04/12/2025
Há mulheres que, para elas, certas coisas já viraram rotina.
Coisas sérias. Coisas espirituais.
E porque viram isso dentro da família durante anos…
acham que é normal.
Há famílias onde fazer ab**to virou decisão comum.
Não há arrependimento, não há reflexão, não há temor.
Cresceram a ver isso,
ouviram isso,
aprenderam isso,
e repetem isso —
como se fosse apenas “mais uma escolha”.
Há famílias onde casamento não dura.
Casamento é só cerimónia bonita.
Divórcio é o resto da história.
A mãe divorciou, a tia divorciou, a irmã divorciou…
e quando elas entram num relacionamento,
já entram preparadas para desistir,
porque foi isso que normalizaram.
Há famílias onde engravidar dentro de casa dos pais é tradição.
A filha engravida, f**a na casa da mãe,
a neta cresce sem pai,
a avó vira mãe de novo…
e o ciclo continua.
Para elas é normal.
Sempre foi assim.
Ninguém questiona.
Ninguém confronta.
Ninguém interrompe.
Mas escuta isto:
O facto de muita gente repetir uma coisa
não torna essa coisa “normal”.
Só prova que há um ciclo espiritual que ninguém confrontou.
O que é normal para elas…
não é normal para Deus.
E não precisa ser normal para ti.
Porque quando alguém cresce a ver erros repetidos,
acaba chamando o erro de “cultura”
e chamando o pecado de “estilo de vida”.
Repete isto no teu espírito:
Nem tudo o que a família aceita, Deus aprova.
E nem tudo o que a família normalizou, tu tens de carregar.
Tu não és obrigado a viver o ciclo que alguém aceitou.
Tu não és obrigado a repetir a história que alguém tolerou.
Tu não és obrigado a herdar a confusão que alguém chamou de normal.
Discernir é libertar-se.
Ver é despertar.
Questionar é quebrar.
E quando Deus te dá luz,
é para te mostrar que aquilo que virou costume para muitos…
é exatamente aquilo que Ele quer restaurar em ti.