Igreja de Deus mundial no Kwanza-Sul

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04/02/2022

Por que você nasceu? Por que você existe? Há uma razão, um propósito,
para a vida humana? Estas perguntas têm desconcertado os maiores
pensadores e filósofos através dos tempos.
Ponderamos sobre o significado da vida. Uma criança, naturalmente,
pergunta: “De onde vim?” Como
adultos perguntamos, especialmente
no crepúsculo de nossa vida: “Esta
vida física é tudo que há? A minha
vida tem algum propósito?”
Pense sobre a sua própria existên-
cia. Você consegue ver algum pro-
pósito para a sua própria vida com
seus altos e baixos, com suas ale-
grias e tristezas? Você acha que toda
essa labuta, desafios e incertezas da
vida têm algum valor duradouro?
Então, por que nasceu? Nas páginas seguintes vamos explorar esse grande
mistério.
O lugar do homem na criação
Há três mil anos o rei Davi ponderou sobre a aparente insignificância dos
seres humanos, quando comparados com a vastidão do céu da noite. Como
pastor, ele passou muitas noites ao ar livre, observando a imensidão das
estrelas. Vejamos seus pensamentos registrados em Salmos 8:3-4: “Quando
vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste; que
é o homem mortal para que te lembres dele? E o filho do homem, para que
o visites?”.
Considerando a magnificência e a vastidão do universo, Davi admirou-se
por Deus se preocupar tanto com os seres humanos e seu futuro. Ele entendeu
que, diante da grandeza dos céus e do espaço, somos insignificantes, todavia,
ele viu que, no plano do grande Deus Criador, nenhuma parte da criação física
de Deus pode ser comparada ao propósito que Ele tem para os seres humanos.
Como pastor, Davi, passou muitas noites ao ar livre
observando a imensidão das estrelas. Ele apercebeu-se
que nenhuma parte da criação física de Deus pode ser
comparada com o Seu propósito para os seres humanos.

28/12/2021

Jeremias se achava muito jovem para se tornar um profeta. Deus havia lhe dito que antes de seu nascimento ele já estava destinado a levar as palavras de Deus às nações. Como poderia ele, um filho de um sacerdote de uma aldeia inexpressiva, pronunciar a palavra de Deus para sua própria nação de Judá — muito menos para nações ainda maiores?

Deus disse a Jeremias para não se ater à sua idade, mas para se concentrar no poder divino que o apoiaria para que cumprisse a missão ordenada por Ele. Então, Deus disse-lhe: “Eis que ponho na tua boca as Minhas palavras. Olha que hoje te constituo sobre as nações e sobre os reinos, para arrancares e derribares, para destruíres e arruinares e também para edificares e para plantares” (Jeremias 1:9-10).

Deus realmente cumpriu isso durante as quatro décadas de ministério de Jeremias. O poderoso império assírio entrou em colapso. O Egito retrocedeu ainda mais, tornando-se uma potência secundária. Judá cairia ante a Babilônia, o único império cuja linhagem seria levada para o oeste, onde ressurgiria no Império Romano.

A era de Jeremias foi um tempo de reforma e reinício. Uma era estava terminando neste mundo antigo. As pessoas temiam pelo futuro. Tudo que era familiar estava mudando. Os velhos hábitos estavam sendo varridos. Os reis e líderes procuraram reviver as culturas e as glórias do passado. O rei assírio Assurbanipal ordenou que textos antigos fossem copiados e preservados em sua biblioteca em Nínive. Havia um desejo nostálgico de um retorno ao passado, a uma época mais “normal”, em que os homens estavam seguros de sua fé e de sua identidade.

Os eventos desse período do fim do século VII e início do século VI a.C. oferecem um prisma através do qual podemos compreender o que está acontecendo agora nas primeiras décadas do século XXI. Nossa época está caracterizada pela turbulência e pela mudança acelerada devido a recente pandemia global e a crescente agitação social mundial. Em poucas ocasiões na história, tantas correntes de

26/09/2021

Como Devemos Observar as Festas de Deus? Depois de sabermos que os Dias Santos são importantes e vitais para a humanidade e eminentemente aplicáveis ao nosso mundo moderno, naturalmente desejamos conhecer mais sobre como guardá-los. Onde devemos celebrá-los? Devemos guardá-los em casa ou em algum tipo de culto religioso? Que devemos fazer nestes dias? Deus importa-se se trabalharmos normalmente nesses dias ou devemos reservá-los para outros propósitos? Como a observância desses dias afetará a nossa família e a nossa profissão? Estas são questões importantes que temos de considerar uma vez que tomemos conhecimento das Festas de Deus. Examinemos alguns princípios bíblicos que devemos levar em conta ao lidarmos com os assuntos da vida cotidiana quanto a esse conhecimento. Todos diferentes, mas todos santos Algumas dessas festas têm maneiras específicas de observância que os diferenciam uns dos outros. Por exemplo, a Páscoa envolve unicamente a participação do pão e do vinho como símbolos da morte de Cristo. Os Dias de Pães Asmos são os únicos dias de festa em que Deus nos diz para retirar o fermento de nossas casas. O Dia da Expiação é o único Dia Santo que se observa com um jejum. A correta observação destes dias inclui a aceitação destas distinções e cada uma deles nos ensina lições espirituais. Contudo, no conjunto, há princípios comuns que são aplicáveis à observação de todos os Dias Santos de Deus. Primeiro, temos que nos lembrar de que para Deus esses dias são santos. Essas “solenidades do Senhor, que convocareis, serão santas convocações” disse Deus (Levítico 23:2). Deus é o único que pode fazer algo santo. Deus coloca esses dias em particular em um plano mais alto do que quaisquer outras celebrações imaginadas pelo homem. Homens e mulheres podem dedicar tempo a Deus para um determinado propósito, mas só Deus pode reservar um tempo como sagrado (Gênesis 2:3; Êxodo 20:8, 11). Quando exercemos o devido respeito e apreço

17/09/2021

O Dia da Expiação: A Remoção da Causa do Pecado e a Reconciliação com Deus

Já vimos—através do simbolismo da Páscoa—que o sangue derramado por Cristo expia nossos pecados passados. Na verdade a expiação é um ato de reconciliação. O Dia da Expiação simboliza a reconciliação de Deus para com toda a humanidade. Se estivermos reconciliados com Deus, através do sacrifício de Cristo, por que precisamos de outro Dia Santo para nos instruir sobre a reconciliação? Se já estamos reconciliados, qual a necessidade de jejuar, como é ordenado no Dia da Expiação? (Levítico 23:27; Atos 27:9). Qual é o significado especial deste dia no plano mestre de Deus para a salvação da humanidade? O Dia da Expiação e a Páscoa nos ensinam acerca do perdão dos pecados e da nossa reconciliação com Deus através do sacrifício de Cristo. Entretanto, a Páscoa representa a redenção do primogênito e, portanto, aplica-se mais diretamente aos cristãos, que Deus chamou nesta era, enquanto o Dia da Expiação tem implicações universais. Além disso, o Dia da Expiação representa um passo adicional e essencial no plano de salvação de Deus, que não se encontra no simbolismo da Páscoa. Este passo ocorre antes da humanidade desfrutar da verdadeira paz na Terra. Todos nós sofremos com as trágicas consequências do pecado. Mas o pecado não acontece sem causa, e Deus mostra, claramente, essa causa no simbolismo associado com o Dia da Expiação. Satanás: o autor do pecado O Dia da Expiação não envolve apenas o perdão dos pecados. Ele também representa a remoção da principal causa do pecado—Satanás e os seus demônios. Enquanto Deus não retirar o principal instigador do pecado, a humanidade continuará caindo em desobediência e sofrimento. Embora a nossa natureza humana tenha seu papel em nossas falhas, o diabo, Satanás, é quem tem mais responsabilidade nisso, pois nos instiga a desobedecer a Deus.

05/06/2021

Também nos é dito que quando o filho do homem vier em sua glória, e todos os Santos anjos, com ele então se assentará no trono da sua glória; e todas as nações serão reunidas diante dEle Mateus 25:31-32. Ao soar a setima e última trombeta de apocalipse, além de os mortos em Cristo serão ressuscitado, também será feito um anúncio maravilhoso: Os reinos do mundo vieram a ser de nosso senhor e do seu Cristo, e ele reinará para do sempre apocalipse 11:15. Então, finalmente o Reino de Deus será estabelecido na terra. ( não é no céu)

06/04/2021

Saibas diferenciar sábado dos Sábados! Espero que estejam bem igreja de Deus

16/03/2021

Venha celebrar a páscoa do Senhor não com pecado...I coríntios 5:7-8

26/12/2020

Nós celebramos os festivais que Deus nos ordenou a observar nas escrituras, rejeitando todos os feridos criados pelo homem e derivados do culto pagão, como o NATAL e o DOMINGO DE PÁSCOA, de acordo com a instrução de Deuteronômio 12:29-32, para não imitarmos como essas nações serviam aos seus deuses.

“Não quero saber dos fatos — minha decisão já está tomada!” Esta resposta hipotética exemplifica alguém desafiado por um...
25/12/2020

“Não quero saber dos fatos — minha decisão já está tomada!” Esta resposta hipotética exemplifica alguém desafiado por uma falsa crença arraigada. E, às vezes, muitas pessoas se apegam teimosamente a uma ficção em particular por causa de um pensamento de grupo.
Quantos cristãos que observam esse feriado estão dispostos a pesquisar se ele se origina das Escrituras? E se essas crenças cristãs diferirem dos ensinamentos bíblicos?
Ignoramos a Bíblia e seguimos tradições religiosas mais confortáveis? A busca por unanimidade é mais importante para nós do que viver pelas eternas verdades de Deus?
Se você deseja saber de onde veio o Natal, continue lendo. Aqui você encontrará a resposta para a pergunta: O Natal é realmente uma celebração cristã?
E se não for, você mudará de atitude e seguirá as verdades de Deus?
O ANIVERSÁRIO DE JESUS NUNCA FOI O FOCO
Um artigo no popular site cristão Crosswalk.com defende que o dia 25 de dezembro é uma data posterior ao aniversário de Jesus, mas contém algumas admissões significativas:
“A tradição de 25 de dezembro é bastante antiga. No segundo século, Hipólito argumentou que esse era o aniversário de Cristo [embora esse pai da igreja romana tenha escrito isso várias gerações depois de Jesus e dos apóstolos]. Enquanto isso, na Igreja Oriental, 6 de janeiro foi a data escolhida”.
“Mas no quarto século, João Crisóstomo [arcebispo católico de Constantinopla] argumentou que 25 de dezembro era a data correta e, desde aquele dia até hoje, a Igreja no Oriente e no Ocidente têm observado o dia 25 de dezembro como a data oficial do nascimento de Cristo [embora alguns ainda optem por 6 de janeiro]”.
“Embora os evangelhos de Mateus e Lucas relatem o nascimento de Cristo, nenhum deles fornece uma data para este grande evento. Embora possa parecer estranho para nossas mentes modernas, é provável que os primeiros cristãos não atribuam nenhum valor particular aos aniversários. Isso torna difícil concluir quando Jesus realmente nasceu”.
“Somente após o terceiro século é que vários grupos de cristãos começaram a mostrar interesse na data do nascimento de Cristo, porém, levaria mais um século para a Igreja começar a celebrá-la com alguma uniformidade” (“Quando Jesus Nasceu e Por Que Comemoramos em 25 de Dezembro?”, Angie Mosteller, 6 de dezembro de 2011, grifo nosso).
Observe que a data de 25 de dezembro foi escolhida para o Natal não por causa de Deus ou de Sua Palavra, mas pelo clero da igreja bem depois dos tempos apostólicos. O artigo continua confirmando que o estabelecimento da comemoração do “Nascimento do Sol Inconquistável” em 25 de dezembro pelo imperador romano Aureliano em 274 pode ter tido uma influência secundária na igreja que aceita essa data como o nascimento de Jesus, mas sustenta que Aureliano pode ter escolhido uma data que já era significativa para os cristãos. Contudo, a data desse festival de adoração ao sol, próximo ao solstício de inverno, teve uma origem muito mais antiga, como veremos.
AS DATAS TARDIAS PARA A OBSERVÂNCIA DO NATAL
A Igreja Católica não fixou a data do Natal até o quarto século. O mesmo artigo observa que "o primeiro registro claro do nascimento de Cristo em 25 de dezembro ocorreu somente a partir 336 d.C.".
Segundo a Enciclopédia Católica: “O ano litúrgico [do culto cerimonial público] no rito romano, como é conhecido hoje, passou a existir apenas gradualmente após o estabelecimento das festas da Páscoa e do Natal...A comemoração do aniversário do Senhor em 25 de dezembro se espalhou de Roma para toda a Igreja Ocidental a partir do quarto século [ano 300 d.C.], e a Epifania [em 6 de janeiro] permaneceu como a comemoração do incidente dos Reis Magos contada em Mateus 2:1-12 ” (“As Primeiras Festas Cristãs”, 1967, Vol. 5, p. 868).
Em outras partes, essa mesma enciclopédia afirma: “A celebração do nascimento de Cristo em 25 de dezembro. Esse nome deriva do inglês antigo Cristes Maesse ou Cristes-messe, que significa a Missa de Cristo [irônico, pois a Missa é um rito católico que sinaliza a morte de Cristo ao invés de Seu nascimento]”.
"Por mais inexplicável que pareça, a data do nascimento de Cristo não é conhecida. Os Evangelhos não indicam nem o dia nem o mês; embora Lucas (2:1-3) coloque a Natividade em uma perspectiva histórica, o ano não pode ser determinado com exatidão” (“O Natal e Seu Ciclo”, Vol. 3, p. 656).
Também vemos na Enciclopédia Católica a incrível admissão de que Jesus, os apóstolos e a Igreja primitiva do Novo Testamento persistiram na observância do sábado do sétimo dia de Deus (do pôr do sol da sexta-feira ao pôr do sol do sábado) e nas festas anuais exigidas na lei de Deus:
“Os primeiros cristãos não se dissociaram imediatamente da observância das festas judaicas [na verdade, as festas de Deus, que Ele mesmo estabeleceu em Levítico 23:2]. Muitas referências no Novo Testamento indicam que Jesus e Seus discípulos, bem como as primeiras... comunidades cristãs observavam o Sábado e as principais festas anuais [listadas em Levítico 23]” (“As Primeiras Festas Cristãs”, Vol. 5, p. 867).
Aqui está exposta a ideia de que, embora a Igreja primitiva, a princípio, tenha continuado a celebrar o mesmo Sábado semanal e as mesmas festas anuais como o povo judeu, e isso por si só é uma admissão notável, a igreja finalmente mudou e se desassociou dessas “festas judaicas” e passou a adotar um cristianismo mais "gentio". A observância do domingo e outros feriados não bíblicos substituíram o alegado arcaico sábado do Antigo Testamento e as festas anuais.
Entretanto, Cristo condenou essa negação da lei de Deus, declarando aos que falsificam Sua verdade: "Em vão, porém, Me honram, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens" (Marcos 7:7). Claramente, entra em ação aqui um pensamento de grupo rebelde, rejeitando a prática bíblica e adotando a tradição natalina!
SEM NENHUMA CONEXÃO COM O NASCIMENTO DE JESUS
Hoje, o Natal é promovido como uma comemoração do nascimento de Jesus Cristo. Sem dúvida, a história de Seu nascimento é bíblica. Mas como isso se alinha à observância do Natal?
Qual era o propósito do nascimento de Jesus? A maioria dos cristãos responderia rapidamente que Ele nasceu para ser nosso Salvador. Isso é verdade, mas há muito mais nisso. Ele também nasceu para se tornar nosso Governante Soberano (Daniel 2:44), Líder (Colossenses 1:18) e Mestre (João 3:2).
Então, se Ele é nosso Mestre, onde estão Suas instruções para observar o Natal? Jesus perguntou aos que declaravam segui-Lo: “E por que me chamais Senhor, Senhor [que significa Mestre supremo], e não fazeis o que eu digo?" (Lucas 6:46).
Alguns argumentam que os relatos e as declarações sobre o nascimento de Cristo nos Evangelhos de Mateus e Lucas provam a validade da celebração do Natal hoje em dia. Mas não há nenhum indício dessa observância para nós (enquanto os dias estabelecidos para serem observados foram sumariamente rejeitados).
Certamente Deus anunciou o nascimento de Jesus, que foi honrado por uma delegação de sábios do Oriente que trouxe presentes para o futuro Rei dos Reis (Mateus 2:1-12). Contudo, a chegada deles com esses presentes, evidentemente, levou um tempo considerável após o nascimento de Jesus, e essa ocasião não foi o “primeiro Natal”, como muitos insistem em afirmar.
Ali não havia árvores de Natal, guirlandas, troncos de Yule, renas, elfos, meias penduradas na lareira ou troca de presentes. E nenhum registo da data de 25 de dezembro. Ademais, Jesus não nasceu no inverno.
Os relatos do nascimento de Jesus em Mateus e Lucas não têm nada a ver com a celebração do atual feriado de Natal, então de onde se originou essa tradição religiosa?
A PERPETUAÇÃO DE UM FESTIVAL INVERNAL PAGÃO
O Dicionário Oxford da Igreja Cristã declara em seu artigo sobre o “Natal”: “A observância popular dessa festa sempre foi marcada pela alegria e cânticos que antes eram características da Saturnália romana e de outros festivais pagãos que esta substituiu” (1958, p. 277). Essa celebração era repleta de devassidão, desenfreio e embriaguez.
A Enciclopédia Católica também mostra que a época do Natal veio do antigo festival de inverno que celebrava o deus do sol nos dias longos após o solstício de inverno. O antigo pai da igreja católica, Orígenes, escrevendo no início dos anos 200 d.C., nunca mencionou o Natal, e, ademais, ele disse que os cristãos nem sequer observavam o nascimento de Cristo, como se Ele fosse um rei pagão (comparar "O Natal e Seu Ciclo", 1967 , Vol. 3, 1967, e "Natal", 1913, Vol. 3).
Tertuliano, outro sincero teólogo católico da época, repreendeu os cristãos que comemoravam o festival pagão do inverno de onde deriva o Natal: “Para nós…que estranhamos os sábados, e as luas novas e os festivais [encontrados em Levítico 23, mas que deixaram de observá-los], a Saturnália [o festival de inverno, junto a outros, se tornou época de Natal], as festas de janeiro , a Brumália e a Matronália agora são frequentadas e presentes são levados de um lado para o outro, os presentes do dia de ano novo são feitos com euforia, e entretenimentos e banquetes são celebrados com tumulto; oh, como os pagãos são tão fiéis à sua religião, a ponto de cuidar-se para não adotar nenhuma solenidade dos cristãos” (Tertuliano em A Idolatria, citado por Alexander Hislop, As Duas Babilônias, p. 93).
Apesar da advertência, essa celebração acabou se tornando parte do culto "cristão". A árvore de Natal e os outros elementos da época do Natal foram trazidos desse antigo festival pagão, que estava enraizado na idolatria do primeiro rei babilônico, Ninrode, um tirano que era rebelde contra Deus (ver Gênesis 10:8-11).
Segundo as tradições pagãs, parece que ele foi morto por sua rebelião contra Deus e por sua libertinagem. No entanto, sua adoração se difundiu através de muitas e variadas tradições pagãs, de modo que ele é o único retratado no flamejante tronco de Yule na véspera do Natal. Aquele que foi cortado e morreu e, como o sol que ressurge no céu, ele tornou-se o filho divino renascido, a árvore de Natal, no dia de Natal. “Agora, o Tronco de Natal é o tronco morto de Ninrode, deificado como o deus-sol, mas derrubado pelos seus inimigos; a árvore de Natal é Ninrode redivivus [isto é, renascido] — o deus abatido novamente retornado à vida” (Hislop, p. 98).
O formato do festival de inverno idólatra se espalhou pelo Oriente Médio. E também acompanhou os povos que migraram para a Europa. Entre os romanos, ele se tornou a Saturnália, a Brumália e o Ano Novo, como vimos. No norte da Europa, converteu-se no Yule acima mencionado — e, finalmente, no Natal que conhecemos hoje. A Wikipédia diz o seguinte sobre o “Solstício de Inverno”:
"O povo pagão escandinavo e germânico do norte da Europa celebrava um feriado de doze dias no meio do inverno (solstício de inverno) chamado Yule...Muitas tradições modernas de Natal, como a árvore de Natal, a guirlanda de Natal, o Tronco de Yule e outras, são provenientes diretamente dos costumes do Yule. Os escandinavos ainda chamam o Natal de Júl. Frequentemente, a palavra Yule é empregada em inglês combinando com a estação, yuletide, sendo seu uso registrado pela primeira vez no ano 900. Acredita-se que a celebração deste dia era um culto relativo a esses dias peculiares, interpretados como o despertar da natureza...”.
“Julblot [ou sacrifício do Yule] é o mais solene banquete sacrificial. No Blót de Yule, os sacrifícios eram realizados aos deuses para se receber bênçãos nas próximas colheitas ainda em germinação. Os elementos do Yule acabaram sendo integrado ao Natal cristão”.
Em suma, o festival pagão de inverno do mundo antigo trocou de roupa, eventualmente adicionando o título de Cristo e reaparecendo como Natal. A celebração foi adotada por um cristianismo cada vez mais rebelde, como forma de atrair e manter os novos conversos que se recusavam a desistir de suas frivolidades, bebedeiras e libertinagens durante esse festival de inverno pagão.
COMO DEUS VÊ ESSE FERIADO RELIGIOSO?
Os membros da Igreja primitiva ficariam surpresos ao pensar que os costumes e práticas, associados ao Natal — que eles viram no mundo romano pagão e corrupto ao seu redor — seriam incorporados como uma celebração do nascimento de Cristo. No entanto, após vários séculos, o nome de Cristo foi anexado a este feriado popular romano originário da Babilônia.
Surpreendentemente, quando confrontados com os fatos sobre as reais origens do Natal, muitos cristãos perguntam: "Então, qual é o problema? Ainda estou honrando a Jesus Cristo!”. Mas será mesmo?
A própria Escritura é clara que não devemos usar práticas religiosas pagãs na adoração ao Deus verdadeiro, pois Ele considera isso uma abominação (Deuteronômio 12:29-32). Assim, o Natal não é uma festa de Cristo ou do verdadeiro Deus. A única coisa no Natal que fala de Cristo configura um mau uso do Seu nome.
Deus condena essas festas pagãs. Tristemente, elas cegam as pessoas quanto ao Seu grande plano, conforme revelado em Suas verdadeiras festas sagradas, que servem como o mapa simbólico da salvação da humanidade. O apelo sincero e bem-intencionado de muitas pessoas para trazer Cristo de volta ao Natal é inútil. Pois, Cristo nunca esteve no Natal. Se tivesse observado ou dito a outros para observar o Natal, Ele teria violado Suas próprias leis, e isso seria pecado (1 João 3:4-5), assim não teríamos Salvador. Então, não teríamos a libertação do salário do pecado, que é a morte (Romanos 6:23).
Vamos esperar que Cristo retorne para poder honrá-Lo? Cristo precisa ser visto e tocado para que possamos crer nEle? Jesus falou sobre isso: “Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram!” (João 20:29). Você acredita em Deus Pai e em Jesus Cristo? Não apenas acredite nEles, mas acredite também no que Eles disseram através das Escrituras?
Através da Bíblia, Eles dizem para você observar o Natal — ou não? O Natal é realmente cristão? Como poderia ser? Deus nunca a instituiu e nunca ensinou que isso fosse celebrado. Pelo contrário, Ele nos diz para não adorá-Lo com práticas pagãs. Contudo, Deus nos deu Suas festas e Dias Santos para demonstrar passo a passo Seu plano de salvação da humanidade. Com tudo isso em mente, o que você escolherá fazer?
A PRESSÃO DO PENSAMENTO DE GRUPO
O pensamento de grupo dominou a humanidade desde tempos imemoriais, motivando sociedades inteiras a tomar decisões incorretas. O pensamento de grupo é ao mesmo tempo profundo e penetrante.
Irving Janis, psicólogo do século vinte, da Universidade de Yale e professor emérito da Universidade da Califórnia, em Berkeley, ficou famoso por seu trabalho nesse campo. Em seu livro inovador Pensamento de Grupo (1982), Janis explorou oito sintomas principais que passam pelo estudo de caso de fiascos históricos, como a decisão do presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, de derrubar o governo cubano na Baía dos Porcos em 1961. Os oito sintomas podem ser divididos em três grupos principais: Tipo 1: Superestimava do grupo, talvez em relação ao seu poder ou sua moralidade; Tipo 2: Mente fechada; e Tipo 3: Pressão pela uniformidade (pp. 174-175).
Janis escreve: “Quando um grupo de formuladores de políticas exibe a maioria ou todos os sintomas em cada uma das três categorias, os membros realizam suas tarefas coletivas de maneira ineficaz e, provavelmente, não conseguirão atingir seus objetivos coletivos como resultado da busca de unanimidade” (p. 175, grifo nosso).
Surpreendentemente, o pensamento de grupo domina o mundo inteiro! A cristandade é um grande grupo — agora com mais de dois bilhões de pessoas em todo o mundo — afetado pelo pensamento de grupo, que tem ocorrido há quase dois mil anos. A celebração do Natal, o maior feriado entre os que se identificam como cristãos, se encaixa perfeitamente na forma do pensamento de grupo.

O Natal É Mesmo Uma Celebração Cristã?
portugues.ucg.org

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20/12/2020

Queridos irmãos em Cristo,

Vivemos em dias difíceis e particularmente com esta doença do Covid, muitas pessoas estão doentes, até mesmo alguns na Igreja já morreram por causa da Covid. Espero que esta vos encontre de boa saúde e na graça e paz do Senhor.



Precisamos continuamente orar uns pelos outros e demonstrar amor com os outros pelas nossas ações e orações. “Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor” (1 João 4:7-8).



Algumas pessoas dizem que a lei foi abolida. Eles raciocinam que Cristo disse isso em Mateus quando declarou: “E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas” (Mat 22:37-40).



Parece que Cristo substituiu as “velhas” leis por novas leis, não é? No entanto, Paulo nos diz os seus pensamentos quando afirma: “O que vamos dizer então? Que a própria lei é pecado? É claro que não! Mas foi a lei que me fez saber o que é pecado. Pois eu não saberia o que é a cobiça se a lei não tivesse dito: ‘Não cobice’” (Rom 7:7).



Também somos informados de que a lei não muda (ver Mateus 5:28, Lucas 16:17). Se a lei não mudou, então por que Cristo disse o que disse? Como podemos entender isso? Embora eu posso explicar com muitas escrituras e longas histórias, há algumas coisas básicas que explicam claramente.



Primeiro, devemos entender que Jesus não estava dizendo nada de novo aqui. Ele estava apenas parafraseando o que já estava escrito no terceiro e no quinto livros do Antigo Testamento: Levítico e Deuteronômio. O “novo” mandamento não era nada novo. Ao longo do ministério de Jesus, Ele usou a Torá (ou "lei", isto é, os livros de Moisés) como base. Ele frequentemente disse, “está escrito” antes de continuar com Seus ensinamentos.



Em segundo lugar, em toda a Bíblia, somos ensinados a amar: Ame a Deus, ame o seu próximo, ame o seu irmão, ame sua família e até ame o seu inimigo. Tenha isso em mente enquanto continuo esta carta a vós.



Há um antigo ditado romano escrito em um poema de Virgílio que afirma: "O amor vence tudo." Isso é chave para responder à declaração de Cristo. Até Paulo escreveu em Coríntios, “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor” (1 Cor 13:13).



Não podemos pecar quando amamos! Amor é um condensamento de todos os outros mandamentos. Considere então os Dez Mandamentos.



1. “Eu sou o SENHOR teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim” (Ex 20:2-3).
Você pode adorar outros deuses se amar a Deus Pai?



2. “Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos” (Ex 20:4-6).
Você pode criar e se curvar aos ídolos se amar a Deus?



3. “Não tomarás o nome do SENHOR teu Deus em vão; porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão” (Ex 20:7).
Você pode desonrar o nome de Deus se O amar e honrar?



4. “Lembra-te do dia do Sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o Sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do Sábado, e o santificou” (Ex 20:8-11).
Você pode ignorar o dia santo que Deus criou para você, se você amar a Deus?



5. “Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá” (Ex 20:12).
Você pode desconsiderar seus pais se os ama?



6. “Não matarás” (Ex 20:13).
Você pode matar alguém que você ama?



7. “Não adulterarás” (Ex 20:14).
Você pode ter relacionamentos se***is com outros, traindo assim seu cônjuge se estiver demonstrando amor por ele (ou ela)?



8. “Não furtarás” (Ex 20:15).
Você pode roubar de alguém que você ama?



9. “Não dirás falso testemunho contra o teu próximo” (Ex 20:16).
Você pode mentir sobre alguém que você ama?



10. “Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo” (Ex 20:17).
Você pode ansiar pelo que não é seu se estiver demonstrando amor ao próximo? Lembra o que aconteceu com o Rei Davi quando ele cobiçou a esposa de seu vizinho?



O verdadeiro amor piedoso é aquele que não deseja mal aos outros. Amar e seguir a Deus significa guardar Seus mandamentos, “porque este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados” (1 João 5:3).



Como temos tanto que aprender de Deus! Ele nos ama sem fim. Temos que nos arrepender e vir a ser como Ele é. O meu sermão desta semana é nesse tema “Uma história de amor sem fim!”



Desejo a todos vós um feliz Sábado.



Ao serviço de Cristo

Jorge de Campos

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