Não é demais falarmos do surgimento da Igreja Metodista Unida de Bethel, porque é um trabalho de evangelização que foi estabelecido em Luanda por homens conduzidos pelo espírito santo. Após de instalação da Igreja em luanda, no ano de 1923, a evangelização penetrou pelos bairros, formando grupos de homens e mulheres cristãos. Houve a necessidade de abertura de muitas classes, tais como: Classes de
Maculusso, nomeadas por km5, km7, km8, classe de Sambizanga, classe dos Malanginhos e classe dos catetenses. Em 1923 a Igreja de Luanda recebe o primeiro pastor, Manuel Fernandes Agostinho, como pastor auxiliar angolano, nomeado pela conferência ecuménica reunião de todos missionários e pastores em Pungo Andongo, como primeiro paço dirigido pelo pastor Augusto Klebssatel
Depois de 23 anos de evangelização na cidade de Luanda, houve necessidade de estender a área de evangelização e as classes km5, km7 e km8 reuniram e formaram uma só frente para o angariamento de fundos financeiros, com o objectivo de adquirirem uma parcela de terreno nos musseques dos Assis para construção de uma casa pastoral para Igreja de Luanda. Apos a construção da casa pastoral, estava ocupada pelo reverendo Júlio João Miguel, com primeiro inclino da residência. Um ano depois da construção da casa pastoral, no ano de 1955, desaba abóboda onde os cristãos reuniam para o culto divino, deste mesmo ano a junta administrativa reúne e os oficiais das três classes (km5, km7 e km8) pedem ao reverendo Augusto Klebssatel a promoção das três classes a categoria de Igreja. Na mesma junta não foi aceite a proposta por questões financeiras que as três classes enfrentavam. Alguns membros como Joaquim Pedro Francisco (Murimba), Joaquim Manuel Augusto, Sebastião Gaspar Domingos, Domingos André Tomás, Brás Joaquim Caetano, Manuel Francisco da Costa, Alberto António Neto, António Victor de Carvalho, António Rocha, Conceição António Cândido, Joaquim Bernardo, João Mateus Sebastião Neto, construíram a igreja central na baixa de Luanda e a casa pastoral no Marçal. Quando o tecto da classe desaba, os dirigentes das classes acima citada, levaram novamente a proposta a junta administrativa para elevar as três classes a categoria de Igreja. A junta administrativa decidida de promover as classes a categoria de igreja e com a denominação de igreja Luanda Sul, pagando as rendas de casa pastoral. Depois das respectivas classes serem elevadas a categoria de igreja, não foi nomeado nenhum pastor. Ficou supervisionada pelos irmãos Joaquim Manuel Augusto e Joaquim Pedro Francisco (Murimba), até a conferência anual daquele ano de 1956. No mesmo ano o irmão Joaquim pedro Francisco (Murimba), cedeu um talhão no seu terreno para construção da classe do km7, após a demolição da classe pelo caminho-de-ferro, que passava dentro do bairro Marçal e as duas classes do km 5 e 8, foram construídas nos seguintes locais; A classe do km 8 foi construída no terreno do irmão Domingos André Tomás, a outra classe foi construída no terreno dos irmãos Assis, que a classe que tem o nome de São Pedro, foi uma contribuição dos membros da classe que passaram dois anos sem pagar os dízimos a igreja.