Igreja Evangélica da Mapunda

Igreja Evangélica da Mapunda Meio Interativo para os Membros da Igreja Evangélica da Mapunda e para Expansão do Evangelho

29/02/2024

Segunda parte....

Calebe revela esse espírito. O aparente comprometimento de seu início de vida foi acompanhado por sua consistência nos anos intermediários. Ele era comprometido e consistente não apenas aos 40, mas também aos 50, 60 e 70 anos. Ao longo das décadas, ele “[perseverou] em seguir o Senhor”.

Para muitos, o casamento, o estabelecimento de um lar, preocupações com os negócios, problemas de saúde e assim por diante são frequentemente acompanhados por uma perda de ardor espiritual e eficácia. Muitos são aqueles que têm grandes recursos, energia e sabedoria para oferecer, mas que decidem relaxar, deixando a obra do ministério para a próxima geração. Como os israelitas no deserto, eles se contentam com o desinteresse, o criticismo e o cinismo, deixando de ver a desintegração em suas próprias vidas espirituais.

E quanto ao seu comprometimento, suas conversas e sua afiação espiritual? Continuam como já foram um dia? Há uma grande necessidade na igreja hoje, como havia na geração do deserto de Israel, de homens e mulheres da fé experimentados, que vivam vidas marcadas por um comprometimento consistente, nos bons e maus momentos, quer seja oportuno, quer não, pelos anos que eles caminham em direção à herança prometida pelo Senhor aos seus seguidores fiéis. Como será isso para você hoje — e daqui a dez anos?

29/02/2024

Graça e Paz!! 📖🙏🏼
29 de Fevereiro -
Tema: Compromisso Consistente.

*Eu, porém, perseverei em seguir o Senhor, meu Deus. Então, Moisés, naquele dia, jurou, dizendo: Certamente, a terra em que puseste o pé será tua e de teus filhos, em herança perpetuamente, pois perseveraste em seguir o Senhor, meu Deus. (Josué 14.8-9)*

Muitas pessoas começam a vida voando, apenas para depois perder o que quer que tenha sido que uma vez as tornou bem-sucedidas. Talvez elas fossem bem conhecidas como um jovem homem ou mulher. Aos 40 anos, sua vida era de proeminência, influência e status. Na igreja, podemos ver tais indivíduos — na verdade, podemos ver a nós mesmos — como supremamente úteis a Deus. Todavia, muitas vezes, somos tentados a nos tornar mestres do ontem, frequentemente olhando para os “bons anos” e murmurando sobre como as coisas se tornaram.

Embora seja verdade para muitos, isso não era verdade para Calebe, que fugiu da apatia em potencial e persistiu na fé. Ele passou sua meia-idade em um ambiente menos do que desejável. Quando ele fez 40 anos, ficou preso vagando pelo deserto por quatro décadas, porque as pessoas ao seu redor não tinham fé em Deus. No entanto, durante esse tempo de frustração e andanças, Calebe permaneceu livre de amargura e descontentamento.

Na verdade, as coisas acabaram ficando tão ruins, que as pessoas começaram a procurar um líder para levá-las de volta aos bons e velhos tempos (Nm 14.4). No entanto, ninguém realmente precisa de um líder para voltar atrás; você pode simplesmente voltar! Precisamos de líderes para nos impulsionar para a frente. Há um amanhã. Há gerações ainda por vir. Há propósitos ainda a se desdobrarem no plano de Deus para o nosso mundo.

COMTINUA...

19/02/2024

PARTE 2....

Por serem pecadores, os filhos precisam dos mandamentos de Deus. Como pais, somos responsáveis por instruí-los na Lei de Deus desde os primeiros dias.
Nossos filhos podem ser salvos somente pela graça. Portanto, precisamos ensiná-los a olhar somente para Jesus para a salvação.
Muitos de nós vivemos em uma cultura na qual essas verdades são resistidas. Por um lado, os filhos são vistos como intrinsecamente bons, e a sua educação, saúde ou felicidade é considerada o bem mais elevado. Por outro, muitas vezes eles são alvo de piadas ou motivo de reclamações. Às vezes, mesmo dentro da própria igreja, há uma ausência de declarações bíblicas claras sobre a paternidade. Mas aqui está o que Deus diz: os filhos que crescem em casa devem obedecer a seus pais; os pais devem criar seus filhos para conhecer a Lei de Deus e a graça de Deus. Se formos criar uma geração em nossos lares e em nossas igrejas que seja mais piedosa e mais zelosa do que a nossa, faremos bem em nutrir nossos filhos no contexto da verdade de Deus. Muitos de nós somos pais com crianças em nossas casas. Todos nós somos membros de igrejas com crianças em nosso meio. Então, o que você deve fazer para contribuir para a saúde espiritual da próxima geração?

19/02/2024

19 de Fevereiro 2024
- Uma palavra para os filhos

*Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra. (Efésios 6.1-3)*

Em duas ocasiões, quando Paulo dá a seus leitores uma longa lista dos maus frutos da impiedade, bem no meio encontramos uma pequena frase: “desobedientes aos pais” (Rm 1.30; 2Tm 3.2). Por outro lado, quando você lê a história da igreja, descobre que, em tempos de avivamento espiritual, seguiu-se disso a piedade prática — incluindo a submissão das crianças à autoridade piedosa dos pais.

A obediência dos filhos aos pais não é mera sugestão; é uma obrigação. A Escritura ensina que tal obediência é correta de acordo com a ordem natural da Criação de Deus, de acordo com a Lei dele, e como resposta ao Evangelho. Os pais não devem ter medo de pedir, e enaltecer, a obediência. Mas Paulo não diz apenas que a obediência é correta; ele também diz que ela é recompensada. No Senhor Jesus, há uma bênção que acompanha a atenção aos mandamentos e promessas de Deus. E, quando as relações entre pais e filhos são marcadas por amor, confiança e obediência, não criamos apenas pessoas saudáveis; criamos uma sociedade saudável e coesa.

Os pais que desejam produzir tal obediência fariam bem em se lembrar de cinco verdades importantes que a Bíblia ensina sobre nossos filhos:

“Herança do Senhor são os filhos” (Sl 127.3). Eles são um presente e uma bênção. Pensar em nossos filhos deve incitar gratidão ao Doador desses filhos.
Não somos donos de nossos filhos; eles pertencem a Deus. Eles estão emprestados a nós por um tempo limitado.
Os filhos são imperfeitos desde a concepção, culpados de pecado e não merecedores da vida eterna — assim como todos nós (Sl 58.3; Rm 3.23).

CONTINUA...

13/02/2024

PARTE 2....

Deus diz que haverá um dia de juízo. De fato, Jesus retornará em sua glória e “todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros” (Mt 25.32). O reino não é uma ideia que Jesus introduziu em algum momento para corrigir um defeito no sistema. Isso foi planejado desde toda a eternidade.

O juízo vindouro deveria criar um senso de urgência no evangelismo e deveria criar honestidade sobre e inflexibilidade para com o nosso pecado. Precisamos apresentar ao mundo — e pregar a nós mesmos — um Salvador vivo na pessoa de Jesus, que fará exatamente o que ele disse que fará. Somente ao reconhecer o nosso pecado e nossa necessidade por um Salvador é que herdaremos este Reino eterno de Deus.

13/02/2024

13 de Fevereiro - 2024

Herdando o Reino

*Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? (1Co 6.9)*

Nada define os crentes mais do que sua membresia no Reino de Jesus Cristo. Isso é parte do que torna os cristãos únicos. Somos membros de um reino completamente novo. Podemos ser negros ou brancos, ricos ou pobres, homem ou mulher, mas o que nos une é a fidelidade a um Rei — a saber, Jesus. Marchamos sob suas instruções, nos regozijamos em meio às suas tropas e estamos contentes de executar suas ordens.

O Reino de Deus é um reino de justiça. O caráter de Deus é a perfeição, seus padrões são excelentes e ele não pode contemplar o pecado. Portanto, aqueles que negam seu caráter e rejeitam seus padrões, Paulo alerta, “não herdarão o reino de Deus”. Um estilo de vida marcado pela maldade, rebelião e autossuficiência é incompatível com o governo de Cristo — logo, a decisão de passar a vida dessa forma é uma decisão de viver fora das fronteiras do reino dele.

Devemos notar que Paulo não está se referindo a atos isolados de injustiça. Nenhum membro do Reino de Cristo vive uma vida sem pecado deste lado da glória eterna. Na verdade, Paulo está se referindo a alguém que persistentemente vai atrás do pecado ou o tolera. Ele tem em mente o tipo de vida que declara: “Eu não quero que Deus interfira em minhas escolhas, mas quero viver com a ideia de que, na verdade, eu realmente faço parte do seu reino, e quero todos os benefícios disso”.

Deus traça fronteiras em seu reino. Com certeza não é o caso de que todos estão dentro, não importa quem sejam, em que creiam ou o que desejem! Essa ideia pode soar bastante palatável, mas ela simplesmente não é o que a Palavra de Deus ensina — Deus, e nenhum outro, decide quem faz parte do seu reino.

CONTINUA...

10/02/2024

PARTE 2...

Há uma correlação direta entre deleitar-se na Palavra de Deus — permitir que ela controle e direcione a nossa vida — e manter o zelo pela pureza. Se falharmos em estimar a Escritura, o problema não é se iremos tropeçar na questão da pureza, mas quando.

Cada um de nós pode manter seu caminho puro se guardarmos a Palavra de Deus em nosso coração (Sl 119.9). Você tem um plano para memorizar a Escritura? Permita-me desafiá-lo a se comprometer a memorizar um versículo da Bíblia, seja de vez em quando, seja todos os dias, todas as semanas ou quando quer que seja. Faça um plano e siga-o.

Deleita-te na Palavra de Deus e fique satisfeito. Estime a Escritura e seja puro.

10/02/2024

Devocional Noturno

10 de Fevereiro 2024

=Estimando a Palavra de Deus=

*Filho meu, guarda as minhas palavras e conserva dentro de ti os meus mandamentos. Guarda os meus mandamentos e vive; e a minha lei, como a menina dos teus olhos. Ata-os aos dedos, escreve-os na tábua do teu coração. (Provérbios 7.1-3)*

Acho perigoso fazer compras de mercado quando estou com fome. De repente estou tentado a comprar comida que, sob circunstâncias normais, não me chamaria a atenção de forma alguma. Não estou sozinho, de acordo com o Rei Salomão: “A alma farta pisa o favo de mel, mas à alma faminta todo amargo é doce” (Pv 27.7).

O mesmo princípio pode ser aplicado à nossa ambição pela pureza. Há um perigo real em vivermos espiritualmente famintos, porque não nos alimentamos da Palavra de Deus.

Se quisermos tentar, de forma significativa, manter nossa pureza, é imperativo que não apenas leiamos a Palavra de Deus; precisamos também estimá-la. Salomão — o rei de Israel a quem Deus deu sabedoria que superava a de todos (1Rs 3.3-14) — usa uma linguagem que chega a uma noção de estimar a Palavra de Deus quando ele orienta seu filho a “guardar” suas palavras, a “entesourar”, a mantê-las como a “menina dos seus olhos”, a “atá-las” e “escrevê-las” em seu coração.

Para nos relacionarmos com a Palavra de Deus dessa maneira, precisamos ir além de usar a Bíblia meramente como um livro didático para estudar, um conjunto de passagens para embasar nossos argumentos ou um livro de promessas que abrimos ocasionalmente. Estimar a Palavra de Deus requer que busquemos a perspectiva do salmista, o qual, distanciando-se dos orgulhosos e escarnecedores do seu tempo, diz a respeito do homem que anda com Deus: “o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite” (Sl 1.2).

CONTINUA...

09/02/2024

PARTE 2...

Jesus começa sua ilustração estabelecendo o relacionamento dos dois homens em sua história: eles eram amigos. Então ele prossegue com a explicação de como um deles, querendo demonstrar hospitalidade a um hóspede, vai até a casa do outro homem à meia-noite para pedir pão. Ele até mesmo arrisca acordar a família inteira de seu amigo apenas para fazer o seu pedido. Por causa de sua persistência ousada, Jesus diz que o segundo homem se levanta e dá ao primeiro o que ele precisa.

O que precisamos entender dessa história de Jesus é isto: se uma amizade humana sincera produz tal resposta generosa, podemos ter certeza de que Deus nunca irá nos negar nada de que verdadeiramente precisamos quando formos a ele em oração. O pedido do homem era ousado, mas, por mais exigente que possa parecer, é ouvido pelo amigo e respondido por causa de sua persistência. Quanto mais, então, podemos ser absolutamente confiantes de que nosso Pai celestial está preparado para nos responder quando nos aproximamos dele com um coração sincero e humilde.

A segurança diante de Deus não é necessariamente presunçosa. Pelo contrário, podemos ter confiança diante do seu trono por causa da amizade que ele estabeleceu conosco através de Jesus. Por causa dele, podemos falar com nosso Criador com a “importunação” de um amigo próximo. Que pensamento! Não há meia-noite com Deus, nem nunca haverá um momento no qual ele estará incomodado por irmos até ele como nosso Amigo. Tudo o que precisamos fazer é bater à porta.

Por. Jeremias Dumba

09/02/2024

09 de Fevereiro

=Nosso Amigo Celestial =

*Qual dentre vós, tendo um amigo, e este for procurá-lo à meia-noite e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães, pois um meu amigo, chegando de viagem, procurou-me, e eu nada tenho que lhe oferecer. […] digo-vos que, se não se levantar para dar-lhos por ser seu amigo, todavia, o fará por causa da importunação e lhe dará tudo o de que tiver necessidade. Por isso, vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á. (Lc 11.5-9)*

É tentador pensar que falar sobre Deus é a principal expressão de nosso relacionamento com ele. Entretanto, é possível falarmos sobre Deus sem qualquer conhecimento íntimo sobre quem ele verdadeiramente é. Frequentemente a evidência do nosso relacionamento pessoal com Deus não é encontrada em nossas palavras públicas, mas em nossas orações privadas — não no que dizemos sobre ele, mas no que dizemos a ele. De fato, afirma-se que Robert Murray M’Cheyne observou: “O que um homem é de joelhos diante de Deus, isto é o que ele é — e nada mais”.

Nisso reside um desafio! Afinal, se formos honestos, muitas de nossas orações refletem um relacionamento estático ou distante, não o dinamismo que deveria marcar uma amizade íntima. Todavia, se isso é verdade a nosso respeito, então podemos estar certos de que não estamos sozinhos. Os discípulos de Jesus também desejavam crescer em intimidade com seu Pai celestial, mas sabiam que precisavam que o Senhor lhes ensinasse como fazer isso (Lc 11.1) — e, como resposta, Jesus, tendo delineado o que veio a ser chamado de “oração do Senhor”, contou a eles uma parábola sobre o pedido ousado de um amigo.

CONTINUA....

Endereço

Lubango

Telefone

+244929201128

Website

Notificações

Seja o primeiro a receber as novidades e deixe-nos enviar-lhe um email quando Igreja Evangélica da Mapunda publica notícias e promoções. O seu endereço de email não será utilizado para qualquer outro propósito, e pode cancelar a subscrição a qualquer momento.

Compartilhar