11/11/2023
Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.” Rm 8:38-39
Martim Lutero descreve o amor de Deus com as seguintes palavras:
Deus é um forno ardente, tão cheio de amor que todo o céu e toda a terra estão envolvidos pelo seu calor.
O amor é prioridade. O amor é a luz e a glória ao redor do trono sobre o qual Deus está assentado. O amor é uma obra divina em nós. O amor, certamente não é natural ao homem. Nós amamos, pois Ele nos amou primeiro. Ele nos amou primeiro! Nosso amor por Ele é a “consequência justa” de Seu amor por nós. E o amor de Deus por nós se personifica perfeitamente em Cristo Jesus.
Sim, em Cristo Jesus. Se quisermos saber o padrão de Deus para o amor, basta tão somente que olhemos para a vida dEle, como descrita nos evangelhos, e veremos perfeitamente o amor a nós exemplificado e declarado. O amor é irradiado em tudo o que Cristo fez.
Cristo é a personificação do amor do Pai. Cristo é o dom do amor (1ª Cor 13):
O amor é sofredor, tudo sofre, tudo suporta: Cristo suou sangue por ti (Lc 22: 42; 44). Ele sofreu numa cruz, até o fim, por você. Cristo, movido pelo amor, não desistiu de cumprir o que a Ele foi designado a fazer.
O Amor não se ensoberbece: Sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus (Fp 2:6), Ele esvaziou-se de si mesmo. Em Jesus vemos a perfeição do amor, pois nEle não há espaço para sentimentos contrários aos de Deus Pai.
O amor é benigno: Mesmo em meio a angustio e dor, bondosamente Cristo orou por nós “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” ( Lc 23:34). Foi longânimo, não pagando o mal com o mal, antes, compreendeu que eles não sabiam o porquê faziam o que faziam.
O Amor não busca os seus interesses: Ele cumpriu os propósitos do Pai até o fim (Lc 22:42).
O amor nunca falha: Boa tarde