nele a fé.

Ser padrinho é muito importante!

Pois é o reconhecimento do trabalho bem feito.

É ganhar mais que um amigo, um irmão.

Um companheiro espiritual de trabalho.

Porém a responsabilidade é grande!

Por isso lembre-se sempre a troca que deve ser feita entre padrinho e apadrinhado:

“Dê ao afilhado respeito e receba carinho"

"Dê ensinamento e receba companheirismo"

"Dê amor e receba a paz”

(Texto: Pai Léo Del Pezzo)

Saravá Fraterno!

Pai Jonathas de Ogum.'.

28/08/2026

MENSALIDADE DO TERREIRO

Enquanto na maioria das religiões, como:

A Católica, a Evangélica, a Kardecista, entre outras...

O entendimento de que todos os participantes que tenham condições financeiras...

Devem ajudar na manutenção da Casa religiosa..

Ainda na Umbanda há um enorme preconceito quando o assunto é o dinheiro...

Ou pedir dinheiro, seja para uma obra de manutenção...

Uma obra assistencialismo de caridade, materiais, etc...

Isso acontece por falta de compeençao e entendimento...

Pois tudo custa dinheiro!

Não se faz caridade sem dinheiro...

Não é possivel fazer uma festa, um axé sem dinheiro...

As despesas de manutenção do terreiro custam dinheiro...

Nada é de graça!

A incompreensão e o pouco caso das pessoas...

São aspectos que dificulta e criam essa resistência sobre este assunto...

É certo de que o exercício da mediunidade é um dom do Altíssimo...

E como o recebemos de graça, de graça os médiuns devem transmiti-lo...

E é assim que deve ser!

Contudo, não devemos confundir as coisas...

O passe é gratuito!

Mas todas as despesas de um Centro, devem ser pagas obrigatoriamente...

É muito comum as pessoas, tanto consulentes como médiuns...

Afastarem-se do Centro que frequentam...

Quando o dirigente espiritual pede uma contribuição...

Através do pagamento de mensalidade ou para alguma obra...

Mas todos precisam entender que todos os terreiros tem despesa...

Portanto todos terão contribuição ou mensalidade...

Sentem-se insultados, acham um absurdo que se cobre alguma coisa?

Não rotulem um dirigente como impostor...

Ou alguém que deseja viver à custa do dinheiro dessas contribuições...

Ora, que pessoas de pouca fé e tão vazias de coração!

Todos gostam de entrar em um Centro e notar que as cadeiras, o chão e tudo mais estão limpos...

Que há água para beber e dar descarga no banheiro...

Que há papel higiênico, toalha e sabonete...

Que as velas e demais instrumentos já estão preparados para a firmação dos Guias...

Que as luzes estão acesas, entre outras coisas...

Todavia, poucas são as pessoas que param para pensar...

Que tudo isso gera uma despesa muito grande com materiais de limpeza e higiene...

Pagamento de contas de água e luz, aluguel, IPTU...

Materiais para firmamento dos Orixás e da Tronqueira etc...

Se pensassem em tudo isso!

As pessoas iriam se dar contar de que, se cada um ajudar um pouco...

O dirigente do Centro não ficará sobrecarregado...

Com o “dever” de pagar todas essas despesas sozinho ou com a ajuda de poucos...

O pouco de casa um se tornar o suficiente...

A união faz a força!

A caridade começa com a manutenção da casa que frequenta...

A qual abre as portar para que todos despertem seus dons...

Se desenvolvam espiritualmente e pratiquem a caridade junto as suas forças...

Que o pedido de suporte dos Pais e Mães seja justo e acessível a todos...

E Lembrem-se os Orixás e Guias, tudo sabem e tudo veem!

Médium faça a sua obrigação!

Saravá Fraterno!

Pai Jonathas de Ogum.'.

26/08/2026
19/07/2026

CAMARINHA NA UMBANDA

Originalmente, a Camarinha é um sacramento, no sentido de ritual sagrado.

Que advém dos candomblés, onde tem a força de uma iniciação.

Na Umbanda, não há a mesma rigidez de regras, prazos e rituais das casas candomblecistas.

Porém, o fundamento deste ritual não se perde com tais diferenças de procedimentos.

Mas, afinal, o que é a camarinha?

Todos nós sabemos que a Umbanda é uma religião brasileiríssima.

Sincrética, que recebeu e continua recebendo influências de práticas religiosas e espirituais do Brasil e do mundo.

A Umbanda traz, desde a sua fundamentação em 1908.

Um grito de liberdade que ecoa até os dias de hoje nos terreiros de nosso país.

Com a manifestação de entidades espirituais que representam povos e grupos de pessoas.

Que, ao longo da sua história, foram bastante oprimidos.

Dentre estas entidades de luz, podemos destacar:

Os pretos velhos, os caboclos, as pombagiras, os malandros, etc...

Este ideal de liberdade, como característica marcante da religião.

Também se revela na absoluta ausência de imposição de quaisquer padrões de funcionamento.

De comportamento, rituais e sacramentos às casas umbandistas.

Cada dirigente espiritual é livre para estabelecer quais procedimentos serão utilizados no seu terreiro.

Nesta linda diversidade, aparecem vertentes diferentes da religião.

Este primeiro chamado já é suficiente para fazer com que os médiuns sintam o peso da responsabilidade de fazer parte deste importante ritual.

Que ressignificará sua posição dentro do terreiro.

Vale ressaltar que essa ressignificação nada tem a ver com questões hierárquicas.

Mas tão-somente com a força do compromisso que é assumido pelo médium diante da egrégora da Casa.

Como trabalhador de última hora na Umbanda.

Ademais, o médium que participa da Camarinha.

Passa a ser mais uma referência aos irmãos de fé que ainda estão no início do desenvolvimento mediúnico.

A Umbanda é iniciática através do ritual de batismo de iniciação.

A ritualística do candomblé é mais complexa.

Todavia, é inegável que a Camarinha insere a religião dentro da vida cotidiana do médium de maneira mais incisiva.

Numa quinta-feira previamente designada, os médiuns iniciam o seu recolhimento no terreiro.

A famosa “deitada”!

Com o objetivo de identificar os Orixás que formam a sua coroa ou eledá.

É no silêncio do terreiro, diante do congá, firmando seus pensamentos aos Orixás.

E é neste momento que a magia começa.

E os conecta às suas divindades pessoais.

Com o coração aquietado e a mente serena.

A energia dos Orixás que estão conectadas ao médium se revela mais firme e forte do que nunca.

A sutileza e a potência de tais energias se tornam extremamente presentes.

Afinando e aguçando a mediunidade.

Para auxiliar o médium na identificação dessas energias.

O Sacerdote do terreiro utiliza diversos métodos.

Tais como estudos de numerologia relacionada à data de nascimento.

Astrologia, até jogos de búzios, cartas e/ou outras ferramentas divinatórias.

O fundamento deste ritual é baseado no conhecido itan da criação do Orí.

Que significa “cabeça” em iorubá.

O mito começa a partir da criação do mundo por Odudua.

Por determinação de Olodumarê, senhor de Òrun ou Olórun.

Que também concedeu a Obatalá a função de criar o ser humano.

Em seguida, Ajalá, o oleiro primordial, é convocado para ser o responsável por modelar a cabeça das pessoas que vão renascer na Terra (Àiyé).

Utilizando-se para tanto, além do barro, de substâncias ou elementos colhidos junto aos Orixás.

Trata-se, portanto, de uma bela história que revela o simbolismo utilizado pelos iorubás.

Para explicar a diversidade de caráter e de desempenho do ser humano na sua vida terrena.

A alimentação do Orí por meio de oferendas se dá com o objetivo de proporcionar a harmonização da cabeça interior (Orí inu) do médium.

E a reposição do axé (energia).

É na Camarinha que as quartinhas são assentadas com elementos associados às energias do médium e dos Orixás que o acompanham.

Depois de toda essa linda comunhão de forças, celebrada no Àiyé e no Órun.

Pede-se que o médium siga um determinado preceito por alguns dias.

A fim de evitar que esse axé recebido durante, para não haver esvaziamento do axé da Camarinha.

(Mãe Fátima D'Oyá)

Pai Jonathas de Ogum.'.

18/07/2026

OS RITUAIS DE BATISMO NA UMBANDA

Embora envolva a maceração de ervas, o batismo é diferente do Amaci

São três rituais distintos:

• Batizado de uma criança.

• Batismo de iniciação do médium.

• Batismo de consagração aos padrinhos.

Mas vamos entender tudo isso melhor:

O batismo na Umbanda, também chamado de Batuque ou Batuco.

É um ritual de iniciação que marca a entrada de uma pessoa na religião.

Buscando purificação, proteção e conexão com as energias dos Orixás e guias espirituais.

Este ritual não anula batismos realizados em outras religiões e representa.

Porém marca o início de uma jornada espiritual e o compromisso com os valores da Umbanda.

O que acontece no batismo?

Purificação e proteção:

O ritual visa purificar o indivíduo, protegê-lo de energias negativas.

E também para conectá-lo com forças espirituais positivas.

Entrega e acolhimento:

Para crianças, o batismo representa uma entrega e acolhimento por parte dos pais.

Buscando proteção espiritual e bênçãos dos Orixás.

Consagração:

Para médiuns, o batismo é uma consagração, um momento de acolhimento na casa e iniciação para a vida mediúnica.

Elementos usados:

São utilizados elementos como água, velas, ervas e defumação.

Além da bênção de entidades espirituais.

Ritos específicos:

Em alguns terreiros, existe o batismo espiritual.

Neste ritual o médium escolhe duas entidades, uma da linha da direita e outra da esquerda como padrinhos espirituais.

O batismo envolve a unção com Ori (banha sagrada) e pemba (giz ritual).

Além de palavras de consagração aos Orixás e a entrega para esses guias espirituais.

Padrinhos:

Padrinhos, tanto encarnados quanto espirituais, têm um papel importante no batismo.

Auxiliando no ritual e guiando o novo membro na jornada umbandista.

Este batismo só é feito quando o médium tem a certeza de sua fidelidade e permanência no terreiro.

Pois envolve padrinhos espirituais, que deverão ser respeitados para sempre.

Poroso a importância do compromisso com o chão sagrado de seu terreiro.

Diferenças em relação ao batismo católico:

Enquanto no batismo católico a criança é vista como pagã antes de ser batizada.

Como "pecadora" e precisa ser purificada do pecado original.

Na Umbanda, a criança não é vista dessa forma, pois crianças são seres inocentes perante a Lei Maior de Deus.

E no batismo na Umbanda a criança receber bênçãos e proteção dos Orixás.

O batismo umbandista não anula outros batismos.

Mas representa uma nova etapa de desenvolvimento espiritual dentro da Umbanda.

Em resumo, o batismo na Umbanda é um ritual importante que marca a entrada e acolhimento de novos membros.

Buscando purificação, proteção e conexão com as energias espirituais da religião.

O batismo é um ritual sério e um compromisso maior com o sagrado.

Assim como estes batismos, existem os Amacis na Umbanda.

São rituais específicos para cada finalidade, que também são feitos com macerações e banhos de ervas.

Pai Jonathas de Ogum∴

15/07/2026

O QUE A UMBANDA ESPERA DE UM MÉDIUM?

A primeira coisa que um médium precisa entender é que o compromisso de ser médium vai muito além da gira. Muita gente pensa que ser médium é apenas vestir a roupa branca e participar da gira. Mas, na Umbanda, o compromisso começa muito antes e continua depois que o terreiro fecha suas portas.

Ser médium é assumir uma responsabilidade com os Orixás, com os Guias Espirituais, com o terreiro onde trabalha e, principalmente, consigo mesmo. Isso significa buscar respeito, humildade, disciplina e vontade de aprender todos os dias.

Nem sempre será fácil. Haverá dias de cansaço, dias de dúvidas e momentos em que será preciso abrir mão de algumas vontades para cumprir um compromisso assumido com amor.

Ser médium não é ser perfeito. É reconhecer os próprios erros, pedir orientação, levantar quando cair e continuar caminhando. Também não é buscar status, elogios ou reconhecimento. O verdadeiro médium entende que o maior privilégio é poder servir, acolher quem sofre e praticar a caridade de coração aberto.

Cada gira, cada estudo, cada limpeza do terreiro, cada horário cumprido e cada gesto de respeito fazem parte desse compromisso.

Quando um médium honra o compromisso que assumiu, ele fortalece sua própria caminhada espiritual e se torna um instrumento de paz, amor e esperança na vida de muitas pessoas.

Axé a todos!

08/07/2026

Verdades🦋

Primeiro você precisa entender uma verdade que ninguém gosta de falar:

O terreiro não desenvolve médium. Quem desenvolve o médium é o espírito.

O terreiro organiza, direciona e contém, mas não cria mediunidade. Se a mediunidade dependesse de chão, roupa branca e alguém mais velho mandando, ninguém manifestaria fora desses espaços. E isso simplesmente não é verdade.

O médium se desenvolve quando aprende a escutar o próprio corpo, a própria energia e o próprio guia. O desenvolvimento acontece no silêncio, na observação, na sensibilidade, na consciência do que muda dentro de você quando o espírito se aproxima.

Mediunidade não nasce pronta, mas também não nasce vazia. Ela desperta quando você para de terceirizar sua espiritualidade.

Sem terreiro, o médium aprende a reconhecer sinais sutis: mudanças de temperatura, pressão no corpo, alterações emocionais, imagens internas e impulsos espontâneos. Tudo isso é linguagem espiritual. O problema é que ninguém te ensinou a ouvir, só a obedecer.

O médium também aprende limites. Sem alguém mandando, você aprende a sentir quando é hora de abrir e quando é hora de fechar. Isso cria responsabilidade espiritual, não dependência.

E aqui está o ponto mais importante: cada guia desenvolve o médium do jeito que precisa. Não existe um único ritmo, um único método ou um único fundamento.

Quando você tenta desenvolver sua mediunidade copiando o processo dos outros, você trava. Quando respeita o tempo, o corpo e o fundamento do seu guia, tudo flui.

O desenvolvimento fora do terreiro não é bagunça. É disciplina interna. É escuta profunda. É aprender direto da fonte.

Se você sente que sua mediunidade nunca se encaixou em terreiro nenhum, talvez não seja rebeldia. Talvez seja ancestralidade pedindo autonomia.

07/07/2026

A DEFUMAÇÃO, E SEUS BENEFÍCIOS.

Você sabe para que serve a defumação?

A defumação é essencial para qualquer trabalho num terreiro de Umbanda...

É também uma das coisas que mais chamam a atenção...

De quem vai pela primeira vez assistir a um trabalho...

Em geral a defumação na Umbanda!

É sempre acompanhada de pontos cantados...

Que são específicos para defumação...

Desde os tempos imemoriais, dos homens das cavernas...

Que a queima de ervas e resinas...

É atribuída à possibilidade da modificação ambiental, através da defumação...

Na Umbanda, como em outras religiões, seitas e dogmas...

Também se fazem valer desse expediente...

Que tem a função principal limpar e equilibrar...

Aquele ambiente de trabalho de acordo com a necessidade...

Ao queimarmos as ervas, liberamos em alguns minutos de defumação...

Todo o poder energético aglutinado em meses...

Ou anos absorvido do solo da Terra...

Da energia dos raios de sol, da lua, do ar...

Além dos próprios elementos constitutivos das ervas...

Deste modo, projeta-se uma força...

Capaz de desagregar miasmas astrais...

Que dominam a maioria dos ambientes humanos...

Produto da baixa qualidade de pensamentos e desejos...

Como: raiva, vingança, inveja, orgulho, mágoa, etc...

Existem, para cada objetivo que se tem ao fazer-se uma defumação...

Diferentes tipos de ervas, que associadas...

Permitem energizar e harmonizar pessoas e ambientes...

Pois ao queimá-las, produzem reações agradáveis...

Ou desagradáveis no mundo invisível...

Há vegetais cujas auras são agressivas, repulsivas, picantes ou corrosivas...

Que põem em fuga alguns desencarnados de vibração inferior...

Defumação de Descarrego:

Serve para afastar seres do baixo astral...

E dissipar larvas astrais que impregnam um ambiente...

Tornando-o pesado e de difícil convivência...

Para as pessoas que nele habitam!

Saravá Fraterno!

Pai Jonathas de Ogum.'.

Endereço

Rua Da Floresta
Americana, SP

Horário de Funcionamento

Terça-feira 19:00 - 22:00
Quarta-feira 19:00 - 22:00
Quinta-feira 19:00 - 22:00
Sexta-feira 18:00 - 22:00
Sábado 09:00 - 22:30

Telefone

+5519992165567

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