EGBÉ YLÊWA

EGBÉ YLÊWA A intenção é de criar um espaço para divulgar, tirar as dúvidas, responder as perguntas e trocar informações sobre a Religião do Candomblé. IRÊ OOO

23/04/2017
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18/01/2017

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16/09/2016
ORI APERÊ
15/09/2016

ORI APERÊ

O NOSSO “ORI” NECESSITA DESSAS INFORMAÇÕES;
Ciência de Viver
I - Atitudes diante da necessidade

Estar vivo implica ter necessidades. As necessidades são impositivas, inescapáveis. Por isso, é fundamental aprender a lidar com elas. Aqui vão alguns fundamentos práticos para isso;

(1): É preciso cultivar a paciência, pois, se existem necessidades que conseguimos satisfazer rapidamente, muitas outras exigem que saibamos esperar.

(2): Saber esperar exige perseverança, capacidade de não desistir, de não desanimar.

(3): Devemos compreender que certas necessidades exigem que acumulemos méritos por muito tempo.

(4): Outras cobram de nós que nos fortaleçamos.

(5): Outras ainda que nos transformemos.

(6): E não se esqueça de cultivar sempre a autoconfiança, a firmeza e a consciência.

Seguindo este cardápio, cedo ou tarde a maioria de nossas necessidades será satisfeita e, para nosso alívio, algumas delas perderão completamente a importância.
“Aprenda a lidar com as necessidades sem se deixar arrastar por elas”.

II - A atitude de educar-se e de educar os outros

Educar-se é ter permanentemente a sua disposição uma fonte de água pura e cristalina. A sede de conhecer, de saber, de compreender deveria ser sempre estimulada, apoiada, pois ela torna os homens verdadeiramente humanos.

Na medida em que bebemos das águas do conhecimento, elas podem, por nosso intermédio, se alargar, crescer, tornar-se um grande rio fluente que irá nutrir um incontável número de seres humanos.

Na verdade, quem se educa acaba educando os outros, pois é levado a beneficiar seus semelhantes de várias maneiras. Por isso, educar-se é não apenas nobre, mas necessário, imprescindível mesmo. É também uma forma de retribuirmos à humanidade o que dela recebemos.

I - A felicidade

“Lembre-se diariamente que não há caminho para a felicidade;
pelo contrário, a felicidade é o caminho”.

Acreditamos, equivocadamente, que a felicidade é um estado que alcançaremos um dia, caso aconteçam algumas coisas que desejamos. Com essa atitude, vivemos tensos todos os dias de nossa vida, lutando para obter o passaporte para a felicidade.

E a experiência nos mostra que os que tiveram a chance de realizar aquilo com que sonhavam logo se desiludiram e recomeçaram a procurar a felicidade em alguma outra quimera.

Na verdade, a felicidade é um estado de espírito, uma disposição interior. É uma atitude diante da vida, do imenso privilégio de estar vivo. É o agradecimento que se faz diariamente por poder participar da vida neste planeta que é tão belo, embora, muitas vezes, tão desafiador.

Felicidade é gostar de sorrir, é ser grato por existir. É, pois, um estado interior que pode ser cultivado diariamente. Só depende de sua atitude!
II - Não pense negativamente

Não invista sua energia na idéia de crises e infortúnios. Em vez disso, perceba que há, neste planeta, inúmeras possibilidades de progresso, e que são praticamente inesgotáveis. Existe, ao nosso redor, um poço sem fundo de novas idéias, que estão a nossa espera. Por isso, pense “progresso”, “prosperidade”, “possibilidades”. Fazendo isso, você naturalmente acessará a criatividade que dormita no fundo do seu ser.
III - A autoimportância é um problema

Todos nós temos de procurar encontrar nosso valor específico como indivíduos que somos. Isso é humano e natural. Mas é errado confundir essa atitude com a autoimportância.

A autoimportância é uma força insaciável, pois está sempre exigindo que tenhamos mais poder, mais prestígio, mais fama, mais dinheiro, mais afeto, ou seja, mais tudo. Além disso, a autoimportância nos isola dos demais sem percebê-lo, pois nos convence de que somos superiores a todos, fazendo-nos viver uma ficção dolorosa e estéril.

Dessa forma, vivemos em conflito com tudo e com todos, pois vemos em tudo uma ameaça em potencial a nossa autoimportância.

Se refletirmos sobre isso, estaremos preparando terreno para que ela se torne menos tirana em nossa vida. Se acrescentarmos a essa visão o fato de podermos fazer decrescer dentro de nós o medo de não termos valor, nosso processo de libertação avançará a passos largos.
“Nade liberto e feliz entre os obstáculos da vida”.

Leia mais: http://babaifajemi.webnode.com.br/

OSUMARE
15/09/2016

OSUMARE

Ahoboboy Oṣùmàré – Cubra-me com seu arco-íris senhor das águas supremas.
Oṣù = a parte alta da cabeça; Màré = que faz fluxo e refluxo (a vida e a morte). Logo, Oṣùmàré.
Filho mais novo de Nàná Ibain e de Oṣalá, irmão de Iroko, Ọmælu e Ọsaiyn.
Oṣùmàré é um òrìṣà masculino que participou da criação do mundo, nos primórdios da sua existência e estará participando da evolução planetária por toda a eternidade. Sustentáculo do universo, deu luz às estrelas, movimento à terra e aos planetas. Governa os movimentos da terra e desta ao redor do sol. A ele pertencem as marés e as fases lunares e solares. Seu movimento fez surgir os rios e as fontes, canalizou as águas do interior da terra para as vertentes, fazendo brotar a vida no planeta. Dá energia às sementes para que se transformem em vegetais; produz as chuvas que permitirão às colheitas se transformarem no alimento do homem. E, como o arco-íris é o elo de Deus – Olòdumàré – com os homens, a palavra divina de que ele sempre estará presente entre nós. Se as sete cores do arco-íris são originárias do branco, a síntese universal, Oṣùmàré tem, em si mesmo a energia cósmica da transformação e dos movimentos contínuos da universidade em função da nossa evolução.
A grande serpente do arco-íris, símbolo da aliança entre o homem e a eterna paz dos deuses.
Oṣùmàré é o òrìṣa da riqueza (espiritual e material). Apresenta-se de sete formas diferentes como as cores do árco-íris. Tem múltiplas funções.
Mitologicamente seria andrógino e teria a função de recolher a água caída sobre a terra e levá-la de volta às nuvens.
Oṣùmàré simboliza o movimento, a atividade, a continuidade e a permanência. Às vezes é representado por uma serpente enroscada que morde a própria cauda. Outras, como uma serpente que envolve toda a terra, como se com sua força impedisse a desagregação do planeta.
Oṣùmàré é considerado o òrìṣà de todas as formas alongadas. É o orìṣà responsável pelo cordão umbilical, pelo p***s, pelas varetas de bambu, pelo segi que representa as fezes de Becem. Dani é a mesma coisa.
Representa o fim do mundo; o número zero. Não tem início nem fim.
Para os banto Ramboro ou Angoro.
Deus originário do Mahi e cultuado no Jeje, onde é conhecido como Dan, a serpente – arco-íris. Em sua ambigüidade, apresenta os aspectos, masculino e feminino, embora o s**o aqui apresentado não diz respeito a homem-mulher, mas a polaridade cósmica.
Oṣùmàré reside nas profundezas dos oceanos, a ele pertencem todas as riquezas ali existentes. Ao mesmo tempo, está ligado às águas profundas do nosso inconsciente, à eternidade do nosso espírito que teve um começo, mas, jamais terá fim. Representa ainda, a roda da vida, que está sempre se modificando, a cada instante, a cada era.
Por outro lado, habita também as profundezas das florestas, da terra firme, onde os tesouros que ali existem estão sob sua guarda, o consciente planetário, habitat de nossos ancestrais e de nossa individualidade.
Ahoboboy!
Também representado por uma serpente que morde a própria cauda, Oxumarê simboliza a continuidade de tudo, ou seja, o infinito, o eterno. Tudo que não tem começo e nunca terá fim. O movimento, o ir e vir, como símbolo de renovação, também apresentado pelo ato de trocar de pele.
Dan é a serpente simbólica que todo o ser humano carrega em si mesmo, representada pela coluna vertebral
O culto a Dan foi implantado em Dah, fundando o Dahome, atual República Popular do Benin. Na Nação Ketu, Ewá simboliza os aspectos feminino de Oxumarê.
Oxumarê é conhecido na Nação Angola como Hangolo ou Angorô.
Através do arco-íris, representa o elo entre Olodumare (Deus) e os homens.
Seu toque principal é o bravum, Sato e o mudubi.
As pessoas de Oxumarê desejam ser ricas, e têm paciência e perseverança. Porém, quando atingem o sucesso, podem tornar-se orgulhosas e tripudiar em cima das pessoas menos afortunadas. Gostam de demonstrar seu poder aquisitivo. Têm dificuldade de se relacionarem com as pessoas por conta das características andróginas desse orixá. Não são muito discretas nas formas de se vestirem, não se preocupando com as combinações das peças de roupas ou mesmo se estão fora de moda. São, por vezes, extrovertidas e generosas.
Os filhos de Oxumarê destacam-se pela beleza aristocrática; são indivíduos nervosos, originais, geralmente cheios de cacoetes e que se tornam precocemente enrugados.
Resumindo, de uma forma geral, os filhos de Oxumarê são inteligentes, dinâmicos, curiosos, observadores, indiscretos, irônicos e maledicentes. Elegante e altivo, eloqüente, um pouco exibicionista e esnobe, ele atrai, seduz, fascina. É um sujeito esperto, geralmente bem sucedido e que sabe ser generoso.
Awo Ifábúnmí

HISTORIAS DO AXÉ
15/09/2016

HISTORIAS DO AXÉ

O PANO DA COSTA

Também conhecido como alaká, pano-de-alaká ou pano-de-cuia, o pano-da-costa é de origem africana e compõe a indumentária da roupa de baiana.
O pano da costa é parte integrante da indumentária de baiana característica das ruas de Salvador e do Rio de Janeiro no século XIX. Usado sobre os ombros, o pano da costa teria, como principal função, de acordo com o pesquisador Raul Lody (2003), distinguir o posicionamento feminino nas comunidades afro-brasileiras. Geralmente retangular, o pano da costa é tradicionalmente branco ou bicolor (listrado ou em xadrez madras) podendo ser bordado ou com aplicações em rendas. O nome pode ter derivado de sua origem (a Costa do Marfim, na África) ou do fato de ele ser usado preferencialmente jogado sobre os ombros e costas. As fantasias da ala de baianas das escolas de samba frequentemente exibem panos da costa. Muitas vezes esses elementos são transfigurados para se adaptarem aos temas da roupa.
No Candomblé
Presença e distintivo do posicionamento feminino nas comunidades religiosas afro-brasileiras, o pano-da-costa, não é apenas um complemento da indumentária da mulher; é a marca do sentido religioso nas ações da mulher como iniciada ou dirigente dos terreiros, aqui no Brasil, claro. Observemos a profunda conotação sócia religiosa desse simples pedaço de tecido, que atua em tão diversificadas situações, desempenhando papéis dos mais significativos e necessários para a sobrevivência dos rituais africanos. O pano-da-costa é assim chamado por ter sido um tipo de tecido vindo da costa dos escravos, Costa Mina, Costa do Ouro. O tecido original foi substituído por outros tipos de tecidos, o que não diminui em nada as funções do pano-da-costa.
O pano-da-costa identifica a mulher feita, iniciada, aqui no Brasil, mesmo que ela não esteja de roupa de santo completa. Mas na realidade, esse pano, protege as costas das mulheres, e servem de “CARREGA BEBÊ”. Nada mais que isso.
A situação do pano-da-costa é de maior importância, se colocarmos a presença da mulher como símbolo do poder sócio-religioso e arquétipo dos valores mágicos da fertilidade, isso motivado pelas formas anatômicas características da mulher. O sentido protetor do pano-da-costa é outro aspecto que merece atenção.
As Yawos, ao terminar o período de feitura começam a travar seus primeiros contatos com o mundo exterior protegidas pelo pano-da-costa branco, que representa o prolongamento do Ala de Oxalá, envolvendo praticamente todo o seu corpo no grande pano-da-costa, procura manter os valores religiosos de sua feitura quando em contato com os valores profanos encontrados extramuros dos terreiros.
Nos sirruns/axexes, a mesma proteção do pano-da-costa, ateado como capa envolvente mágica, aparece guardando as mulheres das presenças de egum.

O PANO-DA-COSTA é de uso exclusivo da mulher nos cultos africanos, porque uma das principais funções do mesmo é proteger os órgãos reprodutores das mulheres, das Yamis.
Listrado, liso, estampado ou bordado em richelieu ou renda, é por meio dele que a mulher demonstra sua posição hierárquica na organização sócio-religiosa dos terreiros.
Em Salvador/BA, mais precisamente no Terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, a tecelagem tradicional do pano-da-costa está ligada ao uso e ao simbolismo sócio-religioso do tecido na composição das roupas rituais do candomblé. Nos rituais de sirrum/axexe as mulheres usam dois panos-da-costa branco: um protegendo seus ventres e outro sobre os ombros como uma capa que envolve todo o seu colo e seios.
O PANO-DA-COSTA deve ter no mínimo 60 cm de largura para que possa proteger os órgãos que necessitam de proteção. As famosas mães de santo não usam o pano-da-costa na cintura nunca
No Rio de Janeiro e outros estados, onde a chamada “evolução” está destruindo e recriando situações a bel prazer, convencionou-se que o pano-da-costa deve ser usado de acordo com a idade de santo, isto é, só usa preso acima dos seios aquelas que ainda são yawos. Está errado, pano-da-costa é para ser usado dessa forma mesmo independente da idade de feitura, quando muito, pode-se enrolar até abaixo dos seios.
DE ALGUNS ANOS PARA CÁ OS HOMENS ADERIRAM O PANO-DA-COSTA, MAS NENHUM DELES ATÉ AGORA EXPLICOU O PORQUÊ DE USÁ-LO E NEM PODEM EXPLICAR, POIS O MESMO É DE USO EXCLUSIVAMENTE FEMININO.
E PIOR AINDA, O USAM NA CINTURA. PARA PROTEGER O QUE?
Observem que as Orisa mulheres (Yiabas) usam o pano-da-costa, os Orisa homens (Aboròs) usam o
pano-da-costa amarrados no ombro lembrando um ALAKA (esse sim pertence ao homem) ou amarrado para trás, ou simplesmente ficam com o peito nu adornados pelas contas e brajas. Em algumas casas encontramos abians usando pano da costa, esse procedimento está errado. Os abians ainda não tiveram seus pontos de energias abertos durante uma feitura, portanto as mesmas não necessitam dessa proteção ainda.
No caso das Egbómis, o pano da Costa deve ser colocado na cintura elegantemente ou sobre o peito, jamais deve ser enrolado ou torcido, feito uma faixa ou Ojá, na cintura. Uma iniciada deve saber usar o pano da Costa, pois este é uma peça do vestuário muito importante. Outro fato relevante é quanto à estampa e cor do tecido. São adequadas as estampas em listras e quadros que lembram as formas presentes na indumentária nigeriana. Quando feitos de tecido liso, devem ser de cores claras: branca, bege, rosa ou azul claro. Nunca devem ser de cores quentes, berrantes, de seda ou estampados vivos, o que causaria “risos” entre as iniciadas mais antigas. Pano da Costa na cintura ou no peito é demonstração de trabalho, assim usados no barracão, quando em função religiosa. Caso contrário, no dia-a-dia do terreiro pode ser “jogado” sobre o ombro direito e se mantém esticado ao longo do tronco. Não se “dança” sem esta peça da indumentária.
Mesmo fora do trabalho, para visita ou passeio o seu uso é indispensável. Em casas tradicionais, quando uma iniciada chega sem o pano da Costa é comum a proprietária do terreiro emprestar um à visitante, que, em sinal de educação ou respeito, coloca-o sobre o ombro direito ou, se entrar na roda, usa-o de maneira adequada à sua posição dentro da hierarquia do Candomblé; O pano da Costa é a peça de maior significado histórico dentro do vestuário africano, em conjunto com o torso. O uso de saia, Camisu ou bata e pano da Costa são indispensáveis dentro do Axé… A maneira de amarrar, colocar ou “enrolar” o pano varia de acordo com a situação, o ritual desenvolvido ou a posição hierárquica

Iyáwô não usa o pano na cintura, mas sim enrolado no peito.
(Parte do livro Sobre o Signo de Omolu -Samuel Abrantes)

LINDA CARTA DE YEWA
15/09/2016

LINDA CARTA DE YEWA

Hoje eu escrevo a você minha pequena; pequena sim, pois se lembra quando se iniciou?
Independente da idade que já possuía, o nascer para o orixá te faz um embrião e foi dentro daquele lugar sagrado, que eu lhe preparei durante alguns dias.

É tão complicado falar de tudo que passamos juntas, pois foram tantos os momentos de angústia, aflição e ansiedade. Embora eu estivesse ali, sei que tinha medo, mas ao entardecer e principalmente ao cair da noite, eu lhe acalentava e lhe fazia sentir a segurança que vinha do meu axé.

As coisas vão passando, a vida do santo vai ficando cada vez mais complicada e algumas vezes você pode até se esquecer de mim, mas eu, jamais me esquecerei de você!

Sou como a lua em uma noite escura, que ilumina os céus para mostrar o caminho aqueles que querem prosseguir, pois sem a minha luz, não terá direção que possa ser vista.

Eu a escolhi pela pureza de sua alma, a simplicidade da sua fé e principalmente pelo amor que exala seu coração.

O orixá quando ama, ama de verdade, sem qualquer desigualdade.
Ama o mesmo que ontem, melhor ainda que anteontem e amará muito mais amanhã.

Filha, eu sou aquela que lhe estendeu as mãos quando deu seus primeiros passos;
Sou aquela que quando a primeira lágrima caiu, estava presente para enxugar;
Sou aquela que nos primeiros momentos, eu lhe assusto com meus ventos, que na verdade são apenas o arrepio da minha presença.

Ultimamente tens passado por muitas coisas, e em alguns momentos chego até a escutar "Por quê". Ora, eu estou aí a toda hora, o mundo pode até cair, mas eu nunca deixarei de zelar por você!

Seja como for, eu e você seremos uma só! Pois eu nunca vi falar de um amor que fosse tão protetor quanto o meu por você!
Vá a luta, estou contigo! ❤
- By. Obassy Bruna

01/09/2016

Obrigado minha mãe por esta do meu lado sempre...

Endereço

Águas De Lindóia, SP
13.940-000

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