Missão - Patriarcado de Lisboa

Missão - Patriarcado de Lisboa A Igreja de Lisboa em modo de saída, em busca da sua identidade profunda como ser missão e a tornar real o sonho missionário de chegar a todos!

Queremos ser um ponto de encontro de todos os agentes da Missão em Lisboa e a partir de Lisboa para, juntos, levarmos a Alegria do Evangelho!

22/09/2026
15/09/2026

Nossa Senhora das Dores, rogai por nós! 🙏

A Igreja Católica celebra hoje (15) a festa de Nossa Senhora das Dores, que ensina a ser forte diante dos sofrimentos da vida e ter Maria e seu Filho como companheiros de caminho.

Entre as sete dores de Nossa Senhora se encontram: a profecia de Simeão no templo, a fuga para o Egito, os três dias que Jesus esteve perdido, o encontro com Jesus levando a Cruz, sua Morte no Calvário, a lança que atravessa o coração de Jesus e quando é colocado no sepulcro.

Apesar de tudo, Ela se manteve firme na oração e na confiança na vontade de Deus. Agora a Virgem quer nos ajudar a levar as nossas cruzes diárias porque foi no calvário onde Jesus Cristo nos deixou Maria como nossa mãe.

Por duas vezes no ano, a Igreja comemora as dores da Santíssima Virgem: na Semana da Paixão e também hoje, 15 de setembro.

A primeira destas comemorações é a mais antiga, posto que se instituiu em Colônia, na Alemanha, e em outras partes da Europa no século XV. Quando a festividade se estendeu por toda a Igreja, em 1727, com o nome das Sete Dores, manteve-se a referência original da Missa e do ofício da Crucificação do Senhor.

Na Idade Média, havia uma devoção popular pelos cinco gozos da Virgem Mãe, e pela mesma época se complementou essa devoção com outra festa em honra a suas cinco dores durante a Paixão. Mais adiante, as penas da Virgem Maria aumentaram para sete e não só compreenderam sua marcha para o Calvário, mas também sua vida inteira.

Aos frades Servitas – religiosos da Companhia de Maria Dolorosa –, que desde sua fundação tiveram particular devoção pelos sofrimentos de Maria, foi autorizado que celebrassem uma festividade em memória das Sete Dores, no terceiro domingo de setembro de todos os anos.

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Unidos em ação de graças pelo dom da vida e do ministério do Papa Leão!
14/09/2026

Unidos em ação de graças pelo dom da vida e do ministério do Papa Leão!

08/09/2026

Vinde, todas as nações, vinde, homens de todas as raças, línguas e idades, de todas as condições: com alegria celebremos a natividade da alegria! (…) Que a criação inteira se alegre, festeje e cante a natividade de uma santa mulher, porque ela gerou para o mundo um tesouro imperecível de bondade, e porque por ela o Criador mudou toda a natureza humana em um estado melhor!

02/09/2026

✝️ A 2 de setembro de 2023, D. Rui Valério tomou posse canónica como Patriarca de Lisboa, numa celebração realizada na Sé Patriarcal, perante o Cabido.

Nomeado pelo Papa Francisco a 10 de agosto desse ano, sucedeu a D. Manuel Clemente à frente do Patriarcado de Lisboa. No dia seguinte à tomada de posse, realizou-se a sua entrada solene, na Igreja de Santa Maria de Belém, no Mosteiro dos Jerónimos.

Passados três anos, celebramos este momento tão significativo para a história da Sé de Lisboa e do Patriarcado. 🎉

28/08/2026

Em Santa Mônica e Santo Agostinho, a graça não anula a liberdade, mas a acompanha: entre lágrimas, oração e busca da verdade, Deus conduz o coração humano ao encontro consigo mesmo e com Ele.

Mônica e Agostinho, intercedei a Deus por nós!

28/08/2026

Sete dados que deve conhecer sobre santo Agostinho de Hipona

1. Nasceu na África

Santo Agostinho nasceu no ano 354, em Thagaste, Numídia (atual Argélia) em uma família de classe alta.

Seu pai, Patrício, era pagão, embora tenha se convertido ao cristianismo pouco antes de morrer. Por outro lado, sua mãe, santa Mônica, era cristã e rezou durante vários anos pela conversão de seu esposo e de seu filho.

2. Levou uma vida libertina em sua juventude
Santo Agostinho participou do que são Paulo chama delicadamente de "paixões juvenis" (2 Timóteo 2,22), ou seja, entregou-se a uma vida libertina e cometeu vários pecados de impureza.

Aos 19 anos, começou a conviver com uma mulher. Seu nome é desconhecido, porque Agostinho não a registrou deliberadamente, talvez por causa da sua reputação.

A mulher não pertencia à classe social de Agostinho e nunca se casaram. Entretanto, tiveram um filho chamado Adeodato (Adeodatus em latim, "Dado por Deus" ou, mais coloquialmente, "dom de Deus").

3. Pertenceu a uma seita
Apesar de sua educação cristã, Agostinho abandonou a fé e se tornou maniqueísta, o que surpreendeu a sua mãe.

O maniqueísmo era uma seita gnóstica e dualista fundada no ano 200 d.C. por um homem iraniano chamado Mani.

4. Começou a sua conversão lendo dois versículos da Bíblia
Quando ensinava retórica em Milão (Itália), com o apoio da sua mãe, começou a ter mais contato com os cristãos e com a literatura cristã.

Um dia, no verão do ano 386, ouviu a voz de uma criança cantando em latim "Tolle, lege", que significa "Pega e lê; pega e lê". O Santo abriu uma bíblia que estava do seu lado e abriu uma página aleatória. Encontrou o capítulo 13, 13-14 da carta de São Paulo aos romanos que dizia:

“Não em orgias e bebedeiras, não em imoralidade sexual e depravação... Revistam-se do Senhor Jesus Cristo, e não fiquem premeditando como satisfazer os desejos da carne”.

Aplicando isto à sua própria vida, Agostinho começou seriamente o seu processo de conversão. Foi batizado, junto com Adeodato, na Vigília Pascal mais próxima.

5. Tornou-se um Padre da Igreja

No ano de 388, Agostinho, Mônica e Adeodato se prepararam para voltar ao norte da África. Infelizmente, Mônica só chegou a Ostia, porto da cidade de Roma, onde faleceu. Adeodato também faleceu quando chegou à África.

Isso deixou Agostinho sozinho. Depois, decidiu vender quase todos os seus bens para dar seu dinheiro aos pobres. Ficou somente com a casa da sua família, que converteu em um mosteiro.

Em 391, foi ordenado sacerdote da diocese de Hipona (na Argélia) e quatro anos depois se tornou bispo coadjutor da cidade e depois bispo titular.

Como bispo, escreveu extensa e prodigiosamente. Foi por essa razão que o valor dos seus escritos o converteram em um Padre da Igreja.

6. Também é um Doutor da Igreja
Junto com são Gregório Magno, santo Ambrósio e são Jerônimo, santo Agostinho foi um dos quatro doutores originais da Igreja. Foi proclamado doutor pelo papa Bonifácio VII, em 1298.

Esta nomeação ocorreu devido ao valor extraordinariamente grande dos seus escritos, que incluem importantes obras teológicas, filosóficos e espirituais.
Esta é apenas uma pequena seleção do que escreveu, porque nunca deixou de escrever.

7. Foi canonizado por clamor popular

Foi canonizado por aclamação popular, pois o costume da canonização papal ainda não havia surgido.

Endereço

Patriarcado De Lisboa, Mosteiro De São Vicente De Fora, Campo De Santa Clara
Santa Clara
1100-472LISBOA

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