Conheça a Doutrina da Verdadeira Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo

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https://youtu.be/lEYkxKxNbY8👉Ou acabamos com as *CEB's*,com a CNBB e a *TL* e por tabela enfraquecemos o comunismo ou el...
30/11/2022

https://youtu.be/lEYkxKxNbY8

👉Ou acabamos com as *CEB's*,com a CNBB e a *TL* e por tabela enfraquecemos o comunismo ou eles acabam com a VERDADEIRA E ÚNICA IGREJA DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO👉IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA.
Como acabar?
Cortando o alimento de sangue($) ou seja (DÍZIMO e OFERTAS) para este CÂNCER.😡😡

https://youtu.be/lYxvWi4qYRk

O prof. Paulo Henrique, o PH do PHVox, explica o que é o Foro de São Paulo e mostra o modo de atuação da chamada esquerda "católica". Todo domingo nós public...

13/09/2022

A Sucessão dos Apóstolos

Ensina o Catecismo da Igreja Católica:

“A Igreja é apostólica por ser fundada sobre os apóstolos, e isto em um tríplice sentido:

Ela foi e continua sendo construída sobre ‘o fundamento dos apóstolos’ (cf. Efésios 2,20), testemunhas escolhidas e enviadas em missão pelo próprio Cristo;
Ela conserva e transmite, com a ajuda do Espírito que nela habita, o ensinamento, o depósito precioso, as aturares palavras ouvidas da boca dos apóstolos;
Ela continua a ser ensinada, santificada e dirigida pelos apóstolos, até a volta de Cristo, graças aos que a eles sucedem na missão pastoral: o colégio dos bispos, ‘assistido pelos presbíteros, em união com o sucessor de Pedro, pastor supremo da Igreja” (CIC 857).
A missão que Cristo deu aos seus santos Apóstolos é em linhas gerais a manutenção da Sua Igreja até que Ele mesmo venha, o que consiste em pregar o Santo Evangelho, ensinar em Seu nome e ministrar os meios da Graça que são os Santos Sacramentos.

Esta missão por motivos óbvios deve perdurar através dos séculos, logo a Sua Igreja deve permanecer através do tempo continuando a sua augusta missão. Ora, isso só seria possível se o encargo dado aos apóstolos pudesse ser transmitido a outros homens, já que eles mesmos não iriam viver até o fim dos tempos.

Este sentido, se depreende do texto o Evangelho onde lemos:

“Mas Jesus, aproximando-se [dos Apóstolos], lhes disse: ‘Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo’” (Mateus 28,18-20).
Notem: primeiro Jesus diz que recebeu Sua Autoridade do Pai, logo depois Ele confere esta mesma autoridade aos apóstolos, e depois diz que estará com eles até o fim dos tempos. Por acaso os apóstolos viveriam até o fim dos tempos? Se não – o que é óbvio – qual é o sentido de tal sentença? Ora, Jesus estava dirigindo-se aos chefes da Igreja, os Bispos, os quais os Seus Apóstolos eram os primeiros. Logo, os Bispos da Igreja em razão mesmo da Missão dada a eles, deveriam perdurar até o fim dos tempos. E como isso de daria? Através da sucessão dos Apóstolos.

Com efeito, ensina o Catecismo da Igreja Católica:

“No encargo dos Apóstolos, há um aspecto não-transmissível: serem as testemunhas escolhidas da Ressurreição do Senhor e os fundamentos da Igreja. Mas há também um aspecto permanente de seu ofício. Cristo prometeu-lhes ficar com eles até o fim dos tempos. ‘Essa missão divina confiada por Cristo aos Apóstolos deverá durar até o fim dos séculos, já que o Evangelho que eles devem transmitir é para a Igreja, em todos os tempos, a fonte de toda vida. Por esta razão os Apóstolos cuidaram de instituir sucessores” (CIC 860).
A Bíblia dá testemunho de que os apóstolos claramente escolheram sucessores que, por sua vez, possuíram a mesma autoridade de ligar e desligar. A substituição de Judas Iscariotes por Matias (cf. Atos 1,15-26) e a transmissão da autoridade apostólica de Paulo a Timóteo e Tito (cf. 2Timóteo 1,6; Tito 1,5) são exemplos de sucessão apostólica.

A História da Igreja também é repleta de testemunhos sobre a Sucessão dos Apóstolos nas várias Igrejas particulares espalhadas pelo mundo. Cito as obras mais conhecidas e antigas: a Carta de S. Clemente aos Coríntios (século I), Santo Ireneu de Lião em sua obra Contra as Heresias (século II) e Eusébio de Cesaréia em sua História Eclesiástica (século IV).

A Sucessão dos Apóstolos é uma verdade que se encontra na Sagrada Escritura e confirmada na vida e na Tradição da Igreja do tempo dos Apóstolos até os dias atuais.

—–

por: Alessandro Lima
via: Veritatis Splendor

13/09/2022

4b0rto, gênero e eleições 2022

Autor: Pe. José Eduardo de Oliveira e Silva (fonte: Gazeta do Povo)

O período eleitoral começou e, para a surpresa do total de zero pessoas, os temas do 4b0rto e da ideologia de gênero parecem ausentes das eleições. Ninguém fala, ninguém viu, ninguém comenta… Parece que o mundo inteiro é pró-vida e que não existe nenhum tipo de ataque à família natural. Contudo, a realidade é muito diferente do cenário que nos quer impor a espiral do silêncio.

Desde a eleição de John Biden como presidente dos EUA — sim, porque nos movemos num contexto amplamente imperialista —, a escalada do 4b0rto não para de agravar-se na América Latina: contra a maioria absoluta da população, a Argentina legalizou o 4b0rto, em detrimento da própria Constituição, com uma violência institucional nunca vista antes e com um ativismo financeiro impressionante, movido pelas fundações internacionais.

No México, o 4b0rto começou a ser descriminalizado pelo Supremo Tribunal de Justiça, dando espaço a iniciativas similares nos demais estados; no Chile, a Câmara Baixa aprovou o projeto de lei pela legalização do 4b0rto, que deve ser submetido ao Senado, mas o novo governo esquerdista já o colocou no esboço da nova Constituição; na Colômbia, a Suprema Corte descriminalizou o 4b0rto até a 24.ª semana de gestação; no Equador, a Assembleia Nacional descriminalizou o ab**to em casos de 3stupr0, tendo a decisão parcialmente vetada pelo presidente da República. O próximo alvo será seguramente o Brasil que, neste contexto, é o bastião na luta pela defesa da vida no Ocidente. E isso é uma grande responsabilidade. Por isso, o tema do 4b0rto precisa estar presente nas eleições.

A maior parte das pessoas, inclusive muitas da Igreja Católica e outras igrejas cristãs, pensam que o tema do 4b0rto é apenas um item a mais da “agenda cristã” no país e não precisa ser debatido nas eleições. Compreendo perfeitamente essas pessoas, pois até já pensei assim. Mas, gradualmente, à medida que fui aprofundando meus estudos, percebi que a questão é muito mais profunda. Como denuncia S. João Paulo II em Evangelium Vitæ, o 4b0rto se insere dentro de um contexto mais amplo, definido magistralmente por ele como “cultura da morte”. Trata-se de uma nova antropologia que considera o ser humano apenas como um amálgama de matéria desprovido de forma, carente de dignidade intrínseca e, portanto, apenas o resultado de relações sociais e uma força produtiva no mercado.

Não é sem razão que tal concepção do ser humano esteja no coração da chamada ideologia de gêner0, que, muito diferentemente de ser uma espécie de respeitável conjunto de estudos interdisciplinares destinados a descontruir a disparidade e o preconceito para com a minorias, é uma nova teoria acerca da identidade humana que pretende simplesmente esvaziá-la no mais absoluto indeterminismo e, segundo as palavras de Judith Butler, demolir a “metafísica da substância”, sob a convicção de que “não há um ser por detrás do fazer, do realizar, do tornar-se” e de que “não há identidade de gênero por detrás das expressões do gênero; essa identidade é performativamente constituída pelas próprias ‘expressões’ tidas como seu resultado”, conforme se pode ler na página 56 do livro Problemas de Gênero, escrito por Butler.

Se a própria Butler não coloca a sua teoria em discussão, mas a apresenta como um “pré-requisito metodológico e normativo” e como um “objetivo político”, colocando-se flagrantemente, ela mesma, nos mais estritos cânones daquilo que o próprio Marx chamava de ideologia, dizer que não existe “ideologia de gênero” é, isto sim, uma flagrante fake news, e do tipo mais nefasto que existe, aquele que repousa sobre o ocultamento de conhecimento filosófico.

O problema é que tais excentricidades intelectuais não estão confinadas nos recantos da exuberância acadêmica, mas se querem impor com a força de verdadeiros projetos daquilo que o Papa Francisco chama frequentemente de “colonização ideológica”.

Em julho de 2021, o Fórum Geração Igualdade, de Paris, fez o anúncio de um plano de ação mundial para acelerar a “igualdade de gênero” até 2026. Trata-se de uma ação respaldada por 40 bilhões de dólares, oriundos de fundações internacionais, além de governos de alguns países desenvolvidos. Uma avalanche está pra chegar.

Diante desse contexto, não é admissível que o cristão se posicione de maneira neutra quanto à questão da defesa da vida e da família, nem que os candidatos que se dizem cristãos se esquivem de um posicionamento claro, inequívoco, sem eufemismos.

É verdade que a Igreja defende a vida em todas as suas amplas manifestações, desde o nascituro até o ancião, desde os seres humanos até os animais e as plantas. Mas não podemos correr o risco de perder o senso das proporções e diluir uma ameaça tão real e avassaladora numa generalidade disforme, que oculte o grave perigo a que estamos expostos.

Se o Brasil sucumbir ao ab**to e à ideologia de gênero, a única trave contra a cultura da morte será removida e, portanto, o que vem daí adiante é humanamente imprevisível e a evangelização ficará inevitavelmente a reboque de uma cultura intrinsecamente contraditória com o Evangelho. É o fim antes do fim e a completa deflagração de um nível de perversão cujo ponto de retorno permanecerá inacessível aos nossos olhos.

Tenho acompanhado diversos grupos de discussão e observei que, desde o começo do ano, os defensores da descriminalização do 4b0rto e da ideologia de gênero têm comemorado o fato de que esses temas estão “fora da pauta” eleitoral e, portanto, passarão desapercebidos pela maior parte da população, que lhes é desfavorável. Não podemos permitir que essa espiral do silêncio continue operando.

Qualquer candidato que pretenda merecer o voto cristão, independentemente do partido ou da opção política a que pertença, deve manifestar o compromisso firme e decidido de não transigir na defesa incondicional da vida, se posicionando contra o 4b0rto, e na proteção das crianças e das famílias; caso contrário, não deve ser favorecido pelo nosso sufrágio nas próximas eleições. Esta é a única posição possível e aquela a que todos nos devemos obrigar.

Que Deus nos ajude!
**to **to✋

30/08/2022

EXPERIMENTO NICARÁGUA

Autor: Equipe Christo Nihil Præponere

Está acontecendo neste exato momento, na Nicarágua, o que já aconteceu no passado, e ainda acontece com todo e qualquer país governado por um regime socialista: a Igreja Católica está sendo duramente perseguida.

Segundo o jornal Gazeta do Povo, “os católicos da Nicarágua sofreram mais de 190 ataques e profanações” nos últimos quatro anos, incluindo “um incêndio na Catedral de Manágua, capital do país localizado na América Central, prisões de padres, fechamento de emissoras de rádio e canais de televisão católicos, além da expulsão de 16 freiras missionárias da ordem [fundada por] Madre Teresa de Calcutá”.

A prisão do bispo de Matagalpa Dom Rolando Álvarez, no último dia 19 de agosto, é uma das últimas notícias que nos chegam, coroando a série de desmandos de Daniel Ortega. Com o prelado foram detidos padres, seminaristas e leigos que desde 4 de agosto eram mantidos em cárcere privado na casa episcopal. Segundo o presidente socialista da Nicarágua, a Igreja estaria tramando um “golpe” contra ele. Daí a sua reação antecipada, como uma espécie de “legítima defesa” de seu governo. (Legítima defesa contra homens e mulheres pacíficos, cujas únicas armas são as espirituais, diga-se de passagem.)

Mas, permitam-nos voltar à linha com que começamos: é assim em todos os lugares onde impera o socialismo. As coisas se desenrolam como n’O Processo, de Franz Kafka. Um dia de manhã alguém é detido “dentro de sua própria moradia”, vítima de “um processo sem sentido” e sem que tenha feito mal algum. Mandado de prisão não existe e, quando se pergunta aos carcereiros qual a acusação que enseja um ato tão arbitrário, a resposta é tão arbitrária quanto: “Não posso lhe dizer que o senhor está sendo acusado, ou melhor, nem mesmo sei se o senhor está sendo acusado. O senhor está detido, isso é certo, mas mais do que isso eu não sei”.

Assim aconteceu também na Romênia, em meados do século passado, no que ficou conhecido como Experimento Pitesti. (Pitesti é a cidade romena onde o “experimento” aconteceu.) A ideia do Partido Comunista Romeno era “reeducar” presos políticos e religiosos, para que eles se tornassem absolutamente leais ao regime vermelho. A forma de recrutar prisioneiros era exatamente como as apresentadas acima:

“Meu nome é Tertulian Langa, e 82 são os anos de minha vida que não voltarei a ver. Destes, dezesseis foram passados nas prisões comunistas.

Aos 24 anos de idade, em 1946, eu era um jovem professor assistente na faculdade de filosofia da Universidade de Bucareste. As tropas russas haviam ocupado quase um terço da Romênia, e recebi a sugestão, como membro da faculdade, de me filiar urgentemente ao sindicato dos professores, manipulado pelo Partido Comunista [...].

Eu já conhecia a posição firme do Magistério da Igreja Católica contra o comunismo, definido por ela como intrinsecamente mau. Portanto, não havia lugar em minha consciência para uma acomodação. Renunciei à minha carreira universitária e retirei-me para o campo como trabalhador agrícola, mas isso não foi suficiente, pois eu já era conhecido na faculdade como católico militante e anticomunista. Um dossiê acusatório foi rapidamente improvisado contra mim, e como as acusações se fundavam em circunstâncias ainda não criminalizadas pelo Código Penal (relações com bispos e a nunciatura, apostolado leigo), meu dossiê foi juntado ao dos grandes empresários. Após interrogatórios acompanhados de um tratamento atroz, o procurador declarou, com perfeita lógica comunista: “Não há nenhuma prova de culpa do acusado no dossiê, mas pedimos no entanto a pena máxima: quinze anos de trabalhos forçados. Afinal de contas, se ele não fosse culpado, não estaria aqui”. Protestei: “Mas vocês não podem me condenar sem provas!” E ele: “Não podemos? Eis como podemos: vinte anos de trabalhos forçados por ter protestado contra a justiça do povo”. E esta foi a sentença.”

O escritor americano Rod Dreher (autor de “A Opção Beneditina”) também conta um pouco dessa experiência romena em um livro recente, cujos excertos ele reproduziu em seu site (aos leitores de estômago fraco, recomendamos que não prossigam):

“A Romênia que as tropas soviéticas ocuparam no final da Segunda Guerra Mundial era um país profundamente religioso. Depois que os stalinistas romenos tomaram o poder e implantaram sua ditadura, em 1947, teve início uma das perseguições anticristãs mais cruéis da história do comunismo soviético.

De 1949 a 1951, o Estado conduziu o Experimento Pitesti. A prisão de Pitesti foi estabelecida como uma fábrica de reengenharia da alma humana. Seus carcereiros submetiam os prisioneiros políticos, inclusive o clero, a métodos insanos de tortura para destruí-los por completo psicologicamente e transformá-los em cidadãos totalmente obedientes à República Popular.

Richard Wurmbrand, preso desde 1948 até ser libertado para o exílio no Ocidente em 1964, foi prisioneiro em Pitesti. Em 1966, em testemunho perante uma comissão do Senado dos EUA, Wurmbrand falou de como os comunistas quebravam ossos, usavam ferros quentes e praticavam todo tipo de tortura física. Eles também eram espiritual e psicologicamente sádicos, quase além do imaginável.

Wurmbrand contou a história de um jovem cristão prisioneiro em Pitesti, que ficou amarrado a uma cruz durante dias. Duas vezes por dia, a cruz com o homem era deitada no chão, e uma centena de outros reclusos eram forçados pelos guardas a urinar e defecar sobre ele.

Então a cruz era novamente erguida e os comunistas blasfemavam e zombavam: “Olhai para o vosso Cristo, olhai para o vosso Cristo! Como ele é belo! Adorai-o, ajoelhai-vos diante dele! Como ele cheira bem, o vosso Cristo!” Chegou então o domingo de manhã e um padre católico, conhecido meu, foi algemado, posto na sujeira de uma cela com 100 prisioneiros, e deram-lhe dois pratos, um com excrementos e outro com urina, e ele foi obrigado a dizer a santa missa sobre estes elementos. Ele o fez.

Wurmbrand perguntou ao padre como ele podia consentir em cometer tal sacrilégio. O padre católico estava “meio fora de si”, recordou Wurmbrand, e implorou a ele que tivesse misericórdia. Todos os outros prisioneiros foram espancados até aceitar esta comunhão profana, enquanto os guardas comunistas os ridicularizavam.”

Evidentemente, esse mesmo tratamento não era dispensado a todos os encarcerados de Pitesti. Havia gente tratada de forma ainda pior. Esperamos publicar dentro dos próximos dias alguns desses relatos, mas o que consta acima é o suficiente para ilustrar o que tem de enfrentar a Igreja nos países onde penetrou o socialismo — seja por vias “democráticas”, seja por vias revolucionárias. O que a mídia internacional anuncia não é nem 1% do que as vítimas do comunismo realmente enfrentam no silêncio dos cárceres e no frio das celas do regime.

Por isso, rezemos pela Nicarágua e por todas as nações que padecem sob esse flagelo. E que Deus nos livre de experimentos como o de Pitesti. Deus nos livre dos experimentos socialistas.

15/08/2022

Movimentos criados por jovens brasileiros e americanos trazem novas perspectivas de debate sobre a questão do ab**to, que chamam de "fetofobia". Através de c...

02/08/2022
29/07/2022

👉XEOL

💒 É o nome hebraico dado no AT para os "infernos", "abismo" ou "morada dos mortos" (Gn 37,35; Is 38,18 e nota).

💒
Julgava-se que o Xeol ficava debaixo da terra.
💒 Jesus, ao morrer, desceu ao Xeol (At 2,24-31; Rm 10,7; Ef 4,8-10) para anunciar aos mortos a sua vitória sobre a morte pela ressurreição (Ap 1,18; Mt 27,51-53; 1Pd 3,19s e nota).

👉ZACARIAS

💒 Há três personagens com este nome, que significa "o Senhor se recorda":

💒 Um profeta assassinado no templo (2Cr 24,20-22; Mt 23,35);

💒 Um profeta que exortou os judeus a reconstruir o templo (Esd 5,1);

💒 Um sacerdote da classe de Abias, esposo de Isabel e pai de João Batista (Lc 1,5-67; 3,2).

👉ZELO DE DEUS

💒 O Deus de Israel é um Deus único e ciumento (Ex 3,14; 20,3-6; 34,14; Dt 32,16s; Js 24,19-24).

💒 É um fogo devorador (Dt 4,24; Is 33,14; Sf 1,18).

💒 Os profetas são homens devorados pelo zelo de Deus (Nm 25,11; 1Rs 19,14; Eclo 48,2; Sl 69,10).

💒 O mesmo zelo ardia no coração de Cristo (Mt 21, 12s).

💒 O reino de Deus não suporta a tibieza (Ap 3,19; Mt 11,12; Tt 2,14).

💒 Este zelo exprime-se na oração e no culto (Nm 14,13-19; Ez 20,9-14; 36,21-23; Jo 14,21; Mt 6,9-13; Lc 11,2-4).

💒 Paulo estava cheio de zelo pela conversão dos hebreus e dos pagãos (Rm 9,3; 10,19; 11,11-14).

💒 Existe um falso zelo: o daqueles que querem sobrepor a justiça da Lei à liberdade cristã (Mt 23,15; At 21,20; Rm 10,2; At 5,17; 13,45; 17,5):

O de Paulo antes da conversão (At 22,3; Fl 3,6; Gl 1,13);

O dos zelotes (At 5,35-39; 23,12-15).

O zelo cristão não é áspero, é animado pela caridade e paciência (Tg 3,14-18; Lc 9,51-56; Mt 13,24-30.36-43). "


"Bíblia Católica Dicionário Bíblico 22.

29/07/2022

"Bíblia Católica Dicionário Bíblico 22.

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