26/05/2026
Naquela noite escura, os trovões ecoavam como tambores. Pela vidraça, eram vistos ao longe os relâmpagos explodindo nos céus. Lá fora, chovia torrencialmente. Com a violência do vento e da chuva pesada, toda a casa tremia. Suzana estava um tanto assustada com o temporal. Deitado no quarto estava o menino, que perguntou com medo: Mãezinha! Onde você está? Aproximando e segurando com firmeza as mãos do menino, ela disse: Estou aqui! O que você precisa? Quase sussurrando, ele respondeu: Nada! Agora já me sinto mais seguro. Em meio às tormentas da vida como é bom ter uma mão para segurar. O Salmista nos deixou um bom conselho: “Aquietem-se e saibam que eu sou Deus" (Salmo 46.10) De fato, é um convite divino para silenciarmos a ansiedade, deixarmos de lado a nossa autossuficiência e confiarmos no cuidado do Criador, tal como uma mãe zela pelo seu filho.