Igreja Adventista Central São Manoel

Igreja Adventista Central São Manoel Página Oficial da Igreja Adventista Central do Bairro São Manoel, Americana-SP. "Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do SENHOR." Salmos 122:1

✨Feliz 2023! ✨*Refletimos, agradecemos e já começamos a nos preparar mentalmente para um novo período de 365 dias.Já vem...
02/01/2023

✨Feliz 2023! ✨*
Refletimos, agradecemos e já começamos a nos preparar mentalmente para um novo período de 365 dias.
Já vem aquela listinha infinita de metas, para melhorar ou alcançar desejos que ficaram para trás! Já fez suas metas para 2023?
Estabelecer metas é entender que precisamos CRESCER!
CRESCER como seres humanos, CRESCER como família, profissionalmente… e isso tudo faz parte do CRESCER como CRISTÃO.
Precisamos entender que o CRESCER doi mas é gratificante, pois confiando em Deus podemos ir muito além do que podemos imaginar!

_“Esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante,prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus. Felipenses 3:13 e 14._

Que essa possa ser nossa motivação: Prosseguir firmes pra o alto!
Um bom anos para todos nós!

✨Natal✨E é só pelo fato de o ser, o mundo parece outro.Natal não é fim de ano...É recomeço, é renascimento...É se ver tr...
24/12/2022

✨Natal✨
E é só pelo fato de o ser, o mundo parece outro.
Natal não é fim de ano...
É recomeço, é renascimento...
É se ver transfigurado nas ruas por onde ultimamente, se andou deserto.
Neste espírito natalino formam-se nuvens de esperança num céu que antes era escuro e que
agora brilha!

“Maravilhai-vos, ó céus! e assombrai-vos, ó Terra!”
Para enfrentar mais amargo conflito e mais terrível risco Deus deu Seu Filho unigênito, para que a vereda da vida fosse assegurada aos nossos pequeninos”. (DTN Cap.4)

Diante de todo caos uma estrela rasgou o céu, anunciando a nova chegada daquele que a
todos deu... Uma Nova Chance!
A mesma palavra proferida no começo de tudo, se repetiu naquela noite: Haja Luz!

Que essa esperança continue nascendo em nossos corações!!!
Um Feliz Natal da Família IASD B.São Manoel! 🎄🎁🎉♥️

O dia da Independência traz consigo um simbolismo significativo para nós brasileiros. Acredita-se que no dia 7 de setemb...
07/09/2022

O dia da Independência traz consigo um simbolismo significativo para nós brasileiros. Acredita-se que no dia 7 de setembro de 1822, D. Pedro deu o grito da Independência, declarando, com isso, a emancipação brasileira de Portugal. Esse fato desperta patriotismo em muitas pessoas, que sentem orgulho não só por isso, mas também por outros aspectos louváveis que nosso país possui.

Neste grupo de pessoas, encontra-se o famoso poeta Gonçalves Dias, que escreveu os épicos versos:

“Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.”

É possível perceber que o poeta, que está longe de sua terra, sente saudades de sua nação de origem e também fala das muitas características positivas que ela possui, como o céu estrelado, os bosques, que provavelmente possuem belas flores coloridas e muito mais.

Além de Gonçalves Dias, outras pessoas, como o apóstolo Paulo e João, escreveram a respeito de uma pátria. Entretanto, a nação falada por eles não se refere a alguma região terrena, mas sim a um reino esplendoroso em todos os sentidos, que terá como habitantes todos os que lavaram suas vestes no sangue do cordeiro (Apocalipse 22:14).

Esse reino possui muitas características, como
muros de diamante (Apocalipse 21:18);
brilho de uma jóia lapidada e muito preciosa (Apocalipse 21:11);
rio da água da vida, o qual é translúcido como cristal (Apocalipse 22:1)...

O mais importante de tudo isso nem são os atributos do glorioso reino, mas sim o fato de que o próprio Deus estará com os salvos e remidos, reinando com eles pelos séculos dos séculos, sem contaminação de corrupção, tragédias e fome. A presença permanente de Jesus trará brilho, luz e perfeita paz a todos. Retornaremos, então, para onde e de onde somos, e essa espécie de exílio que vivemos aqui na Terra não terá mais sentido algum. Todas as coisas velhas passarão e tudo se fará novo.

Meu maior desejo é que esse acontecimento venha depressa. E você, o que pensa a esse respeito?

06/05/2022

Texto de Ellen G. White: Patriarcas e Profetas, p. 102-114 [133-145] (“Abraão em Canaã”).

“Quando Deus escolheu Abraão, não foi apenas para ele ser o amigo especial de Deus, mas para ser um instrumento por meio do qual o Senhor pudesse conceder às nações privilégios preciosos e especiais. Ele devia ser uma luz em meio às trevas morais que o cercavam.

“Sempre que Deus abençoa Seus filhos com luz e verdade, não é unicamente para que eles possam receber o dom da vida eterna, mas para que os que os cercam também possam ser iluminados espiritualmente. [...] ‘Vocês são o sal da Terra.’ E quando Deus faz com que os Seus filhos sejam sal, não é apenas para sua própria preservação, mas para que sejam instrumentos para a preservação de outros. [...]

“Estamos resplandecendo como pedras vivas no edifício de Deus? [...] Não seremos possuidores da genuína religião, a menos que ela exerça sobre nós uma influência controladora em cada transação comercial. A religião prática deve envolver nosso trabalho. Devemos possuir a graça transformadora de Cristo em nosso coração. Precisamos reduzir grandemente o eu, e ter mais de Jesus” (Ellen G. White, Refletindo a Cristo [Meditação Matinal, 10 de julho], p. 207).

Perguntas para consideração

1. O que significa ser abençoado (Gn 12:2)? Como ser uma bênção para os outros?

2. Qual foi o erro da meia-verdade de Abrão a respeito de sua irmã-esposa? O que é pior, mentir ou dizer uma verdade e, ao mesmo tempo, mentir tecnicamente?

3. Leia a resposta de Abrão à oferta do rei de Sodoma (Gn 14:21-23). Que lição tiramos dessa história? Abrão teria sido justificado se tivesse aceitado a oferta?

Respostas e atividades da semana: 1. Porque queria abençoá-lo e usá-lo para abençoar outros. Ele obedeceu ao chamado divino. 2. Para fugir da fome. Abrão contou uma meia-verdade. Faraó devolveu Sarai e não fez mal a Abrão. 3. Ló escolheu para si a parte mais fácil e melhor, sem se preocupar com a maldade de seus vizinhos. Isso demonstrou seu caráter ganancioso. Depois essa má escolha lhe trouxe muitos problemas. 4. A questão em jogo nesse conflito era a soberania sobre a terra. Abrão, o verdadeiro dono da terra, permaneceu fora do conflito. Ele confiou na promessa que Deus havia feito de lhe dar a terra. 5. Melquisedeque foi sacerdote do Deus Altíssimo. O patriarca o via como sacerdote do Deus a quem ele servia. Abrão deu o dízimo a Melquisedeque como gratidão a Deus.

CPB MAIS: https://mais.cpb.com.br/licao/as-raizes-de-abraao/

05/05/2022

5. Quem foi Melquisedeque? Por que Abrão deu seu dízimo a esse sacerdote, que parece ter surgido do nada? Gn 14:18-24; Hb 7:1-10

O súbito aparecimento do misterioso Melquisedeque não está fora de lugar. Depois que os cananeus agradeceram a Abrão, ele agradeceu ao sacerdote por meio do dízimo.

Melquisedeque veio da cidade de Salém, que significa “paz”, uma mensagem apropriada após o tumulto da guerra.

O componente tsedek, “justiça”, no nome de Melquisedeque, aparece em contraste com o nome do rei de Sodoma, Bera (“no mal”), e Gomorra, Birsha (“na maldade”), provavelmente sobrenomes para o que eles representavam (Gn 14:2).

Melquisedeque apareceu após a reversão da violência e do mal representados pelos outros reis cananeus. Essa passagem contém também a primeira referência bíblica à palavra “sacerdote” (Gn 14:18). A associação de Melquisedeque com o “Deus Altíssimo” (Gn 14:18), a quem Abrão chamou de seu próprio Deus (Gn 14:22), indica claramente que o patriarca o via como sacerdote do Deus a quem servia. Melquisedeque, entretanto, não deve ser identificado com Cristo. Ele era o representante de Deus entre o povo daquela época (ver Comentários de Ellen G. White, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 1, p. 1203, 1204).

Melquisedeque oficiava, de fato, como sacerdote. Ele serviu “cereal e vinho”, uma associação que muitas vezes sugeria o uso de suco de uva recémprensado (Dt 7:13; 2Cr 31:5), que reaparece no contexto da entrega dos dízimos (Dt 14:23). Além disso, ele estendeu a bênção a Abrão (Gn 14:19).

Abrão, entretanto, “deu a Melquisedeque o dízimo de tudo” (Gn 14:20) em resposta ao Deus “que possui os céus e a Terra” (Gn 14:19, ARA). Esse título faz alusão à introdução da história da criação (Gn 1:1), em que a expressão “céus e Terra” significa totalidade ou “tudo”. Como tal, entende- se que o dízimo é uma expressão de gratidão ao Criador, que possui tudo (Hb 7:2-6; compare com Gn 28:22). Paradoxalmente, o adorador entende que o dízimo é um presente de Deus, não um presente para Deus, pois é Deus quem nos dá tudo.

CPB MAIS: https://mais.cpb.com.br/licao/as-raizes-de-abraao/

04/05/2022

4. Leia Gênesis 14:1-17. Que ponto relevante vemos no fato de que essa guerra ocorreu logo após a doação da terra prometida? O que essa história nos ensina sobre Abrão?

Essa foi a primeira guerra narrada nas Escrituras (Gn 14:2). A coalizão de quatro exércitos da Mesopotâmia e da Pérsia contra outra coalizão de cinco exércitos cananeus, incluindo os reis de Sodoma e Gomorra (Gn 14:8), sugere um grande conflito (Gn 14:9). Essa operação militar está relacionada com a rebelião dos povos cananeus contra seus suseranos babilônios (Gn 14:4, 5). Embora essa história se refira a um conflito histórico específico, o momento dessa guerra “global”, após a dádiva da terra prometida a Abrão, confere a esse evento um significado espiritual particular.

O envolvimento de tantos povos de Canaã sugere que a questão em jogo era a soberania sobre a terra. Ironicamente, o acampamento de Abrão, a parte realmente interessada, visto ser ele o dono da terra, é a única força que permaneceu fora do conflito, pelo menos no início.

A razão para a neutralidade de Abrão é que, para ele, aquela terra não havia sido adquirida pela força das armas nem por estratégias políticas. O reino de Abrão foi um presente de Deus. A única razão pela qual ele interviria seria pelo destino de seu sobrinho Ló, que fora feito prisioneiro durante as batalhas (Gn 14:12, 13).

“Abraão, habitando em paz nos carvalhais de Manre, soube por um dos fugitivos a história da batalha e a calamidade que sobreviera ao seu sobrinho. Não havia guardado no coração nenhum ressentimento pela ingratidão de Ló. Todo o seu afeto por ele veio à tona, e decidiu resgatá-lo. Procurando antes de tudo o conselho divino, Abraão se preparou para a guerra” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 105 [135]).

Mas Abrão não confrontou toda a coalizão. No que deve ter sido uma operação de comando rápida e noturna, atacou apenas o campo em que Ló era mantido prisioneiro. Seu sobrinho foi salvo e com ele o rei de Sodoma. Assim, Abrão demonstrou grande coragem e força. Sua influência na região cresceu, as pessoas viram o tipo de homem que ele era e aprenderam algo mais sobre o Deus a quem ele servia.

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03/05/2022

3. Leia Gênesis 13:1-18. O que essa história nos ensina sobre caráter?

Abrão voltou para onde estava antes, como se sua viagem ao Egito tivesse sido um mero desvio infeliz. A história de Deus com Abrão teve então um novo início, onde havia parado desde sua primeira viagem à terra prometida. A primeira parada de Abrão foi Betel (Gn 13:3), assim como em sua primeira viagem à terra (Gn 12:3-8). Abrão se arrependeu e voltou a ser “ele mesmo”: Abrão, o homem de fé.

A reconexão de Abrão com Deus se mostrou na sua relação com as pessoas, em sua maneira de lidar com o problema de Ló, seu sobrinho, quanto ao uso da terra. O próprio Abrão propôs um acordo pacífico e permitiu que Ló escolhesse primeiro (Gn 13:9, 10), um ato generoso e bondoso, indicativo do tipo de homem que Abrão era.

O fato de Ló ter escolhido a melhor parte, a planície bem irrigada, sem se preocupar com a maldade de seus futuros vizinhos (Gn 13:10-13), revela sua ganância e seu caráter. A frase “para si” lembra os antediluvianos, que tomaram “para si” (Gn 6:2).

Em contraste, a mudança de Abrão foi um ato de fé. Abrão não escolheu a terra, mas a recebeu pela graça de Deus. Ao contrário de Ló, Abrão olhou para a terra apenas por ordem divina (Gn 13:14). Somente quando Abrão se separou de Ló foi que Deus falou com ele novamente (Gn 13:14). Esse é o primeiro registro de que o Senhor falou com Abrão desde seu chamado em Ur. “Erga os olhos e olhe de onde você está para o norte, para o sul, para o leste e para o oeste; porque toda essa terra que você está vendo, Eu a darei a você e à sua descendência, para sempre” (Gn 13:14, 15). Deus, então, convidou Abrão a “percorrer” a terra como um ato de apropriação. “Levante-se e percorra essa terra no seu comprimento e na sua largura, porque Eu a darei a você” (Gn 13:17).

O Senhor, porém, deixou bem claro que Ele, Deus, estava dando a terra a Abrão. Era um dom da graça, do qual Abrão devia se apropriar pela fé, uma fé que levasse à obediência. Somente a obra de Deus realizaria tudo o que Ele havia prometido a Abrão (ver Gn 13:14-17).

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02/05/2022

2. Leia Gênesis 12:10-20. Por que Abrão deixou a terra prometida para ir ao Egito? Como o Faraó se comportou em comparação a Abrão?

Ironicamente, Abrão, que havia acabado de chegar à terra prometida, decidiu deixá-la e ir para o Egito porque “havia fome naquela terra” (Gn 12:10). Textos egípcios antigos mostram pessoas de Canaã indo para o Egito em tempos de fome. No ensinamento egípcio de Merikare, texto da época do Império Médio (2060–1700 a.C.), pessoas vindas de Canaã são identificadas como “miseráveis asiáticos” (aamu) e descritas como pessoas “com falta de água [...], que não habitam um lugar; a comida impulsiona suas pernas” (Miriam Lichtheim, Ancient Egyptian Literature, v. I: The Old and Middle Kingdoms [Berkeley, CA: University of California, 1973], p. 103, 104).

A tentação do Egito era um problema frequente para os israelitas (Nm 14:3; Jr 2:18). O Egito se tornou um símbolo de seres humanos que confiam em seres humanos em vez de Deus (2Rs 18:21; Is 36:6, 9). Nesse país, em que havia água diariamente, a fé não era necessária, pois a promessa da terra era visível. Comparado com a terra da fome, o Egito parecia um bom lugar para ficar, apesar do que Deus havia dito.

O Abrão que deixou Canaã contrastava com o Abrão que havia deixado Ur. Antes, Abrão era retratado como um homem de fé que deixou Ur em resposta ao chamado divino; depois, Abrão deixou a terra prometida por si mesmo, por sua vontade. Antes, confiou em Deus; depois, se comportou como um político presunçoso, manipulador e antiético, que contava apenas consigo mesmo. “Durante sua permanência no Egito, Abraão deu prova de que não estava livre de fraqueza e imperfeição humanas. Ocultando o fato de que Sara era sua esposa, evidenciou desconfiança no cuidado divino – falta daquela fé e coragem sublime tão frequente e nobremente exemplificada em sua vida” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 99, 100 [130]).

Ainda que um grande homem cometa erros, ele não é abandonado por Deus. Quando o NT fala sobre Abraão como exemplo de salvação pela graça, quer dizer exatamente isso: graça. Se não fosse a graça, não haveria esperança para Abraão (nem para nós).

CPB MAIS: https://mais.cpb.com.br/licao/as-raizes-de-abraao/

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