05/02/2024
Hoje é dia DELES três. Mesmo de que forma distinta é um dia muito especial. Temos a oportunidade de celebrar com alegria e gratidão a vida da nossa irmazinha querida Marta e nossa tia Haidée e relembrar com imensa saudades, os três anos de ausência do nosso amado irmão Damásio.
Enfim, um dia de paradoxo, já que a vida e a morte são duas faces indissociáveis da existência humana e nos conduzem por uma jornada repleta de experiências, desafios e momentos de beleza efêmera. Na dança delicada entre esses dois extremos, encontramos a graça de vivermos as duas datas, reconhecendo que é na finitude que a infinitude da vida se revela.
A vida, um presente precioso, é um campo vasto de oportunidades, aprendizado e conexões. Cada respiração é um convite para explorar, descobrir, amar e compartilhar. A graça da vida reside na capacidade de criar laços, de transformar desafios em aprendizado e de encontrar alegria nas pequenas coisas. É na jornada diária que encontramos a riqueza das relações, a beleza das experiências e a força para superar adversidades.
No entanto, a morte, muitas vezes temida e evitada, é também uma parte intrínseca desse ciclo. É ela que confere significado à vida, nos lembrando de que cada instante é único e efêmero. A graça de vivenciar a morte está na aceitação serena do ciclo natural, na compreensão de que, ao abraçar a finitude, tornamos cada momento mais valioso.
Ao reconhecermos a graça de vivermos as duas datas, abraçamos a plenitude da existência. A vida ganha profundidade quando entendemos que a morte não é o fim, mas sim a continuidade de uma jornada eterna. A finitude torna-se a moldura que destaca a intensidade das cores da vida.
Celebrar a vida e aceitar a morte como uma dádiva nos permite transcender o medo do desconhecido. É no equilíbrio entre a alegria de viver e a aceitação da transitoriedade que encontramos a verdadeira graça. Cada riso, cada lágrima, cada amanhecer e entardecer são partes de um espetáculo magnífico, onde a dualidade da existência se entrelaça em harmonia.
Assim, vivemos a graça de acolher ambas as datas, sabendo que, ao abraçar a efemeridade da vida, encontramos a eternidade na beleza única de cada momento. A vida e a morte, juntas, tecem a tapeçaria da existência, e é nesse tecido que descobrimos a verdadeira essência da nossa jornada humana.
Amo vocês.! E que esse seja um dia feliz.