Convenção das Igrejas Evangélica Em Angola

Convenção das Igrejas Evangélica Em Angola Expandir o Nome de Cristo.

31/08/2016

A paz
Nom dia

28/03/2016

Eu Evandro Reginaldo de Brito Sebastião Pastor Fundador da Igreja Evangélica Ministério da Palavra Sediada em Angola na Província de Luanda Município de Belas Casa nº 29 Declaro para os Devidos Fins Que o Senhor Apostolo Rogério Lopes Xavier Portador da CPF Nº 944.088.237-91 É a partir da Seguinte data o Pastor Nacional no Brasil e é o Representante da Igreja acima supra citada na América Latina,
Podendo O mesmo Realizar Encontros, Debates, Congressos, Cruzadas, nomeando obreiros,fazendo abertura de Igrejas, em toda América Latina por meio da Igreja Evangélica Ministério da Palavra
Para mais informações no Brasil liga para o Pastor Representante no Brasil Telefone 21 975531627 Apóstolo Rogério Lopes. Brasil em Angola Pastor Geral 923 72 15 04 Pastor Evandro Reginaldo Sebastião.
E-mail [email protected]

15/06/2015

O fácil se faz logo, o difícil demora um pouco, o impossível entrega nas mãos de Deus, porque para Ele tudo é possível.

01/06/2015

Quem anda com moises passa pelo mar vermelho e pode chegar ate canan .mas quem anda com faraó f**a no mar porq o caminho q Deus abre para israel o egipto nao pode passar

Amados è ja neste domingo q teremos a nossa primeira reuniao desta Associaçao...

31/05/2015

Apaz do Senhor Amados viemos por meio dessa mensagém anunciar que serâ ja no Domingo 07 de Junho que aconterâ a reunião Geral dessa Associão estão todos convidados não falte Deus te Abençoa.

18/05/2015

Apaz do Senhor Amados e Amadas viemos por meio dessa mensagém para informar que Ja temos os Diplomas e os Credenciais (Passes ) dos membros da Associação venha também fazer dessa Associação.

11/05/2015

Associação Combatentes de Cristo realizará ,uma Conferência com a duração de três dias isto é no mês de Agosto nos dias 28,29, à dia 30, Com o Tema = AS GRANDES PERGUNTAS DA VIDA.
Com os servos de Deus : Rev Pastor Jeremias Abraão, (Pastor) Embaixador Evandro Reginaldo (Pastor) Wiliam Fernandes Dikita E outros servos.
Indereço : Viana ponte partida.
Telefones: 922740512;923721504; 924773460.

OBS: Contamos com a vossa presença.
ANGOLA PARA JESUS.

08/04/2015

ASSOCIAÇÃO COMBATENTES DE CRISTO:
Diáconos
(a), Missionários(a), Evangelistas
(a),
Presbíteros(a), Pastores(a), Bispos(a) e
Apóstolos
(a).Doctores
vem se filiar na Associação,que tem como o
objectivo lutar contra as heresias esistentes
em
igrejas e servos de Deus,nos baseando
assim na
bíblia sagrada.
Também dar o reconhecimento
ministerial,aos
servos.
Ajudaro próximo como:
órfãos,viúvas,velhos da 3
idade,cadeias,etc.
Formações teologicas e formações
profissional.
E OS filiados tem como benefício
Reconhecimento
ministerial.
Participar das conferências,congres­
sos,todos OS
trabalhos ou actividades feita pela
Associação .
Receber formação teológica e apoios em
seus
ministérios.
filie-se hoje mesmo e seja um obreiro
credenciado e reconhecido, um obreiro com
liberdade para exercer seu ministério
livremente,
seja homem seja mulher, a Associação, está
a sua disposição, receba as suas
documentações.
tenha liberdade para trabalhar sendo elas:
CREDENCIAL DE AUTORIDADE ECLESÍASTICA,
DIPLOMA DE FILIAÇÃO, CARTA DE
APRESENTAÇÃO
PARA IGREJAS
RECEBA CARTA DE AUTORIZAÇÃO PARA
FUNCIONAMENTO.
CONTATOS:
Atendimento de 2° a 6° das 09:00 as 13:30
min,sábados das 9:00 até as 15 :00.Local:
Viana ponte partida ,bairro murro de areia ,
Contatos: 922.74.05.12; 923.72.15.04.Veja a
nossa
pagena Associação Combatente de Cristo.
A nossa base está no livro de 2 Timóteo
4:7-8 .DEUS TE AMA.

16/02/2015

Toda via, em mim mui pouco se me dá de ser
julgado por vós, ou por algum ser humano; nem eu
tão pouco a mim mesmo me julgo. Porque em
nada me sinto culpado, mas nem por isso me
considero jusif**ado; pois quem me julga é o
senhor. (BUT WITH ME IT IS A VERY SMALL
THING I THAT I SHOULD BE JUDGED OF YOU, OR
OF MAN'S JUDGEMENT: YEA, I JUDGE NOT MINE
OWN SELF. FOR I KNOW NOTHING BY MY SELF;
YET AM I NOT HEREBY JUSTIFIED: BUT HE THAT
JUDGETH ME IS THE LORD).

05/02/2015

CAPÍTULO 7 - História da vida e perseguições contra John Wycliffe

Não será inapropriado dedicar umas poucas páginas desta obra a dar um breve detalhe das vidas de alguns dos homens que primeiro deram passos, com indiferença ao poder fanático que se opunha a toda reforma, para deter a maré da corrupção papal, e selando as puras doutrinas do Evangelho com seu sangue. Entre eles, Grã Bretanha teve a honra de tomar a dianteira e de manter em primeiro lugar aquela liberdade na controvérsia religiosa que deixou atônita a toda Europa, e que demonstrou que a liberdade religiosa e política são as causas da prosperidade desta favorecida ilha. Entre as primeiras destas eminentes pessoas temos a:



John Wycliffe

Este célebre reformador, chamado "A Estrela Matutina da Reforma", nasceu por volta do ano 1324, durante o reinado de Eduardo II. De sua família não temos informação certa. Seus pais o designaram para a igreja, e o enviaram ao Queen's College, em Oxford, que tinha sido então fundado por Robert Eaglesfield, confessor da Rainha Felipa. Mas ao no apreciar as vantagens para o estúdio que esperava naquele estabelecimento novo, passou ao Merton College, que era então considerado como uma das instituições mais eruditas da Europa.

O primeiro que o fez destacar em público foi sua defesa da universidade contra os frades mendicantes, que para esse tempo, desde seu estabelecimento em Oxford em 1230, tinham sido uns vizinhos incômodos para a universidade. Se fomentavam de contínuo as pendências; os frades apelavam ao Papa, e os acadêmicos à autoridade civil; às vezes prevalecia um partido, às vezes o outro. Os frades chegaram a afeiçoar-se muito com o conceito de que Cristo era um mendigo comum; que seus discípulos também o foram, e que a mendicidade era uma instituição evangélica. Esta doutrina a predicavam desde os púlpitos e nos lugares aonde tiveram acesso.

Wycliffe tinha menosprezado durante muito tempo a estes frades pela preguiça com que se desenvolviam, e agora tinha uma boa oportunidade para denunciá-los. Publicou um tratado em contra da mendicidade de pessoas capazes, e demonstrou que não somente eram um insulto à religião, senão também à sociedade humana. A universidade começou a considerá-lo como um de seus principais campeões, e logo foi ascendido a mestre do Baliol College.

Nessa época, o arcebispo Islip fundou Canterbury Hall, em Oxford, onde estabeleceu um reitor e onze acadêmicos. E foi Wycliffe o escolhido pelo arcebispo para o reitorado; porém ao morrer este, seu sucessor Stephen Lahgham, bispo de Ely, o depus. Como nisto houve uma flagrante injustiça, Wycliffe apelou ao Papa, que posteriormente deu sentença em sua contra pela seguinte causa: Eduardo III, que era naquele tempo rei da Inglaterra, tinha retirado o tributo que desde a época do rei João tinha pagado ao Papa. O Papa ameaçou; Eduardo então convocou um Parlamento. O Parlamento resolveu que o rei João tinha cometido um ato ilegal, e entregue os direitos da nação, e aconselhou ao rei a não se submeter, fossem quais fossem as consequ ências.

O clero começou agora a escrever em favor do Papa, e um erudito monge publicou um animoso e plausível tratado, que tinha muitos defensores. Wycliffe, irritado ao ver uma causa tão má sendo tão bem defendida, se opus ao monge, e isso de forma tão magistral, que já não se consideraram seus argumentos como irrefutáveis. De imediato perdeu sua causa em Roma, e ninguém abrigava nenhuma dúvida de que era sua oposição ao Papa num momento tão crítico a verdadeira causa de que não lhe fizeram justiça em Roma.

Wycliffe foi depois escolhido para a cátedra de teologia, e então ficou plenamente convencido dos erros da Igreja de Roma e da vileza de seus agentes monásticos, e decidiu denunciá-los. Em conferencias públicas fustigava seus vícios e se opunha a suas insensatezes. Expus uma variedade de abusos encobertos pelas trevas da superstição. Ao princípio começou a desfazer os prejuízos do vulgo, e continuou com lentos avanços; junto com as disquisições metafísicas da época misturou opiniões teológicas aparentemente recentes. As usurpações da corte de Roma eram um tema favorito dele. Acerca destas se estendia com toda a agudeza de seu argumento, unidas com seu razoamento lógico. Isto pronto fez clamar o clero quem, por médio do arcebispo de Canterbury, o privaram de seu cargo.

Para esta época, a administração do interior estava a cargo do duque de Lancaster, bem conhecido pelo nome de John de Gaunt. Este príncipe tinha uns conceitos religiosos muito liberais, e estava inimizado com o clero. Tendo chegado a ser muito gravosas as reclamações da corte de Roma, decidiu enviar o bispo de Bangor e a Wycliffe para que protestassem contra tais abusos, e se acordou que o Papa já não poderia dispor de nenhum dos benefícios pertencentes à Igreja de Inglaterra. Nesta embaixada, a observadora mente de Wycliffe penetrou nas contrariedades da constituição e política de Roma, e voltou mais decidido que nunca a denunciar sua avareza e ambição.

Tendo recuperado sua anterior situação, começou a denunciar, em suas conferencias, as usurpações do Papa, sua pretendida infalibilidade, sua soberba, sua avareza e sua tirania. Foi o primeiro em chamar Anticristo o Papa. Do Papa passava à p***a, o luxo e as tramas dos bispos, e os contrastava com a simplicidade dos primeiros bispos. Suas superstições e enganos eram temas que apresentava com energia de mente e com precisão lógica.

Graças ao patrocínio do duque de Lancaster, Wycliffe recebeu um bom cargo, porém assim que esteve instalado em sua paróquia, seus inimigos e oração bispos começaram a fustigá-lo com renovado vigor. O duque de Lancaster foi seu amigo durante esta perseguição, e por meio de sua presença e a de Lorde Percy, conde marechal da Inglaterra, predominou de tal modo no juízo que tudo acabou de forma desordenada.

Depois da morte de Eduardo III lhe sucedeu seu neto, Ricardo II, com somente onze anos de idade. Ao não conseguir o duque de Lancaster ser o único regente, como esperava, começou a declinar seu poder, e os inimigos de Wycliffe, aproveitando esta circunstância, renovaram seus artigos de acusação em sua contra. Portanto, o Papa expediu cinco bulas ao rei e a certos bispos, mas a regência e o povo manifestaram um espírito de menosprezo ante a altaneira forma de proceder do pontífice, e necessitando este dinheiro para então opor-se a uma iminente invasão dos franceses, propuseram aplicar uma grande suma de dinheiro, recolhida para o Papa, para este propósito. Não obstante, esta questão foi submetida à decisão de Wycliffe. Contudo, os bispos que apoiavam a autoridade do Papa, insistiam em submeter Wycliffe a juízo, e estava já sofrendo interrogatórios em Lambeth quando, por causa da conduta amotinada do povo lá fora, e atemorizados pela ordem de Sir Lewis Clifford, um cavalheiro da corte, no sentido de que não deviam decidir-se por nenhuma sentença definitiva, terminaram tudo o assunto com uma proibição a Wycliffe de predicar aquelas doutrinas que fossem repulsivas para o Papa; porém o reformador a ignorou, pois indo descalço de lugar em lugar, e com uma longa túnica de tecido rústico, predicava mais veementemente que nunca.

No ano 1378 surgiu uma contenda entre dois Papa, Urbano VI e Clemente VII, acerca de qual era o Papa legítimo, o verdadeiro vicário de Cristo. Este foi um período favorável para o exercício dos talentos de Wycliffe; pronto produziu um tratado contra o papado, que foi lido de boa vontade por todo tipo de pessoas.

Para o final daquele ano, Wycliffe caiu enfermo de uma forte doença, que se temia pudesse resultar fatal. Os frades mendicantes, acompanhados por quatro dos mais eminentes cidadãos de Oxford, conseguiram serem admitidos em seu dormitório, e lhe rogaram que se desdissesse, por amor de sua alma, das injustiças que tinha falado acerca da ordem deles. Wycliffe, surpreendido ante esta solene mensagem, se recostou em sua cama, e com rosto severo disse: "Não morrerei, senão que viverei para denunciar as maldades dos frades".

Quando Wycliffe se recuperou dedicou-se a uma tarefa sumamente importante: a tradução da Bíblia ao inglês. Antes da aparição desta obra, publicou um tratado, no qual expunha a necessidade da mesma. O zelo dos bispos por suprimir as Escrituras impulsionou enormemente sua venda, e os que não podiam procurar-se uma cópia se faziam transcrições de Evangelhos ou de Epístolas determinadas. Posterior, quando os lolardos foram aumentando em número, e se acenderam as fogueiras, se fez costume amarrar ao pescoço do herege condenado aqueles fragmentos das Escrituras que se encontraram em sua possessão, e que geralmente seguiam sua sorte.

Imediatamente depois disto, Wycliffe se aventurou um passo além, e atacou a doutrina da transubstanciação. Esta estranha opinião foi inventada por Paschade Radbert, e enunciada com um assombroso atrevimento. Wycliffe, em sua leitura ante a Universidade de Oxford em 1381, atacou esta doutrina, e publicou um tratado acerca dela. O doutor Barton, que era naquela época vice-chanceler de Oxford, convocou as cabeças da universidade, condenou as doutrinas de Wycliffe como heréticas, e ameaçou seu autor com a excomunhão. Wycliffe, ao não conseguir nenhum apoio do duque de Lancaster, e chamado a comparecer ante seu anterior adversário, William Courteney, agora arcebispo de Canterbury, se refugiou sob a alegação de que ele, como membro da universidade, estava fora da jurisdição episcopal. Esta argumentação lhe foi admitida, porquanto a universidade estava decidida a defender seu membro.

O tribunal se reuniu no dia marcado, pelo menos para julgar suas opiniões, e algumas foram condenadas como errôneas, e outras como heréticas. A publicação acerca desta questão foi imediatamente contestada por Wycliffe, que veio a ser o branco da decidida inquina do arcebispo. O rei, a petição do bispo, concedeu uma licencia para encarcerar o mestre da heresia, porém os comuns fizeram que o rei revogasse esta ação como ilegal. Contudo, o primado obteve cartas do rei ordenando à Universidade de Oxford que pesquisasse todas as heresias e os livros que Wycliffe tinha publicado; como consequ ência desta ordem houve um tumulto na universidade. Supõe-se que Wycliffe se retirou da tormenta a um lugar escuro do reino. Porém as sementes tinham sido plantadas, e as opiniões de Wycliffe estavam tão difundidas que se diz que alguém via duas pessoas num caminho, podia estar certo de que uma era um lolardo. Durante este período prosseguiram as disputas entre os dois papas. Urbano publicou uma bula na qual chamava a todos os que tivessem consideração alguma pela religião a que se esforçassem por sua causa, e a que tomassem as armas contra Clemente e seus partidários em defesa da Santa Sê.

Uma guerra na que se prostituía de maneira tão vil o nome da religião despertou o interesse de Wycliffe, inclusive em sua velhice. Tomou outra vez a pluma, e escreveu em contra dela com a maior aspereza. Repreendeu o Papa com a maior liberdade, e perguntou-lhe: "Como ousais fazer do emblema de Cristo na cruz (que é a prenda da paz, da misericórdia e da caridade), uma bandeira que nos leve a matar homens cristãos por amor a dois falsos sacerdotes, e a oprimir a cristandade de maneira pior que Cristo e seus apóstolos foram oprimidos pelos judeus? Quando o soberbo sacerdote de Roma concederá indulgências à humanidade para viver em paz e caridade, como o faz agora para que lutem e se matem entre si?"

Este severo escrito lhe trouxe o ressentimento de Urbano, e teria podido envolvê-lo em maiores inquietações que as que havia experimentado até então. Porém foi providencialmente livrado de suas mãos. Caiu vítima de uma paralisia, e embora viveu um certo tempo, estava doente a ponto tal que seus inimigos o consideraram como o resultado de seu ressentimento.

Wycliffe voltou após um breve espaço de tempo, bem de seu desterro, bem de algum lugar no qual tivesse permanecido guardado em segredo, e se reintegrou à sua paróquia de Lutterworth, onde era pároco; ali, abandonando calmamente esta vida mortal, dormiu em paz no Senhor, no final do ano 1384, no dia de Silvestre. Parece que estava muito envelhecido quando morreu, "e que o mesmo o comprazia de ancião que aquilo que o havia comprazido de jovem".

Wycliffe tinha motivos para agradecer que pelo menos lhe deram repouso enquanto viveu, e que lhe deram tanto tempo depois de sua morte, quarenta e um anos de repouso em seu sepulcro, antes de exumarem seu cadáver e o convertessem de pó em cinzas; cinzas que foram depois lançadas no rio. E assim foi transformado em três elementos: terra, fogo e água, achando que deste modo extinguiam e aboliam o nome e a doutrina de Wycliffe para sempre. não muito diferente do exemplo dos antigos fariseus e vigilantes do sepulcro, que após terem levado o Senhor a seu túmulo, acharam que conseguiriam evitar que ressuscitasse. Porém estes e todos os outros deverão saber que assim como não há conselho contra o Senhor, tampouco pode suprimir-se a verdade, antes rebrotará e renascerá do pó e das cinzas, tal como aconteceu em verdade com este homem; porque ainda que exumaram seu corpo, queimaram seus ossos e afogaram suas cinzas, não puderam contudo queimar a palavra de Deus e a verdade de sua doutrina, nem o fruto e triunfo da mesma.

29/01/2015

Vem Voce tambem fazer Parte desta Associaçao,Para juntos combater-mos as heresias dentro das igrejas,e tu teras muitos beneficio,diz Paulo combate um bom combate ,acabei a carreira guardei a fé.
Desde agora ,a coroa da da justiça me está guardada ,a qual o Senhor justo juiz,me dará naquele dia;e não somente a mim,mas,também ,a todos os que amarem a sua vinda. 2 Timóteo 4:7-8.A nossa base para combater as heresias é a bíblia sagrada Deus te ama.

29/01/2015

Pra que outros possam viver, vale a
pena morrer... Para que a vida de Jesus seja
revelada em nosso corpo, atua em nós a morte
para nós mesmos. Assim como a semente que
não morre e não gera frutos, aquele que não
morre é incapaz de gerar vidas para Cristo!
A Igreja deveria carregar a mensagem da morte,
mas ela mesma se recusa a morrer. Porque
existe algo em nosso meio muito errado:
estamos confundindo o evangelho de Deus, que é
para Deus, com outros "evangelhos", que exaltam
bezerros da prosperidade e da bênção...
Voltemos para a cruz...
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Viana Ponte Partida Bairro Murro Da Rea
Viana

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