13/12/2023
Tema:
No estudo sobre Daniel nós vimos a atuação daquele "chifre pequeno" do cap. 8, que se levantaria "contra o Príncipe dos príncipes" (v. 25), tirando-lhe "o sacrifício costumado" (v. 11) e deitando "por terra a verdade" (v. 12).
E então surgiu a pergunta: – Dan. 8:13 – "Até quando.. . ?"
E a resposta foi: – Dan. 8:14 – "Até 2.300 tardes e manhãs; e o santuário será purificado".
Mas qual é esse "santuário" que seria purificado no final desse período profético?
Para respondermos a esta pergunta, nós passaremos daqui para frente a considerar alguns assuntos relacionados com o santuário terrestre, com o santuário celestial, e com esse período profético das 2.300 tardes e manhãs.
E nesta oportunidade nós vamos considerar o santuário terrestre, os seus compartimentos com os seus utensílios; bem como o significado do ritual do santuário.
A passagem que, mais que todas as outras, havia sido tanto a base como a coluna central da fé do advento, foi a declaração: “Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado.” Daniel 8:14. Estas palavras haviam sido familiares a todos os crentes na próxima vinda do Senhor. Era esta profecia repetida com alegria pelos lábios de milhares, como a senha de sua fé.
Todos sentiam que dos acontecimentos nela preditos dependiam suas mais brilhantes expectativas e mais acariciadas esperanças. Ficara demonstrado que estes dias proféticos terminariam no outono de 1844.
Em conformidade com o resto do mundo cristão, os adventistas admitiam, nesse tempo, que a Terra, ou alguma parte dela, era o santuário, e que a purificação do santuário fosse a purificação da Terra pelos fogos do último grande dia. Entendiam que isso ocorreria na segunda vinda de Cristo. Daí a conclusão de que Cristo voltaria à Terra em 1844.