Comissão Juvenil Do Centro CJC "NSM"

Comissão Juvenil Do Centro CJC "NSM" Essa é uma página onde a cjc vai anunciar as actividades e publicar algumas fotos das actividades, alguns avisos e reflexões

Paz e Bem irmãos A Comissão Juvenil do Centro Nossa Srª da Misericórdia vem por meio desta convocar todos os grupos e mo...
30/03/2021

Paz e Bem irmãos

A Comissão Juvenil do Centro Nossa Srª da Misericórdia vem por meio desta convocar todos os grupos e movimentos para um breve encontro de organização e explicação amanhã pelas 18h no centro. Esse encontro surge devido ao facto de estarmos escalados para fazermos adoração ao santíssimo na vigília da paixão isso na quinta feira ás 21h00.

Sobre a Vigília da Paixão

A igreja f**a em vigília ao Santíssimo, relembrando os sofrimentos de Jesus, que tiveram início nesta noite (Quinta Feira "01 de Abril"). A igreja já se reveste de luto e tristeza, desnudando os altares (quando são retirados todos os enfeites, toalhas, flores e velas), tudo para simbolizar que Jesus já está preso e consciente do que vai acontecer.

26/03/2021

Paz e Bem !

Amanhã Pelas 08h Toda Juventude da Paróquia de Santo é convidada a participar da Tenda Penitencial, Tenda Penitencial é uma actividade que está ser organizada pela CPJ - Comissão Pastoral Juvenil e tem o propósito desse dia ser um dia de Confissões para nós jovens da Paróquia de Santo António. A actividade terá o seu inicio ás 08h e o seu termino ás 12h.

O que é a confissão?

“O sacramento da Reconciliação é um sacramento de cura. Quando me confesso é para me curar, para curar a minha alma, o meu coração e algo de mal que cometi”[1].

Porquê confessar-se?

Explica o Papa Francisco que “o perdão dos nossos pecados não é algo que possamos dar a nós mesmos. Eu não posso dizer: perdoo os meus pecados. O perdão é pedido a outra pessoa e na Confissão pedimos o perdão a Jesus. O perdão não é fruto dos nossos esforços, mas uma dádiva, é um dom do Espírito Santo”[2].

É complicado confessar-se?

Não o é tanto: no Catecismo, a Igreja propõe-nos quatro passos para uma boa confissão[3]:

1) Exame de consciência;

2) Contrição (ou arrependimento), que inclui o propósito de não voltar a pecar;

3) Confissão;

4) Satisfação (ou cumprir a penitência

15/03/2021

Paz e Bem!

É Já nesse sábado 20 de Março que teremos o nosso retiro quaresmal para o nosso centro esperamos contar com todos pontualmente ás 08h00. para o mesmo todos nós que vamos participar devemos trazer um caderno, lapiseira, terço e farnel.

retiro é um termo muito usado por cristãos para designar uma actividade da igreja em que geralmente são levados para lugares ao ar livre onde possam usufruir ao máximo do encontro com Deus. Ele pode ser uma "vivência", ou seja, de apenas um dia ou pode ser de 3 ou de uma semana.

A Quaresma é um tempo de penitência, em que a igreja recorda o período em que Jesus esteve no deserto e foi tentado pelo demónio.

18/09/2020

Paz e Bem

Hoje pelas 09h estaremos a distribuir novamente os cartões para a participação dos fiéis nas missas

Vamos chegar cedo

22/05/2020

22 de Maio.
S. Rita de Cássia, religiosa.
Casada com um homem violento, suportou pacientemente as suas crueldades e conseguiu reconciliá-lo com Deus. Exemplo de paciência e compunsão.
Partilha:
*Permaneçam em nós as palavras de Cristo.
"Se permanecerdes em Mim, diz o Senhor, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes e ser-vos-á cencedido". Se permanecermos em Cristo, que podemos querer senão o que agrada a Cristo? Se permanecermos no Salvador, que podemos querer senão o que não é alheio à salvação? De facto, queremos umas coisas porque estamos em Cristo, mas queremos outras coisas porque estamos neste mundo. Porque permanecemos neste mundo, somos por vezes impelidos a pedir o que nem sabemos se nos convém. Mas não suceda isto em nós, se permanecemos em Cristo, que, quando pedimos, não faz senão o que convém.
Portanto, permanecendo n'Ele, quando as tuas palavras permanecem em nós, pediremos o que queremos e ser-vos-á concedido. Porque se pedimos e não nos é concedido, não pedimos o que permanece n'Ele nem o que está nas suas palavras que permanecem em nós, mas o que provém da cobiça e da enfermidade da carne, que não está n'Ele e na qual não permanecem as suas palavras a oração que Ele mesmo nos ensinou, quando dizemos: Pai nosso, que estais nos Céus. Não nos afastemos das palavras e do sentido desta oração nas nossas petições, e ser-nos-á concedido o que pedimos.
Só podemos dizer que as suas palavras permanecem em nós, quando fazemos o que Ele nos mandou e amamos o que prometeu. Mas quando as suas palavras permanecem na memória e não se encontram no modo de viver, no ramo não está inserido na videira, porque não recebe a vida da raiz. A esta diferença se pode aplicar o que diz a Escritura: "Guardam na memória os seus mandamentos, para os cumprir. Muitos guardam-nos na memória para os desprezar, ou até para os redicularizar e atacar. As palavras de Cristo não permanecem naqueles que de algum modo tem contacto com elas, mas não aderem a elas. Por isso não serão para eles um benefício, mas um testemunho adverso. E porque estão neles sem permanecerem neles, só as têm para serem julgados por elas.
Redator: Helton Vieira Dias Arão.

Fonte: Do comentário de Santo Agostinho, bispo, sobre o Evangelho de São João. Século V

22/05/2020

Em 786 foi introduzida a adoração a imagens. Respostas: Não é adoração, é Veneração. Vocês protestantes sempre acusam os Católicos de adorar imagens. Vamos demonstrar aqui que Deus não proibiu fazer imagens, aliás, mandou fazer.

Esclarecimento:

Imagem: é a representação de um ser em seu aspecto físico. Assim imagem é uma fotografia, uma estátua, um quadro, etc.

Ídolo: é um falso deus, inventado pela fantasia humana (sol, lua, animais, etc.).

Adorar: é o ato de considerar Deus como o único criador e senhor do mundo.

Idolatria: é o ato de adorar o falso deus, ou seja, é considerar o falso deus como criador e senhor do universo.

Venerar: é imitar, honrar, louvar, homenagear, saudar, etc.

Deus proíbe a fabricação de ídolos, não de imagens. Lendo na Bíblia (Ex 20, 1-5), percebemos que Deus proíbe severamente a fabricação de ídolos (falsos deuses) para serem colocados no lugar do Deus verdadeiro (criador do universo).

Quando as imagens não são para serem colocadas no lugar de Deus, isto é, quando as imagens não são para serem adoradas, então o mesmo Deus as manda fazer, e muitas.

Exemplo das imagens que mandou fazer. Ler (Êxodo 25, 1820) (Êxodo 26, 1-2) (Êxodo 37, 7-9) (1 Reis 6, 2329) (1 Reis 6, 32) (1 Reis 7, 36) (1 Reis 8,7) (2 Crônicas 3, 10-14) (2 Crônicas 5, 8) (Ezequiel 41, 17-21) (Números 21, 8-9) (1 Crônicas 28, 18-19) (Números 7, 89) (1 Samuel 4, 4) (2 Samuel 6, 2) (Hebreus 9, 5).

O templo de Deus, construído ricamente pelo rei Salomão, estava cheio de imagens de escultura e Deus se manifestou nesse templo e o encheu de sua glória: (Ezequiel 41, 17-20) (Ezequiel 43, 4-6). Nesse templo havia até imagens gigantes: (1 Reis 6, 23-35) (2 Crônicas 3, 10-14) tinha “a serpente de bronze, querubins de ouro, grinaldas de flores, frutos, árvores, leões”, etc. (Números 21, 9) (Êxodo 25, 13) (Ezequiel 1, 5) (Ezequiel 10, 20) (1 Reis 6, 18, 23) (1 Reis 7, 36) (Números 8, 4).

É bom lembrar que os primeiros Cristãos usavam imagens nos lugares de culto, nos cemitérios e nas catacumbas. Perseguidos, para auxiliar sua fé tão posta à prova, pintavam e esculpiam naqueles subterrâneos, figuras representando Cristo e Sua Mãe Santíssima. O que mostra de passagem que o culto também à Mãe de Cristo é tão antigo quanto o próprio Cristianismo.

Ademais o fato de que Deus apareceu sob forma visível no mistério da encarnação parece um convite a reproduzir a face humana do Senhor e dos seus amigos. As primeiras imagens eram inspiradas pelo texto bíblico (cordeiro, bom pastor, peixe, Daniel, Moisés); mas podiam também representar o Senhor, a virgem Maria, os Santos Apóstolos e Mártires. Desde os inícios da arquitetura sacra as Igrejas foram enriquecidas com imagens tanto a título de instrução dos iletrados.

MOURA, Jaime Francisco de. Respostas Católicas Aos Ataques Protestantes. 1. ed. 2011. p. 34 — 35.

22/05/2020

QUEM FUNDOU A IGREJA: CONSTANTINO OU JESUS CRISTO? QUANDO SURGIU O TERMO CATÓLICA?

Com muita frequência, presenciamos pessoas sem estudo e conhecimento histórico falando bobagens dentro de universidades ou mesmo em igrejas protestantes. Se estudassem mais sobre história, lessem mais ao invés de repetir o que outros falam, com certeza descobririam o quanto a ignorância e a falta de conhecimento têm cegado a muitos. Muitos sustentam a ideia de que a Igreja foi fundada por Constantino no ano de 324 d.C. Acho que esquecem de um pequeno detalhe: De que Igreja, então, foram os 32 Papas que existiram entre Pedro (o primeiro Papa) e Constantino? Bem, vamos aos documentos de fato, que é o que nos interessa. Documentos que provam que a Igreja já existia muito antes de Constantino existir. Desde Cristo, a Igreja era chamada simplesmente de Igreja. Mas o seu caráter universal (“Ide a todos os povos…”) fez agregar-se a ela a palavra católica (katolicon, do grego universal).

O primeiro escritor da Igreja que apresenta a expressão católica foi Santo Inácio de Antioquia, martirizado em Roma, em 107 d.C. Santo Inácio nos fala abertamente da Igreja Católica, na sua Epístola aos Esmirnenses: “Onde comparecer o Bispo, aí esteja a multidão, do mesmo modo que, onde estiver Jesus Cristo, aí está a IGREJA CATÓLICA” (Epístola aos Esmirnenses c 8, 2). Outro contemporâneo dos Apóstolos foi São Policarpo, bispo de Esmirna, que nasceu no ano 69 e foi discípulo de São João Evangelista.

Quando São Policarpo recebeu a palma do martírio, a Igreja de Esmirna escreveu uma carta que é assim endereçada: “A Igreja de Deus que peregrina em Esmirna à Igreja de Deus que peregrina em Filomélio e a todas as paróquias da IGREJA SANTA E CATÓLICA em todo o mundo”.
Nessa mesma Epístola se fala de uma oração feita por São Policarpo, na qual ele fez menção de "todos quantos em sua vida tiveram trato com ele, pequenos e grandes, ilustres e humildes, e especialmente de toda a IGREJA CATÓLICA, espalhada por toda a terra” (c. São Cipriano em 249, antes de Constantino nascer, e antes do Concílio de Nicéia, testemunhava: “Estar em comunhão com o Papa é estar em comunhão com a Igreja Católica.” (Epist. 55, n.1, Hartel, 614); “E não há para os fiéis outra casa senão a Igreja Católica.” (Sobre a unidade da Igreja, cap. 4); “Roma é a matriz e o trono da Igreja Católica.” (Epist. 48, n.3, Hartel, 607).

No século III, Firmiliano, bispo de Capadócia, diz assim: “Há uma só esposa de Cristo que é a IGREJA CATÓLICA” (Ep. De Firmiliano nº 14). São Frutuoso, martirizado no ano 259, diz: “é necessário que eu tenha em mente a IGREJA CATÓLICA, difundida desde o Oriente até o Ocidente”. (Ruinart. Acta martyrum pág 192 nº 3). Ora, quem não quiser ver, não veja. Inventar mentiras para sustentar que a Igreja Católica não estava sempre presente na historia é fácil, o difícil é provar! "E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edif**arei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus." São Mateus 16, 18-19 "O primado é conferido a Pedro para que fosse evidente que há uma só Igreja e uma só cátedra. Todos são pastores, mas é anunciado um só rebanho, que deve ser apascentado por todos os Apóstolos em unânime harmonia.

Aquele que não guarda esta unidade, proclamada também por Paulo, poderá pensar que ainda guarda a fé? Aquele que abandona a cátedra de Pedro, sobre o qual foi fundada a Igreja, poderá confiar que ainda está na Igreja?" São Cipriano de Cartago (†258) "Todavia, se eu tardar, quero que saibas como deves portar-te na casa de Deus, que é a Igreja de Deus vivo, coluna e sustentáculo da verdade." I Timóteo 3, 15 "Onde está Cristo Jesus, está a Igreja Católica." Santo Inácio de Antioquia, bispo e mártir no ano 107 d.C Jesus orou pela união da Igreja: "Para que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós e o mundo creia que tu me enviaste.

Dei-lhes a glória que me deste, para que sejam um, como nós somos um: eu neles e tu em mim, para que sejam perfeitos na unidade e o mundo reconheça que me enviaste e os amaste, como amaste a mim."
São João 17, 21-23 O apóstolo Paulo alertou sobre as divisões quando escreveu a Carta aos Coríntios: "Rogo-vos, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que todos estejais em pleno acordo e que não haja entre vós divisões. Vivei em boa harmonia, no mesmo espírito e no mesmo sentimento." I Coríntios 1, 10 Há uma só Igreja, como também um só batismo e uma só fé: "Sede solícitos em conservar a unidade do Espírito no vínculo da paz. Sede um só corpo e um só espírito, assim como fostes chamados pela vossa vocação a uma só esperança.

Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo." Efésios 4, 3-5 O "jesus" subjetivo e relativo que o protestantismo nos apresenta, é uma cilada do Demônio, a desunião protestante não agrada a Deus, onde uns guardam o sábado, outros o domingo, uns batizam crianças, outros não, uns dizem já estar salvos antecipadamente, outros não, uns calvinistas, outros arminianos, fora os TJs, Mórmons, pentecostais, etc.

DISCUSSÃO: Já nos alertava Santo Atanásio em 359 d.C: "Levemos em conta que a própria tradição, ensinamento e fé da Igreja Católica, desde o princípio, dadas pelo Senhor, foi pregada pelos Apóstolos e foi preservada pelos pais. Nisto foi fundada a Igreja; e se alguém se afasta dela, não é e nem deve mais ser chamado Cristão." Santo Atanásio, Carta a Serapião de Thmuis, 359 d.C E o que dizer da Pentarquia, os 5 Patriarcados que, unidos, regiam a Fé Cristã — Jerusalém, Antioquia, Alexandria, Constantinopla e Roma? Por que somente Roma teve que ser a sede da Igreja de Cristo? A Igreja até Constantino era chamada apenas de Igreja de Cristo, ou do Caminho. Com Constantino passou a chamar Santo Império Romano, 100 anos depois Sacro Império Católico Romano e finalmente Igreja Católica Apostólica Romana. A história não mente, A Igreja de Cristo só passou a ser a Igreja Católica quatro séculos após o relato de Jesus e Pedro.

Como cristãos, procuremos ler de tudo, sermos, intelectualmente, abertos, analisar todas as vertentes e pontos de vista, ver a mesma realidade histórica sob diferentes aspectos e janelas.
Toda cabeça é um universo diferente, portanto, é natural que as apreensões de uma mesma realidade sejam diferentes. Pra ser mais claro, vou dar um exemplo, se for ouvir de um padre católico acerca da Reforma, terei uma dada apreensão do fato histórico, agora, se for ouvir a mesma história de um pastor luterano, o mesmo dará uma outra apreensão de uma mesma realidade histórica.

Agora, se quisermos ter uma posição mais ou menos neutra, então, ouvirei a mesma história contada por um padre ortodoxo. “Segundo ‘A Enciclopédia Americana’, tomo 8, página 368, o mencionado Táscio Cecílio Cipriano nasceu por volta do ano 200 d.C. e morreu em Cartago, África, em 14 de setembro de 258. ‘Pouco depois de ter sido batizado (246), foi ordenado sacerdote e então foi eleito bispo pelos cristãos de Cartago (248)…

Fez muito para socorrer e fortalecer seu episcopado. Sob ele foram celebrados sete concílios, o último em 256″. Embora este bispo africano seja considerado um dos ‘padres’ da Igreja e reconhecido como santo pela Igreja Católica Romana, subsiste o facto de que era um clérigo, alguém do clero que existiu após a morte dos apóstolos de Jesus Cristo e dos que estiverem estreitamente associados a eles”. Observe-se que, ao terminar a citação da Enciclopédia Americana, a Torre da Vigia afirma que: “Embora este bispo africano seja considerado um dos ‘padres’ da Igreja e reconhecido como santo pela Igreja Católica Romana, subsiste o facto de que era um clérigo, alguém do clero que existiu após a morte dos apóstolos de Jesus Cristo e dos que estiverem estreitamente associados a eles”. Isto contradiz a teoria da Torre da Vigia de que a Igreja Católica foi fundada no século IV por Constantino. São Cipriano (200-258) é anterior a Constantino (274-337) Como poderia, portanto, Constantino fundar a Igreja Católica se antes dele já existiam católicos e até bispos como São Cipriano? Isto demonstra que já existia uma hierarquia eclesiástica, que não nasceu por “geração espontânea”. A própria Torre da Vigia conclui que São Cipriano estava “estreitamente” ligado à cadeia ininterrupta dos discípulos que vêm desde Jesus Cristo. Portanto, antes de Constantino já existia a Igreja Católica e alguns dos mais conhecidos foram São Cipriano, Santo Inácio de Antioquia, Santo Ireneu, São Lino, São Clemente etc.

Todos eles acreditavam na Eucaristia, na comunhão dos santos, na devoção da Virgem, na confissão perante o sacerdote, no Papa… eram católicos. Tudo isto qualquer um pode comprovar em uma biblioteca, consultando as obras cristãs escritas nos primeiros séculos. A questão e a pergunta que deve ser feita é: a quem e/ou a quê interessa que o fato histórico seja relatado e descrito sob tal e, determinada, óptica? Qual o viés ideológico está envolvendo o fato e, assim, moldando, de forma sistémica e ideológica, o seu relato? A questão não é de quem está certo ou de quem está errado, fazer essa análise dicotómica, maniqueísta de quem está ou não certo ou errado é ser, por demais, simplista, pra não dizer superficial, apenas são entendimentos diferentes de uma mesma realidade, uma auxilia a outra na busca de uma compreensão mais ampla e profunda. Dentro desse prisma, tenho por mim, que não existem "fatos", o que há são apreensões diferentes de uma mesma realidade, no sentido de que a verdade cognoscível, enquanto simples opinião plausível, não passa de mera aparência, enquanto que a verdade absoluta, identif**ada com o Uno de Plotino e, mais ainda, identif**ada com o Verbo encarnado de Deus é, ôntica e, fenomenicamente, eterna, sem ocaso e sem fim em si mesma. A grande verdade absoluta é que Deus vive eternamente e a ele seja nosso louvor e oração por intermédio de nosso irmão literal JESUS CRISTO que com Deus vive pelos séculos dos séculos amém..

22/05/2020

CONFERENCIA EPISCOPAL DE ANGOLA E SÃO TOME CEAST
CONSELHO PERMANENTE ALARGADO DOS BISPOS DA CEAST-EM VÍDEO-CONFERÊNCIA

Comunicado de Imprensa

Na manhã do dia 20 de Maio de 2020, em sistema de vídeo conferencia, teve lugar a IIº reunião do conselho Permanente Alargado da conferência Episcopal de Angola e São Tome – CEAST, sob lema presidencial de Dom Filomeno do Nascimento Vieira Dias, Presidente da CEAST, e contou com a participação de todos os Bispos desta conferência.

1. Deliberações
Na sequência dos trabalhos, os Bispos aprovaram:

1.1, A Nota Pastoral em tempo de Covid-19
1.2. As normas de cultos públicos no contexto da Covid-19, a serem aplicadas depois do estado de emergência.
1.3. O Alargamento da vivência do Triénio da Juventude até Novembro de 2021, sob o tema, “A Juventude e a fé testemunhada” e o consequente adiamento do início do triénio delicado à criança.
1.4. A Mudança do local da próxima Assembleia Plenária ordinária da CEAST, da Diocese de Malange para a Sede da CEAST.

2. Em relação aos Seminários, deve continuar a actividade formativa interna. Quanto ás aulas, deverão seguir as orientações do Ministério do Ensino Superior.

3. Quanto à Vida Pastoral, tendo em conta as normas do estado de emergência, observados os procedimentos de higienização e de Biossegurança:

a) Podem reabrir os Cartórios paroquiais para os atendimentos dos Fieis:
b) A Disponibilidade dos Sacerdotes para os Sacramentos da reconciliação, da lição dos Enfermos e para direcção espiritual;
c) As paróquias devem organizar o serviço da caridade, prestando atenção ás franjas mais desfavorecidas da sociedade.
4. Agradecimentos
Os Bispos expressaram a sua gratidão á Irmã Maria dos Anjos pelos altos serviços prestados à sede da conferência Episcopal de Angola e São Tomé, fazendo votos de que Deus continue a abençoar a sua missão.

20 de Maio de 2020
Os Bispos da Conferência Episcopal de Angola e S.Tomé
Luanda – Angola – Rua Comandante Dala – Cx,P.3579 – Telef +244 443686
Telefax +244445504/¬Email: [email protected]

22/05/2020

Leituras do dia: Santa Rita de Cássia, religiosa (manifestação)

Actos dos Apóstolos 18,9-18
Salmo 46(47),2-7
Evangelho: São João 16,20-23

Um só coração e uma só alma!

21/05/2020

Paz & Bem mais um testemunho para vocês

FÉ E ESPERANÇA SOBRE RODAS – Leandro Marques – 11/07/2013

“Deus, se eu não posso morrer, então mostra-me como devo viver.” A oração, em tom de desespero, foi feita em 1967 por Joni Eareckson Tada, uma jovem americana então com 17 anos. Crente daquelas nominais, que achava fazer um favor a Deus por acreditar nEle, a garota acabara de ver interrompidos todos os sonhos e expectativas típicos da adolescência. Um mergulho mal calculado em águas rasas provocou uma dramática guinada em sua trajetória de vida. O clamor, feito depois que ela recebeu a dura notícia de que seu corpo estava definitivamente paralisado do pescoço para baixo, foi plenamente respondido – Joni não apenas aprendeu a viver com sua deficiência como fez dela a motivação para uma intensa atividade espiritual e social. Passados mais de 40 anos, ela está à frente da organização Joni and Friends (Joni e Amigos), que tem levado esperança e inspiração a pessoas com necessidades especiais em todo o mundo. Ao todo, a organização já distribuiu, gratuitamente, quase 50 mil cadeiras de rodas, além de aparelhos ortopédicos, próteses e medicamentos em dezenas de países – inclusive no Brasil, que a entidade visitará em setembro próximo.

Nascido em 1979, em Burbank, na Califórnia, o ministério Joni and Friends (JAF) tem a visão de promover e potencializar o trabalho cristão entre os portadores de deficiências físicas e seus familiares. O desafio consiste em empurrar as igrejas para além da apatia com a qual normalmente encaram tal responsabilidade, equipando-as para uma ação mais dinâmica e ef**az junto a um segmento historicamente negligenciado e cada vez mais numeroso. Estima-se que, só no Brasil, cerca de 18 milhões de pessoas convivem com alguma deficiência física, motora ou mental. “Nós queremos que a igreja de Jesus Cristo valorize as pessoas deficientes como membros mais fracos, merecedores de maior honra”, costuma dizer Joni, citando o texto de 1 Coríntios 12.22-23.
Buscando conscientizar as igrejas e simultaneamente atender às demandas espirituais e psicoafetivas deste segmento, JAF iniciou seu ministério promovendo pequenos retiros em parceria com igrejas que abraçaram a visão. Hoje, centenas de pessoas participam dos eventos promovidos pela entidade todos os anos. Os resultados destes encontros, testemunha Kim Shanower – há 17 anos com JAF e atual líder do ministério no Brasil – têm sido “a reinclusão dos deficientes e seus familiares na sociedade e a salvação de muitas, muitas almas”. A ponta de lança do ministério é o programa Wheels for the World (Rodas para o Mundo), que distribui gratuitamente cadeiras de rodas aos carentes. Boa parte delas são reformadas por detentos de 17 penitenciárias americanas, além de um batalhão de voluntários.

No Brasil, JAF já realizou duas distribuições em 2006 e 2007, contando sobretudo com a assistência de associações filantrópicas seculares, como o Rotary Club, uma vez que a maioria das igrejas ainda ignora a presença do ministério no Brasil. Kim Shanower, que juntamente com a missionária inglesa Gaynor Smith coordenou as duas distribuições ocorridas na sede do Clube Naval na cidade de Niterói, Região Metropolitana do Rio de Janeiro, recorda o sucesso que foi a última edição do evento, em outubro do ano passado: “Nós pesquisamos as necessidades de vários centros de reabilitação nos arredores do Rio. E, com a ajuda do Rotary Club, distribuímos 200 cadeiras”, lembra. A próxima já está marcada para o dia 22 de setembro, no mesmo local.

Embora a participação evangélica nestas ocasiões ainda seja pouco expressiva, Kim acredita haver um crescente interesse pelo ministério de JAF. “Estamos começando a ver mais igrejas se unindo a nós e solicitando que realizemos workshops e seminários temáticos”, afirma. Além disso, diz ela, diversos grupos cristãos têm buscado treinamento e capacitação para trabalhar com pessoas portadoras de necessidades especiais.

Evidentemente, a história pessoal de Joni é a principal inspiração do ministério. Pouco depois do acidente, enfadada com as exaustivas sessões de fisioterapia, ela desenvolveu a notável habilidade de escrever e desenhar com o lápis entre os dentes. Logo começou a pintar quadros e uma de suas exposições, na cidade americana de Baltimore, foi mostrada pela TV local, A reportagem chamou a atenção dos produtores do programa The Today Show, da rede NBC. Joni foi convidada para uma entrevista com a célebre jornalista Barbara Walters. Transmitida ao vivo para todos os EUA, a conversa fez da moça uma celebridade.

Logo uma editora encomendou-lhe um livro. Assim nasceu Joni, an unforgettable story (Joni, uma história inesquecível), publicado em 1976 e que alcançou enorme sucesso editorial em todo o mundo, sendo lançado no Brasil pela Editora Vida.

Pouco depois da publicação de sua autobiografia, a Associação Evangelística Billy Graham a convidou a participar da produção do longa-metragem Joni. Além de co-escrever o roteiro do filme, Joni atuou também como atriz no papel dela mesma. Dali para a frente, a americana, que parecia condenada a uma vida quase vegetativa, tornou-se uma artista, escritora, conferencista e radialista de sucesso. Seus livros, quadros e testemunho de fé inspirariam milhões de pessoas ao redor do globo e abriria portas inimagináveis para a comunicação do Evangelho.

O enorme crescimento de sua popularidade e as milhares de cartas que passou a receber de pessoas que encontraram no seu exemplo coragem para viver levaram Joni a finalmente compreender a passagem de Romanos 8.28: “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”, como ela mesma declarou num artigo intitulado Rodas da Liberdade, publicado na revista Christianity Today:

“Percebi que o conceito de ‘bem’ que Deus tinha para mim não incluía f**ar em pé. As coisas que cooperavam para o meu bem diziam mais respeito a uma atitude de apreciação às pequenas coisas, como uma profunda gratidão pelas amizades, e um caráter que refletisse paciência, persistência e alegria que não dependem das circunstâncias.

Minha cadeira de rodas é a prisão que Deus tem usado para libertar meu espírito”, escreveu. E, a julgar pelos resultados de seu ministério, para libertar também inúmeras outras vidas ao redor do mundo.

19/05/2020

Voltamos mais com um testemunho uma experiência de vida cristã

UMA EXPERIÊNCIA DE METANOIA – Winston – 15/02/2013

Meu nome é Winston Ramalho e receio ser um espécime mais ou menos raro: um legítimo curitibano – aquele ser que fala “leitttee quentttee”, e que alguns dizem até que está extinto – nascido e morando nesta cidade de tantos paulistas, cariocas, mineiros, catarinenses, gaúchos, e outros, todos muito bem vindos com seus sotaques variados, contribuindo para que a fala curitibana, muito influenciada pelos eslavos, receba uma certa amenização sonora, um “retoque” para melhor.

Aqui nasci e me tornei arquiteto, o que desde bem pequeno queria ser. Sempre amei minha profissão, que para mim era mais que trabalho: era também um hobby, e muito prazeroso. Amava fazer arquitetura: acordava pensando em arquitetura, passava a manhã criando arquitetura, almoçava arquitetura, depois voltava a trabalhar nos projetos, jantava arquitetura, dormia pensando em arquitetura, e durante a noite sonhava com arquitetura. Tinha sempre sobre o criado-mudo uma pranchetinha onde, muitas madrugadas acordava com uma ideia na cabeça, com uma solução para um problema de projeto ou de obra, e ali desenhava o que havia sonhado. E assim foi por muitos anos, e quando me perguntavam sobre aposentadoria, dizia convicto que iria morrer fazendo arquitetura. Nestes muitos anos projetei mais de 1 milhão de metros quadrados de obras em várias cidades e estados do país, tendo ganho também prêmios nacionais de arquitetura e reconhecimento profissional através de vários títulos, publicações e distinções públicas.

Logo que me formei comecei a lecionar nas disciplinas de Projeto no Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFPR. Após vários concursos públicos na Universidade, fui galgando os degraus da carreira docente, e quando me aposentei, após quase 30 anos ininterruptos de trabalho como professor e tendo passado por mim mais de 1.000 alunos, havia atingido o último nível, que é o de Professor Titular.

Como desde a adolescência sentia no coração a necessidade de Deus, ao longo de todos esses anos buscava-O – às vezes por períodos contínuos, em outras fases quase esquecendo-me que Ele existia – porém sempre de forma canhestra. Assim é que transitei pelo catolicismo, espiritismo, controle mental, budismo e ioga, sempre insatisfeito, lendo muito, praticando, até que o conhecimento adquirido me demonstrava que aquilo não era para mim.

Prosseguia então na minha procura, até que um dia, timidamente, com um pouco de desconfiança até, decidi conhecer consistentemente a Palavra de Deus, e então as dúvidas definitivamente se dissiparam: finalmente tinha encontrado a verdade, e a verdade me libertou de toda a angústia produzida pela busca infrutífera, pelas falsas doutrinas, pelos desapontamentos causados por falsos mestres, por mentirosos aproveitadores, por pessoas que, depois descobri, estavam a serviço do maligno. Pude então ser engolfado, envolvido, permeado pela maravilhosa bênção prometida por Jesus em João 8.32: “…e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.”

Minha conversão a Cristo foi um primeiro passo dado com profunda convicção. Mas tratava-se apenas do começo de uma longa jornada de caráter espiritual rumo ao alto. Ainda não compreendia que Cristo estava colocando-me num caminho não apenas de vida nova, mas também de vida abundante, maravilhosa promessa contida em João 10.10. Mas como eu, até mesmo Seus primeiros discípulos de início não compreenderam o tipo de abundância que o Messias estava trazendo, pois aqueles que estão engatinhando no conhecimento da Palavra de Deus, têm ainda expectativas meramente terreais, pessoais, materiais, que obscurecem a visão do caráter superior da abundância que Jesus promete. Mas Jesus jamais prometeu algo parecido com sucesso profissional ou mundano de qualquer tipo, segurança financeira ou conforto pessoal, e disse em Lucas 9.23-25: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; quem perder a vida por minha causa, esse a salvará. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder-se ou a causar dano a si mesmo?” É duro, mas é real. Como disse alguém: “na vida não há lanche grátis”. É ruim? Não, é maravilhoso, porque sabemos que esta curta vida na terra não é a verdadeira vida, que a esperança da Vida Eterna é somente para aqueles que se negam a si mesmos e seguem a Cristo.

Jesus nunca foi contra a riqueza material, no entanto Ele queria mostrar que a preocupação com ela não pode ser uma prioridade para um discípulo Seu, porque não tem qualquer relação com o Reino de Deus. A riqueza material – vista sob a lente da eternidade – torna-se insignif**ante, enquanto que as coisas do espírito, os relacionamentos e a vida abundante, agigantam-se.

Durante alguns anos fui tentando o que parecia o mais lógico e sensato: conciliar a vida profissional de arquiteto com minha vida espiritual, e a partir de um certo tempo passei a crer que Deus me dera a profissão de arquiteto como um instrumento para servir às pessoas. Em outras palavras, acreditava que Ele tinha me concedido a missão de fazer o bem por meio da arquitetura: por exemplo, quando projetava uma residência, tinha primordialmente a missão de melhorar a qualidade de vida de uma família, quando planejava uma cidade, a de proporcionar boas condições de existência a milhares de famílias, e assim por diante. Por isso, quando projetava, nunca colocava em primeiro plano a questão do ganho financeiro, mas sim meu compromisso e responsabilidade para com o cliente, de fazer o meu melhor para ele.

Mas o tempo foi passando e, para surpresa minha, a concepção e realização das obras materiais – que por mais de 45 anos era o objetivo da minha vida – pouco a pouco foi f**ando em segundo plano, dando lugar àquilo que descobri que era a maior obra que existia no universo: a do Reino de Deus. E desta forma fui me afastando da arquitetura, até que parei completamente, então encerrei minha empresa, tirei do ar meu blog profissional tão cuidadosamente construído, doei minha biblioteca de mais de 2.000 obras de arquitetura a meu filho arquiteto em São Paulo, e rompi com todo e qualquer vínculo com a profissão que por tanto tempo tinha sido o centro da minha existência. É claro que financeiramente tive que me adequar às limitações impostas pela aposentadoria com a qual vivemos Nanny e eu. Nossa vida é simples, nosso orçamento mensal é cuidadosamente planejado, respeitado, e não possibilita qualquer “escorregadela”. Mas o Senhor sempre tem nos provido de tudo o que necessitamos, e com o coração cheio de júbilo, posso afirmar que hoje tenho a certeza de estar fazendo a vontade dEle!
Pela graça de Deus, atualmente minha vida é totalmente dedicada à Sua obra, juntamente com a Nanny, a abençoada auxiliadora que Ele me deu, e vivemos numa felicidade e paz que sequer imaginávamos há um tempo atrás. Dedicado ao blog De Coração a Coração, às mensagens diárias Bom Dia De Coração a Coração, auxiliando a Nanny na coordenação do Núcleo Familiar Vivencial, ao Coral da Fraternidade, agora sei que o verdadeiro sucesso – que o mundo não conhece, por isso acha loucura – é seguir, sem se desviar, no caminho que leva a Cristo, a vida abundante real, infinita e eterna!

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Luanda

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